39.0481, -77.4728
  • AGULHAS NEGRAS

    13 e 14 de Julho

    Agulhas Negras

    Visconde de Mauá - Resende/RJ

    Inscreva-se Saiba Mais
  • ITAIPAVA

    24 e 25 de agosto

    Itaipava

    Petrópolis– RJ

    -22.903730, -43.609380 Inscreva-se Saiba Mais
  • ESTRADA REAL

    28 e 29 de setembro

    Estrada Real

    Tiradentes – MG

    -21.110108, -44.173202 Inscreva-se Saiba Mais
  • INDAIATUBA

    02 e 03 de Novembro

    Indaiatuba

    Indaiatuba – SP

    -23.112450, -47.216160 Inscreva-se Saiba Mais
  • BUZIOS

    30 de novembro e 01 de dezembro

    Búzios

    Armação dos Búzios – RJ

    -22.752792, -41.884151 Inscreva-se Saiba Mais
  • COSTA VERDE

    9 e 10 de Fevereiro

    Costa Verde

    Mangaratiba - RJ

    -22.949793, -44.074256 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
  • BRAZIL

    11 e 12 de Maio

    BRAZIL

    Ilhabela – SP

    -23.112450, -47.216160 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
  • OURO PRETO

    01 e 02 de Junho

    OURO PRETO

    Ouro Preto – MG

    -20.3948400, -43.5051700 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
  • PRAIA DO FORTE

    08 e 09 de Junho

    Praia do Forte

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    -12.574687, -38.004731 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
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    Felipe Moletta e Laura Mira abrem vantagem na pontuação do ranking de triathlon 2019

    Com um heptacampeonato de triathlon na bagagem, Felipe Moletta é o maior campeão da história do XTERRA Brazil. Apesar de tantas conquistas e tamanho status, o paranaense de 33 anos parece ter começado 2019 ainda mais motivado, marcando presença em todas as etapas até o momento e já somando duas vitórias consecutivas, no XTERRA Ouro Preto e no XTERRA Praia do Forte. O campeão já tem 395 pontos somados, enquanto o segundo colocado, Rafael Juriti, possui 252.

     

    Na 3° colocação geral encontra-se o santista Marcus Fernandes, o Markinhos, que abriu a temporada com um triunfo importante no XTERRA Costa Verde, mas depois não conseguiu repetir a boa performance em Ilhabela e ficou para trás temporariamente nesta briga pelo título nacional, com 184 pontos. Na quarta e na quinta colocações aparecem Diogo Malagon, campeão em 2015, e Hugo Amaral, com 180 e 176 pontos respectivamente.

     

    Mesmo com a diferença grande na pontuação momentânea, é totalmente possível que tenhamos um campeão inédito, já que o regulamento soma apenas as seis maiores pontuações da temporada, descartando as outras quatro. “Com certeza vou participar do circuito e irei no máximo possível de etapas que der. Vou em busca do título do ranking desta vez”, garantiu Markinhos no último mês de fevereiro, quando acabara de cruzar a linha de chegada em Mangaratiba. Parece que o maior problema para Markinhos nem será a quantidade de edições em que participará e sim a obsessão de Moletta por troféus, que parece só aumentar com o passar dos anos.

     

    Entre as mulheres, Laura Mira, aos 34 anos de idade, espera conseguir seu primeiro título na história do evento. A paulista já “bateu na trave” algumas vezes, mas 2019 parece ser o seu momento. Com 372 pontos, a embaixadora do triathlon XTERRA já possui uma confortável vantagem para a segunda mais bem ranqueada, Luiza Zanini, que tem 168. A atual pentacampeã nacional Sabrina Gobbo já havia anunciado que não competiria com o mesmo ímpeto dos últimos anos e, com isso, a loira não figura nem entre as cinco primeiras no ranking mais recente. Sabrina participou apenas do XTERRA Brazil, em Ilhabela, quando chegou em terceiro lugar, atrás da neozelandesa Samantha Kingsford e da chilena Valentina Carvallo.

     

    Mirian Damásio, estreante na elite do triathlon, surge na posição 3 com 166 pontos, seguida por Samantha Kingsford, com 115 e Valentina Carvallo, com 105.

     

    As pontuações de todas as modalidades e categorias do ranking 2019 você pode acompanhar clicando em http://xterrabrasil.com.br/tour/rankings-2019/#1493411913356-8548db37-76af6ecb-a1c5.

    O que comer e beber durante uma prova do XTERRA?

    Uma boa nutrição ajudará a evitar problemas digestivos enquanto fornece ao corpo toda a energia necessária para completar a corrida

     

    Uma das perguntas mais recorrentes que recebemos dos atletas é “O que devo comer e beber durante um XTERRA?”

     

    É uma ótima pergunta porque não importa o quanto você possa treinar. Fixar um número e competir é um estresse totalmente diferente do corpo humano comparado com a mais difícil sessão de treinamento. Portanto, os atletas precisam considerar as diferenças na ingestão de nutrientes antes de competir, já que uma boa nutrição ajudará você a evitar problemas digestivos enquanto fornece ao corpo toda a energia necessária para completar a corrida. Vamos considerar esses dois pontos individualmente:

     

    Sistema digestivo

    Durante o exercício, o suprimento de sangue para o intestino é reduzido entre 45% e 80% do seu estado normal. Esse redirecionamento do sangue para os músculos em funcionamento explica por que tantos atletas sofrem de dores estomacais e cãibras em uma corrida. Durante um XTERRA, os atletas competirão em intensidades moderadamente altas, atingindo e superando regularmente os esforços de limiar. Logo a melhor forma de se nutrir é com água, açúcares simples e minerais.

     

    Duração do evento

    A singularidade de cada prova XTERRA é o que a torna tão especial, normalmente os atletas mais rápidos completam um triathlon em 2 horas e 30 minutos. Dependendo do terreno e do clima, esse tempo pode variar consideravelmente, ainda mais para o competidor amador. Além disso, as competições começam com um mergulho que pode usar muita energia sem qualquer oportunidade de reabastecimento, por isso, mesmo se você começar com as reservas de glicogênio completas, você precisará de um pouco de nutrição durante a corrida. Para o esforço de alta intensidade exigido das corridas XTERRA, você estará usando uma proporção maior de açúcar do que de lipídios / gordura.

     

    O que levar em uma prova de triathlon?

    O combustível mais importante para levar consigo é uma bebida energética. Idealmente uma bebida isotônica, o que significa que deve ter a concentração perfeita de açúcares e eletrólitos para não irritar o sistema digestivo. Se estiver muito concentrado, seu corpo extrairá água de suas células para ajudar a diluir sua bebida no intestino, o que pode levar à desidratação. Se o seu sistema digestivo é muito sensível, você pode usar uma bebida energética hipotônica, mas a melhor opção é testar sua bebida durante o treinamento antes de usá-la em uma corrida.

     

    Se você quiser tomar um gel, é melhor não tomar um inteiro por vez. Ao invés disso, tome uma pequena quantidade em intervalos regulares. Tente também tomar um pouco de água ao mesmo tempo para diluir o gel. Muitas vezes a energia que você sente de um gel é da cafeína e não do açúcar. Outra opção é pegar uma pequena barra de frutas secas. Certifique-se de que é fácil de mastigar e apenas pegue pequenos pedaços de cada vez junto com um pouco de água. Sua nutrição de corrida é tão importante quanto qualquer outro equipamento que você precisa para se preparar antes das corridas. Para ajudá-los, aqui está um exemplo de como eu programo minha nutrição no dia da corrida:

     

    ·         Faço a última refeição pelo menos 3 horas antes da corrida;

    ·         Bebo uma mistura de água e energético 30 minutos antes do aquecimento da parte aquática;

    ·         Não bebo água na largada da prova. Jamais!;

    ·         Consumo 500ml de bebida energética por hora no trecho da bike (lembre-se de beber em trechos seguros);

    ·         Bebo a última dose da garrafinha antes do T2;

    ·         Durante a corrida, como um pequeno pedaço da barrinha de energia.

     

    Por Alexandra Borrelly Lebrun, do blog fitness francês Organicoach.

    XTERRA Agulhas Negras terá maior percurso de MTB da história

    Edição no Rio de Janeiro terá inéditos 77km no MTB Cup Pro e 43,5km no Sport

     

    O XTERRA Agulhas Negras é a primeira etapa inédita do calendário de 2019 do XTERRA Brazil Tour. A menos de um mês de sua realização, em Visconde de Mauá, no Rio de Janeiro, o evento promete comportar mais de 500 ciclistas para disputar as tradicionais provas de MTB na montanhosa região carioca. A edição ocorre nos próximos dias 13 e 14 de julho, com as competições de bike acontecendo a partir das 8h30 do domingo.

     

    O principal diferencial está na distância do MTB Cup Pro, que terá 77km de pura adrenalina, estradões, terra batida, pedras e espaços largos, o que deixará todos os atletas com o “coração na garganta”. Uma novidade válida a partir de Agulhas Negras para o restante da temporada é a inclusão do MTB Cup Sport dentro da modalidade Pro. Com isso, a antiga modalidade Sport passará a ser uma categoria dentro da Pro, onde apenas os cinco primeiros gerais serão premiados e farão um trecho reduzido (43,5km).

     

    “Tanto o percurso (altimetria de 2.200m), quanto a quilometragem (distância) são inéditos na história do MTB do XTERRA. Os atletas podem se preparar para uma prova disputada com a formação de pelotões, devido à amplitude das pistas. Por ser uma grande maratona tudo pode acontecer e não acho que haverá favoritos dentre os profissionais. Tudo isso somado às montanhas da Serra da Mantiqueira, ar puro e um visual alucinante farão da edição uma experiência inesquecível para todos, principalmente os amadores”, garante Gabriela Corrêa, gerente do XTERRA no Brasil.

     

    Foto: Thiago Lemos

     

    O XTERRA Agulhas Negras tem esse nome devido ao famoso Pico das Agulhas Negras e vai acontecer no mesmo período do tradicional festival de inverno de Visconde de Mauá. A principal característica da região é a natureza, elemento fundamental para a realização de um festival multiesportivo off-road. Trilhas, dezenas de cachoeiras e mirantes são facilmente encontrados, porém o centro comercial de Mauá também é aprazível. É importante se preparar para o frio. Inscreva-se agora em alguma modalidade da etapa, clicando em http://xterrabrasil.com.br/tour/home-etapa-xterra-agulhas-negras-2019/.

    Melhores óleos de massagem para sua recuperação muscular

    Com corridas muito próximas semana após semana, sua recuperação se torna muito importante. Agora é o momento perfeito para aprender a fazer sua própria massagem, já que o XTERRA Ouro Preto e o XTERRA Praia do Forte são etapas separadas apenas por sete dias. Nem sempre é possível pedir a alguém para fazer a massagem quando você está sozinho em um local de corrida, mas isso pode fazer toda a diferença em seu desempenho, especialmente se você tiver duas provas em duas semanas.

     

    O primeiro passo é esticar todos os músculos. Isso talvez seja melhor feito longe de sua sessão de treinamento, à noite. Para alongar corretamente, você deve relaxar, respirar profundamente e andar devagar. Coloque alguma música calma e leve o tempo que for necessário. Após 20, 30 minutos, você pode iniciar sua automassagem. Comece pelos pés e trabalhe o caminho até o seu corpo, passando pelos tornozelos, panturrilhas e o grande grupo muscular na frente de suas pernas, chamados de quadríceps. Estes são os músculos que você usa para empurrar com força a bike, então passe mais tempo aqui.

     

    Você não precisa de nenhum óleo de massagem especial, se você não tiver mais nada, o azeite de oliva serve! Eu recomendaria usar óleo vegetal com alguns óleos essenciais adicionados. Os dois óleos são muito diferentes. O óleo vegetal forma a base para facilitar a massagem, para que suas mãos deslizem sobre sua pele. Você também pode usar óleo de arnica, óleo de amêndoa doce ou óleo de semente de damasco como alternativas.

     

    Existem muitos óleos essenciais diferentes. Eles estão sempre concentrados e cada um tem um propósito diferente. Eles podem ser incrivelmente poderosos e, enquanto alguns oferecem grandes benefícios, alguns podem ser perigosos.

     

    Antes de começar, aqui estão algumas dicas para usá-los corretamente

    • Para garantir que você tenha um bom óleo, verifique o nome. O nome latino é o nome real;

    • Não use em crianças, a dose pode ser diferente;

    • A quantidade máxima de óleo essencial a ser misturado com óleo vegetal é de 20%;

    • Realize uma área de teste em uma pequena área da pele cada vez que você usar um óleo essencial para garantir que você não é alérgico;

     

    Existem muitas receitas para óleos de massagem contendo Gaultheria Procumbes, porque pode ajudar a reduzir a dor, mas não é um dos meus favoritos por ser rico em cânfora natural, que impede a recuperação. Então, embora sua dor seja reduzida, seus músculos não se recuperam adequadamente. Para completar a fórmula líquida para uma boa massagem, gosto de usar um óleo ativo. Por exemplo, um óleo da árvore Cypress (nome latino Cupressus Sempervirens). Isto é perfeito para elogiar a recuperação muscular e se você luta com o calor durante o verão, você pode usá-lo por si só.

     

    Veja como fazer sua própria combinação para uma recuperação mais rápida:

    – 80ml de óleo de arnica (ou outro óleo vegetal);

    – 10ml de óleo essencial de Laurus nobilis;

    – 5ml de óleo essencial de Eucalyptus citriodorata;

    – 5ml de óleo essencial de Cupressus sempervirens;

     

    Agora experimente e vá em frente!

     

    Alexandra Borrelly Lebrun é farmacêutica e estuda nutrição esportiva e medicina natural. Ela trabalha na Organicoach, onde criam planos de nutrição otimizados para atletas de todos os níveis. Veja o artigo original em https://www.xterraplanet.com/2019/05/massage-oil-101.

    Laura Mira lidera ranking pan-americano do XTERRA em 2019

    Triatleta paulista soma 21 pontos de vantagem para a segunda colocada geral, Samantha Kingsford

     

    No último sábado (18), foi realizado o XTERRA Oak Mountain, no Alabama, Estados Unidos. Após a 4° etapa do circuito XTERRA Pan Am Tour realizada, a brasileira Laura Mira, que esteve presente em três das quatro edições, segue na liderança geral dentre as triatletas da elite.

     

    Natural da cidade de Barretos, Laura participou do XTERRA Argentina (23 de março), do XTERRA Chile (30 de março) e do XTERRA Brazil (11 de maio), chegando em 2°, 3° e 4° lugares respectivamente. Ao todo, ela soma 203 pontos, o que a coloca em 1° lugar geral no ranking atualmente. Logo atrás, aparece a neozelandesa Samantha Kingsford, que triunfou na prova brasileira, com 182 pontos. Completa o pódio temporário a chilena Valentina Carvallo, com 165 pontos. A pentacampeã brasileira Sabrina Gobbo e a novata (como profissional) Mirian Damásio estão no top 10.

     

    Ao todo, dez etapas compõem o circuito pan-americano 2019. Além das quatro já citadas, são elas: XTERRA Victoria (7 de julho, CAN), XTERRA Quebec (14 de julho, CAN), XTERRA Beaver Creek (20 de julho, EUA), XTERRA México (3 de agosto), XTERRA República Dominicana (1° de setembro) e o XTERRA Utah (7 de setembro, EUA).

     

    Entre os homens, o heptacampeão brasileiro Felipe Moletta, ocupa a 2° colocação do ranking pan-americano. Moletta foi ultrapassado pelo neozelandês Kieran McPherson no último fim de semana, quando o oceânico competiu em Oak Mountain e ficou com o segundo lugar, atrás somente de seu conterrâneo Sam Osborne, que já havia vencido no Brasil e surge como um dos favoritos ao título internacional de 2019. A briga na categoria masculina, por enquanto, é bem parelha, com uma diferença de apenas 16 pontos entre os três primeiros. Rafael Juriti é o outro brasileiro a figurar no top 10 do ranking. Confira abaixo.

     

    Laura Mira e Felipe Moletta são os brasileiros melhores colocados no ranking panamericano

     

    Classificação do triathlon feminino do XTERRA Pan Am Tour 2019:

    PO Nome, Nacionalidade TOT ARG CHI BRA OKM
    1 Laura Mira, BRA 203 67 61 75 x
    2 Samantha Kingsford, NZL 182 x x 100 82
    3 Valentina Carvallo, CHI 165 x 75 90 x
    4 Suzie Snyder, USA 100 x x x 100
    5 Lesley Paterson, USA 90 x x x 90
    6 Sabrina Gobbo, BRA 82 x x 82 x
    7 Erika Simon, ARG 75 75 x x x
    8 Julie Baker, USA 75 x x x 75
    9 Mirian Damásio, BRA 69 x x 69 x
    10 Maia Ignatz, USA 69 x x x 69

     

     

    Classificação do triathlon masculino do XTERRA Pan Am Tour 2019:

    PO Nome, Nacionalidade TOT ARG CHI BRA OKM
    1 Kieran McPherson, NZL 216 67 67 x 82
    2 Felipe Moletta, BRA 212 61 61 90 x
    3 Sam Osborne, NZL 200 x x 100 100
    4 Alejandro Bulacio, ARG 156 51 47 58 x
    5 Rafael Juriti, BRA 153 39 51 63 x
    6 Rom Akerson, CRC 150 75 75 x x
    7 Alex Roberts, NZL 99 56 43 x x
    8 Will Ross, USA 99 43 56 x x
    9 Josiah Middaugh, USA 90 x x x 90
    10 Alex Rhodes, GBR 85 36 x 49 x

    Novo formato de hidratação nas etapas XTERRA faz sucesso entre atletas

    Participantes do XTERRA Brazil elogiaram iniciativa de trocar copos plásticos de água por galões em postos de reabastecimento

     

    No último dia 8 de maio a organização do XTERRA brasileiro comunicou que não haveria copos plásticos de água na etapa Brazil, realizada em 11 e 12 de maio, em Ilhabela. A iniciativa se deu pensando na preservação do meio ambiente, já que o material dos tradicionais copinhos causa danos irreversíveis ao planeta. Voltado para o pilar da sustentabilidade, o XTERRA Brazil acredita numa relação de absoluto respeito com a natureza.

     

    A medida adotada para hidratar os atletas off-road foi a inserção de galões d’água em pontos específicos dos percursos e no pós-prova de cada modalidade. Sendo assim, o ideal era que todos os participantes levassem suas próprias garrafinhas ou mochilas de hidratação, porém a organização disponibilizou copos retornáveis para o consumo. Uma novidade para a etapa de Ilhabela foi também a distribuição gratuita da bebida Yas, da Coca-Cola.

     

    “Vim com meu filho e meu marido e nós três adoramos a novidade. A troca dos copinhos de plástico por nossas próprias garrafinhas foi muito melhor, pois até já treinamos desta maneira. Acho mais fácil beber na garrafinha enquanto corro e é sempre bom cuidarmos do meio ambiente. O Yas de uva no fim da prova foi maravilhoso, meu filho então tomou dois porque acabei perdendo o meu para ele”, relatou com bom humor a corredora Gisleine Padavan de 37 anos.

     

    A bebida Yas fez sucesso entre os atletas XTERRA

     

    Para Gabriela Corrêa, gerente do XTERRA no Brasil, a medida foi apenas um pequeno avanço na conscientização de atletas para com o bem-estar do planeta. “Ficamos muito contentes com a aceitação por parte dos atletas, pois era uma mudança que já queríamos fazer há um tempo. Sabemos que ainda é um pequeno passo, mas é o começo de um ciclo duradouro de sustentabilidade dentro do XTERRA Brazil”.

    Saiba como se classificar para o XTERRA World Championship 2019

    O XTERRA Brazil será realizado nos próximos dias 11 e 12 de maio, na Praia do Perequê, e já conta com mais de 1.800 atletas inscritos nas modalidades de triathlon, trail runs, aquathlon e swim challenge, além da sempre divertida corrida Kids. Com a proximidade da etapa tradicional, nada melhor do que relembrarmos como fazer para conseguir vaga disputar o Mundial de triathlon e de trail run 21K, no Havaí, em outubro e dezembro respectivamente.

     

    Triathlon (1,5km swim + 24,5km bike + 8,5km trail run)

    A principal modalidade, a que deu vida ao XTERRA nos EUA e no Brasil. Assim podemos nos referir ao esporte de práticas diversas, que premiará os sete primeiros colocados masculinos e femininos profissionais em dólar. Ao todo, 50 vagas (28 para homens e 22 para mulheres) serão distribuídas para triatletas amadores competirem no Mundial do dia 27 de outubro, na Ilha de Maui, no Havaí.

     

    O atleta profissional ao participar da prova e concluir dentro do tempo limite, devidamente identificado, sem infringir nenhuma regra deste regulamento, automaticamente está classificado para o Mundial em Mauí. No entanto, a organização americana poderá avaliar os seus tempos em cada trecho e caso os julguem insuficientes para os parâmetros internacionais, podem vir a negar a participação desse atleta. Para concluir a sua inscrição, o atleta deve entrar em contato direto com o pro@xterraplanet.com e solicitar a sua vaga.

     

    Cada atleta amador precisa ter atenção aos outros itens do tópico 3 do regulamento, em http://twixar.me/XN6K e obedecer aos critérios abaixo descritos:

     

    • Concluir a prova dentro do tempo limite estando devidamente identificado;
    • Estar presente na distribuição de vagas que acontecerá durante a etapa do XTERRA Brazil (Ilhabela/SP) e divulgada previamente no cronograma oficial do evento;
    • É obrigatória a presença na distribuição de vagas no dia e horário determinado pela organização. Os interessados que não puderem comparecer devem escrever, antes da data de distribuição, uma carta de próprio punho demonstrando interesse e nomeando um representante. Caso isso não ocorra a vaga será passada para o próximo da categoria;

     

    Vagas amadoras para o Mundial de Triathlon – 27/10/2019 em Kapalua, na Ilha de Maui, no Havaí

     

    Faixa Etária Vagas Masculinas Vagas Femininas
    15 a 19 anos 1 1
    20 a 24 anos 2 2
    25 a 29 anos 2 2
    30 a 34 anos 3 2
    35 a 39 anos 3 2
    40 a 44 anos 3 2
    45 a 49 anos 3 2
    50 a 54 anos 3 2
    55 a 59 anos 2 2
    60 a 64 anos 2 2
    65 a 69 anos 2 2
    70 a 74 anos 1 1
    + de 75 anos 1 0
    TOTAL 28 22

     

    Premiação da elite do triathlon:

    • 1º lugar: $ 2.300,00 + troféu
    • 2º lugar: $ 1.700,00 + troféu
    • 3º lugar: $ 1.200,00+ troféu
    • 4º lugar: $800,00 + troféu
    • 5ºlugar: $650,00+troféu
    • 6ºlugar: $450,00
    • 7ºlugar: $400,00

     

    Trail Run 21K:

    Já na trail run 21K, que também credencia os melhores para competirem no Mundial do Havaí, porém em 24 de novembro, as chances de ir ao Havaí são menores, pois no máximo 24 corredores (12 homens e 12 mulheres) irão poder representar o Brasil no torneio internacional. Cada atleta, dentro de sua categoria, deverá utilizar a etapa qualificatória em Ilhabela para obter vaga e é obrigatório cumprir as exigências prescritas no regulamento, em http://twixar.me/NN6K. Não há premiação em dinheiro na trail run 21K e na corrida apenas os melhores colocados em suas categorias ganham a possibilidade de ir ao Havaí.

     

    Vagas para o Mundial de Trail Run (21K) – 24/11/2019 em Oahu, no Havaí

    Faixa Etária Vagas Masculinas Vagas Femininas
    Geral 5 5
    15 a 19 anos 1 1
    20 a 29 anos 1 1
    30 a 39 anos 1 1
    40 a 49 anos 1 1
    50 a 59 anos 1 1
    60 a 69 anos 1 1
    + de 70 anos 1 1
    TOTAL 12 12

    Paulista cria escola de bicicleta por amor ao ciclismo. Entenda

    Natural de Taubaté, em São Paulo, Willi Schlote tem uma história de amor com bicicletas desde os cinco anos de idade, quando ganhou sua primeira “magrela” de presente do pai. “Era linda: uma BMX Pantera, da Monark, com freio a tambor na roda traseira. O sonho da molecada no início da década de 1980”, relembra com orgulho.

     

    Dali em diante o paulista não desgrudou mais de sua companheira, apenas trocando de modelo de acordo com o passar dos anos. Formado em Educação Física desde 2001, Willi começou a trabalhar como personal trainer, mas ainda não se sentia 100% realizado profissionalmente. Foi através de um convite que ele percebeu ter um talento especial para ensinar pessoas a andarem de bicicleta e que poderia abrir seu próprio negócio.

     

    “A 1° Pedal surgiu meio sem querer, porém, pela vontade de querer trabalhar com ciclismo sempre. Estava há mais de 15 anos trabalhando em academia, com treinamento funcional e corrida, mas sentia a falta da bike. Aí em 2015 um amigo me recomendou o projeto Bike Anjo, que é voluntário e serve para ensinar pessoas a andar de bicicleta. Logo percebi que tinha uma facilidade muito grande para ensinar, talvez por ser educador físico, por ter tido aprendizagem motora, não sei, mas tinha mais facilidade que os outros voluntários. Aí demorei um pouquinho, mas fundei a 1° Pedal em dezembro de 2017”, explica Willi.

     

    Em dezesseis meses de vida a 1° Pedal Escola de Bicicleta (https://primeiropedal.com.br/home) já formou mais de 200 alunos, que recebem suas aulas no parque Villa Lobos, em Alto de Pinheiros. A agenda de Willi Schlote é bem concorrida (você pode entrar em contato através do e-mail contato@primeiropedal.com.br), mas ainda assim o ciclista faz questão de reservar um tempo às etapas paulistas do XTERRA.

     

    Willi em ação pelo XTERRA Brazil 2018

    “Estou sempre em Ilhabela para pedalar no XTERRA e já estou inscrito novamente agora em 2019. Vi que também haverá uma etapa em Indaiatuba e é bem provável que eu esteja lá também. O XTERRA é uma oportunidade única de pedalar na natureza e curtir a vibe boa de uma competição sadia, repleta de gente preocupada em se divertir primeiramente.

    Do sofá às trilhas – Melhor alimentação para corridas de resistência

    Como atletas XTERRA, a maioria de nós procura maneiras de viver nossas vidas dentro e fora das trilhas da melhor forma possível. O que comemos tem grande parte nisso. Acontece três vezes ao dia (mais ou menos), é uma ótima oportunidade para se socializar e se conectar com pessoas que amamos. A alimentação, claro, tem grande influência em nosso desempenho e em como nos sentimos.

     

    Uma dieta ideal não é feita para cabermos em roupas da última moda ou apenas para tentarmos perder 10 quilos. Uma dieta ideal é sobre um modo de vida que lhe permite realizar e se sentir melhor sem muito esforço extra a longo prazo.

     

    Embora durante décadas, os carboidratos tenham sido escolhidos como o combustível para os atletas de resistência, eu tenho seguido uma dieta adaptada à gordura nos últimos anos e tenho tido sucesso tanto no desempenho em corridas quanto no que sinto. Além disso, uma dieta adaptada à gordura é ótima para os atletas de endurance, pois quando você usa gordura – em vez de carboidratos – como sua principal fonte de energia, você pode ir mais longe por mais tempo. A dieta adaptada à gordura pode te ajudar a torná-lo à prova de brecadas, especialmente nas corridas mais duras e longas no final da temporada.

     

    O problema com carboidratos

    Se você está no esporte há tempo suficiente, pode estar acostumado a pensar que o macronutriente mais importante a consumir é o carboidrato. No entanto, a dieta ocidental é tão pesada em alimentos processados ​​à base de carboidratos que o açúcar é geralmente o combustível que nossos corpos usam primeiro, simplesmente porque está disponível e pode ser queimado com a menor quantidade de energia.

     

    O problema de comer uma dieta rica em carboidratos em uma base diária (e não antes de uma corrida quando você quer carregar seus músculos com glicogênio) é que quando o seu suprimento de carboidratos começa a diminuir, você experimentará baixo nível de açúcar no sangue, que leva à tontura e à ansiedade. Para regular, você precisa de mais carboidratos, o que pode se transformar em um ciclo vicioso.

     

    Uma vez que os carboidratos atingem seu sistema, eles elevam os níveis de açúcar no sangue. O corpo responde com insulina, que varre o açúcar da corrente sanguínea e entra nas células. Por sua vez, isso faz com que os níveis de insulina subam, o que pode prejudicar os sinais químicos do seu cérebro, incluindo aqueles que informam quando você comeu o suficiente. É por isso que comer muitos carboidratos deixa você com fome e excesso de peso.

     

     

    Dieta da gordura adaptada

    Este tipo de plano de alimentação faz com que a gordura seja usada como combustível. Eu gosto de pensar no metabolismo como um fogo. Você conhece os grandes troncos de carvalho que garantem que seu fogo vai durar por mais tempo? É assim que é a gordura queimada. É o que faz você continuar nos longos e difíceis percursos, como no XTERRA World Championship. Você não quer correr para sempre, mas é uma ótima maneira de construir o calor para acender a chama de resistência. Os melhores desempenhos funcionam com uma mistura ideal de todos os três macronutrientes – carboidratos, proteínas e gorduras – e a única maneira de chegar lá é fazer da sua dieta um estilo de vida e comer de forma consistente.

     

    O benefício de seguir uma dieta adaptada à gordura é que, como atleta, você pode confiar mais na gordura para energia durante o exercício. Isso significa que o carboidrato armazenado nos músculos estará disponível para suportar esforços de alta intensidade, quando o glicogênio é mais necessário.

     

    Se você ficar sem energia rapidamente ou suas ações ficarem mais lentas, experimente uma dieta adaptada à gordura para ver se ela pode aumentar seu desempenho e, ao mesmo tempo, diminuir sua dependência de géis e fontes de alimentos açucarados. Uma boa regra é começar com uma proporção de 15% de carboidratos, 20% de proteína e 65% de gorduras “boas”. As boas gorduras incluem alimentos como abacates, nozes e bons azeites. Por exemplo, começo meu dia com cerca de três ovos, dois pedaços de bacon e um pouco de espinafre. Meu almoço ou jantar pode consistir de quatro a seis peças de proteína, duas xícaras de espinafre, couve ou brócolis e metade de um abacate. Uma dieta adaptada à gordura não significa viver com manteiga e batatas fritas. Trata-se de garantir que o combustível que seu mecanismo está queimando o leve para corridas longas e difíceis.

     

    SheriAnne Little

     

     

    Os artigos da série “Do sofá às trilhas são apresentados pela coach SheriAnne Little e pela cinco vezes campeã mundial (faixa etária) de triathlon XTERRA, Mimi Stockton, do Next Level Endurance. O objetivo é levar os atletas aspirantes para fora do sofá, rumando ao treinamento e à linha de largada de um XTERRA.

    Preparando-se para as corridas do início da temporada – por Josiah Middaugh

    Algumas dicas para ajudar a garantir que você esteja pronto para o primeiro XTERRA da temporada (se for o seu primeiro)

     

    Realize exercícios específicos de corrida

    Para ter um bom desempenho na intensidade da corrida, você deve fazer exercícios que imitam a intensidade que será exigida no dia da corrida. Os treinos não precisam ser iguais à duração do evento, mas devem incluir intervalos iguais ou acima do ritmo da passada e devem ser longos o suficiente para dar a você a confiança de que pode completar a distância desejada na intensidade certa. Para o XTERRA, um exercício físico que gosto de realizar é 6 x 6 minutos com 3 minutos de pedalada fácil, seguido por 2 x 1 milha, com 3-4 minutos de corrida fácil. Este treino de mountain bike é ótimo de fazer em uma subida sustentada.

     

    Sua primeira prova do ano não pode ser a grande prova da temporada

    Exercícios específicos ajudam, mas essa primeira corrida da temporada é sempre um tapa na cara. É preciso algumas provas para lembrar completamente o que é necessário para competir e sofrer no dia da competição. Se você tem uma corrida “A” no início da temporada, não faça dela o seu grande objetivo. Pode não haver um XTERRA antes dessa corrida, mas você pode encontrar algo para ajudar a preparar sua mente e corpo. Geralmente recomendamos uma prova de mountain bike no início da temporada ou duas. Aumente a distância de seu treino, se possível, atenção à nutrição e não tenha medo de fazer uma transição depois. Isso ajudará com suas habilidades técnicas e o acostumará a competir novamente. Além disso, os ciclistas de montanha olham para você como se você fosse louco, o que é sempre um pouco divertido.

     

    A primeira corrida da temporada sempre dói

    Só porque você treinou durante todo o inverno não significa que sua primeira competição do ano será mais fácil do que qualquer outra anterior. Saiba lidar com isso! Saiba o que você vai fazer quando a dor chegar e espere que ela aconteça. Saiba que a dor passará. Não existe prova fácil. Se você acha que uma corrida foi fácil, provavelmente você não foi duro o suficiente.

     

    Bole um plano de corrida

    Melhor ainda, reveja o planejamento do ano anterior e revisite o que funcionou para corridas similares. Traçar um plano de corrida ajuda você a visualizar sua próxima prova.

     

    Teste seu equipamento com antecedência

    Eu odeio admitir isso, mas fiz meu primeiro XTERRA do ano tendo acabado de receber todo o equipamento novo. Retire seu equipamento das caixas e teste-o pelo menos um mês antes de sua primeira corrida, para não atrapalhar a performance. Será menos estressante e você terá um melhor desempenho.

     

    Ame o ambiente em que você está

    Adore a região em que você vive para se ajudar a se preparar da melhor maneira possível. É fácil para mim reclamar da falta de pedalar devido ao solo da Flórida, mas não há desculpa para eu não estar na minha mountain bike toda semana. Eu também posso nadar em águas abertas a maior parte do ano se eu quiser e, no verão, eu posso simular o calor sufocante de Maui. Eu tenho muita sorte. Encontre os recursos que sua área oferece e utilize-os. Provavelmente há mais disponível do que você pensa.

     

    Sobre o autor:

    Josiah Middaugh é o campeão panamericano XTERRA, 13 vezes campeão nacional do XTERRA, e campeão mundial do XTERRA em 2015. Ele tem mestrado em cinesiologia e é personal trainer certificado há 18 anos (NSCA-CSCS). Veja a matéria original em https://www.xterraplanet.com/2019/04/middaugh-coaching-corner-prepping-early-season-races

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