39.0481, -77.4728
  • AGULHAS NEGRAS

    13 e 14 de Julho

    Agulhas Negras

    Visconde de Mauá - Resende/RJ

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  • ITAIPAVA

    24 e 25 de agosto

    Itaipava

    Petrópolis– RJ

    -22.903730, -43.609380 Inscreva-se Saiba Mais
  • ESTRADA REAL

    28 e 29 de setembro

    Estrada Real

    Tiradentes – MG

    -21.110108, -44.173202 Inscreva-se Saiba Mais
  • INDAIATUBA

    02 e 03 de Novembro

    Indaiatuba

    Indaiatuba – SP

    -23.112450, -47.216160 Inscreva-se Saiba Mais
  • BUZIOS

    30 de novembro e 01 de dezembro

    Búzios

    Armação dos Búzios – RJ

    -22.752792, -41.884151 Inscreva-se Saiba Mais
  • COSTA VERDE

    9 e 10 de Fevereiro

    Costa Verde

    Mangaratiba - RJ

    -22.949793, -44.074256 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
  • BRAZIL

    11 e 12 de Maio

    BRAZIL

    Ilhabela – SP

    -23.112450, -47.216160 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
  • OURO PRETO

    01 e 02 de Junho

    OURO PRETO

    Ouro Preto – MG

    -20.3948400, -43.5051700 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
  • PRAIA DO FORTE

    08 e 09 de Junho

    Praia do Forte

    Mata do São João – BA

    -12.574687, -38.004731 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
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    Idealizadores da assessoria Rocksport conquistam vaga para o Mundial de triathlon, no Havaí

    Influenciados por Joaquim Felício, embaixador XTERRA, Breno Cardoso e Jorge Rocha se classificam para o World Championship

     

    Nos últimos dias 11 e 12 de maio rolou a etapa Brazil do circuito XTERRA brasileiro em 2019. A edição é a principal por se tratar da qualificatória para o XTERRA World Championship de triathlon, em outubro, em Maui, no Havaí e de trail run, em dezembro, em Kona, também no Havaí. Ao todo, 50 vagas foram distribuídas para os melhores triatletas de suas faixas etárias (dependendo da categoria, até três vagas eram cedidas). Destas cinco dezenas de atletas, dois foram levados ao maior evento de esportes off-road do mundo pelo embaixador de trail run, Joaquim Felício.

     

    Por intermédio do aluno Joaquim, figura constante e importante das corridas do XTERRA em solo brasileiro, os mineiros Jorge Rocha e Breno Cardoso, donos da assessoria esportiva Rocksport, resolveram se aventurar novamente (não foi a primeira vez de ambos) no triathlon em Ilhabela. O resultado não poderia ter sido melhor, vagas para o mundial conquistadas.

     

    Breno Cardoso, de 27 anos, ficou em segundo lugar na sua categoria (25 a 29 anos) e Jorge Rocha, de 34 anos, terminou na terceira colocação de sua faixa etária (30 a 34 anos).

     

    “O esporte sempre esteve presente no meu sangue, tanto que fiz dele minha profissão e minha cachaça. Ainda preciso evoluir muito, mas o importante é sentir que estamos no caminho certo, vivendo nossa missão com coragem, disposição e alegria todos os dias. Agora é seguir em frente trabalhando para ser digno de estar entre os melhores do mundo no XTERRA World Championship”, relatou Jorge.

     

    Já Breno foi mais direto e entusiasta com as palavras. “Quem acredita sempre alcança. Tudo na vida tem que ter intensão positiva, palavras têm poder! Eu vou para o Havaí”, comemorou.

     

    Segundo Joaquim Felício, o feito é algo a ser comemorado pelos fãs de esporte da cidade de Santa Rita de Minas, Caratinga e região. “O Jorge e o Breno são figuras muito conhecidas aqui em Minas. Foram os diretores técnicos do maior training day da história do evento, levando 700 atletas. Vamos fazer uma cobertura em tempo real com eles lá no Havaí. Vai ser bem maneiro com certeza”, projeta Joaquim.

     

    A organização do XTERRA Brazil Tour parabeniza os triatletas e deseja sorte no Havaí. Torceremos para que a bandeira brasileira seja honrada sempre.

    Saiba como se classificar para o XTERRA World Championship 2019

    O XTERRA Brazil será realizado nos próximos dias 11 e 12 de maio, na Praia do Perequê, e já conta com mais de 1.800 atletas inscritos nas modalidades de triathlon, trail runs, aquathlon e swim challenge, além da sempre divertida corrida Kids. Com a proximidade da etapa tradicional, nada melhor do que relembrarmos como fazer para conseguir vaga disputar o Mundial de triathlon e de trail run 21K, no Havaí, em outubro e dezembro respectivamente.

     

    Triathlon (1,5km swim + 24,5km bike + 8,5km trail run)

    A principal modalidade, a que deu vida ao XTERRA nos EUA e no Brasil. Assim podemos nos referir ao esporte de práticas diversas, que premiará os sete primeiros colocados masculinos e femininos profissionais em dólar. Ao todo, 50 vagas (28 para homens e 22 para mulheres) serão distribuídas para triatletas amadores competirem no Mundial do dia 27 de outubro, na Ilha de Maui, no Havaí.

     

    O atleta profissional ao participar da prova e concluir dentro do tempo limite, devidamente identificado, sem infringir nenhuma regra deste regulamento, automaticamente está classificado para o Mundial em Mauí. No entanto, a organização americana poderá avaliar os seus tempos em cada trecho e caso os julguem insuficientes para os parâmetros internacionais, podem vir a negar a participação desse atleta. Para concluir a sua inscrição, o atleta deve entrar em contato direto com o pro@xterraplanet.com e solicitar a sua vaga.

     

    Cada atleta amador precisa ter atenção aos outros itens do tópico 3 do regulamento, em http://twixar.me/XN6K e obedecer aos critérios abaixo descritos:

     

    • Concluir a prova dentro do tempo limite estando devidamente identificado;
    • Estar presente na distribuição de vagas que acontecerá durante a etapa do XTERRA Brazil (Ilhabela/SP) e divulgada previamente no cronograma oficial do evento;
    • É obrigatória a presença na distribuição de vagas no dia e horário determinado pela organização. Os interessados que não puderem comparecer devem escrever, antes da data de distribuição, uma carta de próprio punho demonstrando interesse e nomeando um representante. Caso isso não ocorra a vaga será passada para o próximo da categoria;

     

    Vagas amadoras para o Mundial de Triathlon – 27/10/2019 em Kapalua, na Ilha de Maui, no Havaí

     

    Faixa Etária Vagas Masculinas Vagas Femininas
    15 a 19 anos 1 1
    20 a 24 anos 2 2
    25 a 29 anos 2 2
    30 a 34 anos 3 2
    35 a 39 anos 3 2
    40 a 44 anos 3 2
    45 a 49 anos 3 2
    50 a 54 anos 3 2
    55 a 59 anos 2 2
    60 a 64 anos 2 2
    65 a 69 anos 2 2
    70 a 74 anos 1 1
    + de 75 anos 1 0
    TOTAL 28 22

     

    Premiação da elite do triathlon:

    • 1º lugar: $ 2.300,00 + troféu
    • 2º lugar: $ 1.700,00 + troféu
    • 3º lugar: $ 1.200,00+ troféu
    • 4º lugar: $800,00 + troféu
    • 5ºlugar: $650,00+troféu
    • 6ºlugar: $450,00
    • 7ºlugar: $400,00

     

    Trail Run 21K:

    Já na trail run 21K, que também credencia os melhores para competirem no Mundial do Havaí, porém em 24 de novembro, as chances de ir ao Havaí são menores, pois no máximo 24 corredores (12 homens e 12 mulheres) irão poder representar o Brasil no torneio internacional. Cada atleta, dentro de sua categoria, deverá utilizar a etapa qualificatória em Ilhabela para obter vaga e é obrigatório cumprir as exigências prescritas no regulamento, em http://twixar.me/NN6K. Não há premiação em dinheiro na trail run 21K e na corrida apenas os melhores colocados em suas categorias ganham a possibilidade de ir ao Havaí.

     

    Vagas para o Mundial de Trail Run (21K) – 24/11/2019 em Oahu, no Havaí

    Faixa Etária Vagas Masculinas Vagas Femininas
    Geral 5 5
    15 a 19 anos 1 1
    20 a 29 anos 1 1
    30 a 39 anos 1 1
    40 a 49 anos 1 1
    50 a 59 anos 1 1
    60 a 69 anos 1 1
    + de 70 anos 1 1
    TOTAL 12 12

    Rom Akerson e Lesley Paterson vencem XTERRA World Championship 2018

    O costa riquenho Rom Akerson foi às lágrimas com o título inédito. Foto: XTERRA Planet

     

    A 23° edição do XTERRA World Championship aconteceu no último dia 28 de outubro, na Ilha de Maui, no Havaí. Desta vez, mais de 700 triatletas de 44 países diferentes participaram da competição. Rom Akerson, da Costa Rica, foi o campeão na categoria masculina e a escocesa Lesley Paterson venceu entre as mulheres. Foi o primeiro título mundial de Akerson e o terceiro de Paterson, que já havia vencido em 2011 e 2012. Ambos arrecadaram $ 20.000 por seus respectivos triunfos.

     

    O percurso começou com a natação de 1,6 km na DT Fleming Beach, seguindo com o trecho de 29,8 km de mountain bike pelas montanhas de West Maui e terminando com uma trilha de 10,4 km em florestas, muita lama (já que em dias anteriores choveu bastante na região da costa noroeste de Maui) e areia da praia.

     

    Rom Akerson foi o quinto a sair da água e teve que perseguir grandes nomes do triathlon off road, como o campeão mundial de 2017, o sul-africano Bradley Weiss e o tricampeão Ruben Ruzafa, da Espanha. Inclusive, pelo sexto ano seguido, Ruzafa fez o melhor tempo no trecho de bicicleta e Weiss foi o mais rápido na trail run, porém no conjunto de tudo deu Akerson, que finalizou todo o trajeto com 2:52:41.

     

    “Eu não posso nem acreditar”, disse Akerson após cruzar a linha de chegada, cheio de emoção e com lágrimas de alegria em seus olhos. “Quando consegui a liderança e sabia que ia acontecer (a vitória), queria chorar, mas tinha de ficar repetindo para mim mesmo para continuar, que não podia chorar se ainda nao tivesse vencido”, concluiu o campeão.

     

    Veja os melhores momentos do XTERRA World Championship 2018:

    https://www.youtube.com/watch?v=BfGV6v1MTvg

     

    Antigo detentor do título, Bradley Weiss terminou na segunda colocação em 2018 e lamentou a performance aquática: “Tenho nadado bem durante todo o ano, mas hoje fiquei desapontado. Foi aí que perdi a prova, ironicamente, porque no ano passado eu disse que tinha sido onde ganhei. Dessa vez eu saí da água 50 segundos atrás e em 2017 eu saí na frente, direto para a bike. Enfim, perder um minuto é demais no triathlon”, ressaltou com desânimo.

     


    Bradley Weiss foi o melhor triatleta no trecho da Trail Run, mas ainda assim não foi o suficiente para conquistar o bi. Foto: XTERRA Planet

     

    A categoria feminina teve Lesley Paterson fazendo os tempos mais rápidos na corrida e na mountain bike. No mar, a escocesa teve um dos melhores desempenhos de sua carreira e atribuiu o sucesso à consistência do treinamento, que foi interrompido por cinco anos, enquanto ela lutava contra a doença de Lyme (infecção bacteriana transmitida por carrapatos) e lesões.

     

    “Trabalhei muito durante o verão, com muito treinamento de força e tempo na academia”, disse Paterson depois que a coroa de folhas foi colocada em sua cabeça. “Em vez de ficar frustrada com as condições em que eu me encontrava durante cinco anos, fiquei grata e feliz por estar viva e me recuperando. Posso ter ficado muito tempo parada, mas sempre me mantive serena”, finalizou.

     


    Paterson superou a doença de Lyme para voltar a ser campeã mundial do XTERRA. Foto: XTERRA Planet

     

    O brasiliense Rodrigo Braga foi o único brasileiro de elite (ao todo, 18 brasileiros estiveram presentes, porém 17 foram em categorias amadoras) a participar do XTERRA World Championship 2018. Rodrigo teve um imprevisto com a peça de câmbio da bicicleta por volta do km 4 e precisou empurrar a “magrela” nos últimos 12 km. Devido ao acidente, ele chegou na 30° colocação. “Tive que empurrar bastante minha bike e o tempo no MTB somou uma hora e pouco a mais por conta desse problema mecânico. Mas eu empurrei porque não queria abandonar a prova, então me orgulho por não ter desistido”, explicou Braga.

     

    Confira o TOP 10 do XTERRA World Championship 2018 masculino e feminino – elite:

     

    Masculino

    1°- Rom Akerson, Costa Rica

    2°- Bradley Weiss, África do Sul

    3°- Sam Osborne, Nova Zelândia

    4°- Ruben Ruzafa, Espanha

    5°- Josiah Middaugh, EUA

    6°- Mauricio Mendez, México

    7°- Karsten Madsen, Canadá

    8°-  Maxim Chane, França

    9°- François Carloni, França

    10°- Roger Serrano, Espanha

     

    Feminino

    1°- Lesley Paterson, Escócia

    2°- Michelle Flipo, México

    3°- Lizzie Orchard, Nova Zelândia

    4°- Suzie Snyder, EUA

    5°- Brigitta Poor, Hungria

    6°- Carina Wasle, Áustria

    7°- Julie Baker, EUA

    8°- Angela Niklaus, Suíça

    9°- Penny Slater, Austrália

    10°- Allison Baca, EUA

     

    Único brasileiro campeão mundial do XTERRA revela ter superado trauma e sonha com o bi em 2018

    Triatleta Marconi Ribeiro teve disritmia cerebral em 2004 e precisou usar medicamentos por 3 anos, além de obter ajuda psicológica para voltar a competir

     

    Atualmente com 40 anos de idade, o brasiliense Marconi Ribeiro é um dos principais nomes do triathlon amador nacional. Quem vê o rapaz franzino obtendo ótimas performances em alto mar, sobre duas rodas ou correndo por trilhas diversas, nem imagina o tamanho da complicação que o próprio precisou superar para seguir brilhando no esporte até ser campeão mundial (categoria 40 a 44 anos) do XTERRA, na Ilha de Maui, no Havaí, em 2017.

     

    Em 2004, Marconi, que já fazia ciclismo desde os 13 anos, passou a sofrer com seguidas tonturas e enxaquecas, que apareciam o tempo todo, sobretudo quando corria ou pedalava. O atleta explica que foi também quando começou a surgir o interesse pelo triathlon, mas ainda havia um receio muito grande devido ao que lhe foi dito pelo médico. “A natação era meu maior limitador, não me sentia seguro devido ao trauma que o doutor me deixara. Ele dizia que eu poderia ter uma crise ou vir a desmaiar, que eu não poderia entrar sozinho em elevadores, não poderia nadar e sempre precisaria estar acompanhado, mas ainda não sabia o que eu tinha. Então nunca me preparei para uma prova de triathlon por medo de entrar na água e pelo temor que me colocaram”, revela.

     

    Após consultar uma segunda opinião, Marconi Ribeiro foi diagnosticado com disritmia cerebral, popularmente conhecida como epilepsia. Já ciente de seu problema, ele foi informado que precisaria tomar uma medicação durante três anos, duas vezes por dia. Somado a isso, veio o principal fator para sua cura, o trabalho da psicóloga Luciana Castello Branco, que o fez superar o medo e cogitar uma nova aventura. “No final de 2016 eu já estava na fase de transição graças à ajuda da minha psicóloga Luciana. Ela fez com que eu tomasse coragem de realizar alguns treinos de natação e fui voltando a treinar tudo com mais intensidade, visando participar da minha primeira prova de triathlon em 2017, quando estaria 100% já”, conta.

     

    O brasiliense foi o único brasileiro até hoje a vencer no XTERRA World Championship

     

    Desde então Marconi se transformou em um atleta de ponta, porém não se profissionalizou. Sua preferência é o off-road e, com uma classificação para o Mundial logo em sua primeira participação no XTERRA, ele se encantou e se motivou a lutar também pelo ranking nacional em 2018, apesar de já ter perdido a primeira etapa em Mangaratiba.

     

    “Comecei pedalando na estrada em 1991, mas migrei para o MTB em 1994. Sem dúvidas eu me identifico muito mais com o mato e natureza, com o barulho dos animais, o som das folhas quando corremos ou passamos de bike por cima delas. Então resolvi me inscrever no XTERRA Brazil 2017 e foi tudo muito bem organizado, tive tudo o que buscava, terminei em 1° lugar na categoria e consegui me classificar para o Mundial em Maui. Em 2018 pretendo competir pelo ranking sim, estou na disputa”, garante Marconi.

     

    Sobre o XTERRA World Championship, o brasiliense lembra com orgulho e alegria e já sonha com o bicampeonato no próximo dia 28 de outubro, em Lahaina, no Havaí.

     

    Marconi viveu um momento único no XTERRA no Havaí

     

    “Foi um momento mágico desde o dia que pisei na ilha de Maui, entrei no clima do local, mas não perdi a concentração. Fiz os treinos de reconhecimento do percurso, depois treinei na pista de bike e fiquei mais animado porque tinham muitas subidas e era tudo o que eu queria. Graças a Deus ocorreu tudo como o esperado, fiz uma boa natação, um bom pedal e quando eu entrei na transição e não vi nenhuma bicicleta da minha categoria, quase não acreditei. Aí dei tudo o que podia nos 10,5 km de corrida e quando entrei na areia da praia comecei a lembrar de tudo o que fiz para chegar ali, desde treinamentos, alimentação, descanso, ter superado o medo, a torcida dos amigos e familiares, etc. Fui curtindo aqueles metros finais olhando o mar lindo até subir no gramado do hotel e receber uma bandeira do Brasil. Foi algo incrível e muito emocionante, ainda mais com minha esposa e irmão presentes, chorei e agradeci muito a Deus por aquele momento único na minha vida. O objetivo agora é ir lá novamente e tentar defender o título, vamos torcer para que tudo corra bem até lá e eu consiga vencer novamente. Seria espetacular”, idealiza o campeão.

    Tetracampeã do ranking de Trail Run, Geisla dos Santos traça meta para 2018

    Paulista tem como principal objetivo melhorar o desempenho no XTERRA World Championship; em 2017 terminou em 16° lugar no Havaí

    Faltam dez dias para a principal etapa do XTERRA no Brasil, a qualificatória para o XTERRA World Championship, tradicionalmente disputada em Ilhabela, região litorânea de São Paulo. Entre os mais de 600 atletas inscritos para realizar a prova Night Trail Run (22 km), que terá 24 vagas concedidas para o Mundial, está a paulista Geisla dos Santos, natural da própria Ilhabela. Com sete vitórias em sua terra e quatro títulos do ranking XTERRA, a corredora não tem como não ser considerada novamente a favorita absoluta.

     

    Apesar de tantos feitos e conquistas significativas, Geisla ainda garante querer mais. Sua maior obsessão passou a ser um pódio mundial, já que o XTERRA Planet passou a realizar também o campeonato internacional de Trail Run (antes de 2017 era apenas para a modalidade de triathlon). Para realizar o sonho, a atleta patrocinada pela Prefeitura de Ilhabela já tem o planejamento construído e revela também a importância de vencer em casa para iniciar o plano com o pé direito.

     

    “Prova em casa é sempre uma pressão, mas minhas expectativas são as melhores possíveis. Tem o lado bom de poder contar com a torcida e isso é sempre confortante. A corrida noturna é uma aventura, mas saber onde pisar é a melhor parte e eu conheço o percurso com a palma da minha mão. Preciso vencer para começar correspondendo a confiança dos que torcem por mim e para me motivar ainda mais. Aí meu treinamento vai seguir a todo vapor visando a prova no Havaí. Em 2017 eu fui a 16° colocada lá, foi sensacional a experiência, mas já tracei a meta desse ano, que é focar nos treinos para chegar ainda melhor em dezembro. Dessa vez já irei conhecendo melhor o percurso então o segredo é seguir com treinos intensivos. Fazendo isso e mantendo as vitórias nas etapas do XTERRA tenho certeza que terei um resultado melhor lá, talvez com pódio”, explica Geisla de 32 anos de idade.

     

    Geisla 2Geisla reconhece o percurso de Ilhabela até com os olhos fechados. Foto: Thiago Lemos

     

    O XTERRA World Championship de Trail Run acontece em 2 de dezembro, no Kualoa Ranch, em Kaneohe, no Havaí. Geisla dos Santos e Antônio Gonçalves, que ficou em 5° lugar no Mundial 2017, são os atuais campeões nacionais e principais apostas brasileiras. As 24 vagas são distribuídas de acordo com o quadro abaixo:

    Faixa Etária Vagas Masculinas Vagas Femininas
    Geral 5 5
    15 a 19 anos 1 1
    20 a 29 anos 1 1
    30 a 39 anos 1 1
    40 a 49 anos 1 1
    50 a 59 anos 1 1
    60 a 69 anos 1 1
    70 a 79 anos 1 1
    TOTAL 12 12
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