39.0481, -77.4728
  • 11 e 12 de Maio

    BRAZIL

    Ilhabela – SP

    -23.112450, -47.216160 Inscreva-se Saiba Mais
  • 01 e 02 de Junho

    OURO PRETO

    Ouro Preto – MG

    -20.3948400, -43.5051700 Inscreva-se Saiba Mais
  • 08 e 09 de Junho

    Praia do Forte

    Mata do São João – BA

    -12.574687, -38.004731 Inscreva-se Saiba Mais
  • 13 e 14 de Julho

    Agulhas Negras

    Visconde de Mauá - Resende/RJ

    Inscreva-se Saiba Mais
  • 24 e 25 de agosto

    Itaipava

    Petrópolis– RJ

    -22.903730, -43.609380 Inscreva-se Saiba Mais
  • 28 e 29 de setembro

    Estrada Real

    Tiradentes – MG

    -21.110108, -44.173202 Inscreva-se Saiba Mais
  • 02 e 03 de Novembro

    Indaiatuba

    Indaiatuba – SP

    -23.112450, -47.216160 Inscreva-se Saiba Mais
  • 30 de novembro e 01 de dezembro

    Búzios

    Armação dos Búzios – RJ

    -22.752792, -41.884151 Inscreva-se Saiba Mais
  • 9 e 10 de Fevereiro

    Costa Verde

    Mangaratiba - RJ

    -22.949793, -44.074256 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
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    Brasileiros se destacam no XTERRA Trail Run World Championship 2018

    11° mundial teve Douglas Gouveia, Joseilton Santos e Geisla dos Santos no pódio; Norte-americanos Joe Gray e Dani Moreno foram campeões pelo segundo ano seguido

     

    O trail run é cada vez mais praticado no Brasil e com a ascensão do esporte, os brasileiros de elite começam a surgir e mostrar ao mundo suas capacidades. É o caso de Douglas Gouveia, Joseilton Santos e Geisla dos Santos, que são consagrados em território canarinho e já apresentaram suas credenciais em terras internacionais.

     

    No último domingo, 2 de dezembro, aconteceu o XTERRA Trail Run World Championship no Kualoa Ranch, em Kaneohe, no Havaí.  O trio brazuca havia conseguido índice para participar do mundial após a etapa XTERRA Brazil, em Ilhabela. Pela primeira vez disputando uma prova internacional, o nervosismo era natural.

     

    “Fui um pouco tensa, porém confiante ao mesmo tempo. Meu objetivo era ficar entre as 10 melhores atletas do mundo e estou muito feliz por ter conseguido”, revelou a ilhabelense Geisla dos Santos, que ficou em 9° lugar geral e em 2° em sua categoria (30 a 34 anos).

     

    Além das conquistas no Havaí, Geisla foi pentacampeã de trail run 21 km no Brasil. De forma antecipada, a atleta da G-Ilhabela, ganhou pelo quinto ano consecutivo o ranking XTERRA, e, receberá sua merecida premiação na primeira etapa da temporada de 2019.

     

    Geisla dos Santos posou com sua medalha no Havaí

     

    Já Douglas Gouveia, foi o melhor brasileiro na corrida geral. Terminou em 5° lugar, atrás de atletas super consagrados como o tetracampeão mundial Joe Gray e o campeão norte-americano Brett Hales, por exemplo. Douglas largou na linha de frente e logo acelerou o passo para garantir sua honrosa posição, igualando assim o feito do mineiro Antônio Gonçalves, quinto colocado no mundial de 2017.

     

    Por fim, o macaense Joseilton Santos estava na liderança do ranking nacional e bastava chegar na quarta colocação em Paraty para ser o campeão brasileiro. Porém, o sonho de fazer história nos Estados Unidos o fez abdicar de um título praticamente certo. O que ele não sabia é que o destino te daria uma glória em troca. Joseilton finalizou a corrida havaiana em 1:38:00, o que lhe rendeu a 7° colocação e o título em sua categoria (40 a 44 anos).

     

    Joseilton aproveitou para estampar seu amor pela cidade de Macaé, no Rio de Janeiro (bandeira de Macaé)

     

    “Gratidão a Deus por mais um sonho realizado. Estou feliz demais com meu resultado e por ter representado bem o meu querido povoado de Macaé. Agora é treinar para 2019 e tentar garantir o ranking nacional também”, relatou Joseilton.

     

    Os grandes campeões mundiais foram novamente Joe Gray e Dani Moreno, ambos norte-americanos de boa história no mundo off-road. Ele levantou seu quarto título mundial, enquanto ela foi bicampeã seguida.

     

    Confira os melhores momentos do XTERRA Trail Run World Championship 2018:

    Quando a teimosia resulta em sucesso

    Americana Teylar Adelsberger ficou em 3° lugar no XTERRA Trail Run World Championship mesmo impossibilitada de treinar devidamente

     

    As lesões fazem parte da vida de todos os esportistas. É algo natural, porém  uma “pedra no sapato” de quem as sofre. É muito comum ouvir lamentações de corredores e atletas em geral, pois lesionado qualquer um fica sem condições de praticar exercícios ou, pelo menos, parcialmente impossibilitado.

     

    Mas existe uma corredora que mostrou ser teimosa e obstinada o suficiente para não permitir que uma avaria física atrapalhasse sua participação no XTERRA Trail Run World Championship. Teylar Adelsberger, norte-americana, natural da cidade de O’Fallon, no estado de Missouri, lembre-se da história dela quando se contundir novamente e achar que está tudo perdido.

     

    Teylar mora na cidade de Columbia e é uma corredora nata, porém evoluída graças aos treinamentos físicos e sua alimentação que a tornaram forte tanto em massa corporal quanto em agilidade. Tudo isso, somado à muita força de vontade e gana em competitividade, criaram uma “máquina de velocidade”. “Desde meus 17 anos eu já sabia o que queria fazer e estabeleci certos objetivos para mim, então me obriguei a fazer todas as pequenas coisas extras fora da prática da corrida, como ter certeza de que minha nutrição estava correta e que eu dormia o suficiente para repousar o corpo”, diz Adelsberger, aos 22 anos de idade atualmente.

     

    Em seu primeiro ano de Universidade, Teylar já se sentia à vontade para correr em um ritmo espetacular, foi quando entrou para o grupo Strong Runner Chick, de Megan Flanagan, no último mês de setembro. A loira descobriu que a amiga participaria do XTERRA Oahu, o Mundial de Trail Run do XTERRA, que seria disputado em 3 de dezembro. Sendo assim, tratou também de efetuar sua inscrição e estava prestes a iniciar a preparação específica se não fosse um contratempo, uma lesão por estresse no fêmur direito.

     

    O diagnóstico veio também com a recomendação médica direcionada: “Nada de corrida por oito semanas”. A atleta até acatou o pedido, mas sua teimosia a obrigou a modificar as atividades físicas para manter o condicionamento e não chegar tão abaixo das adversárias no Mundial. “Fiz uma meta para conseguir oito horas de treinamento cruzado por semana e queria tirar um dia de folga, então funcionou com cerca de 90 minutos diários pedalando ou nadando, trabalhando na construção da capacidade pulmonar”, explica Adelsberger.

     

    Teylar, de fato, ficou sem correr, mas não sem treinar! Não são todos os que podem parar de correr por oito semanas e ainda ocupar o terceiro lugar no XTERRA Trail Run World Championship. Ela surpreendentemente terminou atrás somente da compatriota Dani Moreno e da holandesa Giselle Slotboom nos 21K.

     

    “Adorei meu desempenho no XTERRA e estou me certificando de estar fazendo o certo para mim, mas ainda estou descobrindo os grandes objetivos. Quero apenas me divertir ou há algo mais que eu quero alcançar”? Indaga a americana, ainda em dúvidas sobre seu futuro no esporte.

     

    Felizmente para Adelsberger, não parece haver nada que ela não possa fazer. A jovem já mostrou ser um exemplo claro de força de vontade. E você, o que pode fazer? Qual é o grau da sua contusão? Lembre-se que teimosia rendeu sucesso para Teylar, mas seja prudente.

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