39.0481, -77.4728
  • 13 e 14 de Julho

    Agulhas Negras

    Visconde de Mauá - Resende/RJ

    Inscreva-se Saiba Mais
  • 24 e 25 de agosto

    Itaipava

    Petrópolis– RJ

    -22.903730, -43.609380 Inscreva-se Saiba Mais
  • 28 e 29 de setembro

    Estrada Real

    Tiradentes – MG

    -21.110108, -44.173202 Inscreva-se Saiba Mais
  • 02 e 03 de Novembro

    Indaiatuba

    Indaiatuba – SP

    -23.112450, -47.216160 Inscreva-se Saiba Mais
  • 30 de novembro e 01 de dezembro

    Búzios

    Armação dos Búzios – RJ

    -22.752792, -41.884151 Inscreva-se Saiba Mais
  • 9 e 10 de Fevereiro

    Costa Verde

    Mangaratiba - RJ

    -22.949793, -44.074256 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
  • 11 e 12 de Maio

    BRAZIL

    Ilhabela – SP

    -23.112450, -47.216160 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
  • 01 e 02 de Junho

    OURO PRETO

    Ouro Preto – MG

    -20.3948400, -43.5051700 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
  • 08 e 09 de Junho

    Praia do Forte

    Mata do São João – BA

    -12.574687, -38.004731 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
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    Correr sem Lesão: Esqueçam a biomecânica

    No último final de semana fiz minha primeira prova de trail run, a etapa XTERRA Ouro Preto. No retorno a Belo Horizonte, fiquei durante todo o trajeto pensando sobre tudo aquilo que eu ensino para pacientes e alunos sobre biomecânica da corrida. Cruzando com a experiencia recém vivida eu digo, ESQUEÇAM TUDO!

     

    A biomecânica fala em aumentar a cadência, diminuir a oscilação vertical (para quem não sabe, OV é o tanto que seu corpo sai do chão durante a corrida). No trail você pisa onde dá, muitas vezes uma passada longa vai te garantir uma superfície mais estável para pisar. O mesmo digo para oscilação vertical, correr muito rente ao solo pode lhe render uma bela queda, ou o próximo passo pode ser um metro para cima de onde você está, não dá para controlar.

     

    No trail, pronação e supinação para muito pouco serve, o pé tem que se adaptar as irregularidades do terreno de uma maneira muito rápida e até mesmo sem tocar completamente o solo. O que vale é o equilíbrio e as “forças nas canelas” para seguir em frente.

     

    Se você quer fazer algo de bom para se preparar para uma trilha, quem sabe uma etapa do XTERRA, o negócio é caprichar no reforço muscular e nos famosos treinos proprioceptivos (equilíbrio). No mais é só curtir o visual que uma prova de trail lhe proporciona.

     

    Sobre o Correr Sem Lesão

    Alexandre Rosa

    Esse artigo é um oferecimento do curso online Correr Sem Lesão. Através do seu porta voz, Alexandre Rosa, a plataforma online foi feita para quem quer aprofundar o conhecimento e conduzir melhor seu treinamento de acordo com seu objetivo pessoal, como por exemplo: otimizar o fortalecimento, recuperação, escolher a melhor técnica de corrida tendo em vista suas características individuais. Saiba mais no site www.corrersemlesao.com.br/online.

    Acompanhe também o conteúdo exclusivo no Instagram e no canal do Youtube.

    https://www.instagram.com/corrersemlesao/

    https://www.youtube.com/corrersemlesao

    XTERRA Training Day no Rio de Janeiro reuniu mais de 70 corredores

    A iniciativa de organizar um treino coletivo de trail run às 7h30 do último dia 14 de abril, no Parque da Floresta da Tijuca, na Zona Norte do Rio de Janeiro, foi um sucesso. Com parceria das assessorias esportivas 100 Mimimi Running, MP Run e Ponto Corrido, o XTERRA reuniu mais de 70 corredores, que além da experiência, ainda contaram com isotônicos fornecidos pela D-Vitaminas, água e frutas variadas.

     

    Todos os participantes se inscreveram para o treinão de 11K através do site Event Brite. Para Victor Medeiros, responsável pelas relações públicas do XTERRA no Brasil, a ação é importante para unir o público amante da natureza e dos esportes off-road e para aproximar a empresa de seu público.

     

    “Tivemos quase 80 pessoas presentes no nosso primeiro treino do ano e, certamente, vamos pensar em novas ações deste tipo, visando outras cidades também. É o tipo de ação que nosso público deseja e esse engajamento é importante para nós. Ajuda a expandir a marca, ganhamos confiança dos corredores e nos preparamos em conjunto para a etapa seguinte do XTERRA”, comentou Victor.

     

     

     

     

     

    XTERRA promove Training Day de trail run no Rio de Janeiro

    Com apoio de três assessorias esportivas cariocas, ação promete reunir cerca de 60 corredores no Alto da Boa Vista no próximo domingo (14)

     

    Visando oferecer mais oportunidades e vivência off-road aos atletas amadores, o XTERRA irá criar mais um Training Day oficial. A ação ocorrerá na Praça Afonso Viseu, no Alto da Boa Vista, no Rio de Janeiro, a partir das 7h30, no próximo domingo, 14 de abril. Cerca de 60 atletas são esperados e o treinamento, que é totalmente gratuito, é proibido para menores de 18 anos.

     

    Liderado por Victor Medeiros, responsável pelas relações públicas do XTERRA, em conjunto com as assessorias esportivas Ponto Corrido, MP Run e 100 Mimimi Running, o encontro terá 11km de treino em trilha no Parque da Floresta da Tijuca, na Zona Norte do Rio e terá distribuição de águas e isotônicos. Haverá sorteio de inscrições para o XTERRA Itaipava, em 24 e 25 de agosto, porém é necessário fazer a inscrição no site da Event Brite. Clique em https://www.eventbrite.com.br/e/training-day-xterra-trail-run-100mimimi-tickets-57826705232?aff=ebdssbdestsearch e confirme sua presença.

    Correr sem lesão: trail run x corrida de asfalto

    Sem entrarmos no mérito do prazer ou preferências pessoais, existem diferenças na biomecânica da corrida feita na rua e na trilha que interferem diretamente no aparecimento de lesões e na forma de treinamento. É o que vamos discutir um pouco agora.

     

    Dificilmente você vai fazer um treino ou uma prova na trilha predominantemente plana. E tanto na subida quanto na descida o recrutamento muscular muda em relação ao plano. Subidas exigem mais da panturrilha e extensores do quadril, como o glúteo, e decidas exigem do quadríceps, que é o músculo anterior da coxa. E mais, na descida, os músculos principalmente o quadríceps trabalham de forma excêntrica. Este tipo de contração é a de frenagem, onde o músculo contrai (faz força) e alonga ao mesmo tempo. A maior parte das lesões musculares acontece na fase excêntrica.

     

    Outra diferença importante gira em torno da irregularidade do terreno. Com uma frequência muito grande o corredor de trilha enfrenta terrenos extremamente irregulares onde não se pode apoiar totalmente os pés e existe um componente torsional que predispõe os atletas às entorses de tornozelo e joelho podendo gerar lesões graves. Existem diversos treinos funcionais que trabalham uma propriedade neuromotora chamada propriocepção. A propriocepção é a capacidade do corpo se perceber no espaço e reagir de forma rápida e eficaz a estímulos inesperados.

     

    Enfim, por mais que correr em trilhas exija um pouco mais do nosso corpo, se fizermos uma preparação adequada, podemos curtir os benefícios que o esporte outdoor nos oferece com um baixo risco de lesões.

     

    Sobre o Correr Sem Lesão

    Esse artigo é um oferecimento do curso online Correr Sem Lesão, que vai abrir uma nova turma no próximo  dia 25 de março. Através do seu porta voz, Alexandre Rosa, a plataforma online foi feita para quem quer aprofundar o conhecimento e conduzir melhor seu treinamento de acordo com seu objetivo pessoal, como por exemplo: otimizar o fortalecimento, recuperação, escolher a melhor técnica de corrida tendo em vista suas características individuais, etc. Saiba mais no site  www.corrersemlesao.com.br/online

     

    Acompanhe também o Instagram e o canal do Youtube.

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    Vencedora do Endurance 2018 relembra prova e elogia Rosália Camargo

    Ana Silveira brilhou em sua estreia nos 50k em Tiradentes

     

    A prova Endurance do XTERRA é a mais desafiadora das modalidades do evento. Em 2018, com o novo formato estabelecido pela organização, os 50k passaram a ser ainda mais especiais, já que só ocorrem em um momento do calendário, na clássica etapa XTERRA Estrada Real, em Tiradentes. Mais de 170 guerreiros enfrentaram o desafio, que passou por montanhas, pedras, gramas, estradas e lama. Os vencedores foram Mércio Ferreira e Ana Silveira.

     

    Nascida e criada em Niterói, região Fluminense do estado do Rio de Janeiro, Ana Silveira, que treina diariamente com a equipe Torres Trail Run, aventurou-se pela primeira vez em um Endurance e não se arrependeu: “Eu tinha participado de trail runs do XTERRA em 2015, 2016 e 2017, então já conhecia bem e estava me preparando. Sempre quis fazer o Endurance porque é uma referência para os atletas que desejam aumentar distâncias. Agora estou na torcida para que a prova ocorra mais vezes no ano, em Costa Verde, Ilhabela e Tiradentes mesmo, as cidades são maravilhosas para ir com a família e os percursos são perfeitos”, cobiça Ana, de 33 anos.

     

    A corredora comentou também sobre a sua performance brilhante (chegou 50 minutos à frente da segunda colocada), revelou a meta individual e uma inspiração famosa. “A prova foi exatamente como planejei, eu queria completá-la abaixo de 5 horas e terminei em 4h51min. As dificuldades mesmo foram os trechos que corri sozinha, sem companhia de outras competidoras, aquilo foi um trabalho mental. Porém duas semanas depois do XTERRA Estrada Real eu fiz uma maratona trail com a Rosália (Rosália Camargo, maior vencedora da história do Endurance com 13 vitórias e integrante do Hall da Fama XTERRA) e aprendi muita coisa nos poucos trechos em que corremos juntas. Ela é certamente uma grande referência no esporte, principalmente para nós mulheres. Ela é forte mentalmente e pequena só no tamanho”, elogiou Ana Silveira.

     

    A baixinha Ana no lugar mais alto do pódio em Estrada Real 2018. Foto: Bruno Meneghitti

     

    Com um triunfo em uma tentativa nos 50k do XTERRA, é natural que Ana esteja presente também na etapa XTERRA Estrada Real 2019, em 28 de setembro, defendendo seu título. Questionada sobre a possível participação, a carioca não teve dúvidas: “Pretendo ir na próxima edição, claro”, afirmou.

    XTERRA define campeões de 2018 após etapa lotada em Paraty

    3.200 pessoas prestigiaram última edição do ano, onde mais de 2.500 atletas competiram e decidiram suas colocações finais no Triathlon, Trail Run, MTB e Swim

     

    Os dias chuvosos que antecederam o XTERRA Paraty, disputado nos dias 1 e 2 de dezembro, na Praia do Pontal, deixaram o solo da região bem pesado e enlameado, porém isso tornou as provas mais divertidas para os amadores e mais técnicas para os profissionais. Mais de 2.500 atletas participaram de um festival bem descontraído no litoral do Rio de Janeiro, com um fechamento de temporada empolgante principalmente nas disputas do triathlon masculino e do MTB feminino e masculino, que ainda não tinham campeões definidos.

     

    O clima familiar e bem-humorado tomou conta da Arena XTERRA já na sexta-feira (30/11) durante a entrega de kits e o simpósio de triathlon. Cerca de 3.200 pessoas estiverem presentes durante os dois dias de competições, seja participando ou assistindo. Alguns até se impressionaram com o desempenho dos profissionais, como o português Bruno Valente, que realizou a trail run diurna e a noturna, ambas com 6,5 km de distância, mas teve sua atenção voltada mesmo para a prova de 21 km.

     

    “O Antônio teve um desempenho extraordinário, com um pace monstruoso, ao nível de um maratonista da elite mundial. É incrível ver uma performance assim no meio do mato”, afirmou Bruno, aproveitando para elogiar o XTERRA Brazil: “Gostei muito do evento brasileiro, achei bem melhor que o de Portugal, que nunca participei apesar da vontade, mas já assisti e não passa a mesma energia”, comparou.

     

    Antônio Gonçalves, bicampeão do ranking XTERRA teve performance em Paraty comparada a de um maratonista.

     

    Trail Run 21km

    Como o “gajo” antecipou, a trail run 21 km foi um verdadeiro espetáculo para os amantes de corrida. O mineiro Antônio Gonçalves precisava chegar em primeiro lugar para ser campeão do ranking de 2018 e não tomou conhecimento da chuva, dos adversários e do solo escorregadio. Com uma sensacional média de 3:50 a cada km, o atual campeão de 2017 deu um show e se sagrou bicampeão. Entre as mulheres a campeã foi a ilhabelense Geisla dos Santos, que já havia conquistado o título por antecipação e não esteve presente em Paraty porque estava representando o Brasil no XTERRA World Championship, no Havaí, disputado no domingo (2/12). Geisla, que é pentacampeã de trail run 21 km do XTERRA nacional, ficou em 9° lugar geral no mundial e em 2° em sua faixa etária. A vencedora em Paraty foi Lúcia Sousa, da RA Assessoria Esportiva.

     

    “O resultado no Havaí foi ótimo, consegui atingir meu objetivo de ficar no top 10 do mundo e já garanti minha vaga para 2019. Ainda coloquei o Brasil no pódio ficando em segundo em minha categoria. Tudo maravilhoso”, comentou Geisla.

     

    Geisla fez bonito no Havaí, com um 9° lugar geral e 2° em sua categoria de 20 a 29 anos.

     

    Triathlon

    A prova mais esperada era a de triathlon e o motivo era simples: três competidores tinham chances de título. Felipe Moletta, atual hexacampeão do circuito (2011, 2012, 2013, 2014, 2016, 2017) era o único que dependia apenas de si próprio. Usando toda sua experiência e frieza, o paranaense não deu chance ao azar e manteve seu lugar no topo, com uma vitória sobre os rivais Diogo Malagon e Rafael Juriti, que terminaram em 2° e 4° lugares respectivamente. Agora heptacampeão, Moletta foi o segundo a sair da água, atrás de Hugo Barbosa somente, mas na parte do pedal, como sempre, o campeão mostrou sua força, completando o percurso três minutos mais rápido que o segundo ciclista mais veloz, Rodrigo Altafini. Moletta completou a prova em 02:03:10 e comemorou com seu filho João Moletta.

     

     

    Já na categoria feminina, a fenomenal Sabrina Gobbo já havia garantido seu pentacampeonato em agosto, mas voltou a vencer em Paraty. A segunda colocada na etapa e no ranking foi Laura Mira. Além de troféus e descontos para a próxima temporada, o triathlon  do XTERRA tem premiação em dinheiro para os três primeiros colocados do ano, onde os valores são de R$ 5.940,00, R$ 3.780,00 e R$ 2.160,00 respectivamente.

     

    MTB Cup Pro

    O ranking de mountain bike teve apenas Edivando de Souza (2015) e Sidnei Fernandes (2016 e 2017) como campeões até hoje. Na atual temporada, tivemos um campeão inédito, o mineiro Daniel Grossi, que dominou a prova paritiense, chegando 13 segundos à frente de Sidnei, que ficou com o vice-campeonato também. Edivando ficou com a 3° colocação. No feminino, a “guerra” entre Sofia Subtil e Roberta Stopa se fez desde a primeira etapa do ano, em março. Desde então, ambas foram vencendo alternadamente, com a rival e amiga chegando sempre em segundo. Sendo assim, quase empatadas, as ciclistas decidiriam o ano em Paraty. Deu Sofia, que conquistou o bicampeonato com uma performance segura e tranquila, chegando com 01:33:40, em seguida vieram Sabrina Gobbo (3° geral em 2018) com 01:36:25 e Stopa (vice-campeã 2018), com 01:43:15. O ranking de MTB tem a mesma premiação em dinheiro que o triathlon.

     

    Bastante sujo de lama, Grossi comemorou o título de 2018 empenando sua bike.

     

    OBS: O percurso do MTB Cup Pro em Paraty precisou sofrer uma alteração por questões de segurança devido à chuva, que triplicou a dificuldade do trajeto. Ao invés de 44km, os atletas pedalaram 22 km.

     

    Swim Challenge 1,5 km e 3 km

    Na parte aquática, o famoso Swim Challenge do XTERRA, já estava tudo resolvido entre os homens. Na categoria de 1,5 km, Daniel Costa Cunha, campeão em 2017, manteve o título com um bicampeonato perfeito no primeiro semestre (3 vitórias consecutivas). Nos 3km, o ex-atleta da seleção brasileira de natação, Artur Pedroza, voltou a ser campeão por antecipação. Foi o 4° título consecutivo da “fera dos mares”, que além de ser multicampeão, é embaixador XTERRA e membro do Hall da Fama XTERRA. Artur não esteve presente em Paraty e Daniel competiu na prova dos 3km, onde foi vice-campeão geral. Os vencedores da etapa foram Renato Donha (1,5km) e Pedro Paz (3km).

     

    Já entre as nadadoras, Clarissa Brito venceu a distância mais curta superando Patrícia de Oliveira, mas não foi o suficiente para superá-la no ranking. Patrícia foi a campeã de 2018 e Clarissa foi a vice-campeã novamente (já tinha sido em 2017). Nos 3km, vitória de Laura Poli na etapa e troféu dourado de ranking 2018 para Mirella Salomon.

     

    O XTERRA Paraty foi apresentado pelo SESI e teve apoio da Speedo e da Maçãs Turma da Mônica.

     

    O ranking de todas as modalidades do XTERRA Brazil Tour 2018 pode ser conferido em http://xterrabrasil.com.br/tour/rankings-2018/#1542912027959-e9d0d1b1-76bb .

    XTERRA volta a Santa Catarina e realiza edição inédita na Praia do Rosa

    Após passar por Florianópolis em 2013, maior festival de esportes off-road do mundo retorna ao estado catarinense e promete reunir mais de 1.000 atletas

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    Tida como um dos mais belos cartões postais de Santa Catarina, a Praia do Rosa será sede da próxima etapa do  XTERRA  em 2018. A edição é a oitava do circuito nacional, que ainda passará por Ilha do Mel, PR, em novembro e Paraty, RJ, em dezembro. O  XTERRA Camp Praia do Rosa  acontece nos próximos dias 20 e 21 de outubro, em Imbituba, onde fica localizada a praia paradisíaca. Com as modalidades de  Triathlon Trail Run (22,5 km), Night Run (9,5 km), Swim Challenge (1,5km e 3km), MTB Cup Pro (40,6 km)  e a Corrida Kids (para crianças de 1 a 13 anos de idade), o evento deve reunir mais de 1.000 atletas profissionais e amadores. As inscrições podem ser realizadas em  https://goo.gl/6TAHLD.

    A Praia do Rosa é considerada uma das 30 baías mais lindas do planeta e é um dos destinos mais procurados em Santa Catarina. Os percursos das modalidades de corrida passarão por quatro praias (Rosa Sul, Rosa Norte, Ouvidor e Vermelha), além de túneis de plantas e grandes dunas. Na natação os atletas terão duas distâncias para se aventurarem, 1,5 km ou 3 km. Uma das particularidades desta 8° etapa do  XTERRA Brazil Tour 2018  está no trecho de mountain bike, que tem a menor altimetria dentre todas as outras, o que torna a prova ideal para os que desejam iniciar o esporte sobre duas rodas.

    “O  XTERRA  merecia uma etapa em um lugar como a Praia do Rosa por causa da beleza, natureza e infraestrutura turística. O Rosa é exuberante em cenários, mas também possui restaurantes de primeira linha e ótimas pousadas. Com isso, aqui não será apenas um evento, vai ser uma oportunidade de passar miniférias em família. Dá para vir com filho, irmãos, pai, mãe, esposa, todo mundo. Será a primeira vez, mas o intuito é crescer na região cada vez mais. Tenho certeza que os atletas vão ficar loucos com as provas, pois a natureza do Rosa combina com eles. Dunas, montanhas, lagoas, trilhas, estradas, existe uma infinidade de relevos e atleta do XTERRA  gosta disso. Vai ser um final de semana marcante para todos os presentes”, garante João Sol, organizador local.

    Em 14 anos no Brasil, o  XTERRA  é excelência em  Mountain Bike  e referência em  Triathlon  e corrida. Mais de 138 mil atletas já participaram do evento, que em 2018, já passou por Costa Verde-RJ, Ilhabela-SP (2x), Praia do Forte-BA, Ouro Preto-MG, Lagoa dos Ingleses-MG e Tiradentes-MG.

    XTERRA Camp Praia do Rosa  é apresentado pelo SESI e organizado pela X3M Sports Business em parceria com a Escapar Eventos.

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    Para fazer a sua inscrição, acesse: https://bit.ly/2NwY66O

    Imagem: site oficial Praia do Rosa (www.praiadorosa.com.br)

    Paisagens exuberantes marcam etapa do XTERRA Camp Praia do Forte

    A maravilhosa Praia do Forte foi o palco de milhares de atletas do XTERRA. Foto: Sandrinha Midlej

    No último final de semana, o litoral norte baiano marcou sua estreia como palco de um dos maiores festivais de esportes off-road do mundo. Em dois dias de competições, foram mais de 1.200 atletas amadores e profissionais, que disputaram oito categorias e movimentaram a Praia do Forte de forma nunca antes vista. O XTERRA Camp Praia do Forte foi uma promoção do SESI com produção local da Diva Entretenimento e o resultado de sua realização se traduziu em um número que agradou em cheio os empresários da região: 70% de ocupação hoteleira em um fim de semana convencional!
    Alexandre Manzan, com 1h:44min:56seg e Sabrina Gobbo, com 2h:14min:25seg, foram os campeões nas categorias masculino e feminino do Triathlon. Com mais esta vitória, Sabrina, que já é tetracampeã na competição, faturou as três primeiras etapas de 2018 e está perto de se tornar a maior campeã do XTERRA brasileiro. No swim challenge masculino, os atuais campeões de 2017 voltaram a vencer. No percurso de 3 km, o carioca Artur Pedroza fez a festa, enquanto que nos 1,5 km o jovem Daniel Costa Cunha liderou do início ao fim. Entre as mulheres, nos 3 km, Izabela de Oliveira Alves levou a melhor e no 1,5 km o destaque foi para Priscilla de Andrade Magalhães.
    As provas de trail run contaram com duas distâncias. Em 7,5 km, os primeiros lugares foram de Luciano Marcio de Carvalho e Miriam de Jesus Alves. Já nos 21 km, Jean Nascimento dos Santos se sagrou vencedor e a fenomenal Geisla dos Santos, natural de Ilhabela e atual campeã do circuito, voltou a vencer com sobras. Geisla já está, inclusive, confirmada para representar o Brasil no Mundial de trail run do XTERRA, em dezembro, no Havaí.

    2 - FTS SANDRINHA MIDLEJ (489)Geisla dos Santos venceu novamente o Trail Run 21 km. Foto: Sandrinha Midlej

    Uma das modalidades mais esperadas foi o mountain bike. No MTB Cup Sport, levaram a melhor Antônio Santos Barreto e Giuli Meder. No MTB Cup Pro, Edivando de Souza Cruz não deu chances aos adversários e Ana Clara Souza Pie conseguiu uma ultrapassagem espetacular nos últimos metros de prova, deixando Sabrina Gobbo com a segunda colocação. Todos os resultados estão disponíveis no site www.xterrabrasil.com.br.

    Sandrinha Midlej - MTB 21Edivando vibrou com sua primeira vitória no XTERRA em 2018. Foto: Sandrinha Midlej

    Como forma de incentivar a prática esportiva desce cedo, o XTERRA também promoveu a Corrida Kids, que encantou a criançada. “Além de colocar a Bahia mais uma vez no circuito dos esportes off-road, o evento aquece a economia local, deixa hotéis da região com ocupação lá em cima, restaurantes, padarias e negócios locais com um aumento significativo nos lucros, durante todo o fim de semana e deixa ainda mais bela a vila da Praia do Forte. Sem dúvidas foi um primeiro evento e o potencial de sediarmos novamente, é enorme”, disse Guiga Sampaio, diretor da Diva Entretenimento.

    A próxima edição do XTERRA Brazil Tour 2018 será em Ouro Preto, Minas Gerais, nos próximos dias 30 de junho e 01 de julho.

    XTERRA Brazil teve destaque “gringo” no Triathlon e domínio de atuais campeões na trail run e no MTB

    O neozelandês Kieran McPherson (foto) e a imbatível Sabrina Gobbo, com show de recuperação, venceram no Triathlon; Geisla dos Santos triunfou nos 22 km de trail run e Sidnei Fernandes, atual bicampeão do ranking de MTB, largou na frente rumo ao tri

     

    O último final de semana foi marcado pela realização da etapa mundial do XTERRA no Brasil. Ocorrendo em Ilhabela, no litoral de São Paulo, e contando com a apresentação do SESI e patrocínio da Prefeitura de Ilhabela, o evento reuniu na Praia do Perequê mais de 5.000 pessoas, que competiram ou prestigiaram as competições de Triathlon, Aquathlon, MTB Cup Sport, MTB Cup Pro, Night Runs (8,5 km e 22km) e Corrida Kids, em pleno Dia das Mães.

     

    Além das competições, o XTERRA teve novidades em seu Village, como a inauguração do XTERRA Bar, contendo produtos gastronômicos, proteicos e bebidas diversas. A XTERRA Store apresentou peças de vestuário da marca carioca Wollner, que lançou parceria com o festival na última semana e criará uma coleção exclusiva utilizando a marca XTERRA.

     

    Triathlon
    A prova de triathlon do XTERRA Brazil é sempre a mais importante do circuito, afinal, trata-se de uma etapa internacional, onde vários atletas do mundo vêm competir em solo brasileiro. Além disso, a competição distribui 50 vagas para triatletas amadores competirem no XTERRA World Championship, no Havaí, em outubro, representando o Brasil. A modalidade em 2018 foi reconhecida como a mais acirrada nos últimos 7 anos, com 10 atletas com reais condições de título entre os homens e sete entre as mulheres. As premiações foram entregues diretamente por Bernardo Fonseca, diretor do XTERRA no Brasil.

     

    Atual tetracampeã brasileira, a paulista Sabrina Gobbo, foi a sexta mulher a sair da água no primeiro trecho de natação, ficando quase três minutos atrás da líder Kelli Montgomery, dos Estados Unidos. Com uma grande recuperação na parte da mountain bike, onde precisou superar até mesmo um imprevisto técnico em sua bike, a atleta de 41 anos retomou a liderança e só precisou manter seu forte ritmo de campeã nos quilômetros finais de corrida. Apesar da conquista, que foi a quinta consecutiva em Ilhabela, Sabrina revelou ter achado que perderia.
    “Esse ano foi anormal porque tive uma brecada no triathlon, tive um problema em um dos pneus no começo do trecho de bike, então achei que não conseguiria consertar e nem alcançar as outras meninas. Achei mesmo que não fosse conseguir buscar, só que nessa prova é tudo uma aventura. Quando tudo parecer perdido, na verdade não está”, relatou Sabrina Gobbo.

     

    Sabrina Gobbo venceu o Triathlon no XTERRA Brazil 2018Sabrina Gobbo mostrou grande poder de recuperação para triunfar mais uma vez no XTERRA Brazil. Foto: Hércules Rakauskas

     

    Entre os homens, o troféu de ouro foi para a Oceania. O neozelandês Kieran McPherson, que havia ficado em segundo lugar em 2017, já tinha dito que estava voltando para conseguir mais do que no ano anterior. A promessa foi cumprida com uma performance monstruosa no trecho final, que lhe permitiu ultrapassar o até então líder Karsten Madsen, do Canadá, no último km. Hexacampeão brasileiro e campeão do XTERRA Brazil em 2017, o paranaense Felipe Moletta perdeu mais de 15 minutos consertando sua bicicleta, que teve um pneu rasgado logo aos 500 metros. Kieran festejou o triunfo merecido, lembrou a importância da família, parabenizou os outros atletas e revelou o desejo de brigar pelo circuito brasileiro.

     

    “Minha filha Paisley tem 4 meses de vida e minha esposa Morgan me apoia em tudo, então é por isso que consigo participar dessas corridas e essa vitória foi para elas. Fiquei feliz demais em voltar aqui e vencer. Fiz muito treino de bike, que é meu ponto fraco e deu resultado, pois foi minha volta de bike mais rápida dos últimos quatro XTERRA que disputei.  Dei muita importância à esta etapa e tinham ótimos triatletas competindo hoje (12/05). Tomara que eu veja mais brasileiros competindo nas edições internacionais e eu quero brigar pelo ranking brasileiro, pois amo competir neste país”, revelou McPherson, de 26 anos.

     

    Trail Runs
    Nas trail runs o destaque voltou a ser a fenomenal Geisla dos Santos, que emplacou sua nona vitória em Ilhabela, sua cidade natal, e a décima sexta no XTERRA. Na categoria masculina o otimismo do campeão Marcos Paixão chamou a atenção.Sou o melhor corredor de montanhas do Brasil, só que não me conhecem”, disse o vencedor.
    Geisla, dona da maior torcida durante a premiação, preferiu agradecer seus conterrâneos e reforçar que dará seu melhor no Havaí (o XTERRA World Championship de trail run será no início de dezembro). “Sempre é diferente vencer aqui porque conheço todo mundo. Ilhabela é minha casa e o povo aqui torce por mim, então é legal dar essa vitória a eles também. Farei o possível no Mundial, assim como fiz ano passado, mas agora espero melhorar meu tempo e minha colocação”, prospecta a ilhabelense, que terminou na 16° colocação na competição mundial em 2017.

     

    MTB Cup Pro e Sport
    O circuito de MTB Cup Pro (41 km) começou nesta etapa de Ilhabela e coincidentemente terminou com o pódio masculino exatamente igual à colocação final do ranking da temporada anterior. Sidnei Fernandes, Daniel Grossi e Edivando de Souza Cruz foram os primeiros colocados.

     

    Atual bicampeão do circuito brasileiro, Sidnei Fernandes, assumiu que começar ganhando já é um grande passo para mais uma glória no fim da temporada. “Começar vencendo é muito importante para concretizar o tricampeonato. Sei que não posso bobear porque têm grandes feras do MTB na minha cola, como o Grossi, o Edivando e o Bruno Martins, por exemplo. Não me vejo em um nível mais alto que eles, acho que estamos todos iguais e o que nos difere é a tática usada em cada etapa. No mais, dou os parabéns ao XTERRA pelo cenário maravilhoso que nos proporciona a cada corrida e pelos percursos sempre desafiadores e duríssimos. É isso que gostamos e eu me sinto muito honrado por ser campeão deste evento”, assumiu Sidnei.

     

    Sidnei Fernandes, o bicampeão do MTB, começou a temporada vencendo a primeira prova da modalidadeSidnei Fernandes começou a temporada do MTB brilhando novamente. Será que vem o tri? Foto: Hércules Rakauskas

     

    Entre as ciclistas, a veterana Roberta Stopa, aos 38 anos de idade, superou a campeã de 2017 Sofia Subtil. Já na modalidade MTB Cup Sport (22 km) Felipe Morais e Suelen Couto foram os vencedores.

     

    Aquathlon e Kids
    A grande novidade esportiva para 2018 foi a modalidade Aquathlon. Em sua segunda e, em teoria, última realização no ano, os destaques da prova foram para Ademir Paulino e Vanessa Alquezar. Ele dominou o percurso em todas as fases, do início ao fim, uma performance espetacular que culminou em um tempo de prova de 39min cravados. Já Vanessa, basicamente travou um duelo com Isabele Barbieri e desgarrou na corrida, garantindo seu belo troféu de ouro.

     

    Ademir Paulino dominou o Aquathlon do início ao fimAdemir Paulino teve uma performance exemplar no Aquatlhon. A liderança foi mantida até o último segundo da prova. Foto: Hércules Rakauskas

     

    A corrida Kids contou com um grito em coro da criançada presente antes da primeira largada oficial. Os dizeres foram breves, porém emocionantes: “Te amo mamãe” saiu da boca de mais de 280 crianças presentes na Praia do Perequê. Crianças de 1 a 13 anos correram pela areia fofa da praia e se divertiram ao lado de seus pais durante as duas horas de mini provas.

     

    A próxima etapa do XTERRA Brazil Tour será em Mata do São João, na Bahia, o XTERRA Camp Praia do Forte, nos dias 9 e 10 de junho. Todos os resultados do XTERRA Brazil 2018 podem ser conferidos no link https://goo.gl/T62gcC.

    Tetracampeã do ranking de Trail Run, Geisla dos Santos traça meta para 2018

    Paulista tem como principal objetivo melhorar o desempenho no XTERRA World Championship; em 2017 terminou em 16° lugar no Havaí

    Faltam dez dias para a principal etapa do XTERRA no Brasil, a qualificatória para o XTERRA World Championship, tradicionalmente disputada em Ilhabela, região litorânea de São Paulo. Entre os mais de 600 atletas inscritos para realizar a prova Night Trail Run (22 km), que terá 24 vagas concedidas para o Mundial, está a paulista Geisla dos Santos, natural da própria Ilhabela. Com sete vitórias em sua terra e quatro títulos do ranking XTERRA, a corredora não tem como não ser considerada novamente a favorita absoluta.

     

    Apesar de tantos feitos e conquistas significativas, Geisla ainda garante querer mais. Sua maior obsessão passou a ser um pódio mundial, já que o XTERRA Planet passou a realizar também o campeonato internacional de Trail Run (antes de 2017 era apenas para a modalidade de triathlon). Para realizar o sonho, a atleta patrocinada pela Prefeitura de Ilhabela já tem o planejamento construído e revela também a importância de vencer em casa para iniciar o plano com o pé direito.

     

    “Prova em casa é sempre uma pressão, mas minhas expectativas são as melhores possíveis. Tem o lado bom de poder contar com a torcida e isso é sempre confortante. A corrida noturna é uma aventura, mas saber onde pisar é a melhor parte e eu conheço o percurso com a palma da minha mão. Preciso vencer para começar correspondendo a confiança dos que torcem por mim e para me motivar ainda mais. Aí meu treinamento vai seguir a todo vapor visando a prova no Havaí. Em 2017 eu fui a 16° colocada lá, foi sensacional a experiência, mas já tracei a meta desse ano, que é focar nos treinos para chegar ainda melhor em dezembro. Dessa vez já irei conhecendo melhor o percurso então o segredo é seguir com treinos intensivos. Fazendo isso e mantendo as vitórias nas etapas do XTERRA tenho certeza que terei um resultado melhor lá, talvez com pódio”, explica Geisla de 32 anos de idade.

     

    Geisla 2Geisla reconhece o percurso de Ilhabela até com os olhos fechados. Foto: Thiago Lemos

     

    O XTERRA World Championship de Trail Run acontece em 2 de dezembro, no Kualoa Ranch, em Kaneohe, no Havaí. Geisla dos Santos e Antônio Gonçalves, que ficou em 5° lugar no Mundial 2017, são os atuais campeões nacionais e principais apostas brasileiras. As 24 vagas são distribuídas de acordo com o quadro abaixo:

    Faixa Etária Vagas Masculinas Vagas Femininas
    Geral 5 5
    15 a 19 anos 1 1
    20 a 29 anos 1 1
    30 a 39 anos 1 1
    40 a 49 anos 1 1
    50 a 59 anos 1 1
    60 a 69 anos 1 1
    70 a 79 anos 1 1
    TOTAL 12 12
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