39.0481, -77.4728
  • 11 e 12 de Maio

    BRAZIL

    Ilhabela – SP

    -23.112450, -47.216160 Inscreva-se Saiba Mais
  • 01 e 02 de Junho

    OURO PRETO

    Ouro Preto – MG

    -20.3948400, -43.5051700 Inscreva-se Saiba Mais
  • 08 e 09 de Junho

    Praia do Forte

    Mata do São João – BA

    -12.574687, -38.004731 Inscreva-se Saiba Mais
  • 13 e 14 de Julho

    Agulhas Negras

    Visconde de Mauá - Resende/RJ

    Inscreva-se Saiba Mais
  • 24 e 25 de agosto

    Itaipava

    Petrópolis– RJ

    -22.903730, -43.609380 Inscreva-se Saiba Mais
  • 28 e 29 de setembro

    Estrada Real

    Tiradentes – MG

    -21.110108, -44.173202 Inscreva-se Saiba Mais
  • 02 e 03 de Novembro

    Indaiatuba

    Indaiatuba – SP

    -23.112450, -47.216160 Inscreva-se Saiba Mais
  • 30 de novembro e 01 de dezembro

    Búzios

    Armação dos Búzios – RJ

    -22.752792, -41.884151 Inscreva-se Saiba Mais
  • 9 e 10 de Fevereiro

    Costa Verde

    Mangaratiba - RJ

    -22.949793, -44.074256 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
  • x
  • Descontos
  • Cadastro feito com sucesso!

    OK
    x

    Cadastre-se e fique
    por dentro do mundo XTERRA!

    Quais as suas modalidades de interesse?

    x

    Fale conosco!

    Sua mensagem foi enviada com sucesso!

    Sul-africana que venceu swim challenge 3K em Mangaratiba revela treinos perigosos

    Tarryn Stanford mora na Cidade do Cabo e costuma treinar “com a companhia de tubarões” em águas abaixo de 15°

     

    Não é exatamente como você está pensando, mas a proximidade com os tubarões é bem real. Vencedora do swim challenge 3K do XTERRA Costa Verde, disputado no último dia 9 de fevereiro, a profissional de Recursos Humanos Tarryn Stanford, natural da Cidade do Cabo, capital da África do Sul, é assumidamente apaixonada pela natação em mar aberto e uma atleta exemplar. Com experiência de mais de 10 temporadas e a mãe, Cecilia Stanford, uma amante da mesma prática esportiva, a sul-africana de 32 anos tem uma rotina puxada, digna de profissional.

     

    Tarryn ao lado da mãe, Cecilia, saindo do mar africano

    “Adoraria ser uma atleta pro, mas eu nado desde criança porque minha mãe é uma ótima nadadora e sempre me passou este hábito. Treino pelo menos duas horas por dia e, no momento, estou apenas nadando e fazendo musculação porque vou disputar, em março, uns campeonatos de natação em piscina no meu país, mas também costumo pedalar e correr”, conta Tarryn.

     

    Apesar de tanto preparo e a fadiga comum resultante do esforço físico diário, ela revelou que seus treinos têm problemas bem maiores. Tão grandes que podem chegar aos 5 metros de comprimento e mais de uma tonelada em peso. Os famosos e temidos tubarões brancos são muito comuns na Cidade do Cabo, que inclusive oferece mergulhos em gaiolas de ferro com os predadores oceânicos como uma de suas atrações turísticas (https://bit.ly/2GRVmkH). Você pode fazer o passeio pagando uma bagatela de R$ 780,00.

     

    Com centenas de tubarões vivendo em seu local de treino, Tarryn garante que o medo aparece esporadicamente e que há regiões estratégicas para evitar um possível encontro com as feras aquáticas. “A maioria dos mares na Cidade do Cabo são muito frios, com temperaturas de 12 a 15 graus, e isso afasta os tubarões, mas nem tanto. Definitivamente eles ficam por perto, mas eu fecho os olhos quando coloco o rosto na água e só abro quando volto para superfície para respirar. Enquanto houver outros nadadores nas proximidades, tudo bem, mas quando acabo ficando sozinha em alto mar o pânico começa e aí vou para a margem o mais rápido possível”, revela a africana, com bom humor.

     

    Sobre a participação no XTERRA Costa Verde, a primeira vez em um evento esportivo fora da África do Sul, Tarryn foi objetiva e demonstrou tristeza em não poder competir novamente. “Gostei muito do XTERRA e foi uma experiência memorável. Acho muito legal o espaço que dão para a natação em águas abertas porque geralmente é o esporte negligenciado quando se trata de triathlon. Ter a opção de 1,5K e 3K também é ótimo porque agrega vários níveis de competidores. Fico triste por não poder nadar todo o circuito de 2019”, explicou Tarryn, que aproveitou para fazer uma crítica aos organizadores de provas sul-africanos. “Nunca colocam uma distância de 3K na natação porque no XTERRA da África do Sul não tem o swim challenge, só o triathlon, então fiquei muito empolgada quando vi o evento em Mangaratiba. Como eu estava no Brasil fui procurar por um desafio no meu esporte favorito e imediatamente surgiu o XTERRA Costa Verde.

     

    A sul-africana subiu ao pódio de Costa Verde segurando a bandeira brasileira e a touca de seu país natal

    Tríplice coroa de Marcus Fernandes e dobradinha de Artur Pedroza na natação marcam início do XTERRA 2019

    Primeiras das dez etapas do ano, XTERRA Costa Verde recebeu cerca de 4.000 atletas no Portobello Resort & Safári, em Mangaratiba

     

    Iniciando a temporada 2019 mais cedo (nos últimos anos foi em março), o XTERRA lotou o Portobello Resort & Safári, localizado na região da Costa Verde, no Rio de Janeiro, no último fim de semana. Com cerca de 4.000 atletas presentes na área externa do luxuoso hotel, a 1° etapa do evento, nomeada XTERRA Costa Verde, contou com as disputas de triathlon, aquathlon, trail run (5K, 10K e 21K), swim challenge (1,5K e 3K) e a corrida Kids. Quem roubou a cena foram o triatleta Marcus Fernandes, de 32 anos, que triunfou nas três provas que participou (triathlon, trail run 5K e aquathlon) e o nadador Artur Pedroza, vencedor das duas distâncias da natação em mar aberto.

     

    Apesar da chuva intensa que Mangaratiba recebeu entre os dias 3 e 6 de fevereiro, o clima do evento apresentado pelo SESI foi típico de um verão carioca: muito sol, diversão e felicidade em meio aos cenários encantadores do Portobello, com seus animais exóticos à mostra e sua coloração esverdeada.  O XTERRA Fest, exclusivo para os atletas inscritos e seus acompanhantes, foi comandado pelo cantor Rodrigo Santos, ex-baixista do Barão Vermelho, e agitou a noite de sábado (9) ao som clássico do rock’n’roll nacional e muita cerveja Praya liberada.

     

    Triathlon

    A principal modalidade do XTERRA teve sua primeira prova do ano repleta de candidatos ao lugar mais alto do pódio. Entre os homens, o atual heptacampeão nacional Felipe Moletta, o atual campeão da etapa de Costa Verde Fernando Toldi, Rafael Juriti e Marcus Fernandes, o Markinhos, eram os favoritos. Melhor para Markinhos, que sobressaiu na parte aquática e saiu do mar com pelo menos um minuto à frente dos demais. Depois do ótimo desempenho inicial, o fundador da MF Assessoria Esportiva só precisou administrar a primeira colocação. Moletta ficou em segundo lugar, seguido por Toldi.

     

    “Fiquei muito feliz com meu final de semana em Mangaratiba e dou os parabéns para as provas super bem organizadas do XTERRA. Com certeza farei o circuito 2019 todo e vou atrás do título”, garantiu Markinhos.

     

    Na categoria feminina, a vencedora foi Laura Mira, embaixadora do XTERRA e vice-campeã do ranking 2018. Com um desempenho avassalador, Laura terminou o percurso inteiro com dez minutos de sobra para a segunda colocada, Luiza Zanini e 14 para a terceira, a estreante entre profissionais, Mirian Damásio. “Na primeira prova do ano a emoção é maior! Coração a mil do início ao fim, mas é ótimo começar com uma vitória em uma etapa linda entre amigos. Parabenizo as novas meninas da elite feminina, tomara que a modalidade continue crescendo porque o calendário de 2019 vai bombar”, afirmou Laura.

     

    A paulista Laura Mira fez bonito em Costa Verde

     

    Aquathlon

    A competição foi dominada do início ao fim pelo santista Marcus Fernandes, que chegou a ser ameaçado por Dudu Gonzalez, vencedor da modalidade em 2018, mas os quase dois minutos de diferença na parte da corrida fizeram a diferença para Markinhos, que levantava seu segundo troféu no dia. A categoria feminina contou com o retorno de Luzia Bello, tetracampeã no triathlon (2010, 2011, 2012 e 2013) e membra do Hall da Fama XTERRA. Após cinco anos afastada, a conterrânea de Markinhos venceu a prova e foi homenageada durante a premiação. A dupla natural de Santos também foi campeã nos 5K de trail run, que é a modalidade perfeita para os que estão iniciando a rotina de praticar os esportes off-road. A corrida foi disputada no domingo, dia 10, e contou com mais de 1.000 competidores.

     

    Trail Run (10K e 21K)

    Nas trails runs o percurso estava extremamente desafiador, com subidas e solos diversificados, o que aumentou a diversão para os amadores e o desafio para os profissionais da competição. Antônio Gonçalves e Geisla dos Santos, bicampeão e pentacampeã do ranking respectivamente, não conseguiram começar o ano da forma que estão acostumados, vencendo. O mineiro ficou com a segunda posição, atrás de Raphael Valverde, da equipe Runners da Vila Militar e que já havia vencido a etapa em 2018. Já a ilhabelense Geisla, revelou que o foco da temporada é ficar entre as cinco primeiras no XTERRA World Championship, no Havaí, no fim do ano. Solange Mariano, que ano passado havia levado o troféu de ouro nos 10K, foi a grande vencedora dos 21K de 2019, mostrando rápida evolução e que será uma forte concorrente ao ranking atual.

     

    Nos 10K a corredora da Angra Runners Helenice Barboza chegou à frente das mais de 300 competidoras na modalidade. Nos homens, Renato Campos foi o campeão

     

    Swim Challenge (1,5K e 3K)

    Nas provas de natação em mar aberto, mais de 450 nadadores se aventuraram nas águas cariocas de Mangaratiba. O multicampeão Artur Pedroza não cansa de colecionar troféus e feitos históricos e, desta vez, inscreveu-se tanto na modalidade de 3K, onde já é tetracampeão nacional, quanto nos 1,5K. O atleta de 44 anos, que é embaixador XTERRA e que também integra o Hall da Fama XTERRA não deu chance para possíveis “zebras” e ditou o ritmo de ambas competições. Artur é o único atleta na história do evento que jamais perdeu uma simples prova. Com 100% de aproveitamento, o veterano ainda esbanja humildade. “As baterias tiveram intervalo de uma hora e foram bem diferentes. Uma com mar mais calmo e a outra com mar mexendo muito, exigindo técnicas distintas de nado e respiração, mas sempre com o ritmo intenso em ambas. Penso apenas em seguir nadando sem euforia, me divertindo sempre”, disse.

     

    Artur Pedroza segue fazendo história no XTERRA

     

    Entre as mulheres, Vitória Farabulini ficou no lugar mais alto do pódio nos 1,5K, seguida pelas atletas do Club de Regatas Vasco da Gama, Gabriela Alves (vencedora em 2018) e Maylu Rocha, respectivamente. Nos 3K, o destaque foi para a sul-africana Tarryn Stanford, que deixou para trás a própria Vitória Farabulini e outra nadadora cruzmaltina, Valesca Cruz.

     

    A sul-africana Tarryn Stanford no topo do pódio de swim 3K feminino

    O XTERRA Costa Verde, que teve apoio da Speedo, Galt, CNI, Maçãs Turma da Mônica, e VZ0motors tem todos os resultados disponíveis no link https://bit.ly/2Bq2KAn. A próxima edição do XTERRA Brazil Tour 2019 será a etapa qualificatória para o Mundial do Havaí, o XTERRA Brazil, em Ilhabela, nos próximos dias 11 e 12 de maio.

    Patrícia Lima superou medo do mar para ser campeã no XTERRA

    Nadadora carioca colocou seu nome na história do esporte após conquista no Swim Challenge 1,5km

     

    O Swim Challenge do XTERRA tem uma campeã inédita em 2018. Trata-se de Patrícia Lima, que tem sobrenome de campeão (referência a Luiz Lima) nas travessias aquáticas e pais ligados à natação. Apesar de ter nascido em “berço d’água”, já que a mãe, Rosângela Lima, é professora de natação e o pai, Paulo Roberto, é dono da academia Rio Acqua, Patrícia precisou superar um medo inesperado, o mar.

     

    Criada em Vila Valqueire, bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro, Paty, como é conhecida pelos amigos, sempre teve preferência pelas piscinas e foi atleta federada até os 12 anos de idade, mas resolveu seguir um caminho profissional totalmente diferente e inusitado. “Em julho de 2013 entrei para a Escola de Especialistas de Aeronáutica em Guaratinguetá. Fiquei estudando por dois anos e em junho de 2015 me formei em Sargento da Aeronáutica, o que me fez voltar para o Rio”, explica.

     

    Atualmente com 26 anos de idade, Patrícia conta que a natação sempre foi uma paixão, um hobby em que ela demonstrava um talento nato. Porém em 2018 suas pretensões mudaram por causa de um convite de Renan Nascimento, treinador e líder da Renan Nascimento Team. “O coach Renan me chamou para fazer maratonas aquáticas e resolvi aceitar apesar de ter medo. Treinei duro e em fevereiro deste ano fiz minha primeira prova em mar aberto. Foi ruim demais, saí da água dizendo que nunca mais ia voltar a nadar”, revelou Paty.

     

    Com todo o poder de persuasão que apenas grandes líderes têm, Renan Nascimento convenceu a nadadora a dar uma segunda chance ao mar. Esta segunda oportunidade foi em Mangaratiba, no XTERRA Costa Verde, disputado em 10 de março. A experiência foi o oposto da inicial, o trauma foi superado com um 1° lugar em sua faixa etária e o desejo pelo título do ranking foi gerado. Nascia ali a nova campeã aquática do maior evento de esportes off-road do mundo.

     

    “Nunca tinha feito nenhuma etapa do XTERRA e nem tinha experiência neste tipo de competição, então o título de 2018 foi uma surpresa muito grande para mim. Vencer uma competição tão importante e nomeada como o XTERRA é um sonho realizado! Não tenho palavras para expressar minha felicidade “, confessou.

     

    Paty brilhou no XTERRA Ilhabela, em agosto.

    Patrícia Lima foi campeã após participar de quatro das sete edições do XTERRA Brazil Tour 2018 com a modalidade de Swim Challenge 1,5k. Em Costa Verde a morena ficou em 12° lugar, em Ilhabela, sua prova favorita, triunfou pela primeira e única vez, na Praia do Rosa e em Paraty chegou em segundo. Paty fez questão de elogiar e agradecer sua principal adversária no circuito e deixou claro seu principal objetivo em 2019.

     

    “A Clarissa Brito, que foi vice-campeã do ranking e é embaixadora XTERRA, é uma pessoa incrível! Tivemos algumas disputas nesta temporada e foi tudo bem saudável, então quero agradecê-la por isso e pretendo defender meu título em 2019, estando presente no máximo de etapas possíveis. Quero ser bicampeã”, afirmou.

     

    Ao centro, Patrícia posa com seu troféu de campeã do ranking. Clarissa Brito (à esquerda) e Ana Matos (à direita) ficaram em 2° e 4° lugar respectivamente

    XTERRA define campeões de 2018 após etapa lotada em Paraty

    3.200 pessoas prestigiaram última edição do ano, onde mais de 2.500 atletas competiram e decidiram suas colocações finais no Triathlon, Trail Run, MTB e Swim

     

    Os dias chuvosos que antecederam o XTERRA Paraty, disputado nos dias 1 e 2 de dezembro, na Praia do Pontal, deixaram o solo da região bem pesado e enlameado, porém isso tornou as provas mais divertidas para os amadores e mais técnicas para os profissionais. Mais de 2.500 atletas participaram de um festival bem descontraído no litoral do Rio de Janeiro, com um fechamento de temporada empolgante principalmente nas disputas do triathlon masculino e do MTB feminino e masculino, que ainda não tinham campeões definidos.

     

    O clima familiar e bem-humorado tomou conta da Arena XTERRA já na sexta-feira (30/11) durante a entrega de kits e o simpósio de triathlon. Cerca de 3.200 pessoas estiverem presentes durante os dois dias de competições, seja participando ou assistindo. Alguns até se impressionaram com o desempenho dos profissionais, como o português Bruno Valente, que realizou a trail run diurna e a noturna, ambas com 6,5 km de distância, mas teve sua atenção voltada mesmo para a prova de 21 km.

     

    “O Antônio teve um desempenho extraordinário, com um pace monstruoso, ao nível de um maratonista da elite mundial. É incrível ver uma performance assim no meio do mato”, afirmou Bruno, aproveitando para elogiar o XTERRA Brazil: “Gostei muito do evento brasileiro, achei bem melhor que o de Portugal, que nunca participei apesar da vontade, mas já assisti e não passa a mesma energia”, comparou.

     

    Antônio Gonçalves, bicampeão do ranking XTERRA teve performance em Paraty comparada a de um maratonista.

     

    Trail Run 21km

    Como o “gajo” antecipou, a trail run 21 km foi um verdadeiro espetáculo para os amantes de corrida. O mineiro Antônio Gonçalves precisava chegar em primeiro lugar para ser campeão do ranking de 2018 e não tomou conhecimento da chuva, dos adversários e do solo escorregadio. Com uma sensacional média de 3:50 a cada km, o atual campeão de 2017 deu um show e se sagrou bicampeão. Entre as mulheres a campeã foi a ilhabelense Geisla dos Santos, que já havia conquistado o título por antecipação e não esteve presente em Paraty porque estava representando o Brasil no XTERRA World Championship, no Havaí, disputado no domingo (2/12). Geisla, que é pentacampeã de trail run 21 km do XTERRA nacional, ficou em 9° lugar geral no mundial e em 2° em sua faixa etária. A vencedora em Paraty foi Lúcia Sousa, da RA Assessoria Esportiva.

     

    “O resultado no Havaí foi ótimo, consegui atingir meu objetivo de ficar no top 10 do mundo e já garanti minha vaga para 2019. Ainda coloquei o Brasil no pódio ficando em segundo em minha categoria. Tudo maravilhoso”, comentou Geisla.

     

    Geisla fez bonito no Havaí, com um 9° lugar geral e 2° em sua categoria de 20 a 29 anos.

     

    Triathlon

    A prova mais esperada era a de triathlon e o motivo era simples: três competidores tinham chances de título. Felipe Moletta, atual hexacampeão do circuito (2011, 2012, 2013, 2014, 2016, 2017) era o único que dependia apenas de si próprio. Usando toda sua experiência e frieza, o paranaense não deu chance ao azar e manteve seu lugar no topo, com uma vitória sobre os rivais Diogo Malagon e Rafael Juriti, que terminaram em 2° e 4° lugares respectivamente. Agora heptacampeão, Moletta foi o segundo a sair da água, atrás de Hugo Barbosa somente, mas na parte do pedal, como sempre, o campeão mostrou sua força, completando o percurso três minutos mais rápido que o segundo ciclista mais veloz, Rodrigo Altafini. Moletta completou a prova em 02:03:10 e comemorou com seu filho João Moletta.

     

     

    Já na categoria feminina, a fenomenal Sabrina Gobbo já havia garantido seu pentacampeonato em agosto, mas voltou a vencer em Paraty. A segunda colocada na etapa e no ranking foi Laura Mira. Além de troféus e descontos para a próxima temporada, o triathlon  do XTERRA tem premiação em dinheiro para os três primeiros colocados do ano, onde os valores são de R$ 5.940,00, R$ 3.780,00 e R$ 2.160,00 respectivamente.

     

    MTB Cup Pro

    O ranking de mountain bike teve apenas Edivando de Souza (2015) e Sidnei Fernandes (2016 e 2017) como campeões até hoje. Na atual temporada, tivemos um campeão inédito, o mineiro Daniel Grossi, que dominou a prova paritiense, chegando 13 segundos à frente de Sidnei, que ficou com o vice-campeonato também. Edivando ficou com a 3° colocação. No feminino, a “guerra” entre Sofia Subtil e Roberta Stopa se fez desde a primeira etapa do ano, em março. Desde então, ambas foram vencendo alternadamente, com a rival e amiga chegando sempre em segundo. Sendo assim, quase empatadas, as ciclistas decidiriam o ano em Paraty. Deu Sofia, que conquistou o bicampeonato com uma performance segura e tranquila, chegando com 01:33:40, em seguida vieram Sabrina Gobbo (3° geral em 2018) com 01:36:25 e Stopa (vice-campeã 2018), com 01:43:15. O ranking de MTB tem a mesma premiação em dinheiro que o triathlon.

     

    Bastante sujo de lama, Grossi comemorou o título de 2018 empenando sua bike.

     

    OBS: O percurso do MTB Cup Pro em Paraty precisou sofrer uma alteração por questões de segurança devido à chuva, que triplicou a dificuldade do trajeto. Ao invés de 44km, os atletas pedalaram 22 km.

     

    Swim Challenge 1,5 km e 3 km

    Na parte aquática, o famoso Swim Challenge do XTERRA, já estava tudo resolvido entre os homens. Na categoria de 1,5 km, Daniel Costa Cunha, campeão em 2017, manteve o título com um bicampeonato perfeito no primeiro semestre (3 vitórias consecutivas). Nos 3km, o ex-atleta da seleção brasileira de natação, Artur Pedroza, voltou a ser campeão por antecipação. Foi o 4° título consecutivo da “fera dos mares”, que além de ser multicampeão, é embaixador XTERRA e membro do Hall da Fama XTERRA. Artur não esteve presente em Paraty e Daniel competiu na prova dos 3km, onde foi vice-campeão geral. Os vencedores da etapa foram Renato Donha (1,5km) e Pedro Paz (3km).

     

    Já entre as nadadoras, Clarissa Brito venceu a distância mais curta superando Patrícia de Oliveira, mas não foi o suficiente para superá-la no ranking. Patrícia foi a campeã de 2018 e Clarissa foi a vice-campeã novamente (já tinha sido em 2017). Nos 3km, vitória de Laura Poli na etapa e troféu dourado de ranking 2018 para Mirella Salomon.

     

    O XTERRA Paraty foi apresentado pelo SESI e teve apoio da Speedo e da Maçãs Turma da Mônica.

     

    O ranking de todas as modalidades do XTERRA Brazil Tour 2018 pode ser conferido em http://xterrabrasil.com.br/tour/rankings-2018/#1542912027959-e9d0d1b1-76bb .

    XTERRA encerra temporada 2018 com nova etapa em Paraty, RJ

    Edição irá definir os campeões dos rankings gerais e de faixa etária de cada modalidade; Cerimônia de premiação será em festa no Empório Mercante

     

    A 14° temporada do XTERRA Brazil Tour será encerrada após a última edição do ano, a chamada XTERRA Paraty, disputada em 01 e 02 de dezembro, no litoral do Rio de Janeiro. A cidade deve receber mais de 2.000 atletas amadores e profissionais para competirem nas modalidades de Triathlon, Trail Run 6,5 km, Trail Run 21 km, Night Run 6.5 km, MTB Cup Sport (27,5 km), MTB Cup Pro (38 km), Swim Challenge 1,5 km e 3 km e a corrida Kids para a criançada. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas em https://goo.gl/yUrJWZ.

     

    A Praia do Pontal será a sede das competições, onde ficará montada a arena do evento, com o palco principal, tendas de parceiros e food trucks, por exemplo. No fim da tarde de sábado (01) ocorrerá a entrega da honraria de Hall da Fama XTERRA a dois triatletas que ainda não receberam a homenagem, Alexandre Manzan e Rodrigo Altafini. Às 22h, no Empório Mercante, localizado na Vila Colonial, começará a cerimônia de premiação do ranking de 2018, ou seja, os grandes campeões da temporada 2018 receberão seus troféus e cheques (apenas para as modalidades Triathlon e MTB Cup Pro, que possuem premiação também em dinheiro).

     

    Quatro atletas já garantiram seus canecos por antecipação. São eles: Daniel Costa Cunha (bicampeão do Swim Challenge 1,5 km – 2017 e 2018) Artur Pedroza (tetracampeão do Swim Challenge 3 km – 2015, 2016, 2017 e 2018), Geisla dos Santos (pentacampeã da Trail Run 21 km – 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018) e Sabrina Gobbo, que entrou para a história do evento quebrando um recorde no Triathlon. A paulista é a primeira mulher pentacampeã na modalidade (2014, 2015, 2016, 2017 e 2018).

     

    Sabrina Gobbo entra para a história do XTERRA de vez, sendo a primeira mulher pentacampeã de triathlon. Foto: Thiago Lemos

     

    O ponto alto para os fãs de esportes off-road será a disputa do triathlon masculino, onde Rafael Juriti, Felipe Moletta e Diogo Malagon chegam com chances de título. Juriti, atual líder do ranking com 463 pontos, pelo regulamento, só poderá somar mais 40 pontos, mesmo que vença em Paraty. Com isso, Moletta (atualmente com 443 pontos) fica muito próximo de conquistar seu heptacampeonato no XTERRA, já que uma segunda colocação, por exemplo, renderá 90 pontos a mais. Malagon tem 431 pontos e aparece também com boas condições de ganhar o seu bicampeonato (foi campeão em 2015), porém precisará ficar pelo menos duas posições à frente de Moletta no XTERRA Paraty. Além de troféus e descontos para a próxima temporada, o   triathlon   do   XTERRA    tem premiação em dinheiro para os três primeiros colocados do ano, onde os valores são de R$ 5.940,00, R$ 3.780,00 e R$ 2.160,00 respectivamente.

     

    Rafael Juriti é o atual líder do ranking de triathlon. Foto: Thiago Lemos

     

    No MTB, a disputa feminina está acirrada desde o início do ano, com o topo do ranking revezando entre Sofia Subtil e Roberta Stopa. Para o último capítulo desta “novela”, ambas chegam com confiança e precisando apenas superar a outra. Quem chegar à frente, independentemente da posição, será a campeã de 2018, já que apenas 10 pontos as separam momentaneamente. Entre os homens, o embaixador do XTERRA   Edivando de Souza está com uma “mão na taça” (269 pontos, 56 à frente do vice Mauro Átila e 96 à frente do terceiro, o atual campeão, Sidnei Fernandes) e só um desastre poderá tirar seu bicampeonato. Ele foi campeão em 2015.

     

    O ciclista Edivando de Souza está próximo de ser bicampeão do circuito XTERRA. Foto: Thiago Lemos

     

    Famosa por suas praias, pela importância histórica e pela tradicional Rua das Pedras, Paraty é uma etapa popular e muito comemorada por todos. “Paraty é uma cidade muito querida e vem ganhando cada vez mais força entre os atletas. É um lugar muito rico de história, com uma diversidade grande de solo e um visual magnífico, com aquele clima tropical que todo mundo adora. Acredito que seja um destino único de viagem e o XTERRA é isso: mais que esporte e lazer, nós oferecemos a oportunidade de realizar uma miniférias em família com direito a conhecer pessoas, gastronomias e culturas diversas”, comenta Gabriela Corrêa, gerente do XTERRA no Brasil.

     

    O XTERRA Paraty é apresentado pelo SESI e tem apoio da Speedo e da Maçãs Turma da Mônica.

    800 pessoas participaram do inédito XTERRA Camp Ilha do Mel, no Paraná

    Felipe Moletta venceu a quarta etapa seguida e embolou o ranking do Triathlon masculino 2018; Entre as mulheres, Gisele Bertucci chegou em primeiro

     

    O último fim de semana (10 e 11 de novembro) na turística Ilha do Mel, localizada no litoral paranaense, em Paranaguá, foi marcado pela realização de uma etapa inédita do maior evento de esportes off-road do mundo, o XTERRA. O clima costeiro, a paisagem paradisíaca e as diversas trilhas da região receberam cerca de 800 atletas profissionais e amadores para várias horas de competições ao ar livre e muita diversão em família. O XTERRA Camp Ilha do Mel foi apresentado pelo SESI e contou com as modalidades de triathlonswim challenge 1,5 km e 3 km, trail run 21,2 km, night run 6,2 km e a corrida kids.

     

    Triathlon

    Os dois dias de alegria e sorrisos esbarraram na seriedade e concentração do paranaense Felipe Moletta, que competindo em casa, sabia da importância da vitória para chegar à última etapa de 2018, em Paraty, dependendo apenas de si próprio para se sagrar heptacampeão de triathlon no XTERRA. Henrique Lugarini e Cristiano Bernardo da Silva completaram o pódio masculino.

     

    Foi o quarto triunfo de Moletta no circuito 2018, o quarto consecutivo, demonstrando a força do atual hexacampeão na reta final do campeonato. Com este resultado na Ilha do Mel, ele chegou aos 443 pontos e agora basta um segundo lugar em Paraty para oficializar mais um caneco. Rafael Juriti, atual líder do ranking com 463 pontos, pelo regulamento, só poderá somar mais 40 pontos, mesmo que vença. Diogo Malagon, que é o atual terceiro colocado, também tem boas chances de título, porém precisará somar 20 pontos a mais que Moletta, ou seja, precisará ficar pelo menos duas posições à frente do rival no XTERRA Paraty, em 1° de dezembro.

     

    Entre as mulheres, a “quase” estreante Gisele Bertucci brilhou. Campeã do Troféu Brasil em 2003 e do Triathlon Internacional de Santos em 2004, ela voltou ao XTERRA após 10 anos e completou o percurso na Ilha do Mel em 1:20:37, deixando a amiga Vanessa Cabrini com a segunda colocação, cerca de dois minutos atrás. Para Bertucci, a experiência foi incrível e ela não descarta brigar pelo ranking em 2019. “Adorei participar do XTERRA novamente! Eu tinha participado duas vezes em Ilhabela em 2008 e 2009. O mais legal foi poder voltar a competir porque tive um acidente bem grave em fevereiro, onde quebrei o cotovelo em sete partes e tive grandes chances de nunca mais estender o braço. Hoje em dia estou com 90% dos movimentos e foi maravilhoso poder me recuperar e fazer uma prova tão linda e rápida. Vou arrumar meu calendário para tentar participar do circuito XTERRA 2019”, revelou Bertucci.

    Gisele Bertucci foi a vencedora do Triathlon feminino na Ilha do Mel

     

    Trail Runs

    Na modalidade mais longa de trail run, com 21,2 km de distância, o brasiliense Eric Cézar Santos não deu chances para os outros competidores. Com um tempo de 1:24:48, ele dominou o percurso pesado da Ilha do Mel e conquistou seu primeiro troféu dourado no evento. Rafael Basílio, Adão Leite, Luis César de Oliveira e Antônio Morinigo completaram o pódio. Fernanda de Souza foi a 1° colocada entre as meninas da trail run 21, 2 km, seguida por Suzana Brito, Daiany Ribeiro, Calinka Winkler e Bruna Moraes.

    O pódio masculino da Trail Run 21,2 km em Paranaguá

     

    Na modalidade mais curta, Henrique Lugarini, que já havia ficado em segundo no triathlon, foi o primeiro a cruzar a linha de chegada após percorrer 6,2 km na divertidíssima Night Run. Tamires dos Santos viajou de Brasília para o Paraná e saiu de lá com a vitória noturna e muita experiência adquirida.

     

    Swim Challenge 1,5 km e 3 km

    Largada do Swim Challenge 1,5 km, a divertida prova para todas as idades

     

    No swim challenge, talvez a modalidade mais desejada pelo público presente na arena XTERRA, já que mergulhar na água limpa e transparente da tranquila Praia de Brasília é um sonho. No tiro mais curto, de 1,5 km, triunfos de José Lozano e Anna Júlia Hatschbach. Com muita propriedade, Lozano liderou a prova do início ao fim, abrindo mais de 2 minutos e meio de vantagem para o segundo nadador.

     

    Nos 3 km, o maior vencedor foi o Clube Curitibano. Das 10 pessoas que subiram ao pódio, nove são nadadores do tradicional clube da capital paranaense, que demonstra um ótimo trabalho realizado a cada evento em que inscreve seu time. Gabriel Fragomeni foi o primeiro entre os homens e Maria Cristina Sigwalt a primeira entre as mulheres.

     

    A última etapa do XTERRA Brazil Tour 2018 será realizada em 1 e 2 de dezembro, em Paraty, no Rio de Janeiro e onde serão feitas as entregas de premiação do ranking de todas as modalidades.

    Clarissa Brito foca no título de Swim Challenge 1,5 km 2018

    Apesar de abatimento pela derrota na primeira etapa do circuito, embaixadora XTERRA garante que o objetivo do ano é ser campeã

    Clarissa Brito posa com seus dois troféus conquistados em Costa Verde: ouro no Aquathlon e bronze no Swim

    Uma das novas embaixadoras do XTERRA para 2018, a paulista Clarissa Brito, ex-nadadora profissional, se destacou nas duas únicas provas que realizou na última temporada (Ilhabela e Paraty). Com ambas vitórias incontestáveis, a atleta chamou a atenção da organização e de outras competidoras, que passaram a tê-la como uma grande adversária. Com um desempenho fantástico, comprometimento com o evento e apelo digital, o convite não demorou e Clarissa celebrou, porém já pensa que o título do ano será a melhor forma de corresponder à confiança depositada.
    “Ah, fiquei muito feliz com isso. Passei a adorar o XTERRA quando participei ano passado e me chamarem para ser embaixadora foi muito legal! Queria ter vencido já daquela vez (2017), mas agora vou ser campeã. É meu maior objetivo para este ano e sou muito competitiva, então preciso ganhar por mim e para retribuir a organização do evento”, almeja Clarissa.
    Se em 2017 Clarissa Brito, a “Pandinha” para os mais íntimos, manteve 100% de aproveitamento, em 2018 o gráfico de desempenho começou abaixo do considerado ideal em sua especialidade, o Swim Challenge 1,5 km. No XTERRA Costa Verde, a atleta teve um imprevisto com sua roupa de natação, acabou não conseguindo aquecer e terminou em terceiro lugar, atrás da nadadora do Club de Regatas Vasco da Gama Gabriela Alves e de Priscilla Magalhães. Apesar do pódio, ela não conseguiu disfarçar a decepção e nem mesmo a vitória na inédita modalidade de Aquathlon, a fez se conformar com a falta de sorte.
    “Fiquei triste demais porque tive muito azar! A roupa rasgou e tive que nadar de sunkini, que faz muita diferença. A derrota faz parte, mas se era para perder gostaria de ter perdido competindo da forma que sempre faço, nem aquecer eu consegui porque perdi muito tempo resolvendo como nadaria. A prova, mesmo assim, foi boa e as meninas foram ótimas, mérito delas, mas terei que tirar a desvantagem nas próximas edições”, relatou.
    Nadando desde os 7 anos, Brito revela que a escolha pelo esporte veio por causa de uma complicação no aparelho respiratório da irmã Marysol. “Comecei na natação por causa da minha irmã. Aos 9 anos ela teve problema de adenoide, precisou operar e praticamente precisou reaprender a respirar. Aí minha mãe tirou a gente do ballet e nos inscreveu na natação, por ser o melhor esporte para trabalhar a parte respiratória. Aí o tempo foi passando, percebi que me destacava no colégio, ganhava todos os campeonatos e me federei, depois me profissionalizei e cheguei até à seleção paulista de natação”, conta com orgulho.
    Atualmente com 27 anos de idade, Clarissa Brito não se dedica exclusivamente ao esporte como em outros tempos. A paulistana é apresentadora e repórter do programa “Silvio Brito em Família”, transmitido às 21h30 dos sábados, pela Rede Vida de Televisão. Ela explica que entrou para o jornalismo motivada pela vontade de mudar o enfoque da grande mídia esportiva brasileira (revelando uma certa “birra” com o futebol) e pela convivência no mundo das câmeras, já que seu pai, o cantor Silvio Brito, sempre a inseriu no meio artístico.
    “Sempre convivi entre artistas, meus pais nunca me incentivaram muito a ser atleta profissional. E entrei no jornalismo porque é algo que gosto muito, me satisfaz, mas também sempre tive aquela coisa de querer mudar. A grande mídia só dá espaço para o futebol e isso eu descobri que não é somente no Brasil, pois quando fiz intercâmbio em Madri percebi que também era tudo voltado para o futebol lá. Sempre fui revoltada com isso na natação, pois ninguém sabe quem participa do campeonato brasileiro de natação! Uma menina como a Ana Marcela, tem também a Poliana e não é de agora. Elas tiveram uma trajetória bacana, o treino delas é pesadíssimo, então sempre acho que o esporte deveria ter mais visibilidade”, explica Clarissa, aproveitando para fazer uma crítica à imprensa esportiva em geral e fazendo menção às maratonistas aquáticas Ana Marcela Cunha e Poliana Okimoto, suas inspirações.

    Clarissa Brito 2Quando não está no mar, lá está a Pandinha mastigando alguma coisa

    Clarissa Brito encerra o bate-papo bem-humorado revelando um segredo de todo nadador, que até então era desconhecido pelo restante das pessoas. “Quando volto de férias, volto bem cheia, pois é só nutella, brigadeiro, muito pão. Eu como muito, aliás todo nadador come muito, isso é um fato”, assume aos risos.

     

    XTERRA Costa Verde 2018 teve lotação em nova modalidade e surpresas nos resultados

    O XTERRA Costa Verde foi a centésima etapa do evento no Brasil e recebeu mais de 2.500 atletas no Portobello Resort & Safári, em Mangaratiba

    A largada da Trail Run 21 km em Mangaratiba contou com atletas de todas as idades. Foto: Thiago Lemos

    A centésima etapa do XTERRA no Brasil também foi a primeira da temporada 2018. Em dois dias ensolarados de competições na área externa do Portobello Resort & Safári, em Mangaratiba, no Rio de Janeiro, o XTERRA Costa Verde contou com mais de 2.500 atletas amadores e profissionais. O festival contou com a modalidade de Aquathlon (1 km de natação + 5 km de corrida) pela primeira vez na sua história e teve resultados inesperados, com favoritos sendo superados no Triathlon, na Trail Run 21 km e no Swim Challenge 1,5 km.

    Triathlon

    A principal modalidade do XTERRA teve sua primeira prova do ano lotada e com resultado surpreendente entre os homens. Na categoria feminina a atual tetracampeã Sabrina Gobbo começou a nova jornada vencendo com facilidade, com mais de 9 minutos de diferença para a segunda colocada, Brisa Melcop. O paranaense Felipe Moletta, que já ganhou o ranking em seis oportunidades (2011, 2012, 2014, 2015, 2016 e 2017), travou uma disputa acirrada com o paulista Fernando Toldi, que debutou no mundo off-road com uma vitória marcante e significativa. O objetivo era diversão somente, mas agora Toldi passa a sonhar também com o título anual.

    Fernando Toldi foi o grande vencedor do Triathlon em Costa VerdeFernando Toldi foi o campeão do triathlon no XTERRA Costa Verde. Foto: Thiago Lemos

    “Foi divertido demais, adorei a prova e o clima do XTERRA. Agora eu vou tentar também competir pelo título, pois percebi que é possível. Obviamente não vou conseguir ir em todas as etapas porque tenho outro foco no momento, mas gostaria bastante de ser campeão, assume. “Acredito que venci no percurso de MTB, pois ali eu realmente me superei e consegui chegar bem parelho com o Moletta, tinham trechos muito escorregadios e técnicos. Como não tive o treinamento específico fiquei meio inseguro, mas me saí até melhor do que esperava. Depois eu sabia que dificilmente ficaria para trás na parte da corrida”, completa Toldi, analisando a prova.

    Aquathlon
    A prova inédita de 2018, o Aquathlon, teve inscrições esgotadas, com 200 atletas competindo na praia particular do Portobello. A competição foi dominada pelo carioca Eduardo Gonzalez e pela paulista Clarissa Brito, que entraram para a história do XTERRA como os primeiros vencedores. Nadadores há mais de 20 anos, Dudu e Clarissa abriram vantagem no trecho da natação e aceleraram na corrida, que teve o caminho bem escorregadio devido à quantidade de lama oriunda das chuvas em dias anteriores.
    “O percurso estava muito difícil, choveu bastante nessa semana e a distância de 5 km pareceu ser 10 km na verdade. Estava bem deslizante e tive que explorar bastante a técnica. Mas foi tudo excelente, o XTERRA está de parabéns e é sempre uma viagem maravilhosa por evento. Não são 100 etapas à toa”, explicou Dudu Gonzalez, aproveitando para elogiar o formato XTERRA.

    Largada do Aquathlon Costa Verde 2018A primeira prova de Aquathlon do XTERRA teve vagas esgotadas e muita festa. Foto: Thiago Lemos

    Trail Runs (10 km e 21 km)

    Nas Trails Runs o percurso estava extremamente desafiador, um dos mais difíceis até hoje segundo depoimento de vários corredores, que contavam aos risos a quantidade de escorregões. E o inesperado aconteceu. O atual campeão do ranking Antônio Gonçalves perdeu os 100% de aproveitamento na história do XTERRA Trail Run 21 km. Agora com 8 vitórias em 9 participações, o mineiro natural de Piau correu no sacrífico, com uma lesão por estresse na coxa direita e um tratamento prévio à base de muita injeção. Apesar da contusão, ele chegou atrás somente de Raphael Valverde. Entre as mulheres nada mudou, Geisla dos Santos, campeã de 2017, venceu com sobras e permanece sendo a candidata ao título de 2018.
    Na menor distância, a Trail Run 10 km, os destaques foram Nilton dos Santos e Solange Mariano, que dominaram do início ao fim. O XTERRA Kids contou com mais de 150 crianças de até 13 anos de idade correndo em pequenos percursos de 50m a 1km. A prova finalizou o XTERRA Costa Verde num clima descontraído e familiar.

    Pódio da Trail Run 21 km teve Raphael Valverde superando Antônio GonçalvesRaphael Valverde superou o sempre favorito Antônio Gonçalves nos 21 km de Trail Run. Foto: Thiago Lemos

    Swim Challenge (1,5 m e 3 km)
    Nas provas de natação em mar aberto os atuais detentores dos títulos entre os homens permaneceram nos lugares mais altos do pódio. Daniel Cunha (1,5 km) e Artur Pedroza (3 km) seguem sem dar chance ao azar e dominantes em suas respectivas modalidades. Nas categorias femininas, a atual vice-campeã da distância de 1,5 km, Clarissa Brito, não obteve o sucesso constante de 2017. A paulista, que triunfou no Aquathlon, chegou em terceiro lugar em sua especialidade. “Ah, fiquei um pouco triste porque tive um imprevisto com a roupa de natação e aí não pude aquecer direito. Não sei se venceria a prova, mas gostaria de ter competido com a preparação prévia de sempre”, lamentou Clarissa Brito.
    A grande campeã foi a atleta profissional do Club de Regatas Vasco da Gama, Gabriela Alves, que posou sorridente com seu 1° troféu XTERRA e deu o primeiro passo rumo ao título do ranking.

    Gabriela Alves, a campeã do Swim Challenge 1,5 kmA vascaína Gabriela Alves posou com seu primeiro troféu XTERRA. Foto: Divulgação vasco.com.br

    O XTERRA Costa Verde, que foi apresentado pelo SESI, tem todos os resultados disponíveis no link https://goo.gl/UT7ZcC. A próxima edição do XTERRA Brazil Tour 2018 será a etapa qualificatória para o Mundial do Havaí, o XTERRA Brazil, em Ilhabela, nos próximos dias 12 e 13 de maio.

    Ilhabela volta a receber o melhor do esporte off-road

    Segunda edição no município praiano de São Paulo em 2017 traz seis provas diferentes para toda a família

    XTERRA em Ilhabela é sempre certeza de lindas paisagens e muitos desafios. Foto: Thiago Lemos

    No último mês de maio, o XTERRA Brazil Tour realizou a etapa mundial no município de Ilhabela, em São Paulo. Chamada de XTERRA Brazil, a edição definiu os 50 melhores triatletas por faixa etária que irão representar o país na final mundial, a ser realizada na Ilha de Maui, no Havaí, no próximo dia 29 de outubro. No mesmo dia, porém, acontece o segundo capítulo do maior festival de esportes off-road do planeta na região praiana paulista em 2017. Agora chamado de XTERRA Ilhabela, o evento começa no dia 28 de outubro e terá uma versão diferente, com seis modalidades ideais para reunir amigos e familiares. As inscrições estão abertas e podem ser feitas através do link https://goo.gl/2yBkes.
    Sempre uma ótima opção de viagem, Ilhabela é perfeita para sediar um evento deste porte e oferece um leque de praias ao público. A Praia do Pereque foi a escolhida para comportar as atividades do XTERRA, como a Short Trail Run (8,5 km), a Half Trail Run (21,5 km), o Swim Challenge 1,5 e 3 km, o Short XTERRA (versão reduzida do Triathlon) e o XTERRA Kids, que faz a alegria da criançada e enche de orgulho os pais presentes.

    O Short XTERRA terá o trecho de 17,5 km de bike. Foto: Thiago Lemos

    Desfalcado de grandes nomes do Triathlon como Isabella Ribeiro, Paulo Cabrera e Guilherme Vilas Boas, por exemplo, porque estarão competindo no Havaí representando o time brasileiro, o XTERRA Ilhabela deve receber cerca de 1.700 atletas amadores e profissionais. Um deles será o carioca Artur Pedroza, de 43 anos e inúmeros títulos às costas, incluindo o tricampeonato (2015, 2016 e 2017 onde não pode mais ser alcançado) do ranking anual de Swim Challenge do XTERRA. Especialista em mar aberto e ex-atleta da seleção brasileira de natação, Pedroza garante que cada prova é uma diversão à parte e não sente pressionado pelo currículo vitorioso.

    Artur Pedroza , ao centro, posa com um de seus inúmeros troféus do XTERRA ao lado de outros atletas

    “Pressão eu não sinto, entro em toda competição buscando o pódio, principalmente o primeiro lugar, claro. Dou o meu melhor e adoro o XTERRA, já garanti o título de 2017, mas não entro para perder e é uma forma de mostrar meu respeito pelo evento, que está sempre procurando inovar e surpreender os nadadores. Nadar em Ilhabela é especial porque é um dos lugares mais lindos que já vi e tem aquela rota do píer, que acho sensacional e nos aproxima do público”, explica Artur Pedroza, fundador da equipe Resende Águas Abertas.
    Depois do XTERRA Ilhabela, que é apresentado pelo SESI e patrocinado pela Prefeitura de Ilhabela, faltará apenas uma edição para encerrar a temporada no Brasil. A próxima cidade a receber o festival será Paraty, RJ (02 e 03 de dezembro).
     
    XTERRA Ilhabela – SP
    Data: 28 e 29 de outubro – Temporada 2017
    Local: Praia do Pereque – Ilhabela, SP
    Inscrições:  https://goo.gl/2yBkes
    Cronograma: http://xterrabrasil.com.br/tour-2017/wp-content/uploads/2017/10/17_09_XTERRA_CRONOGRAMA_ILHABELA2_09_10.pdf

    MENU