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  • BUZIOS

    30 de novembro e 01 de dezembro

    Búzios

    Armação dos Búzios – RJ

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  • COSTA VERDE

    9 e 10 de Fevereiro

    Costa Verde

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    11 e 12 de Maio

    BRAZIL

    Ilhabela – SP

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  • OURO PRETO

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    OURO PRETO

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    Agulhas Negras

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    Estrada Real

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    Ilha Grande

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  • INDAIATUBA

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    Indaiatuba

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    Fratura por estresse | Correr sem Lesão

    Fratura por estresse corresponde a cerca de 10% das lesões esportivas. Maior parte em membro inferior. No corredor a mais comum é a da região posterior da tíbia, fíbula, metatarsos e cabeça do fêmur.
    Os sintomas são dor e aumento da sensibilidade na região medial da tíbia ou osso acometido que piora com a pratica esportiva. Mas nem toda dor no ósso significa fratura por estresse. Lesões como a Canelíte, que é a inflamação dos tendões que se inserem ali também podem gerar sintomas parecidos na região da tibia, assim como outras lesões podem produzir dores nos ossos. A cintilografia óssea é o principal método diagnóstico, mas o interesse é que muitas vezes a cintilografia nos mostra a fratura porém sem sintomas, é a fratura silenciosa. Por isso o diagnóstico final deve ser a união do exame clínico e a imagem. Ao contrário da fratura convencional, a por estresse não está associada a trauma agudo direto e sim a microtraumas.
    Gelo, repouso relativo, fortalecimento muscular, mudanças na técnica de corrida , bem como as modalidades fisioterapeuticas são formas de tratamento.
    A variabilidade de prática esportiva, boa alimentação e repeitar os períodos de recuperação são as melhores formas de prevenção,

    Sobre o Correr Sem Lesão

    Esse artigo é um oferecimento do curso online Correr Sem Lesão. Através do seu porta voz, Alexandre Rosa, a plataforma online foi feita para quem quer aprofundar o conhecimento e conduzir melhor seu treinamento de acordo com seu objetivo pessoal, como por exemplo: otimizar o fortalecimento, recuperação, escolher a melhor técnica de corrida tendo em vista suas características individuais. Saiba mais no site www.corrersemlesao.com.br/online

    Acompanhe também o conteúdo exclusivo no Instagram e no canal do Youtube (youtube.com/corrersemlesao).

    https://www.instagram.com/corrersemlesao

    Doping tecnológico? | Correr sem Lesão

    No último mês não se falou em outra coisa no mundo da corrida, a não ser sobre os recordes masculino e feminino e o possível doping tecnológico do Vaporfly next, tênis com placas de carbono propulsoras desenvolvido pela Nike. Discussão que esquentou depois da recordista feminina Brigit Kisgoe , segundo a revista runners world @runnersworldmag , ter afirmado que decidiu de última hora usar os mesmos tênis que os pacers de Eliud Kipchoge haviam usado no desafio sub 2 no dia anterior.

    Procuro sempre evitar opiniões pessoais e escrever sempre com base na ciência, mas desta vez vou abrir uma exceção. Falo para vcs como fisioterapeuta, profissional de educação física e professor universitário podem acreditar, nos últimos anos a medicina esportiva, métodos e processos de treinamento, reabilitação, técnicas de recuperação evoluiu muito mais que qualquer tipo de calçado. Então mérito dos seres humanos por trás destes recordes que souberam extrair o máximo dos seus corpos para conquista los.
    Nunca usei o tal tênis, até acredito que ele possa ajudar em alguma coisa sim, mas não é o fator determinante, vou além, acredito ser mais um “doping” psicológico/motivacional do que biomecânico.

    Não sei qual será o desfecho desta história, qual será a decisão tomada pela @iaaf_athletics , mas só sei que foi uma bela jogada de markenting. Não veja isto de maneira negativa. Marketing que ajudará a desenvolver a corrida como esporte e criar ídolos que aqui no Brasil só haviam no futebol.

    www.corrersemlesao.com.br/online
    www.youtube.com/corrersemlesao

    Correr sem lesão – Recuperação pós-treino

    Em várias oportunidades destacamos a importância da recuperação na prevenção de lesões e no desempenho esportivo. E assim como quase tudo na ciência do esporte, as técnicas de recuperação evoluíram muito nos últimos tempos. Tanto os recursos antigos quanto as novas técnicas têm sido cada vez mais utilizadas para deixar o atleta pronto para a atividade de forma mais rápida e eficiente.

     

    São diversas técnicas com eficácia, validade científica e praticidade variadas:

     

    • Crioterapia – O gelo é utilizado tanto na recuperação quanto no tratamento de lesões. Existem vários protocolos e formas de aplicação. Talvez a mais utilizada seja a crioimersão (banheira de gelo). Há uma linha de cientistas que questionam o uso do gelo. Fato é que para muitos a sensação de bem-estar e alívio é notória.

     

    • Massagem esportiva – é a estimulação mecânica manual de tecidos com objetivo de melhorar a circulação e relaxar a musculatura. Existem várias técnicas, que na sua grande maioria, são eficazes. Técnicas comuns são o deslizamento, a tabotagem e a petrissagem (aplicação de pressão profunda).

     

    • Compressão pneumática intermitente – são as famosas botas de compressão tão difundidas ultimamente. A pressão cíclica exercida pelo dispositivo causa uma melhora do retorno venoso além da sensação de relaxamento e bem-estar.

     

    Existem outras formas que geram um pouco mais de discussão como as ventosas, o agulhamento seco (dry neddling), a yoga, uso de meias compressivas, entre outras. Todas têm suas indicações e contra indicações que devem ser cuidadosamente observadas.

     

    Com tudo isto, a técnica que a ciência mais endossa é o sono. Um estudo recente de uma revista científica renomada mostrou que sono de qualidade é a melhor forma de recuperação para atletas. Aliás, acho que para todo mundo!

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