39.0481, -77.4728
  • 11 e 12 de Maio

    BRAZIL

    Ilhabela – SP

    -23.112450, -47.216160 Inscreva-se Saiba Mais
  • 01 e 02 de Junho

    OURO PRETO

    Ouro Preto – MG

    -20.3948400, -43.5051700 Inscreva-se Saiba Mais
  • 08 e 09 de Junho

    Praia do Forte

    Mata do São João – BA

    -12.574687, -38.004731 Inscreva-se Saiba Mais
  • 13 e 14 de Julho

    Agulhas Negras

    Visconde de Mauá - Resende/RJ

    Inscreva-se Saiba Mais
  • 24 e 25 de agosto

    Itaipava

    Petrópolis– RJ

    -22.903730, -43.609380 Inscreva-se Saiba Mais
  • 28 e 29 de setembro

    Estrada Real

    Tiradentes – MG

    -21.110108, -44.173202 Inscreva-se Saiba Mais
  • 02 e 03 de Novembro

    Indaiatuba

    Indaiatuba – SP

    -23.112450, -47.216160 Inscreva-se Saiba Mais
  • 30 de novembro e 01 de dezembro

    Búzios

    Armação dos Búzios – RJ

    -22.752792, -41.884151 Inscreva-se Saiba Mais
  • 9 e 10 de Fevereiro

    Costa Verde

    Mangaratiba - RJ

    -22.949793, -44.074256 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
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    Do sofá às trilhas: Noções básicas sobre equipamentos de natação

    Como triatleta você provavelmente gosta de colecionar equipamentos. De mountain bikes a relógios GPS, a lista pode ser longa e cara. Felizmente, quando se trata de equipamentos de natação, existem apenas alguns itens que são realmente necessários. Há mais alguns que são bons de se ter, e alguns podem até levar seu treinamento para o próximo nível. Mas quais você realmente precisa?

     

    A verdade é que a natação é toda sobre técnica. Isso significa que quaisquer ferramentas que você adicione ao seu treinamento devem solidificar bons hábitos técnicos. Então, vamos dividir no que é necessário, o que é bom ter e algumas ferramentas de luxo que você pode adicionar à sua lista de desejos.

     

    EQUIPAMENTO NECESSÁRIO

    Há realmente apenas três coisas que você precisa para uma sessão de natação, e a primeira é uma boa roupa de banho.

     

    Roupa de natação – Rapazes, deixem as bermudas de praia em casa. Você quer uma roupa que te deixe para simplificado e leve, não uma que o arraste para baixo. Sungas sempre. Meninas, para vocês recomendo qualquer coisa de uma ou duas peças, mas o biquíni que vocês usam na praia não vai servir para nadar, então é melhor optar por uma boa roupa de borracha que tenha a parte de cima e a de baixo.

     

    Óculos de mergulho – é importante escolher um óculos que se adapte confortavelmente ao seu rosto e não deixe vazar água. Uma vez que você encontre o óculos que naturalmente se encaixa na forma do seu rosto, estoque e compre dois ou três, de preferência com diferentes matizes de lente. Você sempre precisa de um par de backup no caso de uma quebra e você quer opções diferentes no dia da prova. Não há nada pior do que ter o sol brilhando diretamente em seus olhos e as únicas lentes que você tem são claras.

     

    Touca de natação – Nadar em uma piscina ou em água salgada pode ser difícil para o seu cabelo. Uma touca de natação é uma maneira fácil de manter o frizz à distância. Se você é desafiado de forma folicular, provavelmente não precisa disso na piscina, mas é importante usar uma touca em águas abertas para que você fique visível. Como todas as corridas XTERRA exigem uma touca de natação para identificar você por sua faixa etária, é inteligente se acostumar a nadar com uma touca.

     

    EQUIPAMENTO QUE É BOM TER

    Além do básico, existem várias ferramentas que podem melhorar sua técnica. As ferramentas a seguir são relativamente baratas e podem ajudá-lo a se concentrar nas áreas do seu curso que você gostaria de melhorar.

     

     

    Palmar – O palmar é uma ótima ferramenta para ganhar força de natação e melhorar a “fase de captura” do seu traço. Ele pode realmente ajudá-lo a sentir a água e como efetivamente se impulsionar para frente. Se usado corretamente e sobre a distância adequada, o palmar pode melhorar substancialmente a potência e a sensação. No entanto, se for usado ​​incorretamente, ou por muitos metros, você pode estar se dirigindo para dor no ombro ou uma lesão no ombro em potencial. Uma boa regra a ser seguida é que qualquer tipo de ferramenta de natação deve ser usada apenas por cerca de 30% de seu treino total.

     

     

     

    Flutuador – Este brinquedo é usado para aumentar a resistência ao puxar dos braços, mantendo o corpo em uma posição aerodinâmica na água. Nadar com um desses também imita uma roupa de mergulho, onde suas pernas estão flutuando e há uma maior confiança em seus braços. Quando usada corretamente e com intenção, a bóia de tração pode ser uma ferramenta poderosa para uma melhor natação. Uma bóia pull pode ensinar-lhe a posição corporal adequada, mantendo os quadris altos e agradáveis, visando exclusivamente a parte superior do corpo.

     

     

    Pés de pato – Estes podem ajudar a fortalecer as pernas e melhorar a flexibilidade do tornozelo enquanto o eleva na água. A flexibilidade do tornozelo é um elemento-chave na capacidade de gerar propulsão a partir do seu chute e geralmente é uma área muito importante para se trabalhar em novos nadadores, especialmente aqueles que preferem correr e pedalar. Nadar com pés de pato torna o corpo mais horizontal na água, permitindo que você faça refinamentos no seu traço sem medo de afundar também.

     

     

    EQUIPAMENTO DE LUXO – EXTRA

    Dependendo de onde você está com seu treinamento e suas finanças, existem alguns itens que podem tornar seu treinamento muito divertido e aumentar sua eficiência e confiança.

     

     

    Formadores de Tempo – O treinador de tempo é um dos meus brinquedos favoritos. É um dispositivo redondo, parecido com um relógio, pequeno o suficiente para caber debaixo da touca de natação ou na alça de óculos de proteção. É basicamente um metrônomo que ajuda a melhorar sua taxa de braçada, o que pode fazer você nadar com mais eficiência e torná-lo mais rápido. Funciona apitando para uma frequência que você determina. Seu trabalho é garantir que sua mão entre na água a tempo com o bipe.

     

     

    Shorts de Neoprene – Nadadores rápidos andam na superfície da água. Eles deslizam pela piscina, seus quadris altos, dando a eles um perfil esguio na água. Isso não acontece se você estiver arrastando as pernas como uma âncora atrás de você. Quadris flácidos são a razão mais comum pela qual os triatletas acham difícil nadar. Você pode imitar a posição correta do quadril com uma bóia de puxar, mas na minha opinião, os shorts de neoprene são melhores. Eu coloco esses bebês de vez em quando. Sim, eles fazem você mais rápido, mas a verdadeira razão para usá-los durante os treinamentos é porque a flutuação dos shorts levanta seus quadris, colocando seu corpo na posição adequada que libera você para se concentrar no curso.

     

    Prancha – Eu sei que alguns de vocês provavelmente estão pensando: “Mimi esqueceu a prancha!” Eu não esqueci. Na minha opinião (humilde), eu não acho que a prancha seja necessária e eu desencorajo meus alunos a usá-la. As pranchas colocam você em uma posição não natural, mano-a-mano e não alongada, e enfatizam a parte menos eficaz do toque – o chute – e impedem que você gire. Elas também fazem com que os quadris afundem e aclimam seu corpo a chutar para cima.

     

    Existem outras ferramentas de natação e variações que não mencionei.  Elas têm seu tempo e lugar. Antes de usar esses aparelhos considere ingressar em uma aula de natação e ter sua performance analisada por um treinador. Então você poderá saber melhor quais ferramentas são mais importantes para você e o que você quer melhorar.

     

    As matérias de treinamento da série “Do sofá às trilhas é apresentada por Sheri Anne Little e pela cinco vezes campeã mundial (faixa etária) de triathlon XTERRA, Mimi Stockton, do Next Level Endurance. O objetivo é levar os atletas aspirantes para fora do sofá, rumando ao treinamento e à linha de largada de um XTERRA.

    XTERRA realiza principal etapa do circuito 2019 nos dias 11 e 12 de maio, em Ilhabela

    Valendo classificação para o mundial de triathlon e trail run 21K, evento deve reunir mais de 3.000 atletas no litoral paulista e premiará triatletas em dólar

     

    Em sua 15° temporada no Brasil, o XTERRA volta à casa original no país, a cidade de Ilhabela, em São Paulo. Nos próximos dias 11 e 12 de maio, pleno Dia das Mães, acontece o XTERRA Brazil, nome da etapa ilhabelense, por se tratar da edição nacional mais importante, a que classifica os praticantes de triathlon e trail run 21K para o XTERRA World Championship, no Havaí, no fim do ano. O evento, que já tem até atletas estrangeiros inscritos, promete receber mais de 3.000 esportistas no litoral e é uma ótima opção para comemorar a data com as mamães.

     

    O XTERRA é um festival multiesportivo off-road que engloba dois dias de competições em um local turístico que possibilite o contato com a natureza, além de proporcionar outras opções de lazer à família (shows, food trucks e stands comerciais, por exemplo, dependendo da etapa).  Com dez edições anuais, o circuito XTERRA preza pela diversão, mas também elege os campeões nacionais em cada especialidade ao fim do ano. Em Ilhabela, 2° etapa de 2019, as modalidades de disputa, além do triathlon (1,5km natação + 24,5km bike + 8,5km corrida) e da trail run 21K já citadas, haverá o aquathlon (1km natação + 5km corrida), o swim challenge (1,5km ou 3km), a corrida kids e outras três trail runs (5K, 10K e 10K noturna).

     

    O trecho de bike do triathlon XTERRA é sempre uma aventura

     

    Na modalidade que deu vida ao XTERRA, o triathlon, a premiação será em dólar para os sete primeiros colocados masculinos e femininos profissionais. Ao todo, 50 vagas serão distribuídas para triatletas competirem no Mundial do dia 27 de outubro, na Ilha de Maui, no Havaí e é necessário que todos obedeçam os critérios prescritos no regulamento da prova.

     

    Vagas para o Mundial de Triathlon – 27/10/2019 em Kapalua, na Ilha de Maui, no Havaí

    Faixa Etária Vagas Masculinas Vagas Femininas
    15 a 19 anos 1 1
    20 a 24 anos 2 2
    25 a 29 anos 2 2
    30 a 34 anos 3 2
    35 a 39 anos 3 2
    40 a 44 anos 3 2
    45 a 49 anos 3 2
    50 a 54 anos 3 2
    55 a 59 anos 2 2
    60 a 64 anos 2 2
    65 a 69 anos 2 2
    70 a 74 anos 1 1
    + de 75 anos 1 0
    TOTAL 28 22

     

     

    Premiação do triathlon:

    • 1º lugar: $ 2.300,00 + troféu
    • 2º lugar: $ 1.700,00 + troféu
    • 3º lugar: $ 1.200,00+ troféu
    • 4º lugar: $800,00 + troféu
    • 5ºlugar: $650,00+troféu
    • 6ºlugar: $450,00
    • 7ºlugar: $400,00

     

    Já na trail run 21K, as chances de ir ao Havaí são menores, pois no máximo 24 corredores irão poder representar o Brasil no torneio internacional. Cada atleta, dentro de sua categoria, deverá utilizar a etapa qualificatória em Ilhabela para obter vaga e também é obrigatório cumprir as exigências prescritas no regulamento.

     

    Vagas para o Mundial de Trail Run (21K) – 24/11/2019 em Oahu, no Havaí

    Faixa Etária Vagas Masculinas Vagas Femininas
    Geral 5 5
    15 a 19 anos 1 1
    20 a 29 anos 1 1
    30 a 39 anos 1 1
    40 a 49 anos 1 1
    50 a 59 anos 1 1
    60 a 69 anos 1 1
    + de 70 anos 1 1
    TOTAL 12 12

     

    O famoso pulo do píer de Ilhabela só será dado na prova de triathlon em 2019

     

    Uma diferença do XTERRA Brazil 2019 para anos anteriores é o pulo do píer (3 metros), famoso nas provas aquáticas, mas que desta vez só estará incluso no primeiro trecho da modalidade triathlon. O XTERRA Brazil Tour 2019 é apresentado pelo SESI e tem apoio da Maçãs Turma da Mônica, da Speedo e dos canais OFF e Woohoo. Consulte o calendário completo em www.xterrabrasil.com.br.

     

     

     

     

     

    XTERRA Brazil – Ilhabela, SP
    Data: 11 e 12 de maio – Temporada 2019
    Local: Praia do Perequê – Ilhabela, SP

    Modalidades: triathlon, aquathlon, trail run (5K, 10K, 10K noturno e 21K), swim challenge (1,5K e 3K) e corrida kids
    Inscrições e cronograma: https://bit.ly/2HsIkKG

    XTERRA abre 2019 com tradicional e requisitada etapa carioca

    Maior evento de esportes off-road do mundo inicia a temporada com a edição Costa Verde, em Mangaratiba, nos dias 9 e 10 de fevereiro

     

    Em seu 15° ano de existência no Brasil, o XTERRA antecipou o calendário. Tradicionalmente a primeira etapa do circuito é disputada em março, porém, em 2019, o início das atividades será nos dias 9 e 10 de fevereiro, na área externa do luxuoso Portobello Resort & Safári, em Mangaratiba. O famoso XTERRA Costa Verde já contou com presenças ilustres em edições passadas, tais como a do jornalista Clayton Conservani, o orientador financeiro e diretor artístico Fly Vagner (que estará presente novamente) e o ator global Nicolas Prattes, por exemplo.

     

    O XTERRA Costa Verde promete reunir mais de 3.000 pessoas, entre atletas e espectadores. As modalidades disponíveis são: trail run em três distâncias (5k, 10k, e 21k), aquathlon (1k natação + 5k corrida), triathlon (750m natação + 18,5k mountain bike + 5k corrida), swim challenge em duas distâncias (1,5k e 3k) e a divertida corrida kids para a criançada de 1 a 14 anos. As inscrições podem ser realizadas através do link https://bit.ly/2Fltl4l.

     

    As paisagens de Mangaratiba roubam a cena independente do esporte. Foto: Thiago Lemos

    O conceito do XTERRA é usar o esporte praticado na natureza para criar momentos divertidos em família, proporcionando inclusive uma viagem turística. Uma das peculiaridades da etapa em Mangaratiba é o safári oferecido pelo hotel Portobello, que tem 300.000 m² de área e comporta dezenas de espécies animais, como zebras, antílopes, capivaras e diversas aves por exemplo. Os percursos de triathlon e corridas permitem a observação das espécies, inclusive. Mas há também o lado competitivo, onde atletas profissionais brigam pelo título nacional no fim do ano. O formato de pontuação é semelhante ao da Fórmula 1, onde cada competidor soma pontos de acordo com a colocação final em cada uma das dez etapas do ano. A diferença é que no XTERRA, dependendo da modalidade, tem o esquema de descarte de notas mais baixas (consulte o regulamento de cada prova). Ao final do circuito, quem somar o maior número é o campeão.

     

    Atual campeã do swim challenge 1,5k, a carioca Patrícia Lima revela que não só irá defender seu título no mar, como também participará de outra experiência por diversão. O intuito é aproveitar ao máximo a boa energia das localidades onde é disputado o XTERRA. “Estou preparada para este novo ano e quero brigar pelo bicampeonato na natação de 1,5k. Eu adoro a etapa de Costa Verde, o lugar é maravilhoso, lindo demais e nesse calorzão não tem coisa melhor que nadar em um mar carioca. Estou confirmadíssima e vou além, vou me aventurar também na prova de aquathlon, pois quero estar na água o máximo de tempo possível e acho que vai ser muito divertido”, declara.

     

    O XTERRA é apresentado pelo SESI e tem seis etapas já confirmadas em 2019, mas as outras quatro serão divulgadas até o próximo dia 18 de janeiro. Além do XTERRA Costa Verde, já estão confirmadas o XTERRA Brazil em Ilhabela (11 e 12 de maio), o XTERRA Praia do Forte na Bahia (8 e 9 de junho), o XTERRA Agulhas Negras em Resende (13 e 14 de julho), o XTERRA Itaipava em Petrópolis (24 e 25 de agosto) e o XTERRA Estrada Real em Tiradentes (28 e 29 de setembro).

     

    XTERRA Costa Verde – RJ
    Data: 9 e 10 de fevereiro – Temporada 2019
    Local: Portobello Resort & Safári – Mangaratiba, RJ
    Inscrições e mais informações: https://bit.ly/2Fltl4l
    Cronograma: http://xterrabrasil.com.br/tour/wp-content/uploads/2018/10/19_XTERRA_COSTA-VERDE_CRONOGRAMA_16-10.pdf

     

    XTERRA encerra temporada 2018 com nova etapa em Paraty, RJ

    Edição irá definir os campeões dos rankings gerais e de faixa etária de cada modalidade; Cerimônia de premiação será em festa no Empório Mercante

     

    A 14° temporada do XTERRA Brazil Tour será encerrada após a última edição do ano, a chamada XTERRA Paraty, disputada em 01 e 02 de dezembro, no litoral do Rio de Janeiro. A cidade deve receber mais de 2.000 atletas amadores e profissionais para competirem nas modalidades de Triathlon, Trail Run 6,5 km, Trail Run 21 km, Night Run 6.5 km, MTB Cup Sport (27,5 km), MTB Cup Pro (38 km), Swim Challenge 1,5 km e 3 km e a corrida Kids para a criançada. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas em https://goo.gl/yUrJWZ.

     

    A Praia do Pontal será a sede das competições, onde ficará montada a arena do evento, com o palco principal, tendas de parceiros e food trucks, por exemplo. No fim da tarde de sábado (01) ocorrerá a entrega da honraria de Hall da Fama XTERRA a dois triatletas que ainda não receberam a homenagem, Alexandre Manzan e Rodrigo Altafini. Às 22h, no Empório Mercante, localizado na Vila Colonial, começará a cerimônia de premiação do ranking de 2018, ou seja, os grandes campeões da temporada 2018 receberão seus troféus e cheques (apenas para as modalidades Triathlon e MTB Cup Pro, que possuem premiação também em dinheiro).

     

    Quatro atletas já garantiram seus canecos por antecipação. São eles: Daniel Costa Cunha (bicampeão do Swim Challenge 1,5 km – 2017 e 2018) Artur Pedroza (tetracampeão do Swim Challenge 3 km – 2015, 2016, 2017 e 2018), Geisla dos Santos (pentacampeã da Trail Run 21 km – 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018) e Sabrina Gobbo, que entrou para a história do evento quebrando um recorde no Triathlon. A paulista é a primeira mulher pentacampeã na modalidade (2014, 2015, 2016, 2017 e 2018).

     

    Sabrina Gobbo entra para a história do XTERRA de vez, sendo a primeira mulher pentacampeã de triathlon. Foto: Thiago Lemos

     

    O ponto alto para os fãs de esportes off-road será a disputa do triathlon masculino, onde Rafael Juriti, Felipe Moletta e Diogo Malagon chegam com chances de título. Juriti, atual líder do ranking com 463 pontos, pelo regulamento, só poderá somar mais 40 pontos, mesmo que vença em Paraty. Com isso, Moletta (atualmente com 443 pontos) fica muito próximo de conquistar seu heptacampeonato no XTERRA, já que uma segunda colocação, por exemplo, renderá 90 pontos a mais. Malagon tem 431 pontos e aparece também com boas condições de ganhar o seu bicampeonato (foi campeão em 2015), porém precisará ficar pelo menos duas posições à frente de Moletta no XTERRA Paraty. Além de troféus e descontos para a próxima temporada, o   triathlon   do   XTERRA    tem premiação em dinheiro para os três primeiros colocados do ano, onde os valores são de R$ 5.940,00, R$ 3.780,00 e R$ 2.160,00 respectivamente.

     

    Rafael Juriti é o atual líder do ranking de triathlon. Foto: Thiago Lemos

     

    No MTB, a disputa feminina está acirrada desde o início do ano, com o topo do ranking revezando entre Sofia Subtil e Roberta Stopa. Para o último capítulo desta “novela”, ambas chegam com confiança e precisando apenas superar a outra. Quem chegar à frente, independentemente da posição, será a campeã de 2018, já que apenas 10 pontos as separam momentaneamente. Entre os homens, o embaixador do XTERRA   Edivando de Souza está com uma “mão na taça” (269 pontos, 56 à frente do vice Mauro Átila e 96 à frente do terceiro, o atual campeão, Sidnei Fernandes) e só um desastre poderá tirar seu bicampeonato. Ele foi campeão em 2015.

     

    O ciclista Edivando de Souza está próximo de ser bicampeão do circuito XTERRA. Foto: Thiago Lemos

     

    Famosa por suas praias, pela importância histórica e pela tradicional Rua das Pedras, Paraty é uma etapa popular e muito comemorada por todos. “Paraty é uma cidade muito querida e vem ganhando cada vez mais força entre os atletas. É um lugar muito rico de história, com uma diversidade grande de solo e um visual magnífico, com aquele clima tropical que todo mundo adora. Acredito que seja um destino único de viagem e o XTERRA é isso: mais que esporte e lazer, nós oferecemos a oportunidade de realizar uma miniférias em família com direito a conhecer pessoas, gastronomias e culturas diversas”, comenta Gabriela Corrêa, gerente do XTERRA no Brasil.

     

    O XTERRA Paraty é apresentado pelo SESI e tem apoio da Speedo e da Maçãs Turma da Mônica.

    Rom Akerson e Lesley Paterson vencem XTERRA World Championship 2018

    O costa riquenho Rom Akerson foi às lágrimas com o título inédito. Foto: XTERRA Planet

     

    A 23° edição do XTERRA World Championship aconteceu no último dia 28 de outubro, na Ilha de Maui, no Havaí. Desta vez, mais de 700 triatletas de 44 países diferentes participaram da competição. Rom Akerson, da Costa Rica, foi o campeão na categoria masculina e a escocesa Lesley Paterson venceu entre as mulheres. Foi o primeiro título mundial de Akerson e o terceiro de Paterson, que já havia vencido em 2011 e 2012. Ambos arrecadaram $ 20.000 por seus respectivos triunfos.

     

    O percurso começou com a natação de 1,6 km na DT Fleming Beach, seguindo com o trecho de 29,8 km de mountain bike pelas montanhas de West Maui e terminando com uma trilha de 10,4 km em florestas, muita lama (já que em dias anteriores choveu bastante na região da costa noroeste de Maui) e areia da praia.

     

    Rom Akerson foi o quinto a sair da água e teve que perseguir grandes nomes do triathlon off road, como o campeão mundial de 2017, o sul-africano Bradley Weiss e o tricampeão Ruben Ruzafa, da Espanha. Inclusive, pelo sexto ano seguido, Ruzafa fez o melhor tempo no trecho de bicicleta e Weiss foi o mais rápido na trail run, porém no conjunto de tudo deu Akerson, que finalizou todo o trajeto com 2:52:41.

     

    “Eu não posso nem acreditar”, disse Akerson após cruzar a linha de chegada, cheio de emoção e com lágrimas de alegria em seus olhos. “Quando consegui a liderança e sabia que ia acontecer (a vitória), queria chorar, mas tinha de ficar repetindo para mim mesmo para continuar, que não podia chorar se ainda nao tivesse vencido”, concluiu o campeão.

     

    Veja os melhores momentos do XTERRA World Championship 2018:

    https://www.youtube.com/watch?v=BfGV6v1MTvg

     

    Antigo detentor do título, Bradley Weiss terminou na segunda colocação em 2018 e lamentou a performance aquática: “Tenho nadado bem durante todo o ano, mas hoje fiquei desapontado. Foi aí que perdi a prova, ironicamente, porque no ano passado eu disse que tinha sido onde ganhei. Dessa vez eu saí da água 50 segundos atrás e em 2017 eu saí na frente, direto para a bike. Enfim, perder um minuto é demais no triathlon”, ressaltou com desânimo.

     


    Bradley Weiss foi o melhor triatleta no trecho da Trail Run, mas ainda assim não foi o suficiente para conquistar o bi. Foto: XTERRA Planet

     

    A categoria feminina teve Lesley Paterson fazendo os tempos mais rápidos na corrida e na mountain bike. No mar, a escocesa teve um dos melhores desempenhos de sua carreira e atribuiu o sucesso à consistência do treinamento, que foi interrompido por cinco anos, enquanto ela lutava contra a doença de Lyme (infecção bacteriana transmitida por carrapatos) e lesões.

     

    “Trabalhei muito durante o verão, com muito treinamento de força e tempo na academia”, disse Paterson depois que a coroa de folhas foi colocada em sua cabeça. “Em vez de ficar frustrada com as condições em que eu me encontrava durante cinco anos, fiquei grata e feliz por estar viva e me recuperando. Posso ter ficado muito tempo parada, mas sempre me mantive serena”, finalizou.

     


    Paterson superou a doença de Lyme para voltar a ser campeã mundial do XTERRA. Foto: XTERRA Planet

     

    O brasiliense Rodrigo Braga foi o único brasileiro de elite (ao todo, 18 brasileiros estiveram presentes, porém 17 foram em categorias amadoras) a participar do XTERRA World Championship 2018. Rodrigo teve um imprevisto com a peça de câmbio da bicicleta por volta do km 4 e precisou empurrar a “magrela” nos últimos 12 km. Devido ao acidente, ele chegou na 30° colocação. “Tive que empurrar bastante minha bike e o tempo no MTB somou uma hora e pouco a mais por conta desse problema mecânico. Mas eu empurrei porque não queria abandonar a prova, então me orgulho por não ter desistido”, explicou Braga.

     

    Confira o TOP 10 do XTERRA World Championship 2018 masculino e feminino – elite:

     

    Masculino

    1°- Rom Akerson, Costa Rica

    2°- Bradley Weiss, África do Sul

    3°- Sam Osborne, Nova Zelândia

    4°- Ruben Ruzafa, Espanha

    5°- Josiah Middaugh, EUA

    6°- Mauricio Mendez, México

    7°- Karsten Madsen, Canadá

    8°-  Maxim Chane, França

    9°- François Carloni, França

    10°- Roger Serrano, Espanha

     

    Feminino

    1°- Lesley Paterson, Escócia

    2°- Michelle Flipo, México

    3°- Lizzie Orchard, Nova Zelândia

    4°- Suzie Snyder, EUA

    5°- Brigitta Poor, Hungria

    6°- Carina Wasle, Áustria

    7°- Julie Baker, EUA

    8°- Angela Niklaus, Suíça

    9°- Penny Slater, Austrália

    10°- Allison Baca, EUA

     

    Edição do XTERRA na Praia do Rosa teve cenário paradisíaco e dois dias de competições acirradas

    Realizado pela primeira vez no Sul de Santa Catarina, maior festival de esportes off-road do mundo reuniu 700 atletas; Felipe Moletta e Laura Mira venceram no Triathlon  

     

    A expectativa era grande desde o início da temporada e o inédito XTERRA Camp Praia do Rosa, 8° edição do circuito nacional do maior evento de esportes off-road do mundo, não decepcionou. Foram dois dias (20/10 e 21/10) de muita adrenalina, suor e diversão em um dos principais pontos turísticos de Santa Catarina, onde 700 atletas amadores e profissionais competiram nas provas de TriathlonTrail Run (22,5 km), Night Run (9,5 km), Swim Challenge (1,5km e 3km), MTB Cup Pro (40,6 km) e a Corrida Kids (para crianças de 1 a 13 anos de idade).

     

    Triathlon

    Atual hexacampeão do XTERRA brasileiro, o paranaense Felipe Moletta venceu a terceira etapa seguida e entrou na briga de vez pelo hepta campeonato. Agora, Moletta ocupa a segunda colocação com 443 pontos, atrás somente de Rafael Juriti, que tem 538 pontos e concluiu a prova na Praia do Rosa em segundo lugar. Entre as mulheres, Laura Mira, atual vice-líder do ranking, diminuiu a distância para Sabrina Gobbo com a boa vitória no Sul do país. 135 pontos ainda separam as atletas a duas etapas do fim do circuito. Os triatletas comentaram sobre o percurso e o visual de Imbituba.

     

    “A Praia do Rosa tem um potencial muito grande. É paradisíaco mesmo, talvez o mais lindo do circuito inteiro, com vários locais a serem explorados na região. Enfim, o Sul merece uma prova do XTERRA por ano”, sugeriu Felipe Moletta.

     

    Felipe Moletta comemorou mais uma vitória abraçando os filhos. Foto: Foco Radical

     

    “Foi uma prova muito acelerada, muito intensa e rápida. Tiveram pequenos trechos de single track, o que sempre gera boa diversão, descidas com double track, dowhill com pedras soltas, bastante erosão e esta parte foi a mais técnica. Imbituba com sua paisagem de praia, alguns bosques, então deixou tudo perfeito. O trecho da corrida foi lindo, com uma costeira, uma subida grande que dava para avistar outras praias, como a de Ibiraquera por exemplo. Já estou torcendo para que a etapa fique no calendário de 2019, pois quero voltar para esta cidade maravilhosa, que tem uma vibe muito legal, vários atletas de surfe e kite surfe, tem tudo a ver com o XTERRA”, opinou Laura.

     

    Como de costume, Laura Mira, subiu ao pódio com sua bike.

     

    Trail run 22,5 km

    Atual campeão em 2017, o mineiro Antônio Gonçalves parece estar decidido a defender seu título com unhas e dentes, ou melhor, com muita velocidade e preparo físico. O corredor da equipe Apuã Vertical ficou fora de quatro etapas de 2018 por conta de uma lesão na coxa direita, mas voltou com tudo e emplacou a sua segunda vitória seguida (Estrada Real e Praia do Rosa), o que já o coloca na vice-liderança do ranking. Nesta reta final de temporada, Antônio vem com força total!

     

    Com uma vitória tranquila entre os homens, na categoria feminina não foi diferente. Silvia Durigon levou o troféu de ouro e conseguiu uma performance avassaladora, com 6 minutos de folga para a segunda melhor posicionada.

     

    MTB Cup Pro

    Daniel Grossi e Wolfgang Felipe travaram uma verdadeira batalha sobre duas rodas. Os ciclistas animaram os fãs do esporte com uma reta final espetacular. Grossi, nos últimos metros, acabou abrindo uma leve vantagem que lhe rendeu o lugar mais alto do pódio. Apenas quatro segundos separaram os profissionais, que pedalaram mais de 40 km pelas trilhas, dunas, matas e estradas de Imbituba. Com um percurso de baixa altimetria e muito estradão, a competição acabou sendo um pouco diferente das habituais no mundo XTERRA, porém comemorada por todos os que desejam acelerar em espaço plano.

     

    Entre as moças, Karoline Meyer, Aline de Almeida e Rosemeri Peirão integraram o pódio respectivamente. As três atletas participaram do XTERRA pela primeira vez em 2018.

     

    A prova de MTB Cup Pro foi muito elogiada pela possibilidade de aceleração, sem tantos trechos técnicos. Foto: Foco Radical

     

    Swim Challenge 1,5 km e 3 km

    Na parte aquática, o lindo mar da Praia do Rosa foi o palco do show dos nadadores XTERRA. Nos 1,5 km, Rafael Berra, João Vitor Vitorino, Alexandre Groeler, Diego Dunzer e Lorenzo Netto travaram uma competição bem emocionante. Os cinco terminaram na ordem respectiva citada e agitaram o público presente, que não desgrudava os olhos da água, esperando quem seria o primeiro a cruzar a linha de chegada. Entre as mulheres, a curitibana Anna Júlia Hatschbach sobrou e venceu sem dificuldades, com exatos dois minutos à frente da segunda colocada.

     

    Nos 3 km, Regina Feldmann e Gabriel Fragomi foram os grandes vencedores.

     

    A competição aquática foi bem acirrada nos 1,5 km masculino. Foto: Foco Radical

     

    Todos os resultados do XTERRA Camp Praia do Rosa 2018 podem ser conferidos em:
    http://xterrabrasil.com.br/tour/praia-do-rosa/

    XTERRA volta a Santa Catarina e realiza edição inédita na Praia do Rosa

    Após passar por Florianópolis em 2013, maior festival de esportes off-road do mundo retorna ao estado catarinense e promete reunir mais de 1.000 atletas

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    Tida como um dos mais belos cartões postais de Santa Catarina, a Praia do Rosa será sede da próxima etapa do  XTERRA  em 2018. A edição é a oitava do circuito nacional, que ainda passará por Ilha do Mel, PR, em novembro e Paraty, RJ, em dezembro. O  XTERRA Camp Praia do Rosa  acontece nos próximos dias 20 e 21 de outubro, em Imbituba, onde fica localizada a praia paradisíaca. Com as modalidades de  Triathlon Trail Run (22,5 km), Night Run (9,5 km), Swim Challenge (1,5km e 3km), MTB Cup Pro (40,6 km)  e a Corrida Kids (para crianças de 1 a 13 anos de idade), o evento deve reunir mais de 1.000 atletas profissionais e amadores. As inscrições podem ser realizadas em  https://goo.gl/6TAHLD.

    A Praia do Rosa é considerada uma das 30 baías mais lindas do planeta e é um dos destinos mais procurados em Santa Catarina. Os percursos das modalidades de corrida passarão por quatro praias (Rosa Sul, Rosa Norte, Ouvidor e Vermelha), além de túneis de plantas e grandes dunas. Na natação os atletas terão duas distâncias para se aventurarem, 1,5 km ou 3 km. Uma das particularidades desta 8° etapa do  XTERRA Brazil Tour 2018  está no trecho de mountain bike, que tem a menor altimetria dentre todas as outras, o que torna a prova ideal para os que desejam iniciar o esporte sobre duas rodas.

    “O  XTERRA  merecia uma etapa em um lugar como a Praia do Rosa por causa da beleza, natureza e infraestrutura turística. O Rosa é exuberante em cenários, mas também possui restaurantes de primeira linha e ótimas pousadas. Com isso, aqui não será apenas um evento, vai ser uma oportunidade de passar miniférias em família. Dá para vir com filho, irmãos, pai, mãe, esposa, todo mundo. Será a primeira vez, mas o intuito é crescer na região cada vez mais. Tenho certeza que os atletas vão ficar loucos com as provas, pois a natureza do Rosa combina com eles. Dunas, montanhas, lagoas, trilhas, estradas, existe uma infinidade de relevos e atleta do XTERRA  gosta disso. Vai ser um final de semana marcante para todos os presentes”, garante João Sol, organizador local.

    Em 14 anos no Brasil, o  XTERRA  é excelência em  Mountain Bike  e referência em  Triathlon  e corrida. Mais de 138 mil atletas já participaram do evento, que em 2018, já passou por Costa Verde-RJ, Ilhabela-SP (2x), Praia do Forte-BA, Ouro Preto-MG, Lagoa dos Ingleses-MG e Tiradentes-MG.

    XTERRA Camp Praia do Rosa  é apresentado pelo SESI e organizado pela X3M Sports Business em parceria com a Escapar Eventos.

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    Para fazer a sua inscrição, acesse: https://bit.ly/2NwY66O

    Imagem: site oficial Praia do Rosa (www.praiadorosa.com.br)

    O mundo off-road é mais divertido

    Casal de triatletas cita vantagens no esporte off-road e se encanta pelo XTERRA; Maurício e Paula veem mais intensidade, amizade e diversão nas competições na natureza

     

    Devido à praticidade para realizar os treinamentos, a enorme maioria dos triatletas amadores começa a trajetória em um cenário urbano. Com o casal paulistano Maurício Marcheto e Paula Gama não foi diferente. No início, em 2013, apenas Maurício, o “Mau”, corria pelas ruas movimentadas da grande São Paulo, enquanto a namorada ainda não praticava nenhum tipo de esporte, apesar de frequentar academias. Cinco anos e dezenas de competições depois, eles garantem ter encontrado a modalidade perfeita: o triathlon off-road.

     

    A descoberta veio com o desgosto pelas competições “on-road” e a primeira participação no XTERRA Costa Verde 2018. Mauricio explica:

     

    “No triathlon de asfalto há uma briga de egos muito grande. Muitos atletas ficam te medindo pelo preço da sua bike, são egoístas, ficam bajulando os amigos da assessoria e isso sempre incomodou a Paula e a mim, é inclusive um dos principais motivos para treinarmos sozinhos a maior parte do tempo. Eu já tinha ouvido falar de um clima amistoso no XTERRA, além de sempre admirar os competidores por serem mais ‘cascas-grossas’, então foi o momento perfeito para experimentar esse novo mundo e amamos, foi muito mais divertido”.

     

    No início do romance e das atividades físicas em conjunto era assim: um apoiava o outro, mesmo que não conseguisse acompanhar o parceiro a pé

     

    “Ele (Mau) me influenciou muito a entrar no esporte. Quando nos conhecemos comecei a correr no meu ritmo e a pedalar ao lado dele quando ele corria. Em 2015 o Mau fez o primeiro Ironman e eu comecei a fazer meia maratonas. No fim daquele ano percebi que era mais competitiva do que achei que fosse, pois fizemos uma prova de 500m de natação e eu tive que largar por último para ter a companhia dele. No fim eu lembro de chegar, ver meu tempo e perceber que teria conseguido pódio se tivesse largado junto das outras meninas. Fiquei bem brava com ele”, conta Paula, aos risos, aproveitando para revelar a influência do amado e sua rotina inicial de treinamentos leves.

     

    Se antigamente Paula precisava de uma bike para acompanhar as passadas de Mau, hoje em dia, segundo o próprio, ela já tem potencial para ultrapassá-lo se ele descuidar. “Acabei criando um monstro em casa. Kkkkk….Ela se classificou para o Mundial Ironman 70.3 de 2017 em Chattanooga (Tennessee, EUA) e eu não! Se eu não treinar ela vai me deixar para trás”, afirma o empresário Mauricio, de 28 anos, dono de uma loja de autopeças (www.pecapecasnaweb.com.br).

     

    Para Paula, o nível de seu companheiro ainda é muito superior, mas já avisou que vai caçoar se ultrapassá-lo. “Foram poucas as provas que eu cheguei realmente perto de alcançar o Mau, mas eu brinco que se passar por ele um dia, vou dar um tapa na bunda dele”, conta a bem-humorada Paula Gama, de 23 anos e também empresária, dona da loja virtual Alpez, de roupas esportivas casuais (www.alpez.com.br). Ela também criou um espaço para relatar as participações nas provas, o www.espacotri.com.br.

     

    Em Costa Verde o feliz casal se abraçou após concluir a dura prova de Triathlon. Foto: Thiago Lemos

     

    Abordados sobre uma possível disputa pelo ranking do XTERRA em suas respectivas faixas etárias, o casal demonstra diferença de personalidade. Ele é mais reservado e prefere guardar as expectativas, já ela é mais efusiva e ambiciosa. “É muito estranha essa transição asfalto-terra, na terra quem define a força que você tem que fazer é o terreno, mas agora que vi como funciona, estou me sentindo mais segura para ir com ‘sangue nos zóio’ para Ilhabela”, diz Paula. “Estamos acertando nossas agendas para participar também das etapas da Praia do Rosa e Ilha do Mel, mas ainda temos que aprender e evoluir no esporte para ter resultados melhores. A gente trabalha duro para isso, leva tempo, mas não temos medo de se sujar e tomar uns tombos às vezes”, explica o consciente Mauricio.

     

    A dupla já está inscrita para o XTERRA Brazil, nos dias 12 e 13 de maio, em Ilhabela.

    Atleta XTERRA, Patrick Stover dá dicas para iniciantes na Trail Run

    Patrick Stover tem presença constante nas edições do XTERRA norte-americano. Foto: Divulgação XTERRA

    Muitos atletas XTERRA fazem a prova de Trail Run parecer bem fácil. E os movimentos perfeitos e alinhados dos melhores corredores podem realmente dar essa impressão, mesmo nos trechos mais difíceis. Mas o veterano em XTERRA Patrick Stover fala a real, e garante que não é tão fácil quanto parece. “Eu adoro as descidas” admite Stover. “Esse é o momento de abrir distância e ganhar tempo. Nas subidas eu ainda estou descobrindo a melhor técnica”, completa.
    Assim como muitos atletas XTERRA, Patrick tem que equilibrar o trabalho, a vida social e o treino. Ele trabalha 10 horas por dia e ainda tem pique para 140 km de treinos semanais. Por isso mesmo ele acorda às 7:30 da manhã para correr. “Eu tomo café e vou direto treinar”. Se liga nas dicas do atleta para se dar bem no off- road.
    Durante a prova de Trail Run, ande se precisar
    Patrick Stover participou do XTERRA Trail Run World Championship 2017, ficou em 7° no geral e fez 21km em 1:32:40. Com esse tempo, é até difícil de acreditar que ele andou durante um pedaço da prova. “Nos primeiros 10 km eu estava bem e sabia que estava correndo muito rápido, mas não queria desacelerar. Então eu decidi manter o ritmo até não aguentar mais”, confessa.
    Quando ele chegou na subida, tomou uma decisão. “Fiquei cansado quando comecei a subir e pensei: não vou nem tentar correr nessa subida, só vou andar rápido”, disse Patrick.
    Segundo Stover, correr na subida pode ser contra produtivo por causa da posição do corpo, que fica curvado e tenso. Por isso, é melhor relaxar, abrir o peito e andar com os braços mais soltos. O resultado é imediato: a respiração fica mais fácil e mais oxigênio chega aos músculos, isso aumenta a recuperação e conservação de energia. “É normal querer correr durante toda a corrida, mas às vezes você sobe mais rápido se está relaxado e andando forte”, garante o atleta.
    Nas subidas, coloque as mãos nas coxas
    “Outra dica boa é colocar as mãos nas coxas para conservar energia e conseguir fazer a subida com mais força“, orienta Patrick. Ele recebeu essa dica de atletas de endurance. Essa é uma técnica emprestada dos corredores de montanhas e alpinistas, que usam estacas para melhorar a eficiência da escalada. Como a Trail Run não tem estacas, colocar as mãos sobre as coxas empurra os músculos e aumenta a força com que o atleta empurra o chão com a perna.
    Energia no XTERRA!
    Outra dica importante Patrick aprendeu com seu amigo, colega de treino, e atleta XTERRA Bree Wee. “Às vezes você só tem que ir com tudo! Eu gosto de ir devagar e constante, mas também tem a hora de acelerar. Não dá para correr e ficar confortável ao mesmo tempo”, explica.
    Claro, é muito importante guardar energia em corridas longas, como um XTERRA Trail Run 21 km. Mas também é muito importante arriscar e sair da zona de conforto quando possível. Para isso, pise no antepé, mantenha os ombros baixos e relaxados, olhe para frente e imagine que tem alguém te empurrando por trás. Essa combinação vai te ajudar a ganhar velocidade, mas sem perder a eficiência.
    Durante o XTERRA, divirta-se
    A forma física e eficiência são partes importantes da corrida, mas Patrick também garante que a melhor forma de correr rápido é correr feliz. “A melhor coisa em qualquer corrida é a nova aventura. É claro que os resultados são importantes, mas meu foco é sempre aproveitar o máximo possível. A vistas nas trilhas são sempre bonitas e encantadoras”.

    Triatletas do asfalto disputarão o XTERRA pela primeira vez em Mangaratiba

    Buscando motivação no esporte, diversão ou adquirir experiência, Fernando Toldi e Débora Boaretto chegam ao maior evento off-road do mundo

     

    Além de ser a centésima etapa no Brasil e contar com a modalidade de Aquathlon, o XTERRA Costa Verde 2018 terá mais uma novidade: a participação de dois triatletas profissionais do asfalto, Fernando Toldi e Débora Boaretto, que se arriscarão no Triathlon off-road pela primeira vez, porém por motivos diferentes e um em comum. Ele busca se desafiar e adquirir vivência no cenário off-road, já ela está atrás de uma motivação para seguir a carreira de esportista, todavia a certeza é que ambos esperam encontrar muita diversão.

     

    Competindo profissionalmente há quatro anos, o paulista Fernando Toldi é bicampeão do Troféu Brasil e ficou em terceiro lugar no Ironman do Equador (2015) e no Ironman da Tailândia (2017). Apesar de feitos marcantes em tão pouco tempo, Toldi reforça ser especialista no asfalto e garante que os treinamentos na natureza não são habituais, porém demonstra uma pequena ponta de otimismo.

     

    “Não costumo treinar outdoor, apenas quando vou para São Bento do Sapucaí, onde meu avô tem uma fazenda e é excelente para a prática da modalidade. Sempre tive vontade de correr uma prova do XTERRA, testar meu nível na natureza mesmo e vou para Costa Verde sem nenhuma preparação específica, mas certamente vou curtir e ganhar muita experiência. É capaz de eu me sair bem mesmo assim, vamos ver”, supõe aos risos.

     

    Toldi explica também que competir no XTERRA irá ajudar em sua formação de ciclista e acha importante todo atleta indoor ter um pouco de contato com as provas off-road. “O MTB ajuda a desenvolver potência e explosão por conta de percursos íngremes e acidentados, é importante para ser um ciclista completo. Aprimorar as habilidades técnicas e trabalhar a força é crucial, obviamente com cautela, pois os riscos são maiores, mas a migração para a natureza é válida aos poucos”.

     

    Já a carioca Débora Boaretto sofreu alguns traumas durante suas pedaladas no asfalto, desde quedas resultantes em lesões graves até um assalto, em 2013, que lhe rendeu uma fratura na clavícula. Aos 32 anos de idade, Débora conta que perdeu a paixão em pedalar em provas urbanas e que o XTERRA promete ser a solução para resgatar um “romance” adormecido. “Resolvi mudar porque ando sem motivação para treinar bike no asfalto, por diversos motivos, então para me manter no esporte achei que seria uma boa alternativa. Acredito que vou me divertir bastante”, cogita a atleta.

     

    Tricampeã brasileira de natação nos 100m peito no início dos anos 2000, alguns pódios conquistados em Ironman e até participação no Mundial de Ironman (70.3) na Áustria, em 2015. Com tudo isso Débora Boaretto já se sente realizada esportivamente, mas ainda quer reconquistar a alegria durante os treinos. A prática no MTB começou no fim de 2017 e o pouco tempo de treinamento já lhe parecem ser benéficos.

     

    Débora Boaretto quer recuperar a confiança na bike

     

    “Fiquei com medo de furtos, acidentes, quedas, já fraturei a clavícula duas vezes e o MTB está me ajudando a recuperar a autoconfiança na bike e em mim mesma, pois com medo as reações se alteram. Além disso o é tudo muito caro nesse mundo do triathlon, cada inscrição é um absurdo, então comecei a me questionar sobre minha participação. Estou na fase de descobrir o que vale a pena ou não!  E o XTERRA, financeiramente falando, é bem mais acessível do que as provas de asfalto”, revela Boaretto.

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