37.751, -97.822
  • BUZIOS

    30 de novembro e 01 de dezembro

    Búzios

    Armação dos Búzios – RJ

    -22.752792, -41.884151 Inscreva-se Resultados Saiba Mais
  • COSTA VERDE

    9 e 10 de Fevereiro

    Costa Verde

    Mangaratiba - RJ

    Resultados Inscreva-se Saiba Mais
  • BRAZIL

    11 e 12 de Maio

    BRAZIL

    Ilhabela – SP

    Resultados Inscreva-se Saiba Mais
  • OURO PRETO

    01 e 02 de Junho

    OURO PRETO

    Ouro Preto – MG

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  • PRAIA DO FORTE

    08 e 09 de Junho

    Praia do Forte

    Mata do São João – BA

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  • AGULHAS NEGRAS

    13 e 14 de Julho

    Agulhas Negras

    Visconde de Mauá - Resende/RJ

    Resultados Trail Run Inscreva-se Saiba Mais
  • ITAIPAVA

    24 e 25 de agosto

    Itaipava

    Petrópolis– RJ

    Resultados Increva-se Saiba Mais
  • ESTRADA REAL

    28 e 29 de setembro

    Estrada Real

    Tiradentes – MG

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  • ILHA GRANDE

    05 e 06 de Outubro

    Ilha Grande

    Angra dos Reis – RJ

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  • INDAIATUBA

    02 e 03 de Novembro

    Indaiatuba

    Indaiatuba – SP

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    Paulista estreante no XTERRA já venceu o câncer

    Edilson Amato, feliz ao fim da prova de MTB em Ilhabela. Foto: Hércules Rakauskas

     

    Quem olhava para Edilson Amato durante o domingo (13 de maio) do XTERRA Brazil, não imaginava que fosse sua estreia em uma competição de MTB. Bem familiarizado com a bike e à vontade sob a “magrela”, o veterano de 46 anos de idade sempre foi um esportista nato, daqueles que praticou várias modalidades, do futebol, passando pela musculação até chegar ao pólo aquático, por exemplo. Apoiado pela esposa Laura Amato, que correu e foi ao pódio (4° lugar geral) na Night Run 8,5 km no dia anterior, e pela filha Júlia, de 13 anos, Edilson completou a prova em 2h40min e garantiu ter se divertido muito em seu primeiro desafio off-road.  Porém a verdadeira dureza já havia sido travada fora das trilhas, contra o câncer, há quase 10 anos.

    Natural de Mogi das Cruzes, Edilson sofreu com dificuldades no aparelho urinário, e todos os exames realizados não apontavam qualquer problema. Meses depois, quando enfim detectaram a doença, ela já estava em estágio avançado e acumulada entre bexiga e próstata. Apesar do medo, o paulista sempre foi acalmado pelo médico Gustavo Gusmão Rosa, que foi quem descobriu o tumor e falou: “você não vai morrer! És forte, atlético e adora viver”. Confiante nas palavras do doutor, Edilson travou uma dura e longa guerra para se manter à ativa. Depois de cinco anos, muitas cirurgias e quimioterapia, a alta oficialmente chegou. Era então a hora de mudar alguns hábitos.

    “Sempre gostei muito de esporte e já fiz vários. Mas a vida me fez parar quando eu casei cedo, me separei, casei de novo…Quando eu fui diagnosticado com o câncer, em 2008, já estava pesando 114 kg e prometi que se saísse daquela eu mudaria algumas coisas”, disse Edilson, que começou uma dieta obrigatória durante o tratamento da doença, mas seguiu mesmo após a liberação médica. Em 2016, ele começou também a correr, muito por influência da esposa, uma corredora de primeira linha e amante da vida na natureza.

     

    Edilson e famíliaEdilson ao lado de suas maiores incentivadoras, a esposa Laura e a filha Júlia. Foto: Hércules Rakauskas

     

    A vontade de pedalar, ele conta, veio aos poucos, observando outros atletas da cidade. “Comecei a correr e nadar. Eu moro no interior de São Paulo, então via o pessoal pedalando enquanto eu corria e achei que poderia ser bem divertido. Resolvi comprar uma bike e sair junto com a galera. Deu certo e essa prova em Ilhabela foi apenas a primeira. Espero estar em outras e com menos quedas, pois ainda sou iniciante e caí algumas vezes. Caí feio ali no meio, perdi os óculos, bike quebrou, dei um jeitinho e voltei com tudo, mas no final valeu demais, foi divertido, ri bastante com as meninas (esposa e filha) contando a elas. Rsrs… faz parte! Faria tudo de novo com certeza”
    O fato é que após cinco ano lutando por sua vida, qualquer percurso se torna “fichinha” para este campeão legítimo!

    Paisagens exuberantes marcam etapa do XTERRA Camp Praia do Forte

    A maravilhosa Praia do Forte foi o palco de milhares de atletas do XTERRA. Foto: Sandrinha Midlej

    No último final de semana, o litoral norte baiano marcou sua estreia como palco de um dos maiores festivais de esportes off-road do mundo. Em dois dias de competições, foram mais de 1.200 atletas amadores e profissionais, que disputaram oito categorias e movimentaram a Praia do Forte de forma nunca antes vista. O XTERRA Camp Praia do Forte foi uma promoção do SESI com produção local da Diva Entretenimento e o resultado de sua realização se traduziu em um número que agradou em cheio os empresários da região: 70% de ocupação hoteleira em um fim de semana convencional!
    Alexandre Manzan, com 1h:44min:56seg e Sabrina Gobbo, com 2h:14min:25seg, foram os campeões nas categorias masculino e feminino do Triathlon. Com mais esta vitória, Sabrina, que já é tetracampeã na competição, faturou as três primeiras etapas de 2018 e está perto de se tornar a maior campeã do XTERRA brasileiro. No swim challenge masculino, os atuais campeões de 2017 voltaram a vencer. No percurso de 3 km, o carioca Artur Pedroza fez a festa, enquanto que nos 1,5 km o jovem Daniel Costa Cunha liderou do início ao fim. Entre as mulheres, nos 3 km, Izabela de Oliveira Alves levou a melhor e no 1,5 km o destaque foi para Priscilla de Andrade Magalhães.
    As provas de trail run contaram com duas distâncias. Em 7,5 km, os primeiros lugares foram de Luciano Marcio de Carvalho e Miriam de Jesus Alves. Já nos 21 km, Jean Nascimento dos Santos se sagrou vencedor e a fenomenal Geisla dos Santos, natural de Ilhabela e atual campeã do circuito, voltou a vencer com sobras. Geisla já está, inclusive, confirmada para representar o Brasil no Mundial de trail run do XTERRA, em dezembro, no Havaí.

    2 - FTS SANDRINHA MIDLEJ (489)Geisla dos Santos venceu novamente o Trail Run 21 km. Foto: Sandrinha Midlej

    Uma das modalidades mais esperadas foi o mountain bike. No MTB Cup Sport, levaram a melhor Antônio Santos Barreto e Giuli Meder. No MTB Cup Pro, Edivando de Souza Cruz não deu chances aos adversários e Ana Clara Souza Pie conseguiu uma ultrapassagem espetacular nos últimos metros de prova, deixando Sabrina Gobbo com a segunda colocação. Todos os resultados estão disponíveis no site www.xterrabrasil.com.br.

    Sandrinha Midlej - MTB 21Edivando vibrou com sua primeira vitória no XTERRA em 2018. Foto: Sandrinha Midlej

    Como forma de incentivar a prática esportiva desce cedo, o XTERRA também promoveu a Corrida Kids, que encantou a criançada. “Além de colocar a Bahia mais uma vez no circuito dos esportes off-road, o evento aquece a economia local, deixa hotéis da região com ocupação lá em cima, restaurantes, padarias e negócios locais com um aumento significativo nos lucros, durante todo o fim de semana e deixa ainda mais bela a vila da Praia do Forte. Sem dúvidas foi um primeiro evento e o potencial de sediarmos novamente, é enorme”, disse Guiga Sampaio, diretor da Diva Entretenimento.

    A próxima edição do XTERRA Brazil Tour 2018 será em Ouro Preto, Minas Gerais, nos próximos dias 30 de junho e 01 de julho.

    Confira a elite inscrita no Triathlon e no MTB Cup Pro do XTERRA Brazil 2018

    Felipe Moletta, hexacampeão do triathlon XTERRA, está confirmado. Foto: Thiago Lemos

     

    Nos dias 12 e 13 de maio acontece a etapa Brazil do circuito XTERRA 2018. A prova de triathlon faz parte do circuito internacional e é classificatória para o mundial no Havaí, em outubro.

     

    Além da elite brasileira, muitos amantes internacionais do esporte também vão participar da competição. Confira os atletas profissionais que já estão confirmados no triathlon e no MTB Cup Pro do XTERRA Brazil 2018.

     

    Elite Triathlon:

    Alejandro Bulacio Sfriso (ARG)

    Alexander Francis Roberts (NZL)

    Alexandre Manzan

    Branden Rakita (EUA)

    Carlos Eduardo Kroth

    Diogo Malagon

    Eduardo Antonio Lass

    Felipe José Moletta

    Fernando Lunardelli Toldi

    Frederico Carvalho Zacharias

    Gustavo Slaib Cruz Pereira

    Karsten Madsen (CAN)

    Kieran Mcpherson (NZL)

    Marcos Fernandes

    Paulo Fretes Cabrera

    Péricles Maia Andrade

    Rafael Gomes Juriti Ferreira

    Rodrigo Braga Moreira

    Ronaldo Serpa Ferreira

    Ana Carla Koetz Prade
    Brisa Melcop

    Carolina Nieva (ARG)

    Kara Lapoint (EUA)

    Kelli Montgomery (EUA)

    Laura Mira Dias
    Luiza Ines Zanini

    Sabrina Koester Gobbo

    Tatiana S. Queiroz

     

    MTB Cup Pro

    Daniel Grossi

    Diego Maia

    Edivando Souza Cruz

    Henrique Machert

    Leonardo Esteves

    Samuel Marotta

    Sidnei Fernandes

    Fabiana Brandão

    Roberta Stopa

    Sofia Isabel Subtil

    Vitória Gouveia

    XTERRA Brazil dará vagas para o mundial de Triathlon e Trail Run no Havaí

    XTERRA Brazil, em Ilhabela, é qualificatório para o XTERRA World Championship, em outubro; Atletas internacionais acreditam em vitória no Brasil

    Sabrina Gobbo é tetracampeã do XTERRA Triathlon. Foto: Thiago Lemos

    Ilhabela já está preparada para receber milhares de atletas e seus familiares durante o final de semana do Dia das Mães. O período de 11 a 13 de maio tem tudo para deixar a região lotada devido à etapa mais popular do circuito XTERRA Brazil Tour 2018, a chamada XTERRA Brazil, que é qualificatória para o Mundial disputado no Havaí, em outubro. O maior festival de esportes off-road do mundo voltará a oferecer as provas de Triathlon, Aquathlon, Night Run (8,5 km e 22 km), MTB Cup Sport (22 km), MTB Cup Pro (41 km) e a corrida Kids para crianças de até 13 anos.
    Os “gringos” já começaram a se inscrever para o Triathlon e para a Night Run (22 km), que darão 50 e 24 vagas para o XTERRA World Championship, no Havaí, respectivamente, conforme os quadros indicam abaixo.
    Vagas para o Mundial de Triathlon, que será em 28/10/2018 em Lahaina, na Ilha de Maui, no Havaí

    Faixa Etária Vagas Masculinas Vagas Femininas
    15 a 19 anos 1 1
    20 a 24 anos 2 2
    25 a 29 anos 2 2
    30 a 34 anos 3 2
    35 a 39 anos 3 2
    40 a 44 anos 3 2
    45 a 49 anos 3 2
    50 a 54 anos 3 2
    55 a 59 anos 2 2
    60 a 64 anos 2 2
    70 a 74 anos 1 1
    + de 75 anos 1 0
    TOTAL 28 22

    Regulamento Triathlon: http://xterrabrasil.com.br/tour-2018/wp-content/uploads/2018/05/18_XTERRA_BRAZIL_REGULAMENTO_TRIATHLON.pdf
    Vagas para o Mundial de Trail Run (22 km), que será em 02/12/2018 em Kaneohe, em Honolulu, no Havaí

    Faixa Etária Vagas Masculinas Vagas Femininas
    Geral 5 5
    15 a 19 anos 1 1
    20 a 29 anos 1 1
    30 a 39 anos 1 1
    40 a 49 anos 1 1
    50 a 59 anos 1 1
    60 a 69 anos 1 1
    70 a 79 anos 1 1
    TOTAL 12 12

    Regulamento Trail Run: http://xterrabrasil.com.br/tour-2018/wp-content/uploads/2018/05/18_XTERRA_BRAZIL_REGULAMENTO_HALF.pdf
    O renomado triatleta Kieran McPherson, natural da Nova Zelândia e campeão do XTERRA Argentina, disputado no último dia 25 de março, em San Juan, é um dos confirmados para encarar o desafio brasileiro. Será a segunda participação de McPherson no Brasil (ficou em 2° lugar em 2017) e, dessa vez, ele não vem sozinho. Convidou o amigo e companheiro de treinos, o compatriota Alex Roberts. Confiança e elogios ao território brasileiro não faltam para os oceânicos.

    Neozelandês Kieran McPherson é um dos favoritos para o XTERRA BrazilO neozelandês Kieran McPherson é um dos principais triatletas estrangeiros no XTERRA Brazil. Foto: Thiago Lemos

    “Participei do XTERRA Brazil ano passado e desta vez estarei de volta porque gostei muito da atmosfera brasileira, é um país muito verde e bonito, acho sensacional que seja uma das etapas do circuito Pan-Americano. Essa prova é uma das minhas duas principais metas para o primeiro semestre e dessa vez espero vencer porque estou melhor preparado”, diz McPherson, de 26 anos. Já Alex, que tem 27 anos, é mais direto em sua resposta: “Kieran me contou coisas boas sobre o XTERRA brasileiro e eu decidi que precisava conhecer e competir também”, afirma.

    Assim como os neozelandeses, o evento terá a participação de atletas da elite de outros países, como Estados Unidos, Canadá, Argentina e Chile por exemplo. A competição de Triathlon masculina terá, pelo menos, oito atletas com reais condições de vitória, o que tornará uma das provas mais acirradas de todos os tempos. Entre as mulheres, Sabrina Gobbo, atual tetra campeã brasileira, permanece com amplo favoritismo.
    A modalidade Aquathlon, que teve lotação máxima na 1° etapa do ano, em Costa Verde, e foi um presente pela edição centenária do XTERRA em solo brasileiro, será realizada novamente no arquipélago paulista. Para os amantes exclusivos de duas rodas e pedal, será a abertura do calendário de MTB no XTERRA 2018, já que no último mês de março, a modalidade não esteve no cronograma. Ciclistas vitoriosos e experientes começarão mais uma longa caminhada rumo ao título anual, como é o caso dos atuais campeões Sidnei Fernandes (bicampeão 2016 e 2017) e Sofia Subtil, além de seus principais oponentes: Daniel Grossi, Edivando de Souza, Roberta Stopa e Sabrina Gobbo. As competições de MTB serão realizadas no domingo, 13 de maio, a partir das 8h.

    Sidnei Fernandes é o atual campeão do MTB ProSidnei Fernandes vai tentar o tricampeonato no MTB Cup Pro. Foto: Thiago Lemos

    O XTERRA Brazil 2018 é apresentado pelo SESI e patrocinado pela Prefeitura de Ilhabela.
    XTERRA Brazil – Ilhabela, SP
    Data: 12 e 13 de maio – Temporada 2018
    Local: Praia do Perequê – Ilhabela, SP
    Inscrições:  https://bit.ly/2qDb2Pf
    Cronograma: http://xterrabrasil.com.br/tour-2018/wp-content/uploads/2018/03/18_XTERRA_BRAZIL_CRONOGRAMA..pdf

    Daniel Grossi conta sua expectativa para o MTB Cup Pro em 2018

    Atual vice-campeão, mineiro quer participar de mais edições para conquistar seu primeiro título no XTERRA

    Daniel Grossi é um dos principais nomes do MTB no Brasil e quer faturar o XTERRA em 2018

    Já aos 13 anos de idade o jovem Daniel Grossi esboçava suas pedaladas mais aventureiras nas trilhas de Juiz de Fora, sua terra natal. No fundo ele já sabia o que, de fato, o deixava feliz e não demorou para escolher a profissão ideal. Atualmente é um dos principais ciclistas de XCO do Brasil e um dos favoritos a conseguir o topo do ranking do XTERRA na modalidade MTB Cup Pro, título este que ainda não veio em cinco temporadas disputadas. O atleta garante que não há frustração, exalta seus principais concorrentes e diz que 2018 tende a ser diferente.
    “O Sidnei é um grande competidor, já tem vários títulos no XTERRA e conhece todas as provas muito bem. O Edivando é a mesma coisa, então eu sempre fiquei feliz com meus desempenhos. Mas é claro que quero vencer e me tornar o campeão. Em 2018 vou me empenhar ainda mais para isso e em dezembro, lá em Paraty, quero estar presente, pois ano passado não pude comparecer na última etapa e acho que foi um dos principais motivos para não ter sido campeão”, explica Grossi, aproveitando para elogiar os únicos dois campeões da modalidade, Sidnei Fernandes e Edivando de Souza Cruz.
    Daniel, atual vice-campeão do ranking, sabe exatamente o que precisa ajustar para atingir o objetivo e as primeiras providências já começaram a ser tomadas para a próxima etapa, a primeira com o MTB, o XTERRA Brazil, em Ilhabela, nos dias 12 e 13 de maio. “Nesse ano vou chegar preparado! Ilhabela tem muitas subidas íngremes e é uma das etapas mais difíceis do circuito. Além disso, vou trocar a relação de marchas, pegar um peão e uma coroa (peças de bike) maiores e já começar a treinar muitas subidas”, planeja.

    Daniel GrossiGrossi irá adaptar sua bike para a edição do XTERRA Brazil, em maio

    Daniel participou do XTERRA pela primeira vez em 2009 e desde então é só admiração pelo evento. “Comecei em 2009, mas fiz uma etapa somente, depois fui voltando aos poucos e hoje em dia estou sempre presente. A organização, o comprometimento com o atleta e com quem acompanha o atleta são diferenciais no XTERRA. Além disso, o ambiente é agradável, tem sempre uma aventura esportiva e toda etapa tem sua peculiaridade, o que faz o evento ter de tudo! Certamente há uma edição que se encaixa com o perfil de cada um e o que digo é para as pessoas não deixarem de participar. Preferência por alguma prova, alguma localidade nós profissionais também temos, é normal. Mas o importante é estar sempre presente”, aconselha.

    Além de ser um dos ciclistas mais conceituados no país, Daniel Grossi, aos 29 anos, também é professor e dono da assessoria esportiva Daniel Grossi Treinamento Esportivo (http://danielgrossitreinamento.com.br/). Com mais de 500 alunos atendidos até hoje, o mineiro tem o desafio diário de achar tempo para treinar em dois períodos e ainda orientar seus pupilos. Apesar da dificuldade, o resultado sempre é satisfatório.

    Triatletas do asfalto disputarão o XTERRA pela primeira vez em Mangaratiba

    Buscando motivação no esporte, diversão ou adquirir experiência, Fernando Toldi e Débora Boaretto chegam ao maior evento off-road do mundo

     

    Além de ser a centésima etapa no Brasil e contar com a modalidade de Aquathlon, o XTERRA Costa Verde 2018 terá mais uma novidade: a participação de dois triatletas profissionais do asfalto, Fernando Toldi e Débora Boaretto, que se arriscarão no Triathlon off-road pela primeira vez, porém por motivos diferentes e um em comum. Ele busca se desafiar e adquirir vivência no cenário off-road, já ela está atrás de uma motivação para seguir a carreira de esportista, todavia a certeza é que ambos esperam encontrar muita diversão.

     

    Competindo profissionalmente há quatro anos, o paulista Fernando Toldi é bicampeão do Troféu Brasil e ficou em terceiro lugar no Ironman do Equador (2015) e no Ironman da Tailândia (2017). Apesar de feitos marcantes em tão pouco tempo, Toldi reforça ser especialista no asfalto e garante que os treinamentos na natureza não são habituais, porém demonstra uma pequena ponta de otimismo.

     

    “Não costumo treinar outdoor, apenas quando vou para São Bento do Sapucaí, onde meu avô tem uma fazenda e é excelente para a prática da modalidade. Sempre tive vontade de correr uma prova do XTERRA, testar meu nível na natureza mesmo e vou para Costa Verde sem nenhuma preparação específica, mas certamente vou curtir e ganhar muita experiência. É capaz de eu me sair bem mesmo assim, vamos ver”, supõe aos risos.

     

    Toldi explica também que competir no XTERRA irá ajudar em sua formação de ciclista e acha importante todo atleta indoor ter um pouco de contato com as provas off-road. “O MTB ajuda a desenvolver potência e explosão por conta de percursos íngremes e acidentados, é importante para ser um ciclista completo. Aprimorar as habilidades técnicas e trabalhar a força é crucial, obviamente com cautela, pois os riscos são maiores, mas a migração para a natureza é válida aos poucos”.

     

    Já a carioca Débora Boaretto sofreu alguns traumas durante suas pedaladas no asfalto, desde quedas resultantes em lesões graves até um assalto, em 2013, que lhe rendeu uma fratura na clavícula. Aos 32 anos de idade, Débora conta que perdeu a paixão em pedalar em provas urbanas e que o XTERRA promete ser a solução para resgatar um “romance” adormecido. “Resolvi mudar porque ando sem motivação para treinar bike no asfalto, por diversos motivos, então para me manter no esporte achei que seria uma boa alternativa. Acredito que vou me divertir bastante”, cogita a atleta.

     

    Tricampeã brasileira de natação nos 100m peito no início dos anos 2000, alguns pódios conquistados em Ironman e até participação no Mundial de Ironman (70.3) na Áustria, em 2015. Com tudo isso Débora Boaretto já se sente realizada esportivamente, mas ainda quer reconquistar a alegria durante os treinos. A prática no MTB começou no fim de 2017 e o pouco tempo de treinamento já lhe parecem ser benéficos.

     

    Débora Boaretto quer recuperar a confiança na bike

     

    “Fiquei com medo de furtos, acidentes, quedas, já fraturei a clavícula duas vezes e o MTB está me ajudando a recuperar a autoconfiança na bike e em mim mesma, pois com medo as reações se alteram. Além disso o é tudo muito caro nesse mundo do triathlon, cada inscrição é um absurdo, então comecei a me questionar sobre minha participação. Estou na fase de descobrir o que vale a pena ou não!  E o XTERRA, financeiramente falando, é bem mais acessível do que as provas de asfalto”, revela Boaretto.

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