39.0481, -77.4728
  • 01 e 02 de Junho

    OURO PRETO

    Ouro Preto – MG

    -20.3948400, -43.5051700 Inscreva-se Saiba Mais
  • 08 e 09 de Junho

    Praia do Forte

    Mata do São João – BA

    -12.574687, -38.004731 Inscreva-se Saiba Mais
  • 13 e 14 de Julho

    Agulhas Negras

    Visconde de Mauá - Resende/RJ

    Inscreva-se Saiba Mais
  • 24 e 25 de agosto

    Itaipava

    Petrópolis– RJ

    -22.903730, -43.609380 Inscreva-se Saiba Mais
  • 28 e 29 de setembro

    Estrada Real

    Tiradentes – MG

    -21.110108, -44.173202 Inscreva-se Saiba Mais
  • 02 e 03 de Novembro

    Indaiatuba

    Indaiatuba – SP

    -23.112450, -47.216160 Inscreva-se Saiba Mais
  • 30 de novembro e 01 de dezembro

    Búzios

    Armação dos Búzios – RJ

    -22.752792, -41.884151 Inscreva-se Saiba Mais
  • 9 e 10 de Fevereiro

    Costa Verde

    Mangaratiba - RJ

    -22.949793, -44.074256 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
  • 11 e 12 de Maio

    BRAZIL

    Ilhabela – SP

    -23.112450, -47.216160 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
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    Correr sem lesão: meias compressivas – acessório útil ou adorno?

    É cada vez mais frequente o uso de meias compressivas de várias cores, tamanhos, modelos e marcas diferentes em eventos de corrida. Mas quais os benefícios desta vestimenta? Ou será que é apenas um adereço utilizado por moda?

     

    Hoje vamos trazer três benefícios básicos, os mais conhecidos:

     

    1- PREVENÇÃO DE LESÕES – a compressão causada pela meia pode ajudar na eficácia da contração muscular, especialmente da panturrilha. Quanto mais volumosa a panturrilha, maior serão as oscilações que ela sofrerá durante a corrida. Oscilações que podem tracionar, tensionar o componente fascial e predispor a lesões. As meias irão conter esses movimentos. Pessoas com volume e trofismo normal da panturrilha não irão obter este benefício.

     

    2- MELHORA DO DESEMPENHO – Com a eficácia muscular, teoricamente melhora-se o desempenho. Um estudo interessante foi o de Brophy-Willians (2016), que mostrou eficácia nos treinos de tiros com o uso da meia compressiva entre os tiros. Apesar de algumas pesquisas sobre a melhora do desempenho, as evidências são conflitivas, já que há também muitos trabalhos científicos que não comprovam tal eficácia.

     

    3- RECUPERAÇÃO – De longe o efeito mais comprovado é a aceleração da recuperação. Dentre algumas revisões sistematizadas e ensaios clínicos, existe um muito interessante. Um estudo autraliano (S.A. Armstrong 2015) mostrou a recuperação mais rápida em corredores que usaram meias compressivas não somente em uma determinada maratona, mas também nas 48 horas pós prova.

     

    Enfim, alguns dirão que é bobagem, só mais um adorno, outros defenderão com unhas e dentes a utilização das meias. Tire suas conclusões e se ainda não chegou à uma definição, saiba que também existem os motivos para o uso além da ciência, como proteger as pernas nas provas de trail run. Com exceção de algum tipo de alergia ao tecido, não existe contraindicação absoluta para as chamativas meias compressivas.

     

    Sobre o Correr Sem Lesão

    Esse artigo é um oferecimento do curso online Correr Sem Lesão. Através do seu porta voz, Alexandre Rosa, a plataforma online foi feita para quem quer aprofundar o conhecimento e conduzir melhor seu treinamento de acordo com seu objetivo pessoal, como por exemplo: otimizar o fortalecimento, recuperação, escolher a melhor técnica de corrida tendo em vista suas características individuais. Saiba mais no site www.corrersemlesao.com.br/online.

    Acompanhe também o conteúdo exclusivo no Instagram e no canal do Youtube.

    https://www.instagram.com/corrersemlesao/

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    Correr sem lesão: Fortalecimento sob medida

    Tenho visto com grande frequência vários profissionais falando da importância do fortalecimento muscular para a prática esportiva. Isto, de fato, é sustentado pela ciência. Porém, não é simplesmente sair pegando peso na academia e pronto. Todo esporte exige uma demanda específica e quanto mais você se aperfeiçoa nele, mais esta especificidade de treinamento muscular pode fazer a diferença não só na performance, mas também na prevenção de lesões.

     

    Quando falamos em especificidade do treino muscular estamos nos referindo aos grupos mais utilizados em determinado esporte e tipo de contração predominante. Na corrida, de forma geral, observa-se grande atividade dos glúteos (máximo, médio e mínimo), quadríceps (anterior da coxa) e panturrilha. Variações como a subida exigem bastante também da musculatura posterior da coxa e a descida requer muito do quadríceps num tipo de contração chamada excêntrica, que nada mais é que a frenagem.

     

    Exercícios isolados de musculação são interessantes para fortalecimento mais seletivo da musculatura indicado principalmente quando se há um desequilíbrio muscular. Os exercícios funcionais são como o próprio nome diz, são ótimas opções para preparar a musculatura em situações mais próximas às encontradas no ambiente do esporte. Atletas em recuperação de lesões devem, no entanto, ter cuidado com este tipo de exercício e o ideal é que consultem médicos, fisiologistas e fisioterapeutas antes de iniciarem.

     

    Sobre o Correr Sem Lesão

    Esse artigo é um oferecimento do curso online Correr Sem Lesão e lá você encontra uma série de exercícios para fazer sozinho. O curso foi elaborado por Alexandre Rosa para quem quer aprofundar o conhecimento e conduzir melhor seu treinamento, otimizar o fortalecimento, recuperação, escolher a melhor técnica de corrida tendo em vista suas características individuais, etc. Essa semana encerram as inscrições para a turma 2. Você tem 7 dias para testar a plataforma do curso GRATUITAMENTE. Aproveite até o dia 05/04/2019. Saiba mais no site  www.corrersemlesao.com.br/online

    Do sofá às trilhas: a importância do coração

    Artigo escrito por Mimi Stockton, 5 vezes campeã mundial do Triathlon XTERRA em sua faixa etária

    Com a temporada de 2018 em andamento, você já pode estar planejando os ganhos físicos desejados e a melhoria no desempenho. Para a maioria, isso geralmente envolve planos de treinamentos focados no desempenho do corpo. Para outros, esses planos também incluirão treinamento para aumentar a resistência mental. E há ainda quem dará o próximo posso adiante e se dedicará também em treinar com o coração.

    Do que estou falando? Estou convencida de que quando um atleta treina e compete em um lugar de profundo amor pelo seu esporte, o desempenho aumenta na medida em que o estresse diminui. É importante ressaltar que não me refiro apenas aos atletas de elite. Esta abordagem de corrida com o coração está disponível para qualquer um que queira enfrentar um desafio no XTERRA.

    Ter o que chamamos de coração está além de simplesmente encontrar nossa própria vontade. A vontade humana, claro, é importante. É o que nos impulsiona a nadar outra vez ou a correr mais uma milha, mas é a natureza da motivação que importa ainda mais. Coração é essa motivação duradoura! A vontade é que nos leva a se inscrever para uma corrida ou nos leva à academia, mas o coração é o que nos faz ficar lá. O coração é o que nos leva a competir autenticamente com a nossa verdadeira natureza, que é diferente de ser apenas um corredor corajoso.

    Nós vemos exemplos de coração verdadeiro o tempo todo. Mesmo o fracasso pode ser um exemplo quando há uma disposição para aceita-lo, crescer a partir dele e tentar novamente. Mesmo na derrota ele não sai de você. Atletas que competem com o coração geralmente são focados no lazer. Intrinsicamente motivados, empolgados com a vitória e resistentes a contratempos e insucessos. O coração é também o elemento da experiência que contribui para as melhores histórias.

    Você provavelmente já tem um planejamento para sua próxima temporada, seja chegar à linha de chegada do seu primeiro XTERRA, seja diminuir o tempo ou talvez até mesmo conseguir um pódio e uma viagem ao XTERRA World Championship, mas se esse planejamento está exclusivamente em sua cabeça, você está em uma desvantagem significativa à medida que busca sua própria grandeza pessoal. Deixe seu coração e alma comandarem seu planejamento para a temporada.

    Quando o amor ao esporte é o principal fator que o leva para fora de casa, sempre haverá motivação para se esforçar. Seu nível de coração não pode ser medido, mas suas melhores performances sempre serão aquelas em que seu coração esteja plenamente envolvido, porque é nele que as sementes da grandeza pessoal são semeadas e nutridas, acredite.

     

    Ter coração não é um traço genético inato. É algo que pode ser aprendido. Então poderemos “explodir” em determinados momentos de uma competição a tal ponto de alcançar alguém que antes podia parecer impossível. Claro, as diferenças individuais sempre estarão lá, tornando-se um campo de jogo desigual (malditos profissionais são tão rápidos, não é justo!) – mas ainda podemos obter mais de nós mesmos se tentarmos.

     

    O caráter é construído através dessas adversidades e o coração e a alma do atleta amadurecem e se fortalecem. Ser conduzido pelo seu coração requer coragem para arriscar, mas é aí que as maiores recompensas são encontradas. Então coloque seu kit de triathlon e tome o seu lugar na linha de partida do mergulho. Viva sua vida plena, com toda a paixão e dedicação que você puder reunir. Deixe seu coração explodir com coragem e tenha fé em si mesmo. Saiba que sempre que você se comprometer 100%, o jogo estará ganho.

     

    Artigo publicado de forma original em https://www.xterraplanet.com/2018/04/xterra-couch-trail-importance-heart

    Atleta XTERRA, Patrick Stover dá dicas para iniciantes na Trail Run

    Patrick Stover tem presença constante nas edições do XTERRA norte-americano. Foto: Divulgação XTERRA

    Muitos atletas XTERRA fazem a prova de Trail Run parecer bem fácil. E os movimentos perfeitos e alinhados dos melhores corredores podem realmente dar essa impressão, mesmo nos trechos mais difíceis. Mas o veterano em XTERRA Patrick Stover fala a real, e garante que não é tão fácil quanto parece. “Eu adoro as descidas” admite Stover. “Esse é o momento de abrir distância e ganhar tempo. Nas subidas eu ainda estou descobrindo a melhor técnica”, completa.
    Assim como muitos atletas XTERRA, Patrick tem que equilibrar o trabalho, a vida social e o treino. Ele trabalha 10 horas por dia e ainda tem pique para 140 km de treinos semanais. Por isso mesmo ele acorda às 7:30 da manhã para correr. “Eu tomo café e vou direto treinar”. Se liga nas dicas do atleta para se dar bem no off- road.
    Durante a prova de Trail Run, ande se precisar
    Patrick Stover participou do XTERRA Trail Run World Championship 2017, ficou em 7° no geral e fez 21km em 1:32:40. Com esse tempo, é até difícil de acreditar que ele andou durante um pedaço da prova. “Nos primeiros 10 km eu estava bem e sabia que estava correndo muito rápido, mas não queria desacelerar. Então eu decidi manter o ritmo até não aguentar mais”, confessa.
    Quando ele chegou na subida, tomou uma decisão. “Fiquei cansado quando comecei a subir e pensei: não vou nem tentar correr nessa subida, só vou andar rápido”, disse Patrick.
    Segundo Stover, correr na subida pode ser contra produtivo por causa da posição do corpo, que fica curvado e tenso. Por isso, é melhor relaxar, abrir o peito e andar com os braços mais soltos. O resultado é imediato: a respiração fica mais fácil e mais oxigênio chega aos músculos, isso aumenta a recuperação e conservação de energia. “É normal querer correr durante toda a corrida, mas às vezes você sobe mais rápido se está relaxado e andando forte”, garante o atleta.
    Nas subidas, coloque as mãos nas coxas
    “Outra dica boa é colocar as mãos nas coxas para conservar energia e conseguir fazer a subida com mais força“, orienta Patrick. Ele recebeu essa dica de atletas de endurance. Essa é uma técnica emprestada dos corredores de montanhas e alpinistas, que usam estacas para melhorar a eficiência da escalada. Como a Trail Run não tem estacas, colocar as mãos sobre as coxas empurra os músculos e aumenta a força com que o atleta empurra o chão com a perna.
    Energia no XTERRA!
    Outra dica importante Patrick aprendeu com seu amigo, colega de treino, e atleta XTERRA Bree Wee. “Às vezes você só tem que ir com tudo! Eu gosto de ir devagar e constante, mas também tem a hora de acelerar. Não dá para correr e ficar confortável ao mesmo tempo”, explica.
    Claro, é muito importante guardar energia em corridas longas, como um XTERRA Trail Run 21 km. Mas também é muito importante arriscar e sair da zona de conforto quando possível. Para isso, pise no antepé, mantenha os ombros baixos e relaxados, olhe para frente e imagine que tem alguém te empurrando por trás. Essa combinação vai te ajudar a ganhar velocidade, mas sem perder a eficiência.
    Durante o XTERRA, divirta-se
    A forma física e eficiência são partes importantes da corrida, mas Patrick também garante que a melhor forma de correr rápido é correr feliz. “A melhor coisa em qualquer corrida é a nova aventura. É claro que os resultados são importantes, mas meu foco é sempre aproveitar o máximo possível. A vistas nas trilhas são sempre bonitas e encantadoras”.

    Quando a teimosia resulta em sucesso

    Americana Teylar Adelsberger ficou em 3° lugar no XTERRA Trail Run World Championship mesmo impossibilitada de treinar devidamente

     

    As lesões fazem parte da vida de todos os esportistas. É algo natural, porém  uma “pedra no sapato” de quem as sofre. É muito comum ouvir lamentações de corredores e atletas em geral, pois lesionado qualquer um fica sem condições de praticar exercícios ou, pelo menos, parcialmente impossibilitado.

     

    Mas existe uma corredora que mostrou ser teimosa e obstinada o suficiente para não permitir que uma avaria física atrapalhasse sua participação no XTERRA Trail Run World Championship. Teylar Adelsberger, norte-americana, natural da cidade de O’Fallon, no estado de Missouri, lembre-se da história dela quando se contundir novamente e achar que está tudo perdido.

     

    Teylar mora na cidade de Columbia e é uma corredora nata, porém evoluída graças aos treinamentos físicos e sua alimentação que a tornaram forte tanto em massa corporal quanto em agilidade. Tudo isso, somado à muita força de vontade e gana em competitividade, criaram uma “máquina de velocidade”. “Desde meus 17 anos eu já sabia o que queria fazer e estabeleci certos objetivos para mim, então me obriguei a fazer todas as pequenas coisas extras fora da prática da corrida, como ter certeza de que minha nutrição estava correta e que eu dormia o suficiente para repousar o corpo”, diz Adelsberger, aos 22 anos de idade atualmente.

     

    Em seu primeiro ano de Universidade, Teylar já se sentia à vontade para correr em um ritmo espetacular, foi quando entrou para o grupo Strong Runner Chick, de Megan Flanagan, no último mês de setembro. A loira descobriu que a amiga participaria do XTERRA Oahu, o Mundial de Trail Run do XTERRA, que seria disputado em 3 de dezembro. Sendo assim, tratou também de efetuar sua inscrição e estava prestes a iniciar a preparação específica se não fosse um contratempo, uma lesão por estresse no fêmur direito.

     

    O diagnóstico veio também com a recomendação médica direcionada: “Nada de corrida por oito semanas”. A atleta até acatou o pedido, mas sua teimosia a obrigou a modificar as atividades físicas para manter o condicionamento e não chegar tão abaixo das adversárias no Mundial. “Fiz uma meta para conseguir oito horas de treinamento cruzado por semana e queria tirar um dia de folga, então funcionou com cerca de 90 minutos diários pedalando ou nadando, trabalhando na construção da capacidade pulmonar”, explica Adelsberger.

     

    Teylar, de fato, ficou sem correr, mas não sem treinar! Não são todos os que podem parar de correr por oito semanas e ainda ocupar o terceiro lugar no XTERRA Trail Run World Championship. Ela surpreendentemente terminou atrás somente da compatriota Dani Moreno e da holandesa Giselle Slotboom nos 21K.

     

    “Adorei meu desempenho no XTERRA e estou me certificando de estar fazendo o certo para mim, mas ainda estou descobrindo os grandes objetivos. Quero apenas me divertir ou há algo mais que eu quero alcançar”? Indaga a americana, ainda em dúvidas sobre seu futuro no esporte.

     

    Felizmente para Adelsberger, não parece haver nada que ela não possa fazer. A jovem já mostrou ser um exemplo claro de força de vontade. E você, o que pode fazer? Qual é o grau da sua contusão? Lembre-se que teimosia rendeu sucesso para Teylar, mas seja prudente.

    5° edição do XTERRA em 2017 premia atletas consagrados em Ouro Preto

    XTERRA Ouro Preto 2Antônio Gonçalves foi o primeiro na Half Trail Run a cruzar a linha de chegada

    No último final de semana (22 e 23) o XTERRA, maior festival de esportes off road do mundo, esteve em Ouro Preto para a disputa de sua quinta edição em 2017. Famoso por suas provas radicais, que provocam alto grau de endorfina, o evento contou com vitórias de atletas já conhecidos na cena esportiva e acostumados à primeira colocação. Destaques para Antônio Gonçalves da Silva, que pela sexta vez, foi o grande campeão da categoria mais popular, a Half Trail Run (25,8 km), enquanto a paulista Sabrina Gobbo tornou a vencer a disputa MTB Cup Pro (46 km). Todos os resultados finais podem ser conferidos no link https://goo.gl/xnH9sx.
    Centenas de competidores estiveram presentes e puderam viver a experiência única de uma etapa XTERRA, presenciando as belezas naturais e a admirável arquitetura colonial da cidade mineira. Para Sabrina Gobbo, a prova foi de seu gosto peculiar. “A etapa foi bem bacana, no estilo que eu gosto, com bastante subida e dificuldade. Os dois singles tracks que tiveram no percurso valeram para a diversão do meu dia, relatou a atleta de 40 anos, que terminou quinze minutos à frente da segunda colocada.
    O campeão da Half Trail Run, que consiste em correr uma distância de 25,8 km, foi o favorito Antônio Gonçalves, de 27 anos. O mineiro, natural da cidade de Piau, conquistou sua sexta vitória seguida nas etapas XTERRA e, revelou ter tido um gosto especial nesta última, já que não esperava o triunfo. “Tive um estiramento na coxa direita há quinze dias e achei que não iria conseguir dar o meu melhor, então não esperava ficar em primeiro. Essa conquista merece ser comemorada em dobro”, confessou.
    Antônio tem uma fazenda própria e cria dezenas de animais ao lado de sua mãe e namorada e garante que não se considera imbatível e ainda revela seu segredo. “Sempre me cuido bastante para fazer boas provas e acho que isso reflete no meu desempenho, mas eu gosto de ficar leve, então corro sem camisa e não levo água. Eu me hidrato bastante até a hora da disputa, engordo 4 kg propositalmente também, pois é o peso que perco em média durante uma prova”, contou.
    O XTERRA voltou para Ouro Preto após dois anos e realizou a terceira edição na cidade histórica. A próxima edição do festival, que é apresentado pelo SESI, será realizada em 12 e 13 de agosto, na região de Costa Verde, em Mangaratiba, no Rio de Janeiro. As inscrições estão abertas e podem ser feitas através do link https://goo.gl/zNknLR.

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