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    Estrada Real

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    Correr sem lesão – Recuperação pós-treino

    Em várias oportunidades destacamos a importância da recuperação na prevenção de lesões e no desempenho esportivo. E assim como quase tudo na ciência do esporte, as técnicas de recuperação evoluíram muito nos últimos tempos. Tanto os recursos antigos quanto as novas técnicas têm sido cada vez mais utilizadas para deixar o atleta pronto para a atividade de forma mais rápida e eficiente.

     

    São diversas técnicas com eficácia, validade científica e praticidade variadas:

     

    • Crioterapia – O gelo é utilizado tanto na recuperação quanto no tratamento de lesões. Existem vários protocolos e formas de aplicação. Talvez a mais utilizada seja a crioimersão (banheira de gelo). Há uma linha de cientistas que questionam o uso do gelo. Fato é que para muitos a sensação de bem-estar e alívio é notória.

     

    • Massagem esportiva – é a estimulação mecânica manual de tecidos com objetivo de melhorar a circulação e relaxar a musculatura. Existem várias técnicas, que na sua grande maioria, são eficazes. Técnicas comuns são o deslizamento, a tabotagem e a petrissagem (aplicação de pressão profunda).

     

    • Compressão pneumática intermitente – são as famosas botas de compressão tão difundidas ultimamente. A pressão cíclica exercida pelo dispositivo causa uma melhora do retorno venoso além da sensação de relaxamento e bem-estar.

     

    Existem outras formas que geram um pouco mais de discussão como as ventosas, o agulhamento seco (dry neddling), a yoga, uso de meias compressivas, entre outras. Todas têm suas indicações e contra indicações que devem ser cuidadosamente observadas.

     

    Com tudo isto, a técnica que a ciência mais endossa é o sono. Um estudo recente de uma revista científica renomada mostrou que sono de qualidade é a melhor forma de recuperação para atletas. Aliás, acho que para todo mundo!

    Correr sem Lesão: Dor muscular tardia

    Tenho certeza que todos já experimentaram aquela sensação de dor no corpo após uma atividade física intensa. Esta é a chamada dor muscular tardia.

     

    A DMT é a condição de dor e espasmos musculares que acontecem após uma atividade física extenuante. Os sintomas geralmente começam nas extremidades e vão se espalhando. Na maioria das vezes não sentimos os sintomas logo após a atividade, o pico de dor ocorre entre 24 e 48 horas após o exercício.

     

    Entre as causas da DMT estão o acúmulo de ácido lático, espasmos musculares, microlesões no tecido conectivo e muscular, além de enzimas inflamatórias decorrentes do próprio exercício. Como a DMT pode afetar força, amplitude de movimento e padrão de recrutamento muscular, ela pode ser um fator de predisposição de lesões. Por isso, fazer atividades físicas vigorosas no período da dor pode ser perigoso. Os sintomas podem durar até cinco dias.

     

    Existem várias maneiras de se acelerar o processo de recuperação: gelo, massagem, banhos, ventosas, porém o chamado descanso ativo, que é realizar atividades físicas leves é a melhor maneira de otimizar a recuperação. Falaremos mais sobre isto no nosso próximo artigo.

     

    Sobre o Correr Sem Lesão

    Esse artigo é um oferecimento do curso online Correr Sem Lesão. Através do seu porta voz, Alexandre Rosa, a plataforma online foi feita para quem quer aprofundar o conhecimento e conduzir melhor seu treinamento de acordo com seu objetivo pessoal, como por exemplo: otimizar o fortalecimento, recuperação, escolher a melhor técnica de corrida tendo em vista suas características individuais. Saiba mais no site www.corrersemlesao.com.br/online.

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    Correr sem Lesão: Esqueçam a biomecânica

    No último final de semana fiz minha primeira prova de trail run, a etapa XTERRA Ouro Preto. No retorno a Belo Horizonte, fiquei durante todo o trajeto pensando sobre tudo aquilo que eu ensino para pacientes e alunos sobre biomecânica da corrida. Cruzando com a experiencia recém vivida eu digo, ESQUEÇAM TUDO!

     

    A biomecânica fala em aumentar a cadência, diminuir a oscilação vertical (para quem não sabe, OV é o tanto que seu corpo sai do chão durante a corrida). No trail você pisa onde dá, muitas vezes uma passada longa vai te garantir uma superfície mais estável para pisar. O mesmo digo para oscilação vertical, correr muito rente ao solo pode lhe render uma bela queda, ou o próximo passo pode ser um metro para cima de onde você está, não dá para controlar.

     

    No trail, pronação e supinação para muito pouco serve, o pé tem que se adaptar as irregularidades do terreno de uma maneira muito rápida e até mesmo sem tocar completamente o solo. O que vale é o equilíbrio e as “forças nas canelas” para seguir em frente.

     

    Se você quer fazer algo de bom para se preparar para uma trilha, quem sabe uma etapa do XTERRA, o negócio é caprichar no reforço muscular e nos famosos treinos proprioceptivos (equilíbrio). No mais é só curtir o visual que uma prova de trail lhe proporciona.

     

    Sobre o Correr Sem Lesão

    Alexandre Rosa

    Esse artigo é um oferecimento do curso online Correr Sem Lesão. Através do seu porta voz, Alexandre Rosa, a plataforma online foi feita para quem quer aprofundar o conhecimento e conduzir melhor seu treinamento de acordo com seu objetivo pessoal, como por exemplo: otimizar o fortalecimento, recuperação, escolher a melhor técnica de corrida tendo em vista suas características individuais. Saiba mais no site www.corrersemlesao.com.br/online.

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    Correr sem lesão: meias compressivas – acessório útil ou adorno?

    É cada vez mais frequente o uso de meias compressivas de várias cores, tamanhos, modelos e marcas diferentes em eventos de corrida. Mas quais os benefícios desta vestimenta? Ou será que é apenas um adereço utilizado por moda?

     

    Hoje vamos trazer três benefícios básicos, os mais conhecidos:

     

    1- PREVENÇÃO DE LESÕES – a compressão causada pela meia pode ajudar na eficácia da contração muscular, especialmente da panturrilha. Quanto mais volumosa a panturrilha, maior serão as oscilações que ela sofrerá durante a corrida. Oscilações que podem tracionar, tensionar o componente fascial e predispor a lesões. As meias irão conter esses movimentos. Pessoas com volume e trofismo normal da panturrilha não irão obter este benefício.

     

    2- MELHORA DO DESEMPENHO – Com a eficácia muscular, teoricamente melhora-se o desempenho. Um estudo interessante foi o de Brophy-Willians (2016), que mostrou eficácia nos treinos de tiros com o uso da meia compressiva entre os tiros. Apesar de algumas pesquisas sobre a melhora do desempenho, as evidências são conflitivas, já que há também muitos trabalhos científicos que não comprovam tal eficácia.

     

    3- RECUPERAÇÃO – De longe o efeito mais comprovado é a aceleração da recuperação. Dentre algumas revisões sistematizadas e ensaios clínicos, existe um muito interessante. Um estudo autraliano (S.A. Armstrong 2015) mostrou a recuperação mais rápida em corredores que usaram meias compressivas não somente em uma determinada maratona, mas também nas 48 horas pós prova.

     

    Enfim, alguns dirão que é bobagem, só mais um adorno, outros defenderão com unhas e dentes a utilização das meias. Tire suas conclusões e se ainda não chegou à uma definição, saiba que também existem os motivos para o uso além da ciência, como proteger as pernas nas provas de trail run. Com exceção de algum tipo de alergia ao tecido, não existe contraindicação absoluta para as chamativas meias compressivas.

     

    Sobre o Correr Sem Lesão

    Esse artigo é um oferecimento do curso online Correr Sem Lesão. Através do seu porta voz, Alexandre Rosa, a plataforma online foi feita para quem quer aprofundar o conhecimento e conduzir melhor seu treinamento de acordo com seu objetivo pessoal, como por exemplo: otimizar o fortalecimento, recuperação, escolher a melhor técnica de corrida tendo em vista suas características individuais. Saiba mais no site www.corrersemlesao.com.br/online.

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    Correr sem Lesão: Prevenindo entorses de tornozelo

    Hoje vamos falar de uma lesão muito comum no trail run e em esportes de aventura, as entorses (ou torções) de tornozelo.

     

    O tornozelo é a articulação que liga o pé, pelo o osso do tálus, à perna através da parte distal da tíbia e fíbula (ossos da canela). Ele é estabilizado por uma série de ligamentos e músculos, tanto na parte de dentro quanto de fora.

     

    Quando submetemos nosso tornozelo a um movimento brusco e imprevisto, esperamos que nosso cérebro envie de forma rápida uma informação para os músculos, para que estes reajam de maneira rápida e consigam assim reestabilizar o movimento protegendo a articulação. Quando isto não ocorre temos a torção do tornozelo.

     

    As entorses podem ser de grau I, II ou III de acordo com a extensão da lesão dos ligamentos. Como consequência, ainda podemos observar a fratura do quinto dedo do pé (fratura do quinto metatarso, igual à lesão que o jogador de futebol Neymar teve em 2018). O tempo de recuperação pode variar de 15 dias a 2 meses e na maioria das vezes é conservador (ou seja, sem cirurgia).

     

    As entorses podem ser evitadas através dos exercícios de fortalecimento de fibulares (músculos da lateral do tornozelo), dorsiflexores e músculos da sola do pé, além dos famosos exercícios de equilíbrio (propriocepção). Existem vários trabalhos de qualidade mostrando a eficácia dos exercícios na prevenção desta que é a lesão mais comum no esporte.

     

    Sobre o Correr Sem Lesão

    Esse artigo é um oferecimento do curso online Correr Sem Lesão, de iniciativa do fisioterapeuta, educador físico e professor universitário – Alexandre Rosa. O projeto vai promover um evento em Belo Horizonte, o primeiro de muitos eventos presenciais exclusivos para corredores e maratonistas, no próximo dia 16 de maio. Será no Auditório do Edifício Liberdade, às 19h. Os alunos do curso online têm entrada gratuita e os ingressos para os demais participantes tem o valor simbólico de R$ 40,00.

     

    Fica o convite para você que estiver na capital mineira nessa data. Para mais informações, acesse https://corrersemlesao.com.br/evento. Contato: corrersemlesaodigital@gmail.com ou what’s app (31) 99107-7528.

    Correr sem lesão: Fortalecimento sob medida

    Tenho visto com grande frequência vários profissionais falando da importância do fortalecimento muscular para a prática esportiva. Isto, de fato, é sustentado pela ciência. Porém, não é simplesmente sair pegando peso na academia e pronto. Todo esporte exige uma demanda específica e quanto mais você se aperfeiçoa nele, mais esta especificidade de treinamento muscular pode fazer a diferença não só na performance, mas também na prevenção de lesões.

     

    Quando falamos em especificidade do treino muscular estamos nos referindo aos grupos mais utilizados em determinado esporte e tipo de contração predominante. Na corrida, de forma geral, observa-se grande atividade dos glúteos (máximo, médio e mínimo), quadríceps (anterior da coxa) e panturrilha. Variações como a subida exigem bastante também da musculatura posterior da coxa e a descida requer muito do quadríceps num tipo de contração chamada excêntrica, que nada mais é que a frenagem.

     

    Exercícios isolados de musculação são interessantes para fortalecimento mais seletivo da musculatura indicado principalmente quando se há um desequilíbrio muscular. Os exercícios funcionais são como o próprio nome diz, são ótimas opções para preparar a musculatura em situações mais próximas às encontradas no ambiente do esporte. Atletas em recuperação de lesões devem, no entanto, ter cuidado com este tipo de exercício e o ideal é que consultem médicos, fisiologistas e fisioterapeutas antes de iniciarem.

     

    Sobre o Correr Sem Lesão

    Esse artigo é um oferecimento do curso online Correr Sem Lesão e lá você encontra uma série de exercícios para fazer sozinho. O curso foi elaborado por Alexandre Rosa para quem quer aprofundar o conhecimento e conduzir melhor seu treinamento, otimizar o fortalecimento, recuperação, escolher a melhor técnica de corrida tendo em vista suas características individuais, etc. Essa semana encerram as inscrições para a turma 2. Você tem 7 dias para testar a plataforma do curso GRATUITAMENTE. Aproveite até o dia 05/04/2019. Saiba mais no site  www.corrersemlesao.com.br/online

    Correr sem lesão: trail run x corrida de asfalto

    Sem entrarmos no mérito do prazer ou preferências pessoais, existem diferenças na biomecânica da corrida feita na rua e na trilha que interferem diretamente no aparecimento de lesões e na forma de treinamento. É o que vamos discutir um pouco agora.

     

    Dificilmente você vai fazer um treino ou uma prova na trilha predominantemente plana. E tanto na subida quanto na descida o recrutamento muscular muda em relação ao plano. Subidas exigem mais da panturrilha e extensores do quadril, como o glúteo, e decidas exigem do quadríceps, que é o músculo anterior da coxa. E mais, na descida, os músculos principalmente o quadríceps trabalham de forma excêntrica. Este tipo de contração é a de frenagem, onde o músculo contrai (faz força) e alonga ao mesmo tempo. A maior parte das lesões musculares acontece na fase excêntrica.

     

    Outra diferença importante gira em torno da irregularidade do terreno. Com uma frequência muito grande o corredor de trilha enfrenta terrenos extremamente irregulares onde não se pode apoiar totalmente os pés e existe um componente torsional que predispõe os atletas às entorses de tornozelo e joelho podendo gerar lesões graves. Existem diversos treinos funcionais que trabalham uma propriedade neuromotora chamada propriocepção. A propriocepção é a capacidade do corpo se perceber no espaço e reagir de forma rápida e eficaz a estímulos inesperados.

     

    Enfim, por mais que correr em trilhas exija um pouco mais do nosso corpo, se fizermos uma preparação adequada, podemos curtir os benefícios que o esporte outdoor nos oferece com um baixo risco de lesões.

     

    Sobre o Correr Sem Lesão

    Esse artigo é um oferecimento do curso online Correr Sem Lesão, que vai abrir uma nova turma no próximo  dia 25 de março. Através do seu porta voz, Alexandre Rosa, a plataforma online foi feita para quem quer aprofundar o conhecimento e conduzir melhor seu treinamento de acordo com seu objetivo pessoal, como por exemplo: otimizar o fortalecimento, recuperação, escolher a melhor técnica de corrida tendo em vista suas características individuais, etc. Saiba mais no site  www.corrersemlesao.com.br/online

     

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    Correr sem Lesão: escolha do tênis de corrida – o filtro do conforto

    No nosso último texto falamos da importância da pronação e supinação na marcha e na corrida. Mas será que um calçado pode mesmo melhorar ou piorar a pisada do corredor?

     

    A escolha do tênis ideal é um assunto em constante evolução e sempre gera alguma polêmica. Já faz algum tempo que muita importância é dada aos calçados com suposta capacidade de corrigir as alterações de pisada. Mas nos últimos anos, de forma inconsciente, valorizamos o conforto, que tem ganhado o respaldo da ciência. Existem estudos de qualidade mostrando que a escolha do tênis de corrida com base no conforto pode ser um fator de prevenção de lesões.

     

    A informação deve ser interpretada com cuidado, pois segundo as mesmas pesquisas, o corredor intuitivamente seleciona um produto confortável usando seu próprio filtro, que lhe permite usar o “padrão de movimento preferido,” que geralmente é o que ele está mais acostumado. Isto se aplica muito bem a corredores mais experientes que conhecem o próprio corpo e têm rodagem suficiente para ter a clara percepção da confortabilidade. Para grupos de iniciantes, pessoas com sobrepeso ou lesionados, por exemplo, um tênis para o tipo certo de pisada ainda é a melhor pedida.

     

    Um fator importante na hora de escolher o tênis é a técnica de corrida. Corredores que utilizam o calcanhar como primeiro ponto de contato com o solo devem preferir tênis com um drop (diferença de altura entre a parte anterior e posterior do calçado) maior entre 8 e 12mm, com um sistema de amortecimento bom. Para este público, pronação e supinação voltam a ter alguma importância. Para os corredores que usam o médio/antepé como primeiro ponto de contato com o solo devem preferir tênis com um drop menor ou mesmo o tênis minimalista. Para estes, o tipo de pisada pouco importa.

     

    Logo podemos constatar que sim, o calçado é capaz de modificar a pisada do corredor.

     

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    Correr sem lesão: qual é a sua pisada?

    Ao comprar um tênis, muitos corredores se deparam com a seguinte situação: o vendedor pede para que o calçado seja retirado, observa os pés do atleta e “dá o diagnóstico” de pronação e supinação.

     

    Sem entrar no mérito (ainda) de escolha de calçado (que será tema do nosso próximo artigo), o que o corredor precisa entender é que pronação e supinação são eventos dinâmicos perfeitamente normais durante a locomoção humana.  A pronação é o movimento de aplainamento do pé e diminuição do arco plantar que acontece na fase de suporte da marcha e da corrida, ou seja, quando temos o peso do corpo todo sobre uma perna, e serve para absorção do impacto e adaptação do pé às irregularidades do solo. Já a supinação é o movimento que traz o pé de volta à posição inicial após a pronação acontecer, aumentando o arco plantar e tornando o pé mais rígido para facilitar a impulsão.

     

    Em algumas circunstâncias temos alterações destes movimentos, é o que chamamos de pronação excessiva (overpronation) ou ausência de pronação (underpronation), que muitas vezes é chamada de supinação excessiva. Todas estas deformações, no entanto, são características dinâmicas que só podem ser observadas com a pessoa em movimento.

     

    Durante a análise estática, o que podemos observar é o pé plano, que é uma alteração estrutural onde há um desabamento do arco plantar que permanece imutável durante o movimento. O contrário é o pé cavo, onde podemos notar um aumento excessivo do arco plantar com uma rigidez acentuada do pé.

     

    Qual o efeito disto na corrida e escolha do calçado? Discutiremos no próximo artigo.

     

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    Correr sem lesão: a importância do aquecimento na vida do atleta

    O aquecimento faz parte da rotina de vários esportes e o que treinadores e atletas buscam ao realiza-lo é a melhora da performance e prevenção de lesões. Mas para que este objetivo seja alcançado, os movimentos devem seguir alguns princípios básicos, como o da especificidade, por exemplo.

     

    O que faz do aquecimento algo tão importante são as alterações físicas que ele produz. A calefação vai diminuir a rigidez das articulações e dos músculos fazendo com que o movimento ocorra de forma mais suave. Há também um aumento da taxa de liberação de oxigênio da hemoglobina para o tecido muscular, a aceleração do metabolismo basal e a diminuição do tempo de reação neural, promovendo assim uma maior eficácia e respostas rápidas do músculo.  Além disso, quando fazemos um aquecimento específico, aumentamos o fluxo sanguíneo na musculatura alvo e criamos uma sensação psicológica de “estar preparado”. Porém, o mais importante para o esporte é o que chamamos de “potencial de pós ação”, que é o aumento transitório da capacidade de contração muscular vindo em sequência da contração prévia da musculatura. Pode parecer complicado, mas não é. O músculo em repouso é estimulado com as constantes repetições, então o cérebro “aprende” as vias pelas quais este movimento deve acontecer. Desta forma, quando você realizar o movimento novamente, o cérebro já terá o knowhow da contração e a realizará com mais rapidez e comepetência.

     

    Muito se fala em especificidade, mas o que é isto?  Como dito, um bom aquecimento deve ser específico, ou seja, ele deve simular de uma maneira bem mais branda os gestos que serão realizados durante a atividade. No caso da corrida, seria uma caminhada ou trote, pequenos saltos no mesmo lugar, simular a passada de maneira mais lenta e no mesmo lugar e por aí vai. Para o atleta de trail run, pode-se acrescentar ao aquecimento específico, alguns saltos com desvios laterais e mudanças de direção.

     

    Existe uma controversa na ciência em relação ao tempo de calefação antes de uma atividade física, até porque, isto realmente varia dependendo do tipo de esforço realizado durante o esporte. Alguns trabalhos falam em 15 a 30 minutos para esportes como o futebol, tênis e futebol americano. Já em relação à corrida, este tempo pode variar entre 3 a 12 minutos. Fatores como temperatura externa, umidade relativa do ar, idade do atleta, peso e nível de performance podem influenciar na qualidade e duração do aquecimento. Quanto mais específico for, menor será o tempo necessário. Um detalhe importante é a sensação de bom preparo que o atleta deverá sentir após os exercícios físicos.

     

    Ao contrário do que se pensava e praticava, o alongamento não consiste em uma boa forma de aquecer, principalmente o alongamento estático, por não se enquadrar no princípio da especificidade.

     

    O Correr Sem Lesão

    Esse artigo é um oferecimento Correr Sem Lesão Online, o curso online em que Alexandre Rosa organizou o conteúdo direcionado para corredores. Alexandre é fisioterapeuta, professor, maratonista e especialista em Fisioterapia Esportiva e Ortopédica. Ele também realiza o projeto Correr Sem Lesão no Instagram. Foi através desse projeto que ele percebeu a necessidade que muitas pessoas tinham em ter acesso a um conhecimento mais aprofundado sobre prevenção de lesões, algo que pudesse ajudar na preparação para provas e com baixo custo. Por isso, ele vem trabalhando em um conteúdo totalmente embasado cientificamente com aquilo que há de novo, aliado à sua experiência de 20 anos de prática profissional e 18 maratonas. Para quem quer aprofundar mais e conduzir melhor seu treinamento de acordo com seu objetivo pessoal, como por exemplo: otimizar o fortalecimento, recuperação escolher a melhor técnica de corrida tendo em vista suas características individuais. Saiba mais no site www.corrersemlesao.com.br/online

     

    por Alexandre Rosa (Correr Sem Lesão)

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