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    Patrícia Lima superou medo do mar para ser campeã no XTERRA

    Nadadora carioca colocou seu nome na história do esporte após conquista no Swim Challenge 1,5km

     

    O Swim Challenge do XTERRA tem uma campeã inédita em 2018. Trata-se de Patrícia Lima, que tem sobrenome de campeão (referência a Luiz Lima) nas travessias aquáticas e pais ligados à natação. Apesar de ter nascido em “berço d’água”, já que a mãe, Rosângela Lima, é professora de natação e o pai, Paulo Roberto, é dono da academia Rio Acqua, Patrícia precisou superar um medo inesperado, o mar.

     

    Criada em Vila Valqueire, bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro, Paty, como é conhecida pelos amigos, sempre teve preferência pelas piscinas e foi atleta federada até os 12 anos de idade, mas resolveu seguir um caminho profissional totalmente diferente e inusitado. “Em julho de 2013 entrei para a Escola de Especialistas de Aeronáutica em Guaratinguetá. Fiquei estudando por dois anos e em junho de 2015 me formei em Sargento da Aeronáutica, o que me fez voltar para o Rio”, explica.

     

    Atualmente com 26 anos de idade, Patrícia conta que a natação sempre foi uma paixão, um hobby em que ela demonstrava um talento nato. Porém em 2018 suas pretensões mudaram por causa de um convite de Renan Nascimento, treinador e líder da Renan Nascimento Team. “O coach Renan me chamou para fazer maratonas aquáticas e resolvi aceitar apesar de ter medo. Treinei duro e em fevereiro deste ano fiz minha primeira prova em mar aberto. Foi ruim demais, saí da água dizendo que nunca mais ia voltar a nadar”, revelou Paty.

     

    Com todo o poder de persuasão que apenas grandes líderes têm, Renan Nascimento convenceu a nadadora a dar uma segunda chance ao mar. Esta segunda oportunidade foi em Mangaratiba, no XTERRA Costa Verde, disputado em 10 de março. A experiência foi o oposto da inicial, o trauma foi superado com um 1° lugar em sua faixa etária e o desejo pelo título do ranking foi gerado. Nascia ali a nova campeã aquática do maior evento de esportes off-road do mundo.

     

    “Nunca tinha feito nenhuma etapa do XTERRA e nem tinha experiência neste tipo de competição, então o título de 2018 foi uma surpresa muito grande para mim. Vencer uma competição tão importante e nomeada como o XTERRA é um sonho realizado! Não tenho palavras para expressar minha felicidade “, confessou.

     

    Paty brilhou no XTERRA Ilhabela, em agosto.

    Patrícia Lima foi campeã após participar de quatro das sete edições do XTERRA Brazil Tour 2018 com a modalidade de Swim Challenge 1,5k. Em Costa Verde a morena ficou em 12° lugar, em Ilhabela, sua prova favorita, triunfou pela primeira e única vez, na Praia do Rosa e em Paraty chegou em segundo. Paty fez questão de elogiar e agradecer sua principal adversária no circuito e deixou claro seu principal objetivo em 2019.

     

    “A Clarissa Brito, que foi vice-campeã do ranking e é embaixadora XTERRA, é uma pessoa incrível! Tivemos algumas disputas nesta temporada e foi tudo bem saudável, então quero agradecê-la por isso e pretendo defender meu título em 2019, estando presente no máximo de etapas possíveis. Quero ser bicampeã”, afirmou.

     

    Ao centro, Patrícia posa com seu troféu de campeã do ranking. Clarissa Brito (à esquerda) e Ana Matos (à direita) ficaram em 2° e 4° lugar respectivamente

    Após conquistar o pentacampeonato, Sabrina Gobbo não descarta aposentadoria do XTERRA

    Paulista se tornou a mulher mais vitoriosa do triathlon; Cansaço e desmotivação podem fazê-la encerrar carreira no XTERRA

     

    Tida como uma das maiores atletas da história do triathlon off-road brasileiro, Sabrina Gobbo agora é soberana nos títulos do XTERRA Brazil Tour. Natural de Campinas, ela passa a ser a primeira mulher pentacampeã do triathlon XTERRA e receberá o troféu + R$ 5.940,00 na festa de premiação no Empório Mercante, na Vila Colonial, em Paraty, amanhã, dia 1° de dezembro, às 22h.

     

    “Estou muito feliz por ter alcançado o meu principal objetivo. No fim de 2017 eu pensei em parar por cima, mas acabei ficando com aquela vontade de tentar quebrar o recorde da Luzia e resolvi encarar um novo ano”, admite Gobbo.

     

    Com os canecos seguidos (2014, 2015, 2016, 2017 e 2018), a campineira patrocinada pela Shimano e pela Trek bateu o recorde de títulos de Luzia Bello de forma antecipada, após chegar em primeiro lugar no XTERRA Ilhabela, disputado no último mês de agosto. Luzia é tetracampeã (2010, 2011, 2012 e 2013) e confirmou presença na primeira etapa da próxima temporada, em Costa Verde, mas talvez faça a prova de aquathlon. Será que teremos um 2019 com a disputa entre as duas estrelas do esporte off-road?

     

    É muito claro que os fãs desejam ver as performances de Sabrina e Luzia juntas no XTERRA, porém, pelo desânimo inesperado da atual campeã, este desejo poderá ser adiado novamente.

     

    “Sinceramente não sei como vai ser ano que vem. Confesso que estou cansada e o calendário do XTERRA será de fevereiro a dezembro, isso vai ser dureza. Também ando desmotivada porque o número de triatletas mulheres diminuiu e me incomoda competir sem ter uma disputa boa, mas vamos ver. Não consigo dizer nada com certeza ainda”, explicou.

     

    Uma possível pausa está sendo cogitada, mas os bons momentos serão sempre lembrados. Em 2018 mesmo, além do penta, houve outra conquista significativa para Sabrina, algo mais pessoal, a vitória sobre a algoz do passado.

     

    “A prova top foi em Ilhabela (realizada em maio), foi um dos pontos altos de toda minha carreira por causa das gringas que estavam lá, principalmente a Kara LaPoint, que já havia me derrotado em outras competições internacionais. Naquele dia eu tive problemas com a bike, meu pneu rasgou e havia ficado sem CO2, mesmo assim consegui ajuda, consertei tudo, alcancei as meninas da ponta e terminei em primeiro. Foi lindo”. A campeã também aproveitou para falar sobre uma possível participação no XTERRA World Championship, que não aconteceu até hoje. “Nunca fui ao Havaí e já tenho 41 anos, então não sei se irei. Ano passado eu estava com passagem comprada, mas tive um imprevisto e não fui, enfim, não posso garantir nada, mas eu gostaria de ir muito bem treinada para fazer bonito”, revelou Sabrina Gobbo, que também é a atual campeã brasileira de cross triathlon.

     

    Gobbo, exausta, ao cruzar a linha de chegada na citada prova de Ilhabela. Foto: Hércules Ralkauskas

     

    A equipe XTERRA parabeniza Sabrina Gobbo pelo pentacampeonato e se orgulha em tê-la competindo em nossas provas. Torcemos para que a atleta não se aposente ainda e siga nos dando a honra de oferecer novos momentos únicos em lugares paradisíacos do Brasil.

    Clarissa Brito foca no título de Swim Challenge 1,5 km 2018

    Apesar de abatimento pela derrota na primeira etapa do circuito, embaixadora XTERRA garante que o objetivo do ano é ser campeã

    Clarissa Brito posa com seus dois troféus conquistados em Costa Verde: ouro no Aquathlon e bronze no Swim

    Uma das novas embaixadoras do XTERRA para 2018, a paulista Clarissa Brito, ex-nadadora profissional, se destacou nas duas únicas provas que realizou na última temporada (Ilhabela e Paraty). Com ambas vitórias incontestáveis, a atleta chamou a atenção da organização e de outras competidoras, que passaram a tê-la como uma grande adversária. Com um desempenho fantástico, comprometimento com o evento e apelo digital, o convite não demorou e Clarissa celebrou, porém já pensa que o título do ano será a melhor forma de corresponder à confiança depositada.
    “Ah, fiquei muito feliz com isso. Passei a adorar o XTERRA quando participei ano passado e me chamarem para ser embaixadora foi muito legal! Queria ter vencido já daquela vez (2017), mas agora vou ser campeã. É meu maior objetivo para este ano e sou muito competitiva, então preciso ganhar por mim e para retribuir a organização do evento”, almeja Clarissa.
    Se em 2017 Clarissa Brito, a “Pandinha” para os mais íntimos, manteve 100% de aproveitamento, em 2018 o gráfico de desempenho começou abaixo do considerado ideal em sua especialidade, o Swim Challenge 1,5 km. No XTERRA Costa Verde, a atleta teve um imprevisto com sua roupa de natação, acabou não conseguindo aquecer e terminou em terceiro lugar, atrás da nadadora do Club de Regatas Vasco da Gama Gabriela Alves e de Priscilla Magalhães. Apesar do pódio, ela não conseguiu disfarçar a decepção e nem mesmo a vitória na inédita modalidade de Aquathlon, a fez se conformar com a falta de sorte.
    “Fiquei triste demais porque tive muito azar! A roupa rasgou e tive que nadar de sunkini, que faz muita diferença. A derrota faz parte, mas se era para perder gostaria de ter perdido competindo da forma que sempre faço, nem aquecer eu consegui porque perdi muito tempo resolvendo como nadaria. A prova, mesmo assim, foi boa e as meninas foram ótimas, mérito delas, mas terei que tirar a desvantagem nas próximas edições”, relatou.
    Nadando desde os 7 anos, Brito revela que a escolha pelo esporte veio por causa de uma complicação no aparelho respiratório da irmã Marysol. “Comecei na natação por causa da minha irmã. Aos 9 anos ela teve problema de adenoide, precisou operar e praticamente precisou reaprender a respirar. Aí minha mãe tirou a gente do ballet e nos inscreveu na natação, por ser o melhor esporte para trabalhar a parte respiratória. Aí o tempo foi passando, percebi que me destacava no colégio, ganhava todos os campeonatos e me federei, depois me profissionalizei e cheguei até à seleção paulista de natação”, conta com orgulho.
    Atualmente com 27 anos de idade, Clarissa Brito não se dedica exclusivamente ao esporte como em outros tempos. A paulistana é apresentadora e repórter do programa “Silvio Brito em Família”, transmitido às 21h30 dos sábados, pela Rede Vida de Televisão. Ela explica que entrou para o jornalismo motivada pela vontade de mudar o enfoque da grande mídia esportiva brasileira (revelando uma certa “birra” com o futebol) e pela convivência no mundo das câmeras, já que seu pai, o cantor Silvio Brito, sempre a inseriu no meio artístico.
    “Sempre convivi entre artistas, meus pais nunca me incentivaram muito a ser atleta profissional. E entrei no jornalismo porque é algo que gosto muito, me satisfaz, mas também sempre tive aquela coisa de querer mudar. A grande mídia só dá espaço para o futebol e isso eu descobri que não é somente no Brasil, pois quando fiz intercâmbio em Madri percebi que também era tudo voltado para o futebol lá. Sempre fui revoltada com isso na natação, pois ninguém sabe quem participa do campeonato brasileiro de natação! Uma menina como a Ana Marcela, tem também a Poliana e não é de agora. Elas tiveram uma trajetória bacana, o treino delas é pesadíssimo, então sempre acho que o esporte deveria ter mais visibilidade”, explica Clarissa, aproveitando para fazer uma crítica à imprensa esportiva em geral e fazendo menção às maratonistas aquáticas Ana Marcela Cunha e Poliana Okimoto, suas inspirações.

    Clarissa Brito 2Quando não está no mar, lá está a Pandinha mastigando alguma coisa

    Clarissa Brito encerra o bate-papo bem-humorado revelando um segredo de todo nadador, que até então era desconhecido pelo restante das pessoas. “Quando volto de férias, volto bem cheia, pois é só nutella, brigadeiro, muito pão. Eu como muito, aliás todo nadador come muito, isso é um fato”, assume aos risos.

     

    Em penúltima etapa do ano, Triathlon define campeã do ranking

    Segunda edição em Ilhabela em 2017 garantiu título anual a Sabrina Gobbo e deixou Felipe Moletta com a mão na taça

    Com mais uma vitória em Ilhabela, Sabrina Gobbo se tornou tetracampeã do ranking do Triathlon XTERRA

    Os últimos dias 28 e 29 de outubro, em Ilhabela, foram marcados pelas eletrizantes competições do XTERRA. O maior festival de esportes off-road do mundo voltou ao litoral norte de São Paulo, onde é realizada, inclusive, a etapa mundial anual. Dessa vez a vaga para o mundial não estava em pauta, até porque o mesmo foi realizado no próprio dia 29 de outubro, na Ilha de Maui, no Havaí. Os 40 melhores atletas brasileiros estiveram no continente norte-americano. Apesar disso, o XTERRA Ilhabela reuniu mais de 1.000 competidores em suas seis modalidades, incluindo os atletas mirins, que lotaram a etapa kids e deram um show de alegria e bom humor sob o forte calor que pairava sobre a Praia do Perequê.

    Short XTERRA (Mini Triathlon)
    No esporte que fez o XTERRA nascer para o mundo, o Triathlon, Sabrina Gobbo e Felipe Moletta fizeram uma dobradinha já conhecida no evento. Amigos, os líderes começaram focados no início e respiraram aliviados no final. Com mais esta vitória, Sabrina se tornou a campeã do ranking feminino e não poderá mais ser alcançada pela vice Isabella Ribeiro, que travou uma disputa ponto a ponto desde o início da temporada, já Moletta deu um passo enorme rumo ao título anual, mas ainda precisa terminar à frente de Frederico Zacharias na última edição do ano, que será realizada na cidade de Paraty, no Rio de Janeiro, entre os dias 2 e 3 de dezembro.

     
     
     
    “Que alívio, né! Eu não pude ir disputar o mundial nesse ano, então fico bem mais aliviada em ter garantido o ranking aqui no Brasil. Muita felicidade”, comemora Sabrina Gobbo.
     
     
     
     
     
    Trail Runs
    Na Half Trail Run, que terá o mundial somente em 3 de dezembro, os destaques foram Geisla dos Santos, que já é a campeã antecipada do ranking, porém obteve mais uma vitória tranquila, e Adaílton dos Santos, que sobrou entre os homens e chegou com oito minutos de diferença para o segundo colocado. Geisla já tem passagem para o Havaí e, apesar de estar prestes a participar pela primeira vez fora de seu país, demonstra tranquilidade: “É sempre bom vencer em Ilhabela, a energia é maior. Mas agora vou competir no Havaí, que é algo que nunca fiz e vou dar meu melhor como sempre faço. Espero ficar entre as 10 pelo menos, vamos ver, com certeza não será fácil, mas estou preparada”, garante Geisla.
    Eliane Andrade Barbosa e Reginaldo Vieira de Souza terminaram à frente dos demais competidores na trail run de 8,5 km. Ambos são naturais de Ilhabela e já haviam vencido anteriormente na terra natal.
    Swim Challenge
    O carioca Artur Pedroza já integrou a seleção brasileira de natação, á conquistou mais de 300 troféus em toda a vasta carreira, criou seu próprio projeto social e equipe de nado em mar aberto, já havia sido campeão do XTERRA nas temporadas 2015 e 2016 e, antecipadamente, também já era o número 1 em 2017. Porém engana-se quem pensa que o tricampeão iria fazer os 3km do Swim Challenge mais relaxado em Ilhabela. Pedroza apresentou alto nível de profissionalismo e técnica e tornou a levar um troféu dourado para a casa, além do kit Speedo, distribuído apenas para os cinco melhores nadadores de cada modalidade.

    Nos 3 km do Swim Challenge, Artur Pedroza, o fenômeno dos mares, voltou a ocupar o lugar mais alto do pódio

    “Sempre caio na água pensando em vencer, viso o primeiro lugar e mesmo com o título garantido eu quero ganhar a prova. Isso mostra o meu respeito ao XTERRA, inclusive, que é um evento de grande porte e merece total empenho de nós”, explica o campeão.

    Entre as mulheres, a vencedora foi Ariadne Rodrigues. Atleta apoiada pela Prefeitura de Ilhabela, ela cruzou a linha de chegada com 21 minutos à frente da vice-campeã Nadine Gill. No percurso de menor distância (1,5 km), Daniel Cunha e Clarissa Brito dominaram do início ao fim e não deram chance ao azar. Ouro para a jovem dupla, já que Daniel tem apenas 19 anos e Clarissa 27.
    Todos os resultados do XTERRA Ilhabela podem ser conferidos no link https://goo.gl/z2CB6m.
    Fotos: Thiago Lemos e Bruno Meneghitti

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