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  • BUZIOS

    30 de novembro e 01 de dezembro

    Búzios

    Armação dos Búzios – RJ

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  • COSTA VERDE

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    Costa Verde

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  • BRAZIL

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    BRAZIL

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  • OURO PRETO

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    OURO PRETO

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  • AGULHAS NEGRAS

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    Agulhas Negras

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    Itaipava

    Petrópolis– RJ

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    28 e 29 de setembro

    Estrada Real

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  • ILHA GRANDE

    05 e 06 de Outubro

    Ilha Grande

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  • INDAIATUBA

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    Indaiatuba

    Indaiatuba – SP

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    Correr sem lesão: trail run x corrida de asfalto

    Sem entrarmos no mérito do prazer ou preferências pessoais, existem diferenças na biomecânica da corrida feita na rua e na trilha que interferem diretamente no aparecimento de lesões e na forma de treinamento. É o que vamos discutir um pouco agora.

     

    Dificilmente você vai fazer um treino ou uma prova na trilha predominantemente plana. E tanto na subida quanto na descida o recrutamento muscular muda em relação ao plano. Subidas exigem mais da panturrilha e extensores do quadril, como o glúteo, e decidas exigem do quadríceps, que é o músculo anterior da coxa. E mais, na descida, os músculos principalmente o quadríceps trabalham de forma excêntrica. Este tipo de contração é a de frenagem, onde o músculo contrai (faz força) e alonga ao mesmo tempo. A maior parte das lesões musculares acontece na fase excêntrica.

     

    Outra diferença importante gira em torno da irregularidade do terreno. Com uma frequência muito grande o corredor de trilha enfrenta terrenos extremamente irregulares onde não se pode apoiar totalmente os pés e existe um componente torsional que predispõe os atletas às entorses de tornozelo e joelho podendo gerar lesões graves. Existem diversos treinos funcionais que trabalham uma propriedade neuromotora chamada propriocepção. A propriocepção é a capacidade do corpo se perceber no espaço e reagir de forma rápida e eficaz a estímulos inesperados.

     

    Enfim, por mais que correr em trilhas exija um pouco mais do nosso corpo, se fizermos uma preparação adequada, podemos curtir os benefícios que o esporte outdoor nos oferece com um baixo risco de lesões.

     

    Sobre o Correr Sem Lesão

    Esse artigo é um oferecimento do curso online Correr Sem Lesão, que vai abrir uma nova turma no próximo  dia 25 de março. Através do seu porta voz, Alexandre Rosa, a plataforma online foi feita para quem quer aprofundar o conhecimento e conduzir melhor seu treinamento de acordo com seu objetivo pessoal, como por exemplo: otimizar o fortalecimento, recuperação, escolher a melhor técnica de corrida tendo em vista suas características individuais, etc. Saiba mais no site  www.corrersemlesao.com.br/online

     

    Acompanhe também o Instagram e o canal do Youtube.

    https://www.instagram.com/corrersemlesao/

    https://www.youtube.com/corrersemlesao

    O mundo off-road é mais divertido

    Casal de triatletas cita vantagens no esporte off-road e se encanta pelo XTERRA; Maurício e Paula veem mais intensidade, amizade e diversão nas competições na natureza

     

    Devido à praticidade para realizar os treinamentos, a enorme maioria dos triatletas amadores começa a trajetória em um cenário urbano. Com o casal paulistano Maurício Marcheto e Paula Gama não foi diferente. No início, em 2013, apenas Maurício, o “Mau”, corria pelas ruas movimentadas da grande São Paulo, enquanto a namorada ainda não praticava nenhum tipo de esporte, apesar de frequentar academias. Cinco anos e dezenas de competições depois, eles garantem ter encontrado a modalidade perfeita: o triathlon off-road.

     

    A descoberta veio com o desgosto pelas competições “on-road” e a primeira participação no XTERRA Costa Verde 2018. Mauricio explica:

     

    “No triathlon de asfalto há uma briga de egos muito grande. Muitos atletas ficam te medindo pelo preço da sua bike, são egoístas, ficam bajulando os amigos da assessoria e isso sempre incomodou a Paula e a mim, é inclusive um dos principais motivos para treinarmos sozinhos a maior parte do tempo. Eu já tinha ouvido falar de um clima amistoso no XTERRA, além de sempre admirar os competidores por serem mais ‘cascas-grossas’, então foi o momento perfeito para experimentar esse novo mundo e amamos, foi muito mais divertido”.

     

    No início do romance e das atividades físicas em conjunto era assim: um apoiava o outro, mesmo que não conseguisse acompanhar o parceiro a pé

     

    “Ele (Mau) me influenciou muito a entrar no esporte. Quando nos conhecemos comecei a correr no meu ritmo e a pedalar ao lado dele quando ele corria. Em 2015 o Mau fez o primeiro Ironman e eu comecei a fazer meia maratonas. No fim daquele ano percebi que era mais competitiva do que achei que fosse, pois fizemos uma prova de 500m de natação e eu tive que largar por último para ter a companhia dele. No fim eu lembro de chegar, ver meu tempo e perceber que teria conseguido pódio se tivesse largado junto das outras meninas. Fiquei bem brava com ele”, conta Paula, aos risos, aproveitando para revelar a influência do amado e sua rotina inicial de treinamentos leves.

     

    Se antigamente Paula precisava de uma bike para acompanhar as passadas de Mau, hoje em dia, segundo o próprio, ela já tem potencial para ultrapassá-lo se ele descuidar. “Acabei criando um monstro em casa. Kkkkk….Ela se classificou para o Mundial Ironman 70.3 de 2017 em Chattanooga (Tennessee, EUA) e eu não! Se eu não treinar ela vai me deixar para trás”, afirma o empresário Mauricio, de 28 anos, dono de uma loja de autopeças (www.pecapecasnaweb.com.br).

     

    Para Paula, o nível de seu companheiro ainda é muito superior, mas já avisou que vai caçoar se ultrapassá-lo. “Foram poucas as provas que eu cheguei realmente perto de alcançar o Mau, mas eu brinco que se passar por ele um dia, vou dar um tapa na bunda dele”, conta a bem-humorada Paula Gama, de 23 anos e também empresária, dona da loja virtual Alpez, de roupas esportivas casuais (www.alpez.com.br). Ela também criou um espaço para relatar as participações nas provas, o www.espacotri.com.br.

     

    Em Costa Verde o feliz casal se abraçou após concluir a dura prova de Triathlon. Foto: Thiago Lemos

     

    Abordados sobre uma possível disputa pelo ranking do XTERRA em suas respectivas faixas etárias, o casal demonstra diferença de personalidade. Ele é mais reservado e prefere guardar as expectativas, já ela é mais efusiva e ambiciosa. “É muito estranha essa transição asfalto-terra, na terra quem define a força que você tem que fazer é o terreno, mas agora que vi como funciona, estou me sentindo mais segura para ir com ‘sangue nos zóio’ para Ilhabela”, diz Paula. “Estamos acertando nossas agendas para participar também das etapas da Praia do Rosa e Ilha do Mel, mas ainda temos que aprender e evoluir no esporte para ter resultados melhores. A gente trabalha duro para isso, leva tempo, mas não temos medo de se sujar e tomar uns tombos às vezes”, explica o consciente Mauricio.

     

    A dupla já está inscrita para o XTERRA Brazil, nos dias 12 e 13 de maio, em Ilhabela.

    Triatletas do asfalto disputarão o XTERRA pela primeira vez em Mangaratiba

    Buscando motivação no esporte, diversão ou adquirir experiência, Fernando Toldi e Débora Boaretto chegam ao maior evento off-road do mundo

     

    Além de ser a centésima etapa no Brasil e contar com a modalidade de Aquathlon, o XTERRA Costa Verde 2018 terá mais uma novidade: a participação de dois triatletas profissionais do asfalto, Fernando Toldi e Débora Boaretto, que se arriscarão no Triathlon off-road pela primeira vez, porém por motivos diferentes e um em comum. Ele busca se desafiar e adquirir vivência no cenário off-road, já ela está atrás de uma motivação para seguir a carreira de esportista, todavia a certeza é que ambos esperam encontrar muita diversão.

     

    Competindo profissionalmente há quatro anos, o paulista Fernando Toldi é bicampeão do Troféu Brasil e ficou em terceiro lugar no Ironman do Equador (2015) e no Ironman da Tailândia (2017). Apesar de feitos marcantes em tão pouco tempo, Toldi reforça ser especialista no asfalto e garante que os treinamentos na natureza não são habituais, porém demonstra uma pequena ponta de otimismo.

     

    “Não costumo treinar outdoor, apenas quando vou para São Bento do Sapucaí, onde meu avô tem uma fazenda e é excelente para a prática da modalidade. Sempre tive vontade de correr uma prova do XTERRA, testar meu nível na natureza mesmo e vou para Costa Verde sem nenhuma preparação específica, mas certamente vou curtir e ganhar muita experiência. É capaz de eu me sair bem mesmo assim, vamos ver”, supõe aos risos.

     

    Toldi explica também que competir no XTERRA irá ajudar em sua formação de ciclista e acha importante todo atleta indoor ter um pouco de contato com as provas off-road. “O MTB ajuda a desenvolver potência e explosão por conta de percursos íngremes e acidentados, é importante para ser um ciclista completo. Aprimorar as habilidades técnicas e trabalhar a força é crucial, obviamente com cautela, pois os riscos são maiores, mas a migração para a natureza é válida aos poucos”.

     

    Já a carioca Débora Boaretto sofreu alguns traumas durante suas pedaladas no asfalto, desde quedas resultantes em lesões graves até um assalto, em 2013, que lhe rendeu uma fratura na clavícula. Aos 32 anos de idade, Débora conta que perdeu a paixão em pedalar em provas urbanas e que o XTERRA promete ser a solução para resgatar um “romance” adormecido. “Resolvi mudar porque ando sem motivação para treinar bike no asfalto, por diversos motivos, então para me manter no esporte achei que seria uma boa alternativa. Acredito que vou me divertir bastante”, cogita a atleta.

     

    Tricampeã brasileira de natação nos 100m peito no início dos anos 2000, alguns pódios conquistados em Ironman e até participação no Mundial de Ironman (70.3) na Áustria, em 2015. Com tudo isso Débora Boaretto já se sente realizada esportivamente, mas ainda quer reconquistar a alegria durante os treinos. A prática no MTB começou no fim de 2017 e o pouco tempo de treinamento já lhe parecem ser benéficos.

     

    Débora Boaretto quer recuperar a confiança na bike

     

    “Fiquei com medo de furtos, acidentes, quedas, já fraturei a clavícula duas vezes e o MTB está me ajudando a recuperar a autoconfiança na bike e em mim mesma, pois com medo as reações se alteram. Além disso o é tudo muito caro nesse mundo do triathlon, cada inscrição é um absurdo, então comecei a me questionar sobre minha participação. Estou na fase de descobrir o que vale a pena ou não!  E o XTERRA, financeiramente falando, é bem mais acessível do que as provas de asfalto”, revela Boaretto.

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