39.0481, -77.4728
  • 11 e 12 de Maio

    BRAZIL

    Ilhabela – SP

    -23.112450, -47.216160 Inscreva-se Saiba Mais
  • 01 e 02 de Junho

    OURO PRETO

    Ouro Preto – MG

    -20.3948400, -43.5051700 Inscreva-se Saiba Mais
  • 08 e 09 de Junho

    Praia do Forte

    Mata do São João – BA

    -12.574687, -38.004731 Inscreva-se Saiba Mais
  • 13 e 14 de Julho

    Agulhas Negras

    Visconde de Mauá - Resende/RJ

    Inscreva-se Saiba Mais
  • 24 e 25 de agosto

    Itaipava

    Petrópolis– RJ

    -22.903730, -43.609380 Inscreva-se Saiba Mais
  • 28 e 29 de setembro

    Estrada Real

    Tiradentes – MG

    -21.110108, -44.173202 Inscreva-se Saiba Mais
  • 02 e 03 de Novembro

    Indaiatuba

    Indaiatuba – SP

    -23.112450, -47.216160 Inscreva-se Saiba Mais
  • 30 de novembro e 01 de dezembro

    Búzios

    Armação dos Búzios – RJ

    -22.752792, -41.884151 Inscreva-se Saiba Mais
  • 9 e 10 de Fevereiro

    Costa Verde

    Mangaratiba - RJ

    -22.949793, -44.074256 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
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    Correr sem lesão: qual é a sua pisada?

    Ao comprar um tênis, muitos corredores se deparam com a seguinte situação: o vendedor pede para que o calçado seja retirado, observa os pés do atleta e “dá o diagnóstico” de pronação e supinação.

     

    Sem entrar no mérito (ainda) de escolha de calçado (que será tema do nosso próximo artigo), o que o corredor precisa entender é que pronação e supinação são eventos dinâmicos perfeitamente normais durante a locomoção humana.  A pronação é o movimento de aplainamento do pé e diminuição do arco plantar que acontece na fase de suporte da marcha e da corrida, ou seja, quando temos o peso do corpo todo sobre uma perna, e serve para absorção do impacto e adaptação do pé às irregularidades do solo. Já a supinação é o movimento que traz o pé de volta à posição inicial após a pronação acontecer, aumentando o arco plantar e tornando o pé mais rígido para facilitar a impulsão.

     

    Em algumas circunstâncias temos alterações destes movimentos, é o que chamamos de pronação excessiva (overpronation) ou ausência de pronação (underpronation), que muitas vezes é chamada de supinação excessiva. Todas estas deformações, no entanto, são características dinâmicas que só podem ser observadas com a pessoa em movimento.

     

    Durante a análise estática, o que podemos observar é o pé plano, que é uma alteração estrutural onde há um desabamento do arco plantar que permanece imutável durante o movimento. O contrário é o pé cavo, onde podemos notar um aumento excessivo do arco plantar com uma rigidez acentuada do pé.

     

    Qual o efeito disto na corrida e escolha do calçado? Discutiremos no próximo artigo.

     

    Sobre o Correr Sem Lesão

    Esse artigo é um oferecimento do curso online Correr Sem Lesão. Elaborado por Alexandre Rosa para quem quer aprofundar o conhecimento e conduzir melhor seu treinamento de acordo com seu objetivo pessoal, como por exemplo: otimizar o fortalecimento, recuperação, escolher a melhor técnica de corrida tendo em vista suas características individuais, etc. Saiba mais no site  www.corrersemlesao.com.br/online

     

    Acompanhe também o Instagram e o canal do Youtube.

     

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    Ranking de assessorias esportivas 2019 começa com atual campeã na liderança

    O ranking de assessorias esportivas XTERRA começou sua terceira edição em 2019. Cada vez atraindo mais interesse dos grupos Brasil afora, a competição já consagrou duas campeãs: Master Fit de Paraty (2017) e Chivunk (2018). Com a abertura da temporada atual em Mangaratiba, nos últimos dias 9 e 10 de fevereiro, no tradicional XTERRA Costa Verde, o ranking computou seus primeiros pontos. Atual vencedora, a carioca Chivunk largou na frente das demais, porém com uma vantagem curta, de apenas 34 pontos.

     

    Ao todo foram 132 grupos, clubes ou assessorias inscritas na primeira etapa do ano. Entre as dez primeiras destacam-se, além da já citada Chivunk, a Sidney Pereira Team, que ocupa a segunda colocação e pinta como forte concorrente ao título de 2019, a sempre poderosa Angra Runners e o crescimento das aquáticas, como a Vem Nadar e a Resende Águas Abertas, do multicampeão Artur Pedroza. Quem também aparece no top 10 pela primeira vez é o Club de Regatas Vasco da Gama, que ocupa a honrosa sexta colocação com 101 pontos, graças à forte equipe de natação que “invadiu” o mar de Mangaratiba.

     

    Confira abaixo o Top 10 atualizado:

    1° – Chivunk – 336 pontos;

    2° – Sidney Pereira Team – 302 pontos;
    3° – Angra Runners – 158 pontos;

    4° – Big Field Run RJ – 120 pontos;

    5° – Vem Nadar – 106 pontos;

    6° – Vasco da Gama – 101 pontos;

    7° – Resende Águas Abertas – 98 pontos;

    8° – MCP Performance – 95 pontos;

    9° – Runners da Vila Militar – 86 pontos;

    10° – Triathlon para Todos – 71 pontos;

     

     

    As três assessorias que somarem a maior pontuação pelo mix de modalidades ganharão troféus. Além do título, a campeã será premiada com 20 camisas personalizadas + 7 cortesias em 2020 (na modalidade com mais inscritos em 2019). A vice-campeã receberá ainda 10 camisas personalizadas + 3 cortesias em 2020 (na modalidade com mais inscritos em 2019). Já a terceira terá cinco utilizações de um cupom de 40% de desconto em 2020 (na modalidade com mais inscritos em 2019).

     

    Relembrando o modelo de pontuação:

     

    • Trail 5K e Trail 10K – 1 ponto por atleta;
    • Trail 21K – 2 pontos por atleta;
    • Swim Challenge 1,5K – 2 pontos por atleta;
    • Swim Challenge 3K – 3 pontos por atleta;
    • MTB Cup Sport e MTB Cup Pro – 3 pontos por atleta;
    • Triathlon / Duathlon/ Aquathlon – 5 pontos por atleta;
    • Endurance – 7 pontos por atleta;
    • MTB X6 – 7 pontos por atleta;

    Tríplice coroa de Marcus Fernandes e dobradinha de Artur Pedroza na natação marcam início do XTERRA 2019

    Primeiras das dez etapas do ano, XTERRA Costa Verde recebeu cerca de 4.000 atletas no Portobello Resort & Safári, em Mangaratiba

     

    Iniciando a temporada 2019 mais cedo (nos últimos anos foi em março), o XTERRA lotou o Portobello Resort & Safári, localizado na região da Costa Verde, no Rio de Janeiro, no último fim de semana. Com cerca de 4.000 atletas presentes na área externa do luxuoso hotel, a 1° etapa do evento, nomeada XTERRA Costa Verde, contou com as disputas de triathlon, aquathlon, trail run (5K, 10K e 21K), swim challenge (1,5K e 3K) e a corrida Kids. Quem roubou a cena foram o triatleta Marcus Fernandes, de 32 anos, que triunfou nas três provas que participou (triathlon, trail run 5K e aquathlon) e o nadador Artur Pedroza, vencedor das duas distâncias da natação em mar aberto.

     

    Apesar da chuva intensa que Mangaratiba recebeu entre os dias 3 e 6 de fevereiro, o clima do evento apresentado pelo SESI foi típico de um verão carioca: muito sol, diversão e felicidade em meio aos cenários encantadores do Portobello, com seus animais exóticos à mostra e sua coloração esverdeada.  O XTERRA Fest, exclusivo para os atletas inscritos e seus acompanhantes, foi comandado pelo cantor Rodrigo Santos, ex-baixista do Barão Vermelho, e agitou a noite de sábado (9) ao som clássico do rock’n’roll nacional e muita cerveja Praya liberada.

     

    Triathlon

    A principal modalidade do XTERRA teve sua primeira prova do ano repleta de candidatos ao lugar mais alto do pódio. Entre os homens, o atual heptacampeão nacional Felipe Moletta, o atual campeão da etapa de Costa Verde Fernando Toldi, Rafael Juriti e Marcus Fernandes, o Markinhos, eram os favoritos. Melhor para Markinhos, que sobressaiu na parte aquática e saiu do mar com pelo menos um minuto à frente dos demais. Depois do ótimo desempenho inicial, o fundador da MF Assessoria Esportiva só precisou administrar a primeira colocação. Moletta ficou em segundo lugar, seguido por Toldi.

     

    “Fiquei muito feliz com meu final de semana em Mangaratiba e dou os parabéns para as provas super bem organizadas do XTERRA. Com certeza farei o circuito 2019 todo e vou atrás do título”, garantiu Markinhos.

     

    Na categoria feminina, a vencedora foi Laura Mira, embaixadora do XTERRA e vice-campeã do ranking 2018. Com um desempenho avassalador, Laura terminou o percurso inteiro com dez minutos de sobra para a segunda colocada, Luiza Zanini e 14 para a terceira, a estreante entre profissionais, Mirian Damásio. “Na primeira prova do ano a emoção é maior! Coração a mil do início ao fim, mas é ótimo começar com uma vitória em uma etapa linda entre amigos. Parabenizo as novas meninas da elite feminina, tomara que a modalidade continue crescendo porque o calendário de 2019 vai bombar”, afirmou Laura.

     

    A paulista Laura Mira fez bonito em Costa Verde

     

    Aquathlon

    A competição foi dominada do início ao fim pelo santista Marcus Fernandes, que chegou a ser ameaçado por Dudu Gonzalez, vencedor da modalidade em 2018, mas os quase dois minutos de diferença na parte da corrida fizeram a diferença para Markinhos, que levantava seu segundo troféu no dia. A categoria feminina contou com o retorno de Luzia Bello, tetracampeã no triathlon (2010, 2011, 2012 e 2013) e membra do Hall da Fama XTERRA. Após cinco anos afastada, a conterrânea de Markinhos venceu a prova e foi homenageada durante a premiação. A dupla natural de Santos também foi campeã nos 5K de trail run, que é a modalidade perfeita para os que estão iniciando a rotina de praticar os esportes off-road. A corrida foi disputada no domingo, dia 10, e contou com mais de 1.000 competidores.

     

    Trail Run (10K e 21K)

    Nas trails runs o percurso estava extremamente desafiador, com subidas e solos diversificados, o que aumentou a diversão para os amadores e o desafio para os profissionais da competição. Antônio Gonçalves e Geisla dos Santos, bicampeão e pentacampeã do ranking respectivamente, não conseguiram começar o ano da forma que estão acostumados, vencendo. O mineiro ficou com a segunda posição, atrás de Raphael Valverde, da equipe Runners da Vila Militar e que já havia vencido a etapa em 2018. Já a ilhabelense Geisla, revelou que o foco da temporada é ficar entre as cinco primeiras no XTERRA World Championship, no Havaí, no fim do ano. Solange Mariano, que ano passado havia levado o troféu de ouro nos 10K, foi a grande vencedora dos 21K de 2019, mostrando rápida evolução e que será uma forte concorrente ao ranking atual.

     

    Nos 10K a corredora da Angra Runners Helenice Barboza chegou à frente das mais de 300 competidoras na modalidade. Nos homens, Renato Campos foi o campeão

     

    Swim Challenge (1,5K e 3K)

    Nas provas de natação em mar aberto, mais de 450 nadadores se aventuraram nas águas cariocas de Mangaratiba. O multicampeão Artur Pedroza não cansa de colecionar troféus e feitos históricos e, desta vez, inscreveu-se tanto na modalidade de 3K, onde já é tetracampeão nacional, quanto nos 1,5K. O atleta de 44 anos, que é embaixador XTERRA e que também integra o Hall da Fama XTERRA não deu chance para possíveis “zebras” e ditou o ritmo de ambas competições. Artur é o único atleta na história do evento que jamais perdeu uma simples prova. Com 100% de aproveitamento, o veterano ainda esbanja humildade. “As baterias tiveram intervalo de uma hora e foram bem diferentes. Uma com mar mais calmo e a outra com mar mexendo muito, exigindo técnicas distintas de nado e respiração, mas sempre com o ritmo intenso em ambas. Penso apenas em seguir nadando sem euforia, me divertindo sempre”, disse.

     

    Artur Pedroza segue fazendo história no XTERRA

     

    Entre as mulheres, Vitória Farabulini ficou no lugar mais alto do pódio nos 1,5K, seguida pelas atletas do Club de Regatas Vasco da Gama, Gabriela Alves (vencedora em 2018) e Maylu Rocha, respectivamente. Nos 3K, o destaque foi para a sul-africana Tarryn Stanford, que deixou para trás a própria Vitória Farabulini e outra nadadora cruzmaltina, Valesca Cruz.

     

    A sul-africana Tarryn Stanford no topo do pódio de swim 3K feminino

    O XTERRA Costa Verde, que teve apoio da Speedo, Galt, CNI, Maçãs Turma da Mônica, e VZ0motors tem todos os resultados disponíveis no link https://bit.ly/2Bq2KAn. A próxima edição do XTERRA Brazil Tour 2019 será a etapa qualificatória para o Mundial do Havaí, o XTERRA Brazil, em Ilhabela, nos próximos dias 11 e 12 de maio.

    Correr sem lesão: a importância do aquecimento na vida do atleta

    O aquecimento faz parte da rotina de vários esportes e o que treinadores e atletas buscam ao realiza-lo é a melhora da performance e prevenção de lesões. Mas para que este objetivo seja alcançado, os movimentos devem seguir alguns princípios básicos, como o da especificidade, por exemplo.

     

    O que faz do aquecimento algo tão importante são as alterações físicas que ele produz. A calefação vai diminuir a rigidez das articulações e dos músculos fazendo com que o movimento ocorra de forma mais suave. Há também um aumento da taxa de liberação de oxigênio da hemoglobina para o tecido muscular, a aceleração do metabolismo basal e a diminuição do tempo de reação neural, promovendo assim uma maior eficácia e respostas rápidas do músculo.  Além disso, quando fazemos um aquecimento específico, aumentamos o fluxo sanguíneo na musculatura alvo e criamos uma sensação psicológica de “estar preparado”. Porém, o mais importante para o esporte é o que chamamos de “potencial de pós ação”, que é o aumento transitório da capacidade de contração muscular vindo em sequência da contração prévia da musculatura. Pode parecer complicado, mas não é. O músculo em repouso é estimulado com as constantes repetições, então o cérebro “aprende” as vias pelas quais este movimento deve acontecer. Desta forma, quando você realizar o movimento novamente, o cérebro já terá o knowhow da contração e a realizará com mais rapidez e comepetência.

     

    Muito se fala em especificidade, mas o que é isto?  Como dito, um bom aquecimento deve ser específico, ou seja, ele deve simular de uma maneira bem mais branda os gestos que serão realizados durante a atividade. No caso da corrida, seria uma caminhada ou trote, pequenos saltos no mesmo lugar, simular a passada de maneira mais lenta e no mesmo lugar e por aí vai. Para o atleta de trail run, pode-se acrescentar ao aquecimento específico, alguns saltos com desvios laterais e mudanças de direção.

     

    Existe uma controversa na ciência em relação ao tempo de calefação antes de uma atividade física, até porque, isto realmente varia dependendo do tipo de esforço realizado durante o esporte. Alguns trabalhos falam em 15 a 30 minutos para esportes como o futebol, tênis e futebol americano. Já em relação à corrida, este tempo pode variar entre 3 a 12 minutos. Fatores como temperatura externa, umidade relativa do ar, idade do atleta, peso e nível de performance podem influenciar na qualidade e duração do aquecimento. Quanto mais específico for, menor será o tempo necessário. Um detalhe importante é a sensação de bom preparo que o atleta deverá sentir após os exercícios físicos.

     

    Ao contrário do que se pensava e praticava, o alongamento não consiste em uma boa forma de aquecer, principalmente o alongamento estático, por não se enquadrar no princípio da especificidade.

     

    O Correr Sem Lesão

    Esse artigo é um oferecimento Correr Sem Lesão Online, o curso online em que Alexandre Rosa organizou o conteúdo direcionado para corredores. Alexandre é fisioterapeuta, professor, maratonista e especialista em Fisioterapia Esportiva e Ortopédica. Ele também realiza o projeto Correr Sem Lesão no Instagram. Foi através desse projeto que ele percebeu a necessidade que muitas pessoas tinham em ter acesso a um conhecimento mais aprofundado sobre prevenção de lesões, algo que pudesse ajudar na preparação para provas e com baixo custo. Por isso, ele vem trabalhando em um conteúdo totalmente embasado cientificamente com aquilo que há de novo, aliado à sua experiência de 20 anos de prática profissional e 18 maratonas. Para quem quer aprofundar mais e conduzir melhor seu treinamento de acordo com seu objetivo pessoal, como por exemplo: otimizar o fortalecimento, recuperação escolher a melhor técnica de corrida tendo em vista suas características individuais. Saiba mais no site www.corrersemlesao.com.br/online

     

    por Alexandre Rosa (Correr Sem Lesão)

    Diagnosticada com autismo, Alícia Fernandes participará do XTERRA Kids em Mangaratiba

    A jovem de quatro anos terá a companhia do pai, Narbal Fernandes, que correrá a trail 21K com uma bandeira de conscientização da síndrome

     

    O XTERRA Costa Verde 2019 contará com uma ilustre presença: Alícia Fernandes, apelidada de “Bailarina” pelos pais Narbal Fernandes e Alétha Fernandes. Com apenas quatro anos de idade, Alícia participará da corrida Kids, onde irá percorrer 100m pela arena montada na área externa do Portobello Resort & Safári, em Mangaratiba, no dia 10 de fevereiro. Até aí tudo normal, certo? Errado! A história da pequena Bailarina é de superação e muita emoção.

     

    A corrida Kids do XTERRA atrai centenas de crianças pelas edições anuais do evento. É uma chance de integração entre os nossos pupilos e o esporte mais praticado no Brasil, a corrida. Apesar das curtas distâncias, para Alícia, cada passada após o soar do apito será uma vitória, afinal a jovem sofre de autismo e não tem boa locomoção, fazendo inclusive, terapia psicomotora. Apesar da iminente dificuldade da filha, Narbal Fernandes não esconde a felicidade ao imaginá-la dando seus curtos passos pelo percurso.

     

    “Já imagino a Bailarina na provinha. Vou tremer de alegria e vou conduzi-la durante todo o caminho, mas o nervosismo e a emoção vão tomar conta de mim certamente”, prospecta o emocionado Narbal, que tem 36 anos e já confirmou sua presença na trail run 21K. O carioca natural de Mesquita aproveita para revelar um acessório que utilizará durante a sua participação: “Já fiz uma prova do XTERRA. Foi em 2011 se não me engano e lembro que corri 9 km muito divertidos. Foi um cenário maravilhoso, com animais e muito verde pelos lados. Desta vez, porém, será mais marcante por causa da presença da Bailarina. Vou correr com uma bandeira de conscientização do autismo para que as pessoas sempre tenham conhecimento sobre o assunto”, finalizou.

     

    A bandeira de conscientização do autismo sempre acompanha Narbal por provas de corrida Brasil afora

    A menos de dois meses de completar cinco anos, Alícia ainda não fala, evita o contato visual e apresenta distúrbios motores apesar das constantes sessões de ABA, fonoaudiologia e outras terapias. Mas mesmo com o diagnóstico apontado desde 2016, Narbal garante que não mede esforços para ajudar a filha. “É uma bomba para os pais, pois infelizmente ainda existe muito a se descobrir sobre a síndrome e a vida se transforma em função da criança, que será dependente por toda a eternidade. Mas a gente nunca chorou por isso e nos adequamos para convivermos da melhor maneira, sempre lutando pelos direitos e fazendo tudo o que é possível para ter os tratamentos necessários. A Alícia terá uma vida com dignidade e respeito e será sempre a minha Bailarina, mesmo que não possa dançar”, afirma o ultramaratonista Narbal Fernandes.

    Agulhas Negras e Itaipava: saiba mais sobre as duas etapas inéditas de 2019

    Pela primeira vez inseridas no calendário oficial do XTERRA, edições trazem proximidade com capital carioca e novidade no MTB

     

    As sedes do XTERRA são requisitadas, são pontos turísticos desejados por viajantes de todo o mundo. Fazem parte do DNA de cada aventureiro e, por isso, a organização cuida para que sejam “tiros certeiros” em cada calendário anual. Com dez etapas definidas para 2019, o inovador é o ineditismo nas cidades de Visconde de Mauá e Petrópolis, ambas no estado do Rio de Janeiro e conhecidas por beleza naturais, como a Cachoeira de Santa Clara e por belezas arquitetadas, como o grandioso Castelo do Barão de Itaipava.

     

    Respectivamente a 200km e a 93km da capital carioca, as intituladas XTERRA Agulhas Negras e XTERRA Itaipava prometem bastante integração dos ciclistas brasileiros, já que terão o MTB como principal viés esportivo devido aos trajetos específicos e à nova modalidade exclusiva de Itaipava, o MTB Cup X6, onde será possível pedalar em um circuito de XCO nos padrões mundiais por seis horas ininterruptas. A prova poderá ser realizada individualmente, em duplas ou até em quartetos, permitindo assim, uma experiência única entre amigos amantes do esporte sobre duas rodas.

     

    “É um formato de competição que vem crescendo bastante pela integração que ela trás entre os competidores. Alguns atletas optam por correr solo e aí o desafio é muito maio, a preparação para esta prova solo é muito intensa. Em dupla ou quarteto gera mais diversão e expectativa entre os atletas. Um ciclista sai e os outros ficam ali torcendo, comentando, esperando o amigo chegar, enfim, será uma prova muito legal e vai beneficiar o público também, que poderá assistir o tempo todo por ser um circuito de XCO. Tenho certeza que o MTB Cup X6 vem para ficar de vez”, garante Edivando de Souza, embaixador XTERRA de MTB e campeão na temporada de 2015.

     

    “Eu conheço o circuito lá (Itaipava) e é divertido ao mesmo tempo que radical. Tem uma parte técnica importante, mas quem é amador consegue mandar bem. O mais legal é que teremos a chance de correr em uma equipe de quatro pessoas”, reconhece Sofia Subtil, embaixadora XTERRA e atleta profissional de MTB.

    Sofia Subtil

    O nome Agulhas Negras se deve pelo fato de a região ser conhecida pela alcunha, que remete ao Pico das Agulhas Negras, quinto mais alto do Brasil, com 2.790m de altitude, e que não faz parte do percurso do XTERRA. A região de Visconde de Mauá é conhecida pela quantidade de cachoeiras presentes. Destacam-se a já citada cachoeira de Santa Clara, a cachoeira do Escorrega e a cachoeira Véu da Noiva. Além disso, em Mauá fica o Rio Preto, que divide o Rio de Janeiro de Minas Gerais. Com seus mais de 100 hotéis e pousadas, além de restaurantes especializados em receitas à base de pinhão, a cidade tem um leque de opções de lazer para toda a família.

     

    Com a fama de acolher pessoas famosas em seus luxuosos hotéis cinco estrelas, a montanhosa região de Itaipava é perfeita para passar miniférias e é capaz de proporcionar uma perfeita estadia em clima imperial. Se houver interesse em hospedagem no quase centenário Castelo de Itaipava (99 anos), recomenda-se agendar com antecedência.

    O Castelo de Itaipava é uma ótima opção de visitação na cidade de Petrópolis. Foto: Castelo Itaipava.com

    Inscreva-se no XTERRA Agulhas Negras clicando em https://www.x3mbrasil.com/inscricoes/inscricoes/xterra-agulhas-negras-2019 e no XTERRA Itaipava clicando em https://www.x3mbrasil.com/inscricoes/inscricoes/xterra-itaipava-2019.

    Correr Sem Lesão : O alongamento no esporte

    Durante muito tempo, alongar fez parte da rotina de preparação da maioria dos esportes. Até mesmo em algumas atividades laborais esse hábito esteve sempre presente no dia a dia dos profissionais responsáveis pela saúde da empresa. Mas o quê e por quê mudou?

     

    A ciência do esporte evoluiu muito nas últimas décadas. Vários instrumentos de mensuração do desempenho foram criados junto à sistematização dos parâmetros de treinamento. A mudança tornou possível que o devido crédito fosse dado às variáveis como força, flexibilidade, capacidade neuromotora, entre outros.

     

    Nessa onda, surgiram vários estudos que mostraram o real papel do alongamento no desempenho no esporte, na prevenção de lesões e na postura. Houve muita polêmica e discussão até que um norte fosse encontrado.

     

    Hoje podemos falar que não existe correlação entre alongamento e condição postural. Outros fatores mais importantes como ativação muscular e consciência corporal auxiliam mais na aquisição e manutenção da boa postura.

     

    Alguns esportes demandam boa flexibilidade e amplitude de movimento. Em outros, como a corrida e o ciclismo, em que as amplitudes de movimento são mais restritas e há necessidade de transmissão rápida de força, o alongamento perde sua importância.

     

    Especialmente falando de trail run e corrida de montanha, em que o corredor enfrenta terrenos irregulares e necessita de mudanças rápidas de direção, ter alongamento excessivo pode dificultar esta rápida transmissão de força e comprometer o tempo de reação do músculo.

     

    Mas então para que serve o alongamento? A prática funciona toda vez que temos um músculo encurtado limitando um movimento que o corpo esteja precisando. Observe que é uma situação específica e individual.

     

    Se alongamento não previne lesões, o que vai prevenir? Existem vários estudos mostrando que o fortalecimento tem um papel importante na prevenção de lesões e aumento da performance. Outro fator importante também é o aquecimento: quanto mais específico for, melhor. Mas este é um assunto para uma próxima oportunidade.

     

    por Alexandre Rosa

     

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    Sobre o Correr Sem Lesão

    Alexandre Rosa é fisioterapeuta, professor, maratonista e especialista em Fisioterapia Esportiva e Ortopédica. Através do Correr sem Lesão, Alexandre percebeu a necessidade de muitas pessoas em ter acesso a um conhecimento mais aprofundado sobre prevenção de lesões – algo que pudesse ajudar na preparação para provas e com baixo custo. Um conteúdo online embasado cientificamente no que há de mais recente no mercado, aliado à experiência de 20 anos de prática profissional e 18 maratonas para quem quer conduzir melhor os treinos de acordo com o objetivo pessoal. Confira mais em www.corrersemlesao.com.br/online e no Instagram @corrersemlesao.

    XTERRA abre 2019 com tradicional e requisitada etapa carioca

    Maior evento de esportes off-road do mundo inicia a temporada com a edição Costa Verde, em Mangaratiba, nos dias 9 e 10 de fevereiro

     

    Em seu 15° ano de existência no Brasil, o XTERRA antecipou o calendário. Tradicionalmente a primeira etapa do circuito é disputada em março, porém, em 2019, o início das atividades será nos dias 9 e 10 de fevereiro, na área externa do luxuoso Portobello Resort & Safári, em Mangaratiba. O famoso XTERRA Costa Verde já contou com presenças ilustres em edições passadas, tais como a do jornalista Clayton Conservani, o orientador financeiro e diretor artístico Fly Vagner (que estará presente novamente) e o ator global Nicolas Prattes, por exemplo.

     

    O XTERRA Costa Verde promete reunir mais de 3.000 pessoas, entre atletas e espectadores. As modalidades disponíveis são: trail run em três distâncias (5k, 10k, e 21k), aquathlon (1k natação + 5k corrida), triathlon (750m natação + 18,5k mountain bike + 5k corrida), swim challenge em duas distâncias (1,5k e 3k) e a divertida corrida kids para a criançada de 1 a 14 anos. As inscrições podem ser realizadas através do link https://bit.ly/2Fltl4l.

     

    As paisagens de Mangaratiba roubam a cena independente do esporte. Foto: Thiago Lemos

    O conceito do XTERRA é usar o esporte praticado na natureza para criar momentos divertidos em família, proporcionando inclusive uma viagem turística. Uma das peculiaridades da etapa em Mangaratiba é o safári oferecido pelo hotel Portobello, que tem 300.000 m² de área e comporta dezenas de espécies animais, como zebras, antílopes, capivaras e diversas aves por exemplo. Os percursos de triathlon e corridas permitem a observação das espécies, inclusive. Mas há também o lado competitivo, onde atletas profissionais brigam pelo título nacional no fim do ano. O formato de pontuação é semelhante ao da Fórmula 1, onde cada competidor soma pontos de acordo com a colocação final em cada uma das dez etapas do ano. A diferença é que no XTERRA, dependendo da modalidade, tem o esquema de descarte de notas mais baixas (consulte o regulamento de cada prova). Ao final do circuito, quem somar o maior número é o campeão.

     

    Atual campeã do swim challenge 1,5k, a carioca Patrícia Lima revela que não só irá defender seu título no mar, como também participará de outra experiência por diversão. O intuito é aproveitar ao máximo a boa energia das localidades onde é disputado o XTERRA. “Estou preparada para este novo ano e quero brigar pelo bicampeonato na natação de 1,5k. Eu adoro a etapa de Costa Verde, o lugar é maravilhoso, lindo demais e nesse calorzão não tem coisa melhor que nadar em um mar carioca. Estou confirmadíssima e vou além, vou me aventurar também na prova de aquathlon, pois quero estar na água o máximo de tempo possível e acho que vai ser muito divertido”, declara.

     

    O XTERRA é apresentado pelo SESI e tem seis etapas já confirmadas em 2019, mas as outras quatro serão divulgadas até o próximo dia 18 de janeiro. Além do XTERRA Costa Verde, já estão confirmadas o XTERRA Brazil em Ilhabela (11 e 12 de maio), o XTERRA Praia do Forte na Bahia (8 e 9 de junho), o XTERRA Agulhas Negras em Resende (13 e 14 de julho), o XTERRA Itaipava em Petrópolis (24 e 25 de agosto) e o XTERRA Estrada Real em Tiradentes (28 e 29 de setembro).

     

    XTERRA Costa Verde – RJ
    Data: 9 e 10 de fevereiro – Temporada 2019
    Local: Portobello Resort & Safári – Mangaratiba, RJ
    Inscrições e mais informações: https://bit.ly/2Fltl4l
    Cronograma: http://xterrabrasil.com.br/tour/wp-content/uploads/2018/10/19_XTERRA_COSTA-VERDE_CRONOGRAMA_16-10.pdf

     

    Patrícia Lima superou medo do mar para ser campeã no XTERRA

    Nadadora carioca colocou seu nome na história do esporte após conquista no Swim Challenge 1,5km

     

    O Swim Challenge do XTERRA tem uma campeã inédita em 2018. Trata-se de Patrícia Lima, que tem sobrenome de campeão (referência a Luiz Lima) nas travessias aquáticas e pais ligados à natação. Apesar de ter nascido em “berço d’água”, já que a mãe, Rosângela Lima, é professora de natação e o pai, Paulo Roberto, é dono da academia Rio Acqua, Patrícia precisou superar um medo inesperado, o mar.

     

    Criada em Vila Valqueire, bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro, Paty, como é conhecida pelos amigos, sempre teve preferência pelas piscinas e foi atleta federada até os 12 anos de idade, mas resolveu seguir um caminho profissional totalmente diferente e inusitado. “Em julho de 2013 entrei para a Escola de Especialistas de Aeronáutica em Guaratinguetá. Fiquei estudando por dois anos e em junho de 2015 me formei em Sargento da Aeronáutica, o que me fez voltar para o Rio”, explica.

     

    Atualmente com 26 anos de idade, Patrícia conta que a natação sempre foi uma paixão, um hobby em que ela demonstrava um talento nato. Porém em 2018 suas pretensões mudaram por causa de um convite de Renan Nascimento, treinador e líder da Renan Nascimento Team. “O coach Renan me chamou para fazer maratonas aquáticas e resolvi aceitar apesar de ter medo. Treinei duro e em fevereiro deste ano fiz minha primeira prova em mar aberto. Foi ruim demais, saí da água dizendo que nunca mais ia voltar a nadar”, revelou Paty.

     

    Com todo o poder de persuasão que apenas grandes líderes têm, Renan Nascimento convenceu a nadadora a dar uma segunda chance ao mar. Esta segunda oportunidade foi em Mangaratiba, no XTERRA Costa Verde, disputado em 10 de março. A experiência foi o oposto da inicial, o trauma foi superado com um 1° lugar em sua faixa etária e o desejo pelo título do ranking foi gerado. Nascia ali a nova campeã aquática do maior evento de esportes off-road do mundo.

     

    “Nunca tinha feito nenhuma etapa do XTERRA e nem tinha experiência neste tipo de competição, então o título de 2018 foi uma surpresa muito grande para mim. Vencer uma competição tão importante e nomeada como o XTERRA é um sonho realizado! Não tenho palavras para expressar minha felicidade “, confessou.

     

    Paty brilhou no XTERRA Ilhabela, em agosto.

    Patrícia Lima foi campeã após participar de quatro das sete edições do XTERRA Brazil Tour 2018 com a modalidade de Swim Challenge 1,5k. Em Costa Verde a morena ficou em 12° lugar, em Ilhabela, sua prova favorita, triunfou pela primeira e única vez, na Praia do Rosa e em Paraty chegou em segundo. Paty fez questão de elogiar e agradecer sua principal adversária no circuito e deixou claro seu principal objetivo em 2019.

     

    “A Clarissa Brito, que foi vice-campeã do ranking e é embaixadora XTERRA, é uma pessoa incrível! Tivemos algumas disputas nesta temporada e foi tudo bem saudável, então quero agradecê-la por isso e pretendo defender meu título em 2019, estando presente no máximo de etapas possíveis. Quero ser bicampeã”, afirmou.

     

    Ao centro, Patrícia posa com seu troféu de campeã do ranking. Clarissa Brito (à esquerda) e Ana Matos (à direita) ficaram em 2° e 4° lugar respectivamente

    Vencedora do Endurance 2018 relembra prova e elogia Rosália Camargo

    Ana Silveira brilhou em sua estreia nos 50k em Tiradentes

     

    A prova Endurance do XTERRA é a mais desafiadora das modalidades do evento. Em 2018, com o novo formato estabelecido pela organização, os 50k passaram a ser ainda mais especiais, já que só ocorrem em um momento do calendário, na clássica etapa XTERRA Estrada Real, em Tiradentes. Mais de 170 guerreiros enfrentaram o desafio, que passou por montanhas, pedras, gramas, estradas e lama. Os vencedores foram Mércio Ferreira e Ana Silveira.

     

    Nascida e criada em Niterói, região Fluminense do estado do Rio de Janeiro, Ana Silveira, que treina diariamente com a equipe Torres Trail Run, aventurou-se pela primeira vez em um Endurance e não se arrependeu: “Eu tinha participado de trail runs do XTERRA em 2015, 2016 e 2017, então já conhecia bem e estava me preparando. Sempre quis fazer o Endurance porque é uma referência para os atletas que desejam aumentar distâncias. Agora estou na torcida para que a prova ocorra mais vezes no ano, em Costa Verde, Ilhabela e Tiradentes mesmo, as cidades são maravilhosas para ir com a família e os percursos são perfeitos”, cobiça Ana, de 33 anos.

     

    A corredora comentou também sobre a sua performance brilhante (chegou 50 minutos à frente da segunda colocada), revelou a meta individual e uma inspiração famosa. “A prova foi exatamente como planejei, eu queria completá-la abaixo de 5 horas e terminei em 4h51min. As dificuldades mesmo foram os trechos que corri sozinha, sem companhia de outras competidoras, aquilo foi um trabalho mental. Porém duas semanas depois do XTERRA Estrada Real eu fiz uma maratona trail com a Rosália (Rosália Camargo, maior vencedora da história do Endurance com 13 vitórias e integrante do Hall da Fama XTERRA) e aprendi muita coisa nos poucos trechos em que corremos juntas. Ela é certamente uma grande referência no esporte, principalmente para nós mulheres. Ela é forte mentalmente e pequena só no tamanho”, elogiou Ana Silveira.

     

    A baixinha Ana no lugar mais alto do pódio em Estrada Real 2018. Foto: Bruno Meneghitti

     

    Com um triunfo em uma tentativa nos 50k do XTERRA, é natural que Ana esteja presente também na etapa XTERRA Estrada Real 2019, em 28 de setembro, defendendo seu título. Questionada sobre a possível participação, a carioca não teve dúvidas: “Pretendo ir na próxima edição, claro”, afirmou.

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