39.0481, -77.4728
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    Itaipava

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    Estrada Real

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    -21.110108, -44.173202 Inscreva-se Saiba Mais
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    Ilha Grande

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    -22.752792, -41.884151 Inscreva-se Saiba Mais
  • COSTA VERDE

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    Costa Verde

    Mangaratiba - RJ

    -22.949793, -44.074256 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
  • BRAZIL

    11 e 12 de Maio

    BRAZIL

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    Agulhas Negras

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    Do amadorismo à profissionalização no XTERRA: conheça a triatleta Mirian Damásio

    Após ser bicampeã em sua faixa etária, paulista passou a integrar elite do triathlon na abertura da atual temporada

     

    O primeiro XTERRA disputado foi em maio de 2017, na clássica etapa de Ilhabela. Ali, o nome Mirian Damásio entrava para o sistema eletrônico do evento, mas não seria uma mera junção de caracteres em uma prova aleatória e sim o início de uma jornada campeã. Nascida em Mogi Mirim, Mirian tem pouco tempo no mundo do triathlon – pouco mais de dois anos – porém muito empenho e talento já revelam um currículo impressionante.

     

    “Sou bicampeã (17 e 18) da minha faixa etária (25 a 29 anos) no XTERRA. Comecei a praticar os esportes quando terminei a faculdade de fisioterapia, em 2015, a fim de cuidar da saúde. Eu fazia natação, corrida e pedalava também, porém tudo separadamente. No fim de 2016, um amigo chamado Paulo Borges me convidou para participar do triathlon no XTERRA de maio de 2017, então eu tive cerca de cinco meses para treinar e me apaixonei pela modalidade. Atualmente treino com planilha cerca de seis vezes por semana, sempre no período noturno e duas vezes semanais no funcional quase de madrugada”, explica Mirian.

    Em ação em Ilhabela, quando ainda usava o número de peito na cor de atleta amador

     

    Apesar de bons resultados em tão pouco tempo e à dedicação ferrenha aos treinamentos, a mogi-miriana ainda sofre desconfianças. Mesmo assim, ela mantém o sonho de um dia ser campeã do ranking nacional do XTERRA. Pensando isso, a morena já se profissionalizou em 2019, seguindo as normas exigidas pelo evento (ter concluído o ranking de triathlon como amador nos dois últimos anos), e já competiu na 1° etapa do ano, em Costa Verde. O desempenho ainda foi abaixo do esperado, mas o nervosismo era tão grande que a triatleta relevou.

     

    “Meus familiares estão se acostumando com a ideia. Ainda me questionam bastante sobre gastos, ausência em alguns finais de semana, treinamentos sem companhia, mas aos poucos vão aceitando porque sabem que é uma paixão enorme em minha vida. Faço pelo que me proporciona física e mentalmente, além da vibe e as ótimas experiências. Enfim, ainda preciso melhorar a parte da bike e resgatar meus melhores tempos na água, mas usar a touca preta (referência à cor do acessório aquático dos profissionais no XTERRA) é foda! Tive uma sensação de responsabilidade maior e acho que pensar que algo poderia dar errado me fez diminuir o ritmo. Poderia ter baixado o tempo em sete minutos”, analisou.

     

    Questionada sobre o motivo que a fez se profissionalizar, Mirian, que ficou em 3° lugar (1h59min29seg) no XTERRA Costa Verde (disputado em 09/02), não pestanejou: “Fui atrás de um desafio maior! Em breve espero ser campeã na elite também”. A atleta de Mogi já confirmou presença na 2° etapa do circuito de 2019, o XTERRA Brazil, em Ilhabela, SP, que acontecerá nos próximos dias 11 e 12 de maio.

     

    Mirian Damásio, em 3°, no pódio feminino do triatlhon no XTERRA Costa Verde

     

    Sul-africana que venceu swim challenge 3K em Mangaratiba revela treinos perigosos

    Tarryn Stanford mora na Cidade do Cabo e costuma treinar “com a companhia de tubarões” em águas abaixo de 15°

     

    Não é exatamente como você está pensando, mas a proximidade com os tubarões é bem real. Vencedora do swim challenge 3K do XTERRA Costa Verde, disputado no último dia 9 de fevereiro, a profissional de Recursos Humanos Tarryn Stanford, natural da Cidade do Cabo, capital da África do Sul, é assumidamente apaixonada pela natação em mar aberto e uma atleta exemplar. Com experiência de mais de 10 temporadas e a mãe, Cecilia Stanford, uma amante da mesma prática esportiva, a sul-africana de 32 anos tem uma rotina puxada, digna de profissional.

     

    Tarryn ao lado da mãe, Cecilia, saindo do mar africano

    “Adoraria ser uma atleta pro, mas eu nado desde criança porque minha mãe é uma ótima nadadora e sempre me passou este hábito. Treino pelo menos duas horas por dia e, no momento, estou apenas nadando e fazendo musculação porque vou disputar, em março, uns campeonatos de natação em piscina no meu país, mas também costumo pedalar e correr”, conta Tarryn.

     

    Apesar de tanto preparo e a fadiga comum resultante do esforço físico diário, ela revelou que seus treinos têm problemas bem maiores. Tão grandes que podem chegar aos 5 metros de comprimento e mais de uma tonelada em peso. Os famosos e temidos tubarões brancos são muito comuns na Cidade do Cabo, que inclusive oferece mergulhos em gaiolas de ferro com os predadores oceânicos como uma de suas atrações turísticas (https://bit.ly/2GRVmkH). Você pode fazer o passeio pagando uma bagatela de R$ 780,00.

     

    Com centenas de tubarões vivendo em seu local de treino, Tarryn garante que o medo aparece esporadicamente e que há regiões estratégicas para evitar um possível encontro com as feras aquáticas. “A maioria dos mares na Cidade do Cabo são muito frios, com temperaturas de 12 a 15 graus, e isso afasta os tubarões, mas nem tanto. Definitivamente eles ficam por perto, mas eu fecho os olhos quando coloco o rosto na água e só abro quando volto para superfície para respirar. Enquanto houver outros nadadores nas proximidades, tudo bem, mas quando acabo ficando sozinha em alto mar o pânico começa e aí vou para a margem o mais rápido possível”, revela a africana, com bom humor.

     

    Sobre a participação no XTERRA Costa Verde, a primeira vez em um evento esportivo fora da África do Sul, Tarryn foi objetiva e demonstrou tristeza em não poder competir novamente. “Gostei muito do XTERRA e foi uma experiência memorável. Acho muito legal o espaço que dão para a natação em águas abertas porque geralmente é o esporte negligenciado quando se trata de triathlon. Ter a opção de 1,5K e 3K também é ótimo porque agrega vários níveis de competidores. Fico triste por não poder nadar todo o circuito de 2019”, explicou Tarryn, que aproveitou para fazer uma crítica aos organizadores de provas sul-africanos. “Nunca colocam uma distância de 3K na natação porque no XTERRA da África do Sul não tem o swim challenge, só o triathlon, então fiquei muito empolgada quando vi o evento em Mangaratiba. Como eu estava no Brasil fui procurar por um desafio no meu esporte favorito e imediatamente surgiu o XTERRA Costa Verde.

     

    A sul-africana subiu ao pódio de Costa Verde segurando a bandeira brasileira e a touca de seu país natal

    Correr sem lesão: qual é a sua pisada?

    Ao comprar um tênis, muitos corredores se deparam com a seguinte situação: o vendedor pede para que o calçado seja retirado, observa os pés do atleta e “dá o diagnóstico” de pronação e supinação.

     

    Sem entrar no mérito (ainda) de escolha de calçado (que será tema do nosso próximo artigo), o que o corredor precisa entender é que pronação e supinação são eventos dinâmicos perfeitamente normais durante a locomoção humana.  A pronação é o movimento de aplainamento do pé e diminuição do arco plantar que acontece na fase de suporte da marcha e da corrida, ou seja, quando temos o peso do corpo todo sobre uma perna, e serve para absorção do impacto e adaptação do pé às irregularidades do solo. Já a supinação é o movimento que traz o pé de volta à posição inicial após a pronação acontecer, aumentando o arco plantar e tornando o pé mais rígido para facilitar a impulsão.

     

    Em algumas circunstâncias temos alterações destes movimentos, é o que chamamos de pronação excessiva (overpronation) ou ausência de pronação (underpronation), que muitas vezes é chamada de supinação excessiva. Todas estas deformações, no entanto, são características dinâmicas que só podem ser observadas com a pessoa em movimento.

     

    Durante a análise estática, o que podemos observar é o pé plano, que é uma alteração estrutural onde há um desabamento do arco plantar que permanece imutável durante o movimento. O contrário é o pé cavo, onde podemos notar um aumento excessivo do arco plantar com uma rigidez acentuada do pé.

     

    Qual o efeito disto na corrida e escolha do calçado? Discutiremos no próximo artigo.

     

    Sobre o Correr Sem Lesão

    Esse artigo é um oferecimento do curso online Correr Sem Lesão. Elaborado por Alexandre Rosa para quem quer aprofundar o conhecimento e conduzir melhor seu treinamento de acordo com seu objetivo pessoal, como por exemplo: otimizar o fortalecimento, recuperação, escolher a melhor técnica de corrida tendo em vista suas características individuais, etc. Saiba mais no site  www.corrersemlesao.com.br/online

     

    Acompanhe também o Instagram e o canal do Youtube.

     

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    Ranking de assessorias esportivas 2019 começa com atual campeã na liderança

    O ranking de assessorias esportivas XTERRA começou sua terceira edição em 2019. Cada vez atraindo mais interesse dos grupos Brasil afora, a competição já consagrou duas campeãs: Master Fit de Paraty (2017) e Chivunk (2018). Com a abertura da temporada atual em Mangaratiba, nos últimos dias 9 e 10 de fevereiro, no tradicional XTERRA Costa Verde, o ranking computou seus primeiros pontos. Atual vencedora, a carioca Chivunk largou na frente das demais, porém com uma vantagem curta, de apenas 34 pontos.

     

    Ao todo foram 132 grupos, clubes ou assessorias inscritas na primeira etapa do ano. Entre as dez primeiras destacam-se, além da já citada Chivunk, a Sidney Pereira Team, que ocupa a segunda colocação e pinta como forte concorrente ao título de 2019, a sempre poderosa Angra Runners e o crescimento das aquáticas, como a Vem Nadar e a Resende Águas Abertas, do multicampeão Artur Pedroza. Quem também aparece no top 10 pela primeira vez é o Club de Regatas Vasco da Gama, que ocupa a honrosa sexta colocação com 101 pontos, graças à forte equipe de natação que “invadiu” o mar de Mangaratiba.

     

    Confira abaixo o Top 10 atualizado e a classificação completa em http://xterrabrasil.com.br/tour/rankings-2019/#1542914649184-27dc8ac9-81a8

    1° – Chivunk – 336 pontos;

    2° – Sidney Pereira Team – 302 pontos;
    3° – Angra Runners – 158 pontos;

    4° – Big Field Run RJ – 120 pontos;

    5° – Vem Nadar – 106 pontos;

    6° – Vasco da Gama – 101 pontos;

    7° – Resende Águas Abertas – 98 pontos;

    8° – MCP Performance – 95 pontos;

    9° – Runners da Vila Militar – 86 pontos;

    10° – Triathlon para Todos – 71 pontos;

     

     

    As três assessorias que somarem a maior pontuação pelo mix de modalidades ganharão troféus. Além do título, a campeã será premiada com 20 camisas personalizadas + 7 cortesias em 2020 (na modalidade com mais inscritos em 2019). A vice-campeã receberá ainda 10 camisas personalizadas + 3 cortesias em 2020 (na modalidade com mais inscritos em 2019). Já a terceira terá cinco utilizações de um cupom de 40% de desconto em 2020 (na modalidade com mais inscritos em 2019).

     

    Relembrando o modelo de pontuação:

     

    • Trail 5K e Trail 10K – 1 ponto por atleta;
    • Trail 21K – 2 pontos por atleta;
    • Swim Challenge 1,5K – 2 pontos por atleta;
    • Swim Challenge 3K – 3 pontos por atleta;
    • MTB Cup Sport e MTB Cup Pro – 3 pontos por atleta;
    • Triathlon / Duathlon/ Aquathlon – 5 pontos por atleta;
    • Endurance – 7 pontos por atleta;
    • MTB X6 – 7 pontos por atleta;

    Tríplice coroa de Marcus Fernandes e dobradinha de Artur Pedroza na natação marcam início do XTERRA 2019

    Primeiras das dez etapas do ano, XTERRA Costa Verde recebeu cerca de 4.000 atletas no Portobello Resort & Safári, em Mangaratiba

     

    Iniciando a temporada 2019 mais cedo (nos últimos anos foi em março), o XTERRA lotou o Portobello Resort & Safári, localizado na região da Costa Verde, no Rio de Janeiro, no último fim de semana. Com cerca de 4.000 atletas presentes na área externa do luxuoso hotel, a 1° etapa do evento, nomeada XTERRA Costa Verde, contou com as disputas de triathlon, aquathlon, trail run (5K, 10K e 21K), swim challenge (1,5K e 3K) e a corrida Kids. Quem roubou a cena foram o triatleta Marcus Fernandes, de 32 anos, que triunfou nas três provas que participou (triathlon, trail run 5K e aquathlon) e o nadador Artur Pedroza, vencedor das duas distâncias da natação em mar aberto.

     

    Apesar da chuva intensa que Mangaratiba recebeu entre os dias 3 e 6 de fevereiro, o clima do evento apresentado pelo SESI foi típico de um verão carioca: muito sol, diversão e felicidade em meio aos cenários encantadores do Portobello, com seus animais exóticos à mostra e sua coloração esverdeada.  O XTERRA Fest, exclusivo para os atletas inscritos e seus acompanhantes, foi comandado pelo cantor Rodrigo Santos, ex-baixista do Barão Vermelho, e agitou a noite de sábado (9) ao som clássico do rock’n’roll nacional e muita cerveja Praya liberada.

     

    Triathlon

    A principal modalidade do XTERRA teve sua primeira prova do ano repleta de candidatos ao lugar mais alto do pódio. Entre os homens, o atual heptacampeão nacional Felipe Moletta, o atual campeão da etapa de Costa Verde Fernando Toldi, Rafael Juriti e Marcus Fernandes, o Markinhos, eram os favoritos. Melhor para Markinhos, que sobressaiu na parte aquática e saiu do mar com pelo menos um minuto à frente dos demais. Depois do ótimo desempenho inicial, o fundador da MF Assessoria Esportiva só precisou administrar a primeira colocação. Moletta ficou em segundo lugar, seguido por Toldi.

     

    “Fiquei muito feliz com meu final de semana em Mangaratiba e dou os parabéns para as provas super bem organizadas do XTERRA. Com certeza farei o circuito 2019 todo e vou atrás do título”, garantiu Markinhos.

     

    Na categoria feminina, a vencedora foi Laura Mira, embaixadora do XTERRA e vice-campeã do ranking 2018. Com um desempenho avassalador, Laura terminou o percurso inteiro com dez minutos de sobra para a segunda colocada, Luiza Zanini e 14 para a terceira, a estreante entre profissionais, Mirian Damásio. “Na primeira prova do ano a emoção é maior! Coração a mil do início ao fim, mas é ótimo começar com uma vitória em uma etapa linda entre amigos. Parabenizo as novas meninas da elite feminina, tomara que a modalidade continue crescendo porque o calendário de 2019 vai bombar”, afirmou Laura.

     

    A paulista Laura Mira fez bonito em Costa Verde

     

    Aquathlon

    A competição foi dominada do início ao fim pelo santista Marcus Fernandes, que chegou a ser ameaçado por Dudu Gonzalez, vencedor da modalidade em 2018, mas os quase dois minutos de diferença na parte da corrida fizeram a diferença para Markinhos, que levantava seu segundo troféu no dia. A categoria feminina contou com o retorno de Luzia Bello, tetracampeã no triathlon (2010, 2011, 2012 e 2013) e membra do Hall da Fama XTERRA. Após cinco anos afastada, a conterrânea de Markinhos venceu a prova e foi homenageada durante a premiação. A dupla natural de Santos também foi campeã nos 5K de trail run, que é a modalidade perfeita para os que estão iniciando a rotina de praticar os esportes off-road. A corrida foi disputada no domingo, dia 10, e contou com mais de 1.000 competidores.

     

    Trail Run (10K e 21K)

    Nas trails runs o percurso estava extremamente desafiador, com subidas e solos diversificados, o que aumentou a diversão para os amadores e o desafio para os profissionais da competição. Antônio Gonçalves e Geisla dos Santos, bicampeão e pentacampeã do ranking respectivamente, não conseguiram começar o ano da forma que estão acostumados, vencendo. O mineiro ficou com a segunda posição, atrás de Raphael Valverde, da equipe Runners da Vila Militar e que já havia vencido a etapa em 2018. Já a ilhabelense Geisla, revelou que o foco da temporada é ficar entre as cinco primeiras no XTERRA World Championship, no Havaí, no fim do ano. Solange Mariano, que ano passado havia levado o troféu de ouro nos 10K, foi a grande vencedora dos 21K de 2019, mostrando rápida evolução e que será uma forte concorrente ao ranking atual.

     

    Nos 10K a corredora da Angra Runners Helenice Barboza chegou à frente das mais de 300 competidoras na modalidade. Nos homens, Renato Campos foi o campeão

     

    Swim Challenge (1,5K e 3K)

    Nas provas de natação em mar aberto, mais de 450 nadadores se aventuraram nas águas cariocas de Mangaratiba. O multicampeão Artur Pedroza não cansa de colecionar troféus e feitos históricos e, desta vez, inscreveu-se tanto na modalidade de 3K, onde já é tetracampeão nacional, quanto nos 1,5K. O atleta de 44 anos, que é embaixador XTERRA e que também integra o Hall da Fama XTERRA não deu chance para possíveis “zebras” e ditou o ritmo de ambas competições. Artur é o único atleta na história do evento que jamais perdeu uma simples prova. Com 100% de aproveitamento, o veterano ainda esbanja humildade. “As baterias tiveram intervalo de uma hora e foram bem diferentes. Uma com mar mais calmo e a outra com mar mexendo muito, exigindo técnicas distintas de nado e respiração, mas sempre com o ritmo intenso em ambas. Penso apenas em seguir nadando sem euforia, me divertindo sempre”, disse.

     

    Artur Pedroza segue fazendo história no XTERRA

     

    Entre as mulheres, Vitória Farabulini ficou no lugar mais alto do pódio nos 1,5K, seguida pelas atletas do Club de Regatas Vasco da Gama, Gabriela Alves (vencedora em 2018) e Maylu Rocha, respectivamente. Nos 3K, o destaque foi para a sul-africana Tarryn Stanford, que deixou para trás a própria Vitória Farabulini e outra nadadora cruzmaltina, Valesca Cruz.

     

    A sul-africana Tarryn Stanford no topo do pódio de swim 3K feminino

    O XTERRA Costa Verde, que teve apoio da Speedo, Galt, CNI, Maçãs Turma da Mônica, e VZ0motors tem todos os resultados disponíveis no link https://bit.ly/2Bq2KAn. A próxima edição do XTERRA Brazil Tour 2019 será a etapa qualificatória para o Mundial do Havaí, o XTERRA Brazil, em Ilhabela, nos próximos dias 11 e 12 de maio.

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