39.0481, -77.4728
  • 11 e 12 de Maio

    BRAZIL

    Ilhabela – SP

    -23.112450, -47.216160 Inscreva-se Saiba Mais
  • 01 e 02 de Junho

    OURO PRETO

    Ouro Preto – MG

    -20.3948400, -43.5051700 Inscreva-se Saiba Mais
  • 08 e 09 de Junho

    Praia do Forte

    Mata do São João – BA

    -12.574687, -38.004731 Inscreva-se Saiba Mais
  • 13 e 14 de Julho

    Agulhas Negras

    Visconde de Mauá - Resende/RJ

    Inscreva-se Saiba Mais
  • 24 e 25 de agosto

    Itaipava

    Petrópolis– RJ

    -22.903730, -43.609380 Inscreva-se Saiba Mais
  • 28 e 29 de setembro

    Estrada Real

    Tiradentes – MG

    -21.110108, -44.173202 Inscreva-se Saiba Mais
  • 02 e 03 de Novembro

    Indaiatuba

    Indaiatuba – SP

    -23.112450, -47.216160 Inscreva-se Saiba Mais
  • 30 de novembro e 01 de dezembro

    Búzios

    Armação dos Búzios – RJ

    -22.752792, -41.884151 Inscreva-se Saiba Mais
  • 9 e 10 de Fevereiro

    Costa Verde

    Mangaratiba - RJ

    -22.949793, -44.074256 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
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    Correr sem lesão: a importância do aquecimento na vida do atleta

    O aquecimento faz parte da rotina de vários esportes e o que treinadores e atletas buscam ao realiza-lo é a melhora da performance e prevenção de lesões. Mas para que este objetivo seja alcançado, os movimentos devem seguir alguns princípios básicos, como o da especificidade, por exemplo.

     

    O que faz do aquecimento algo tão importante são as alterações físicas que ele produz. A calefação vai diminuir a rigidez das articulações e dos músculos fazendo com que o movimento ocorra de forma mais suave. Há também um aumento da taxa de liberação de oxigênio da hemoglobina para o tecido muscular, a aceleração do metabolismo basal e a diminuição do tempo de reação neural, promovendo assim uma maior eficácia e respostas rápidas do músculo.  Além disso, quando fazemos um aquecimento específico, aumentamos o fluxo sanguíneo na musculatura alvo e criamos uma sensação psicológica de “estar preparado”. Porém, o mais importante para o esporte é o que chamamos de “potencial de pós ação”, que é o aumento transitório da capacidade de contração muscular vindo em sequência da contração prévia da musculatura. Pode parecer complicado, mas não é. O músculo em repouso é estimulado com as constantes repetições, então o cérebro “aprende” as vias pelas quais este movimento deve acontecer. Desta forma, quando você realizar o movimento novamente, o cérebro já terá o knowhow da contração e a realizará com mais rapidez e comepetência.

     

    Muito se fala em especificidade, mas o que é isto?  Como dito, um bom aquecimento deve ser específico, ou seja, ele deve simular de uma maneira bem mais branda os gestos que serão realizados durante a atividade. No caso da corrida, seria uma caminhada ou trote, pequenos saltos no mesmo lugar, simular a passada de maneira mais lenta e no mesmo lugar e por aí vai. Para o atleta de trail run, pode-se acrescentar ao aquecimento específico, alguns saltos com desvios laterais e mudanças de direção.

     

    Existe uma controversa na ciência em relação ao tempo de calefação antes de uma atividade física, até porque, isto realmente varia dependendo do tipo de esforço realizado durante o esporte. Alguns trabalhos falam em 15 a 30 minutos para esportes como o futebol, tênis e futebol americano. Já em relação à corrida, este tempo pode variar entre 3 a 12 minutos. Fatores como temperatura externa, umidade relativa do ar, idade do atleta, peso e nível de performance podem influenciar na qualidade e duração do aquecimento. Quanto mais específico for, menor será o tempo necessário. Um detalhe importante é a sensação de bom preparo que o atleta deverá sentir após os exercícios físicos.

     

    Ao contrário do que se pensava e praticava, o alongamento não consiste em uma boa forma de aquecer, principalmente o alongamento estático, por não se enquadrar no princípio da especificidade.

     

    O Correr Sem Lesão

    Esse artigo é um oferecimento Correr Sem Lesão Online, o curso online em que Alexandre Rosa organizou o conteúdo direcionado para corredores. Alexandre é fisioterapeuta, professor, maratonista e especialista em Fisioterapia Esportiva e Ortopédica. Ele também realiza o projeto Correr Sem Lesão no Instagram. Foi através desse projeto que ele percebeu a necessidade que muitas pessoas tinham em ter acesso a um conhecimento mais aprofundado sobre prevenção de lesões, algo que pudesse ajudar na preparação para provas e com baixo custo. Por isso, ele vem trabalhando em um conteúdo totalmente embasado cientificamente com aquilo que há de novo, aliado à sua experiência de 20 anos de prática profissional e 18 maratonas. Para quem quer aprofundar mais e conduzir melhor seu treinamento de acordo com seu objetivo pessoal, como por exemplo: otimizar o fortalecimento, recuperação escolher a melhor técnica de corrida tendo em vista suas características individuais. Saiba mais no site www.corrersemlesao.com.br/online

     

    por Alexandre Rosa (Correr Sem Lesão)

    Diagnosticada com autismo, Alícia Fernandes participará do XTERRA Kids em Mangaratiba

    A jovem de quatro anos terá a companhia do pai, Narbal Fernandes, que correrá a trail 21K com uma bandeira de conscientização da síndrome

     

    O XTERRA Costa Verde 2019 contará com uma ilustre presença: Alícia Fernandes, apelidada de “Bailarina” pelos pais Narbal Fernandes e Alétha Fernandes. Com apenas quatro anos de idade, Alícia participará da corrida Kids, onde irá percorrer 100m pela arena montada na área externa do Portobello Resort & Safári, em Mangaratiba, no dia 10 de fevereiro. Até aí tudo normal, certo? Errado! A história da pequena Bailarina é de superação e muita emoção.

     

    A corrida Kids do XTERRA atrai centenas de crianças pelas edições anuais do evento. É uma chance de integração entre os nossos pupilos e o esporte mais praticado no Brasil, a corrida. Apesar das curtas distâncias, para Alícia, cada passada após o soar do apito será uma vitória, afinal a jovem sofre de autismo e não tem boa locomoção, fazendo inclusive, terapia psicomotora. Apesar da iminente dificuldade da filha, Narbal Fernandes não esconde a felicidade ao imaginá-la dando seus curtos passos pelo percurso.

     

    “Já imagino a Bailarina na provinha. Vou tremer de alegria e vou conduzi-la durante todo o caminho, mas o nervosismo e a emoção vão tomar conta de mim certamente”, prospecta o emocionado Narbal, que tem 36 anos e já confirmou sua presença na trail run 21K. O carioca natural de Mesquita aproveita para revelar um acessório que utilizará durante a sua participação: “Já fiz uma prova do XTERRA. Foi em 2011 se não me engano e lembro que corri 9 km muito divertidos. Foi um cenário maravilhoso, com animais e muito verde pelos lados. Desta vez, porém, será mais marcante por causa da presença da Bailarina. Vou correr com uma bandeira de conscientização do autismo para que as pessoas sempre tenham conhecimento sobre o assunto”, finalizou.

     

    A bandeira de conscientização do autismo sempre acompanha Narbal por provas de corrida Brasil afora

    A menos de dois meses de completar cinco anos, Alícia ainda não fala, evita o contato visual e apresenta distúrbios motores apesar das constantes sessões de ABA, fonoaudiologia e outras terapias. Mas mesmo com o diagnóstico apontado desde 2016, Narbal garante que não mede esforços para ajudar a filha. “É uma bomba para os pais, pois infelizmente ainda existe muito a se descobrir sobre a síndrome e a vida se transforma em função da criança, que será dependente por toda a eternidade. Mas a gente nunca chorou por isso e nos adequamos para convivermos da melhor maneira, sempre lutando pelos direitos e fazendo tudo o que é possível para ter os tratamentos necessários. A Alícia terá uma vida com dignidade e respeito e será sempre a minha Bailarina, mesmo que não possa dançar”, afirma o ultramaratonista Narbal Fernandes.

    Agulhas Negras e Itaipava: saiba mais sobre as duas etapas inéditas de 2019

    Pela primeira vez inseridas no calendário oficial do XTERRA, edições trazem proximidade com capital carioca e novidade no MTB

     

    As sedes do XTERRA são requisitadas, são pontos turísticos desejados por viajantes de todo o mundo. Fazem parte do DNA de cada aventureiro e, por isso, a organização cuida para que sejam “tiros certeiros” em cada calendário anual. Com dez etapas definidas para 2019, o inovador é o ineditismo nas cidades de Visconde de Mauá e Petrópolis, ambas no estado do Rio de Janeiro e conhecidas por beleza naturais, como a Cachoeira de Santa Clara e por belezas arquitetadas, como o grandioso Castelo do Barão de Itaipava.

     

    Respectivamente a 200km e a 93km da capital carioca, as intituladas XTERRA Agulhas Negras e XTERRA Itaipava prometem bastante integração dos ciclistas brasileiros, já que terão o MTB como principal viés esportivo devido aos trajetos específicos e à nova modalidade exclusiva de Itaipava, o MTB Cup X6, onde será possível pedalar em um circuito de XCO nos padrões mundiais por seis horas ininterruptas. A prova poderá ser realizada individualmente, em duplas ou até em quartetos, permitindo assim, uma experiência única entre amigos amantes do esporte sobre duas rodas.

     

    “É um formato de competição que vem crescendo bastante pela integração que ela trás entre os competidores. Alguns atletas optam por correr solo e aí o desafio é muito maio, a preparação para esta prova solo é muito intensa. Em dupla ou quarteto gera mais diversão e expectativa entre os atletas. Um ciclista sai e os outros ficam ali torcendo, comentando, esperando o amigo chegar, enfim, será uma prova muito legal e vai beneficiar o público também, que poderá assistir o tempo todo por ser um circuito de XCO. Tenho certeza que o MTB Cup X6 vem para ficar de vez”, garante Edivando de Souza, embaixador XTERRA de MTB e campeão na temporada de 2015.

     

    “Eu conheço o circuito lá (Itaipava) e é divertido ao mesmo tempo que radical. Tem uma parte técnica importante, mas quem é amador consegue mandar bem. O mais legal é que teremos a chance de correr em uma equipe de quatro pessoas”, reconhece Sofia Subtil, embaixadora XTERRA e atleta profissional de MTB.

    Sofia Subtil

    O nome Agulhas Negras se deve pelo fato de a região ser conhecida pela alcunha, que remete ao Pico das Agulhas Negras, quinto mais alto do Brasil, com 2.790m de altitude, e que não faz parte do percurso do XTERRA. A região de Visconde de Mauá é conhecida pela quantidade de cachoeiras presentes. Destacam-se a já citada cachoeira de Santa Clara, a cachoeira do Escorrega e a cachoeira Véu da Noiva. Além disso, em Mauá fica o Rio Preto, que divide o Rio de Janeiro de Minas Gerais. Com seus mais de 100 hotéis e pousadas, além de restaurantes especializados em receitas à base de pinhão, a cidade tem um leque de opções de lazer para toda a família.

     

    Com a fama de acolher pessoas famosas em seus luxuosos hotéis cinco estrelas, a montanhosa região de Itaipava é perfeita para passar miniférias e é capaz de proporcionar uma perfeita estadia em clima imperial. Se houver interesse em hospedagem no quase centenário Castelo de Itaipava (99 anos), recomenda-se agendar com antecedência.

    O Castelo de Itaipava é uma ótima opção de visitação na cidade de Petrópolis. Foto: Castelo Itaipava.com

    Inscreva-se no XTERRA Agulhas Negras clicando em https://www.x3mbrasil.com/inscricoes/inscricoes/xterra-agulhas-negras-2019 e no XTERRA Itaipava clicando em https://www.x3mbrasil.com/inscricoes/inscricoes/xterra-itaipava-2019.

    Correr Sem Lesão : O alongamento no esporte

    Durante muito tempo, alongar fez parte da rotina de preparação da maioria dos esportes. Até mesmo em algumas atividades laborais esse hábito esteve sempre presente no dia a dia dos profissionais responsáveis pela saúde da empresa. Mas o quê e por quê mudou?

     

    A ciência do esporte evoluiu muito nas últimas décadas. Vários instrumentos de mensuração do desempenho foram criados junto à sistematização dos parâmetros de treinamento. A mudança tornou possível que o devido crédito fosse dado às variáveis como força, flexibilidade, capacidade neuromotora, entre outros.

     

    Nessa onda, surgiram vários estudos que mostraram o real papel do alongamento no desempenho no esporte, na prevenção de lesões e na postura. Houve muita polêmica e discussão até que um norte fosse encontrado.

     

    Hoje podemos falar que não existe correlação entre alongamento e condição postural. Outros fatores mais importantes como ativação muscular e consciência corporal auxiliam mais na aquisição e manutenção da boa postura.

     

    Alguns esportes demandam boa flexibilidade e amplitude de movimento. Em outros, como a corrida e o ciclismo, em que as amplitudes de movimento são mais restritas e há necessidade de transmissão rápida de força, o alongamento perde sua importância.

     

    Especialmente falando de trail run e corrida de montanha, em que o corredor enfrenta terrenos irregulares e necessita de mudanças rápidas de direção, ter alongamento excessivo pode dificultar esta rápida transmissão de força e comprometer o tempo de reação do músculo.

     

    Mas então para que serve o alongamento? A prática funciona toda vez que temos um músculo encurtado limitando um movimento que o corpo esteja precisando. Observe que é uma situação específica e individual.

     

    Se alongamento não previne lesões, o que vai prevenir? Existem vários estudos mostrando que o fortalecimento tem um papel importante na prevenção de lesões e aumento da performance. Outro fator importante também é o aquecimento: quanto mais específico for, melhor. Mas este é um assunto para uma próxima oportunidade.

     

    por Alexandre Rosa

     

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    Sobre o Correr Sem Lesão

    Alexandre Rosa é fisioterapeuta, professor, maratonista e especialista em Fisioterapia Esportiva e Ortopédica. Através do Correr sem Lesão, Alexandre percebeu a necessidade de muitas pessoas em ter acesso a um conhecimento mais aprofundado sobre prevenção de lesões – algo que pudesse ajudar na preparação para provas e com baixo custo. Um conteúdo online embasado cientificamente no que há de mais recente no mercado, aliado à experiência de 20 anos de prática profissional e 18 maratonas para quem quer conduzir melhor os treinos de acordo com o objetivo pessoal. Confira mais em www.corrersemlesao.com.br/online e no Instagram @corrersemlesao.

    XTERRA abre 2019 com tradicional e requisitada etapa carioca

    Maior evento de esportes off-road do mundo inicia a temporada com a edição Costa Verde, em Mangaratiba, nos dias 9 e 10 de fevereiro

     

    Em seu 15° ano de existência no Brasil, o XTERRA antecipou o calendário. Tradicionalmente a primeira etapa do circuito é disputada em março, porém, em 2019, o início das atividades será nos dias 9 e 10 de fevereiro, na área externa do luxuoso Portobello Resort & Safári, em Mangaratiba. O famoso XTERRA Costa Verde já contou com presenças ilustres em edições passadas, tais como a do jornalista Clayton Conservani, o orientador financeiro e diretor artístico Fly Vagner (que estará presente novamente) e o ator global Nicolas Prattes, por exemplo.

     

    O XTERRA Costa Verde promete reunir mais de 3.000 pessoas, entre atletas e espectadores. As modalidades disponíveis são: trail run em três distâncias (5k, 10k, e 21k), aquathlon (1k natação + 5k corrida), triathlon (750m natação + 18,5k mountain bike + 5k corrida), swim challenge em duas distâncias (1,5k e 3k) e a divertida corrida kids para a criançada de 1 a 14 anos. As inscrições podem ser realizadas através do link https://bit.ly/2Fltl4l.

     

    As paisagens de Mangaratiba roubam a cena independente do esporte. Foto: Thiago Lemos

    O conceito do XTERRA é usar o esporte praticado na natureza para criar momentos divertidos em família, proporcionando inclusive uma viagem turística. Uma das peculiaridades da etapa em Mangaratiba é o safári oferecido pelo hotel Portobello, que tem 300.000 m² de área e comporta dezenas de espécies animais, como zebras, antílopes, capivaras e diversas aves por exemplo. Os percursos de triathlon e corridas permitem a observação das espécies, inclusive. Mas há também o lado competitivo, onde atletas profissionais brigam pelo título nacional no fim do ano. O formato de pontuação é semelhante ao da Fórmula 1, onde cada competidor soma pontos de acordo com a colocação final em cada uma das dez etapas do ano. A diferença é que no XTERRA, dependendo da modalidade, tem o esquema de descarte de notas mais baixas (consulte o regulamento de cada prova). Ao final do circuito, quem somar o maior número é o campeão.

     

    Atual campeã do swim challenge 1,5k, a carioca Patrícia Lima revela que não só irá defender seu título no mar, como também participará de outra experiência por diversão. O intuito é aproveitar ao máximo a boa energia das localidades onde é disputado o XTERRA. “Estou preparada para este novo ano e quero brigar pelo bicampeonato na natação de 1,5k. Eu adoro a etapa de Costa Verde, o lugar é maravilhoso, lindo demais e nesse calorzão não tem coisa melhor que nadar em um mar carioca. Estou confirmadíssima e vou além, vou me aventurar também na prova de aquathlon, pois quero estar na água o máximo de tempo possível e acho que vai ser muito divertido”, declara.

     

    O XTERRA é apresentado pelo SESI e tem seis etapas já confirmadas em 2019, mas as outras quatro serão divulgadas até o próximo dia 18 de janeiro. Além do XTERRA Costa Verde, já estão confirmadas o XTERRA Brazil em Ilhabela (11 e 12 de maio), o XTERRA Praia do Forte na Bahia (8 e 9 de junho), o XTERRA Agulhas Negras em Resende (13 e 14 de julho), o XTERRA Itaipava em Petrópolis (24 e 25 de agosto) e o XTERRA Estrada Real em Tiradentes (28 e 29 de setembro).

     

    XTERRA Costa Verde – RJ
    Data: 9 e 10 de fevereiro – Temporada 2019
    Local: Portobello Resort & Safári – Mangaratiba, RJ
    Inscrições e mais informações: https://bit.ly/2Fltl4l
    Cronograma: http://xterrabrasil.com.br/tour/wp-content/uploads/2018/10/19_XTERRA_COSTA-VERDE_CRONOGRAMA_16-10.pdf

     

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