39.0481, -77.4728
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    Agulhas Negras

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    Indaiatuba

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    Costa Verde

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    -22.949793, -44.074256 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
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    BRAZIL

    Ilhabela – SP

    -23.112450, -47.216160 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
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    OURO PRETO

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    -12.574687, -38.004731 Resultados Inscreva-se Saiba Mais
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    Após conquistar o pentacampeonato, Sabrina Gobbo não descarta aposentadoria do XTERRA

    Paulista se tornou a mulher mais vitoriosa do triathlon; Cansaço e desmotivação podem fazê-la encerrar carreira no XTERRA

     

    Tida como uma das maiores atletas da história do triathlon off-road brasileiro, Sabrina Gobbo agora é soberana nos títulos do XTERRA Brazil Tour. Natural de Campinas, ela passa a ser a primeira mulher pentacampeã do triathlon XTERRA e receberá o troféu + R$ 5.940,00 na festa de premiação no Empório Mercante, na Vila Colonial, em Paraty, amanhã, dia 1° de dezembro, às 22h.

     

    “Estou muito feliz por ter alcançado o meu principal objetivo. No fim de 2017 eu pensei em parar por cima, mas acabei ficando com aquela vontade de tentar quebrar o recorde da Luzia e resolvi encarar um novo ano”, admite Gobbo.

     

    Com os canecos seguidos (2014, 2015, 2016, 2017 e 2018), a campineira patrocinada pela Shimano e pela Trek bateu o recorde de títulos de Luzia Bello de forma antecipada, após chegar em primeiro lugar no XTERRA Ilhabela, disputado no último mês de agosto. Luzia é tetracampeã (2010, 2011, 2012 e 2013) e confirmou presença na primeira etapa da próxima temporada, em Costa Verde, mas talvez faça a prova de aquathlon. Será que teremos um 2019 com a disputa entre as duas estrelas do esporte off-road?

     

    É muito claro que os fãs desejam ver as performances de Sabrina e Luzia juntas no XTERRA, porém, pelo desânimo inesperado da atual campeã, este desejo poderá ser adiado novamente.

     

    “Sinceramente não sei como vai ser ano que vem. Confesso que estou cansada e o calendário do XTERRA será de fevereiro a dezembro, isso vai ser dureza. Também ando desmotivada porque o número de triatletas mulheres diminuiu e me incomoda competir sem ter uma disputa boa, mas vamos ver. Não consigo dizer nada com certeza ainda”, explicou.

     

    Uma possível pausa está sendo cogitada, mas os bons momentos serão sempre lembrados. Em 2018 mesmo, além do penta, houve outra conquista significativa para Sabrina, algo mais pessoal, a vitória sobre a algoz do passado.

     

    “A prova top foi em Ilhabela (realizada em maio), foi um dos pontos altos de toda minha carreira por causa das gringas que estavam lá, principalmente a Kara LaPoint, que já havia me derrotado em outras competições internacionais. Naquele dia eu tive problemas com a bike, meu pneu rasgou e havia ficado sem CO2, mesmo assim consegui ajuda, consertei tudo, alcancei as meninas da ponta e terminei em primeiro. Foi lindo”. A campeã também aproveitou para falar sobre uma possível participação no XTERRA World Championship, que não aconteceu até hoje. “Nunca fui ao Havaí e já tenho 41 anos, então não sei se irei. Ano passado eu estava com passagem comprada, mas tive um imprevisto e não fui, enfim, não posso garantir nada, mas eu gostaria de ir muito bem treinada para fazer bonito”, revelou Sabrina Gobbo, que também é a atual campeã brasileira de cross triathlon.

     

    Gobbo, exausta, ao cruzar a linha de chegada na citada prova de Ilhabela. Foto: Hércules Ralkauskas

     

    A equipe XTERRA parabeniza Sabrina Gobbo pelo pentacampeonato e se orgulha em tê-la competindo em nossas provas. Torcemos para que a atleta não se aposente ainda e siga nos dando a honra de oferecer novos momentos únicos em lugares paradisíacos do Brasil.

    Sonho de “gente grande”

    Aos 9 anos de idade, Luis Felipe Vitorino traçou e realizou um objetivo: participar da corrida kids do XTERRA Camp Ilha do Mel bancando sua própria inscrição

     

    No Paraná, mais precisamente em Maringá, cidade com mais de 350 mil habitantes, vive Luis Felipe Vitorino, uma criança de 9 anos de idade, cuja perseverança e maturidade impressionam e geram esperança em uma família humilde. Criado de forma simples pela mãe Mônica e pelo padrasto Lucas, em uma casa sem internet por exemplo, o jovem aprendeu a sonhar cedo demais.

     

    Felipe, como prefere ser chamado, participou de uma corrida local em Maringá, no início do último mês de maio. Foi sua primeira aparição em algo relacionado ao atletismo e ali, teve conhecimento do XTERRA, através de comentários dos adultos. Curioso e movido por um sonho em formação, o menino pesquisou pelo maior evento de esportes off-road do mundo e se encantou com o que viu. “Aprendi que o XTERRA é o que reúne tudo de melhor nas corridas e me impressionei com as fotos e vídeos lindos”, revelou Felipe Vitorino.

     

    O sonho passou a existir: participar de uma etapa do XTERRA. A mais próxima de sua casa seria a etapa em Ilha do Mel, nos dias 10 e 11 de novembro. Meta estabelecida, mas, no entanto, faltava a verba, pois o padrasto ganha um salário modesto em seu serviço como auxiliar de pedreiro e a mãe está sem trabalhar por incapacidade física. Começaria então a sua primeira maratona, a de arrecadar fundos para concretizar a nova paixão. Nada que assustasse o pequenino, que realiza todos os serviços domésticos há mais de um ano, devido às condições de sua mãe. Dona Mônica nasceu com uma leve paralisia no lado direito do corpo e a lesão agravou no momento do parto de Felipe, mas só a impossibilitou de realizar atividades em setembro de 2017.

     

    Felipe e sua mãe Mônica

     

    “Quando o Felipe nasceu tive uma pré-eclâmpsia porque passou da hora dele nascer e forçamos um parto normal, isso agravou minha condição no lado direito do corpo, mas sempre trabalhei em lugares pesados, como abatedouros e frigorífico de frango, por exemplo. Quando foi 15 de setembro de 2017 eu fui fazer um trabalho e dei um mal jeito na coluna. Aí tive tendinite no pescoço e cervicalgia, foi onde perdi os movimentos do lado esquerdo e danificou de vez o direito. Fiquei 3 meses sem movimentar os dois lados. Hoje em dia, com muita fisioterapia, fé e tomando a medicação, já voltou meu lado esquerdo, mas não mexo mão, braço, perna e pé direitos”, explica Mônica.

     

    Felipe começou a produzir bolos, brigadeiros, pulseiras indianas, bolsinhas de tricô e rifou uma cesta de doces para juntar a quantia necessária para correr no XTERRA Kids em Ilha do Mel. Após alguns dias de trabalho duro, vendendo seus acessórios e quitutes de porta em porta em Maringá, o menino conseguiu o dinheiro para realizar a inscrição e pagar um almoço para ele e sua mãe durante a estadia na Ilha. No dia do evento (10 de novembro), Felipe utilizou o app “Blá Blá Car” para pegar carona até Curitiba e depois até Paranaguá, onde conseguiram estadia na casa de um primo distante. Foram 10 horas de viagem e muita ansiedade, mas o objetivo foi atingido com muita força de vontade. Agora uma nova meta está traçada.

     

     

    “Fiquei feliz demais, agradeço à equipe do XTERRA e a todos que me ajudaram a chegar na Ilha do Mel. Eu adorei tudo e agora já quero ir também na etapa de Paraty, no Rio de Janeiro, que será no dia do meu aniversário de 10 anos, 2 de dezembro”, revelou Felipe.

     

    O caminho até Paraty foi ainda mais longo, mas o jovem contou com a ajuda financeira da Ric TV (TV Recorda do Paraná) e da organização do XTERRA, que cedeu hospedagem para ele e a mãe, além e bancar toda a alimentação durante os dois dias de estadia. Em Paraty, Felipe voltou a ficar em primeiro em sua bateria no XTERRA Kids, ganhou presentes da Speedo, uma merecida homenagem em cima do pódio dos adultos, além de um bolo de aniversário e um parabéns especial cantado pela equipe XTERRA.

    XTERRA encerra temporada 2018 com nova etapa em Paraty, RJ

    Edição irá definir os campeões dos rankings gerais e de faixa etária de cada modalidade; Cerimônia de premiação será em festa no Empório Mercante

     

    A 14° temporada do XTERRA Brazil Tour será encerrada após a última edição do ano, a chamada XTERRA Paraty, disputada em 01 e 02 de dezembro, no litoral do Rio de Janeiro. A cidade deve receber mais de 2.000 atletas amadores e profissionais para competirem nas modalidades de Triathlon, Trail Run 6,5 km, Trail Run 21 km, Night Run 6.5 km, MTB Cup Sport (27,5 km), MTB Cup Pro (38 km), Swim Challenge 1,5 km e 3 km e a corrida Kids para a criançada. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas em https://goo.gl/yUrJWZ.

     

    A Praia do Pontal será a sede das competições, onde ficará montada a arena do evento, com o palco principal, tendas de parceiros e food trucks, por exemplo. No fim da tarde de sábado (01) ocorrerá a entrega da honraria de Hall da Fama XTERRA a dois triatletas que ainda não receberam a homenagem, Alexandre Manzan e Rodrigo Altafini. Às 22h, no Empório Mercante, localizado na Vila Colonial, começará a cerimônia de premiação do ranking de 2018, ou seja, os grandes campeões da temporada 2018 receberão seus troféus e cheques (apenas para as modalidades Triathlon e MTB Cup Pro, que possuem premiação também em dinheiro).

     

    Quatro atletas já garantiram seus canecos por antecipação. São eles: Daniel Costa Cunha (bicampeão do Swim Challenge 1,5 km – 2017 e 2018) Artur Pedroza (tetracampeão do Swim Challenge 3 km – 2015, 2016, 2017 e 2018), Geisla dos Santos (pentacampeã da Trail Run 21 km – 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018) e Sabrina Gobbo, que entrou para a história do evento quebrando um recorde no Triathlon. A paulista é a primeira mulher pentacampeã na modalidade (2014, 2015, 2016, 2017 e 2018).

     

    Sabrina Gobbo entra para a história do XTERRA de vez, sendo a primeira mulher pentacampeã de triathlon. Foto: Thiago Lemos

     

    O ponto alto para os fãs de esportes off-road será a disputa do triathlon masculino, onde Rafael Juriti, Felipe Moletta e Diogo Malagon chegam com chances de título. Juriti, atual líder do ranking com 463 pontos, pelo regulamento, só poderá somar mais 40 pontos, mesmo que vença em Paraty. Com isso, Moletta (atualmente com 443 pontos) fica muito próximo de conquistar seu heptacampeonato no XTERRA, já que uma segunda colocação, por exemplo, renderá 90 pontos a mais. Malagon tem 431 pontos e aparece também com boas condições de ganhar o seu bicampeonato (foi campeão em 2015), porém precisará ficar pelo menos duas posições à frente de Moletta no XTERRA Paraty. Além de troféus e descontos para a próxima temporada, o   triathlon   do   XTERRA    tem premiação em dinheiro para os três primeiros colocados do ano, onde os valores são de R$ 5.940,00, R$ 3.780,00 e R$ 2.160,00 respectivamente.

     

    Rafael Juriti é o atual líder do ranking de triathlon. Foto: Thiago Lemos

     

    No MTB, a disputa feminina está acirrada desde o início do ano, com o topo do ranking revezando entre Sofia Subtil e Roberta Stopa. Para o último capítulo desta “novela”, ambas chegam com confiança e precisando apenas superar a outra. Quem chegar à frente, independentemente da posição, será a campeã de 2018, já que apenas 10 pontos as separam momentaneamente. Entre os homens, o embaixador do XTERRA   Edivando de Souza está com uma “mão na taça” (269 pontos, 56 à frente do vice Mauro Átila e 96 à frente do terceiro, o atual campeão, Sidnei Fernandes) e só um desastre poderá tirar seu bicampeonato. Ele foi campeão em 2015.

     

    O ciclista Edivando de Souza está próximo de ser bicampeão do circuito XTERRA. Foto: Thiago Lemos

     

    Famosa por suas praias, pela importância histórica e pela tradicional Rua das Pedras, Paraty é uma etapa popular e muito comemorada por todos. “Paraty é uma cidade muito querida e vem ganhando cada vez mais força entre os atletas. É um lugar muito rico de história, com uma diversidade grande de solo e um visual magnífico, com aquele clima tropical que todo mundo adora. Acredito que seja um destino único de viagem e o XTERRA é isso: mais que esporte e lazer, nós oferecemos a oportunidade de realizar uma miniférias em família com direito a conhecer pessoas, gastronomias e culturas diversas”, comenta Gabriela Corrêa, gerente do XTERRA no Brasil.

     

    O XTERRA Paraty é apresentado pelo SESI e tem apoio da Speedo e da Maçãs Turma da Mônica.

    800 pessoas participaram do inédito XTERRA Camp Ilha do Mel, no Paraná

    Felipe Moletta venceu a quarta etapa seguida e embolou o ranking do Triathlon masculino 2018; Entre as mulheres, Gisele Bertucci chegou em primeiro

     

    O último fim de semana (10 e 11 de novembro) na turística Ilha do Mel, localizada no litoral paranaense, em Paranaguá, foi marcado pela realização de uma etapa inédita do maior evento de esportes off-road do mundo, o XTERRA. O clima costeiro, a paisagem paradisíaca e as diversas trilhas da região receberam cerca de 800 atletas profissionais e amadores para várias horas de competições ao ar livre e muita diversão em família. O XTERRA Camp Ilha do Mel foi apresentado pelo SESI e contou com as modalidades de triathlonswim challenge 1,5 km e 3 km, trail run 21,2 km, night run 6,2 km e a corrida kids.

     

    Triathlon

    Os dois dias de alegria e sorrisos esbarraram na seriedade e concentração do paranaense Felipe Moletta, que competindo em casa, sabia da importância da vitória para chegar à última etapa de 2018, em Paraty, dependendo apenas de si próprio para se sagrar heptacampeão de triathlon no XTERRA. Henrique Lugarini e Cristiano Bernardo da Silva completaram o pódio masculino.

     

    Foi o quarto triunfo de Moletta no circuito 2018, o quarto consecutivo, demonstrando a força do atual hexacampeão na reta final do campeonato. Com este resultado na Ilha do Mel, ele chegou aos 443 pontos e agora basta um segundo lugar em Paraty para oficializar mais um caneco. Rafael Juriti, atual líder do ranking com 463 pontos, pelo regulamento, só poderá somar mais 40 pontos, mesmo que vença. Diogo Malagon, que é o atual terceiro colocado, também tem boas chances de título, porém precisará somar 20 pontos a mais que Moletta, ou seja, precisará ficar pelo menos duas posições à frente do rival no XTERRA Paraty, em 1° de dezembro.

     

    Entre as mulheres, a “quase” estreante Gisele Bertucci brilhou. Campeã do Troféu Brasil em 2003 e do Triathlon Internacional de Santos em 2004, ela voltou ao XTERRA após 10 anos e completou o percurso na Ilha do Mel em 1:20:37, deixando a amiga Vanessa Cabrini com a segunda colocação, cerca de dois minutos atrás. Para Bertucci, a experiência foi incrível e ela não descarta brigar pelo ranking em 2019. “Adorei participar do XTERRA novamente! Eu tinha participado duas vezes em Ilhabela em 2008 e 2009. O mais legal foi poder voltar a competir porque tive um acidente bem grave em fevereiro, onde quebrei o cotovelo em sete partes e tive grandes chances de nunca mais estender o braço. Hoje em dia estou com 90% dos movimentos e foi maravilhoso poder me recuperar e fazer uma prova tão linda e rápida. Vou arrumar meu calendário para tentar participar do circuito XTERRA 2019”, revelou Bertucci.

    Gisele Bertucci foi a vencedora do Triathlon feminino na Ilha do Mel

     

    Trail Runs

    Na modalidade mais longa de trail run, com 21,2 km de distância, o brasiliense Eric Cézar Santos não deu chances para os outros competidores. Com um tempo de 1:24:48, ele dominou o percurso pesado da Ilha do Mel e conquistou seu primeiro troféu dourado no evento. Rafael Basílio, Adão Leite, Luis César de Oliveira e Antônio Morinigo completaram o pódio. Fernanda de Souza foi a 1° colocada entre as meninas da trail run 21, 2 km, seguida por Suzana Brito, Daiany Ribeiro, Calinka Winkler e Bruna Moraes.

    O pódio masculino da Trail Run 21,2 km em Paranaguá

     

    Na modalidade mais curta, Henrique Lugarini, que já havia ficado em segundo no triathlon, foi o primeiro a cruzar a linha de chegada após percorrer 6,2 km na divertidíssima Night Run. Tamires dos Santos viajou de Brasília para o Paraná e saiu de lá com a vitória noturna e muita experiência adquirida.

     

    Swim Challenge 1,5 km e 3 km

    Largada do Swim Challenge 1,5 km, a divertida prova para todas as idades

     

    No swim challenge, talvez a modalidade mais desejada pelo público presente na arena XTERRA, já que mergulhar na água limpa e transparente da tranquila Praia de Brasília é um sonho. No tiro mais curto, de 1,5 km, triunfos de José Lozano e Anna Júlia Hatschbach. Com muita propriedade, Lozano liderou a prova do início ao fim, abrindo mais de 2 minutos e meio de vantagem para o segundo nadador.

     

    Nos 3 km, o maior vencedor foi o Clube Curitibano. Das 10 pessoas que subiram ao pódio, nove são nadadores do tradicional clube da capital paranaense, que demonstra um ótimo trabalho realizado a cada evento em que inscreve seu time. Gabriel Fragomeni foi o primeiro entre os homens e Maria Cristina Sigwalt a primeira entre as mulheres.

     

    A última etapa do XTERRA Brazil Tour 2018 será realizada em 1 e 2 de dezembro, em Paraty, no Rio de Janeiro e onde serão feitas as entregas de premiação do ranking de todas as modalidades.

    XTERRA lança camisa em apoio à campanha Novembro Azul

    Popularmente o mês de novembro tem ações sociais e de marketing visando a conscientização do público masculino sobre a importância de realizar o exame de próstata, precavendo o câncer. O XTERRA, que tem como uma de suas bandeiras incentivar o bem-estar e a prática de atividades físicas em contato com a natureza, não poderia ficar de fora dessa! A campanha Novembro Azul XTERRA vai doar 15% do valor arrecadado na venda da camisa especial para a luta contra o câncer de próstata.

     

    A camisa é 100% poliéster, com acabamento Dry (para maior absorção do suor e rápida evaporação) e estará à venda na XTERRA Store (http://www.xterrastore.com.br/) a partir do próximo dia 14 de novembro. Edição é limitada!

     

    Participe deste movimento!

     

    OBS: O XTERRA já havia lançado uma camisa exclusiva em apoio à campanha Outubro Rosa. A peça está disponível para compra em http://www.xterrastore.com.br/home/Camiseta-Feminina-Outubro-Rosa-XTERRA, no valor de R$ 49,90.

    Rom Akerson e Lesley Paterson vencem XTERRA World Championship 2018

    O costa riquenho Rom Akerson foi às lágrimas com o título inédito. Foto: XTERRA Planet

     

    A 23° edição do XTERRA World Championship aconteceu no último dia 28 de outubro, na Ilha de Maui, no Havaí. Desta vez, mais de 700 triatletas de 44 países diferentes participaram da competição. Rom Akerson, da Costa Rica, foi o campeão na categoria masculina e a escocesa Lesley Paterson venceu entre as mulheres. Foi o primeiro título mundial de Akerson e o terceiro de Paterson, que já havia vencido em 2011 e 2012. Ambos arrecadaram $ 20.000 por seus respectivos triunfos.

     

    O percurso começou com a natação de 1,6 km na DT Fleming Beach, seguindo com o trecho de 29,8 km de mountain bike pelas montanhas de West Maui e terminando com uma trilha de 10,4 km em florestas, muita lama (já que em dias anteriores choveu bastante na região da costa noroeste de Maui) e areia da praia.

     

    Rom Akerson foi o quinto a sair da água e teve que perseguir grandes nomes do triathlon off road, como o campeão mundial de 2017, o sul-africano Bradley Weiss e o tricampeão Ruben Ruzafa, da Espanha. Inclusive, pelo sexto ano seguido, Ruzafa fez o melhor tempo no trecho de bicicleta e Weiss foi o mais rápido na trail run, porém no conjunto de tudo deu Akerson, que finalizou todo o trajeto com 2:52:41.

     

    “Eu não posso nem acreditar”, disse Akerson após cruzar a linha de chegada, cheio de emoção e com lágrimas de alegria em seus olhos. “Quando consegui a liderança e sabia que ia acontecer (a vitória), queria chorar, mas tinha de ficar repetindo para mim mesmo para continuar, que não podia chorar se ainda nao tivesse vencido”, concluiu o campeão.

     

    Veja os melhores momentos do XTERRA World Championship 2018:

    https://www.youtube.com/watch?v=BfGV6v1MTvg

     

    Antigo detentor do título, Bradley Weiss terminou na segunda colocação em 2018 e lamentou a performance aquática: “Tenho nadado bem durante todo o ano, mas hoje fiquei desapontado. Foi aí que perdi a prova, ironicamente, porque no ano passado eu disse que tinha sido onde ganhei. Dessa vez eu saí da água 50 segundos atrás e em 2017 eu saí na frente, direto para a bike. Enfim, perder um minuto é demais no triathlon”, ressaltou com desânimo.

     


    Bradley Weiss foi o melhor triatleta no trecho da Trail Run, mas ainda assim não foi o suficiente para conquistar o bi. Foto: XTERRA Planet

     

    A categoria feminina teve Lesley Paterson fazendo os tempos mais rápidos na corrida e na mountain bike. No mar, a escocesa teve um dos melhores desempenhos de sua carreira e atribuiu o sucesso à consistência do treinamento, que foi interrompido por cinco anos, enquanto ela lutava contra a doença de Lyme (infecção bacteriana transmitida por carrapatos) e lesões.

     

    “Trabalhei muito durante o verão, com muito treinamento de força e tempo na academia”, disse Paterson depois que a coroa de folhas foi colocada em sua cabeça. “Em vez de ficar frustrada com as condições em que eu me encontrava durante cinco anos, fiquei grata e feliz por estar viva e me recuperando. Posso ter ficado muito tempo parada, mas sempre me mantive serena”, finalizou.

     


    Paterson superou a doença de Lyme para voltar a ser campeã mundial do XTERRA. Foto: XTERRA Planet

     

    O brasiliense Rodrigo Braga foi o único brasileiro de elite (ao todo, 18 brasileiros estiveram presentes, porém 17 foram em categorias amadoras) a participar do XTERRA World Championship 2018. Rodrigo teve um imprevisto com a peça de câmbio da bicicleta por volta do km 4 e precisou empurrar a “magrela” nos últimos 12 km. Devido ao acidente, ele chegou na 30° colocação. “Tive que empurrar bastante minha bike e o tempo no MTB somou uma hora e pouco a mais por conta desse problema mecânico. Mas eu empurrei porque não queria abandonar a prova, então me orgulho por não ter desistido”, explicou Braga.

     

    Confira o TOP 10 do XTERRA World Championship 2018 masculino e feminino – elite:

     

    Masculino

    1°- Rom Akerson, Costa Rica

    2°- Bradley Weiss, África do Sul

    3°- Sam Osborne, Nova Zelândia

    4°- Ruben Ruzafa, Espanha

    5°- Josiah Middaugh, EUA

    6°- Mauricio Mendez, México

    7°- Karsten Madsen, Canadá

    8°-  Maxim Chane, França

    9°- François Carloni, França

    10°- Roger Serrano, Espanha

     

    Feminino

    1°- Lesley Paterson, Escócia

    2°- Michelle Flipo, México

    3°- Lizzie Orchard, Nova Zelândia

    4°- Suzie Snyder, EUA

    5°- Brigitta Poor, Hungria

    6°- Carina Wasle, Áustria

    7°- Julie Baker, EUA

    8°- Angela Niklaus, Suíça

    9°- Penny Slater, Austrália

    10°- Allison Baca, EUA

     

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