39.0481, -77.4728
  • 9 e 10 de Fevereiro

    Costa Verde 2019

    Mangaratiba - RJ

    -22.949793, -44.074256 Inscreva-se Saiba Mais
  • 08 e 09 de Junho

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    Mata do São João – BA

    -12.574687, -38.004731 Inscreva-se Saiba Mais
  • 13 e 14 de Julho

    Agulhas Negras 2019

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  • 28 e 29 de setembro

    Estrada Real 2019

    Tiradentes – MG

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  • 01 e 02 de dezembro

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    Do sofá às trilhas: a importância do coração

    Artigo escrito por Mimi Stockton, 5 vezes campeã mundial do Triathlon XTERRA em sua faixa etária

    Com a temporada de 2018 em andamento, você já pode estar planejando os ganhos físicos desejados e a melhoria no desempenho. Para a maioria, isso geralmente envolve planos de treinamentos focados no desempenho do corpo. Para outros, esses planos também incluirão treinamento para aumentar a resistência mental. E há ainda quem dará o próximo posso adiante e se dedicará também em treinar com o coração.

    Do que estou falando? Estou convencida de que quando um atleta treina e compete em um lugar de profundo amor pelo seu esporte, o desempenho aumenta na medida em que o estresse diminui. É importante ressaltar que não me refiro apenas aos atletas de elite. Esta abordagem de corrida com o coração está disponível para qualquer um que queira enfrentar um desafio no XTERRA.

    Ter o que chamamos de coração está além de simplesmente encontrar nossa própria vontade. A vontade humana, claro, é importante. É o que nos impulsiona a nadar outra vez ou a correr mais uma milha, mas é a natureza da motivação que importa ainda mais. Coração é essa motivação duradoura! A vontade é que nos leva a se inscrever para uma corrida ou nos leva à academia, mas o coração é o que nos faz ficar lá. O coração é o que nos leva a competir autenticamente com a nossa verdadeira natureza, que é diferente de ser apenas um corredor corajoso.

    Nós vemos exemplos de coração verdadeiro o tempo todo. Mesmo o fracasso pode ser um exemplo quando há uma disposição para aceita-lo, crescer a partir dele e tentar novamente. Mesmo na derrota ele não sai de você. Atletas que competem com o coração geralmente são focados no lazer. Intrinsicamente motivados, empolgados com a vitória e resistentes a contratempos e insucessos. O coração é também o elemento da experiência que contribui para as melhores histórias.

    Você provavelmente já tem um planejamento para sua próxima temporada, seja chegar à linha de chegada do seu primeiro XTERRA, seja diminuir o tempo ou talvez até mesmo conseguir um pódio e uma viagem ao XTERRA World Championship, mas se esse planejamento está exclusivamente em sua cabeça, você está em uma desvantagem significativa à medida que busca sua própria grandeza pessoal. Deixe seu coração e alma comandarem seu planejamento para a temporada.

    Quando o amor ao esporte é o principal fator que o leva para fora de casa, sempre haverá motivação para se esforçar. Seu nível de coração não pode ser medido, mas suas melhores performances sempre serão aquelas em que seu coração esteja plenamente envolvido, porque é nele que as sementes da grandeza pessoal são semeadas e nutridas, acredite.

     

    Ter coração não é um traço genético inato. É algo que pode ser aprendido. Então poderemos “explodir” em determinados momentos de uma competição a tal ponto de alcançar alguém que antes podia parecer impossível. Claro, as diferenças individuais sempre estarão lá, tornando-se um campo de jogo desigual (malditos profissionais são tão rápidos, não é justo!) – mas ainda podemos obter mais de nós mesmos se tentarmos.

     

    O caráter é construído através dessas adversidades e o coração e a alma do atleta amadurecem e se fortalecem. Ser conduzido pelo seu coração requer coragem para arriscar, mas é aí que as maiores recompensas são encontradas. Então coloque seu kit de triathlon e tome o seu lugar na linha de partida do mergulho. Viva sua vida plena, com toda a paixão e dedicação que você puder reunir. Deixe seu coração explodir com coragem e tenha fé em si mesmo. Saiba que sempre que você se comprometer 100%, o jogo estará ganho.

     

    Artigo publicado de forma original em https://www.xterraplanet.com/2018/04/xterra-couch-trail-importance-heart

    O mundo off-road é mais divertido

    Casal de triatletas cita vantagens no esporte off-road e se encanta pelo XTERRA; Maurício e Paula veem mais intensidade, amizade e diversão nas competições na natureza

     

    Devido à praticidade para realizar os treinamentos, a enorme maioria dos triatletas amadores começa a trajetória em um cenário urbano. Com o casal paulistano Maurício Marcheto e Paula Gama não foi diferente. No início, em 2013, apenas Maurício, o “Mau”, corria pelas ruas movimentadas da grande São Paulo, enquanto a namorada ainda não praticava nenhum tipo de esporte, apesar de frequentar academias. Cinco anos e dezenas de competições depois, eles garantem ter encontrado a modalidade perfeita: o triathlon off-road.

     

    A descoberta veio com o desgosto pelas competições “on-road” e a primeira participação no XTERRA Costa Verde 2018. Mauricio explica:

     

    “No triathlon de asfalto há uma briga de egos muito grande. Muitos atletas ficam te medindo pelo preço da sua bike, são egoístas, ficam bajulando os amigos da assessoria e isso sempre incomodou a Paula e a mim, é inclusive um dos principais motivos para treinarmos sozinhos a maior parte do tempo. Eu já tinha ouvido falar de um clima amistoso no XTERRA, além de sempre admirar os competidores por serem mais ‘cascas-grossas’, então foi o momento perfeito para experimentar esse novo mundo e amamos, foi muito mais divertido”.

     

    No início do romance e das atividades físicas em conjunto era assim: um apoiava o outro, mesmo que não conseguisse acompanhar o parceiro a pé

     

    “Ele (Mau) me influenciou muito a entrar no esporte. Quando nos conhecemos comecei a correr no meu ritmo e a pedalar ao lado dele quando ele corria. Em 2015 o Mau fez o primeiro Ironman e eu comecei a fazer meia maratonas. No fim daquele ano percebi que era mais competitiva do que achei que fosse, pois fizemos uma prova de 500m de natação e eu tive que largar por último para ter a companhia dele. No fim eu lembro de chegar, ver meu tempo e perceber que teria conseguido pódio se tivesse largado junto das outras meninas. Fiquei bem brava com ele”, conta Paula, aos risos, aproveitando para revelar a influência do amado e sua rotina inicial de treinamentos leves.

     

    Se antigamente Paula precisava de uma bike para acompanhar as passadas de Mau, hoje em dia, segundo o próprio, ela já tem potencial para ultrapassá-lo se ele descuidar. “Acabei criando um monstro em casa. Kkkkk….Ela se classificou para o Mundial Ironman 70.3 de 2017 em Chattanooga (Tennessee, EUA) e eu não! Se eu não treinar ela vai me deixar para trás”, afirma o empresário Mauricio, de 28 anos, dono de uma loja de autopeças (www.pecapecasnaweb.com.br).

     

    Para Paula, o nível de seu companheiro ainda é muito superior, mas já avisou que vai caçoar se ultrapassá-lo. “Foram poucas as provas que eu cheguei realmente perto de alcançar o Mau, mas eu brinco que se passar por ele um dia, vou dar um tapa na bunda dele”, conta a bem-humorada Paula Gama, de 23 anos e também empresária, dona da loja virtual Alpez, de roupas esportivas casuais (www.alpez.com.br). Ela também criou um espaço para relatar as participações nas provas, o www.espacotri.com.br.

     

    Em Costa Verde o feliz casal se abraçou após concluir a dura prova de Triathlon. Foto: Thiago Lemos

     

    Abordados sobre uma possível disputa pelo ranking do XTERRA em suas respectivas faixas etárias, o casal demonstra diferença de personalidade. Ele é mais reservado e prefere guardar as expectativas, já ela é mais efusiva e ambiciosa. “É muito estranha essa transição asfalto-terra, na terra quem define a força que você tem que fazer é o terreno, mas agora que vi como funciona, estou me sentindo mais segura para ir com ‘sangue nos zóio’ para Ilhabela”, diz Paula. “Estamos acertando nossas agendas para participar também das etapas da Praia do Rosa e Ilha do Mel, mas ainda temos que aprender e evoluir no esporte para ter resultados melhores. A gente trabalha duro para isso, leva tempo, mas não temos medo de se sujar e tomar uns tombos às vezes”, explica o consciente Mauricio.

     

    A dupla já está inscrita para o XTERRA Brazil, nos dias 12 e 13 de maio, em Ilhabela.

    Irmãs fitness estreiam na Trail Run 8,5 km do XTERRA Brazil

    Laura (à esquerda) e Osanita, as belas irmãs corredoras movidas a desafios.

     

    Laura Amato e Osanita Rodrigues, irmãs moradoras de Mogi das Cruzes (interior de SP) e São Paulo respectivamente, já são bem conhecidas por suas regiões, mas a fama delas não se resume somente aos arredores. Com muito empenho e conteúdo virtual, as duas conquistaram uma parte do mundo de corredores e amantes da boa forma e, atualmente, contam com quase 400 mil seguidores em suas páginas oficias do Instagram (@projeto.emformaos40 e @projetomassamagra1). O desafio é o que as inspira e o próximo passo é participar da Trail Run 8,5 km do XTERRA Brazil.

     

    Segundo Laura, a caçula, a ideia de criar um espaço incentivador surgiu ao acaso. Ela conta que até os 40 anos jamais havia entrado em uma academia ou praticado algum esporte e, foi aí que passou a se preocupar com a forma física e o “boom” começou. “Em 2016 resolvi fazer uma prova de corrida em montanha, fiquei em 3° lugar na minha categoria logo de cara e desde então não parei mais de correr. Fui me destacando em cada competição e meu Instagram também foi crescendo, até que resolvi adaptá-lo para virar algo que influenciasse e motivasse pessoas de várias idades a levarem uma vida saudável praticando atividades físicas, principalmente a corrida. Devido à idade e ao desejo da época (estar em forma) o nome foi criado e hoje em dia é algo fantástico para mim”, confessa Laura de 42 anos de idade e 68.400 seguidores. Já Osanita tem cerca de 310 mil fãs virtuais.

     

    Sobre a participação no XTERRA Brazil, no próximo dia 12 de maio, a morena demonstra ansiedade e revela uma antiga paixão. “O XTERRA sempre foi um alvo para mim porque é uma referência no trail run e eu amo trail. Quanto maior o desafio, melhor! Já ouço elogios à esta prova de 8,5 km há anos e isso só me ajudou a querer participar dela. Tenho sempre bons aprendizados, mas acho que essa prova será marcante por ser noturna. Estou ansiosa desde já”, diz Laura Amato aos risos.

     

    Engana-se quem acha que família não compete a sério. Laura nem cogita ficar atrás da irmã mais velha nessa estreia de ambas no maior festival de esportes off-road do mundo, mas garante que apoio não faltará nem mesmo aos amigos e companheiros de sua assessoria esportiva, a Ademir Paulino. “Quero torcer por cada um dos amigos da assessoria e por minha irmã, claro, mas eu vou chegar na frente dela. Kkkkkk…. Meu lema é que sempre posso mais, então vou para a briga pelo 1 ° lugar geral também, por que não? Vou dar meu máximo, mas o principal mesmo é a vibe do evento, que terá atletas de outras modalidades e isso é legal demais. Sempre conheço pessoas de várias cidades nas corridas por aí, imagine agora no XTERRA? ”, supõe a confiante   Laura, dois anos mais nova que Osanita.

    Ator Nicolas Prattes lamenta ausência no XTERRA Brazil

    Segundo o galã global, XTERRA Costa Verde foi a prova mais dura e divertida que já realizou e há o desejo de correr em mais etapas

    Nicolas Prattes ao lado do amigo Fly Vagner durante o XTERRA Costa Verde 2018. Foto: Thiago Lemos

    A primeira etapa do XTERRA em 2018 foi realizada nos últimos dias 10 e 11 de março, na região de Costa Verde, em Mangaratiba, Rio de Janeiro. Foi a 100° edição do evento no Brasil, porém apenas a primeira para o ator Nicolas Prattes, que é amante de corridas e se inscreveu na Trail Run 21km, onde não se arrependeu. Em meio a várias fotos com fãs, exercícios de aquecimento comandados pelo amigo Fly Vagner, tombos no percurso e a entrega de medalhas pós-prova, a diversão esteve presente do início ao fim.

    “Adorei participar do XTERRA! Com certeza foi a prova mais dura que já fiz, porém, a mais divertida também. A paisagem é maravilhosa, o clima das famílias, dos outros corredores e até os escorregões nas trilhas foram divertidos. O Fly e eu ficávamos rindo sempre que um caía”, conta Nicolas, com bom humor.

    Como o ditado popular diz: A primeira vez a gente nunca esquece. Certamente a etapa em Costa Verde ficará eternizada na memória de Nicolas Prattes. O ator, que está a poucos dias de completar 21 anos de idade, até cogitou participar da segunda etapa do circuito, em Ilhabela, mas uma série de compromissos profissionais freou a pretensão. Apesar da negativa, Nicolas mantém o desejo de correr em outras edições e lamenta perder uma prova noturna, que lhe renderia momentos únicos e cômicos.

    “É preciso chegar preparado em qualquer competição. Eu teria duas semanas de treino para Ilhabela, que é a etapa principal do circuito e não queria perder, mas infelizmente não vou poder comparecer. As Trail Runs serão noturnas e queria vivenciar isso, acho até que poderia ter mais umas quedas engraçadas. Agora vou tentar conciliar meus compromissos para estar presente em alguma outra edição do XTERRA”, afirma Nicolas, que interpretou o estudante Rodrigo na série Malhação (2016) e o músico Zac, na novela Rock Story (2017), ambas da TV Globo.

    Fly Vagner e Nicolas Prattes animaram os atletas do XTERRA Costa Verde e posaram para muitas fotosA dupla global fez a festa dos competidores de Trail Run em Costa Verde. Foto: Thiago Lemos

    XTERRA Brazil dará vagas para o mundial de Triathlon e Trail Run no Havaí

    XTERRA Brazil, em Ilhabela, é qualificatório para o XTERRA World Championship, em outubro; Atletas internacionais acreditam em vitória no Brasil

    Sabrina Gobbo é tetracampeã do XTERRA Triathlon. Foto: Thiago Lemos

    Ilhabela já está preparada para receber milhares de atletas e seus familiares durante o final de semana do Dia das Mães. O período de 11 a 13 de maio tem tudo para deixar a região lotada devido à etapa mais popular do circuito XTERRA Brazil Tour 2018, a chamada XTERRA Brazil, que é qualificatória para o Mundial disputado no Havaí, em outubro. O maior festival de esportes off-road do mundo voltará a oferecer as provas de Triathlon, Aquathlon, Night Run (8,5 km e 22 km), MTB Cup Sport (22 km), MTB Cup Pro (41 km) e a corrida Kids para crianças de até 13 anos.
    Os “gringos” já começaram a se inscrever para o Triathlon e para a Night Run (22 km), que darão 50 e 24 vagas para o XTERRA World Championship, no Havaí, respectivamente, conforme os quadros indicam abaixo.
    Vagas para o Mundial de Triathlon, que será em 28/10/2018 em Lahaina, na Ilha de Maui, no Havaí

    Faixa Etária Vagas Masculinas Vagas Femininas
    15 a 19 anos 1 1
    20 a 24 anos 2 2
    25 a 29 anos 2 2
    30 a 34 anos 3 2
    35 a 39 anos 3 2
    40 a 44 anos 3 2
    45 a 49 anos 3 2
    50 a 54 anos 3 2
    55 a 59 anos 2 2
    60 a 64 anos 2 2
    70 a 74 anos 1 1
    + de 75 anos 1 0
    TOTAL 28 22

    Regulamento Triathlon: http://xterrabrasil.com.br/tour-2018/wp-content/uploads/2018/05/18_XTERRA_BRAZIL_REGULAMENTO_TRIATHLON.pdf
    Vagas para o Mundial de Trail Run (22 km), que será em 02/12/2018 em Kaneohe, em Honolulu, no Havaí

    Faixa Etária Vagas Masculinas Vagas Femininas
    Geral 5 5
    15 a 19 anos 1 1
    20 a 29 anos 1 1
    30 a 39 anos 1 1
    40 a 49 anos 1 1
    50 a 59 anos 1 1
    60 a 69 anos 1 1
    70 a 79 anos 1 1
    TOTAL 12 12

    Regulamento Trail Run: http://xterrabrasil.com.br/tour-2018/wp-content/uploads/2018/05/18_XTERRA_BRAZIL_REGULAMENTO_HALF.pdf
    O renomado triatleta Kieran McPherson, natural da Nova Zelândia e campeão do XTERRA Argentina, disputado no último dia 25 de março, em San Juan, é um dos confirmados para encarar o desafio brasileiro. Será a segunda participação de McPherson no Brasil (ficou em 2° lugar em 2017) e, dessa vez, ele não vem sozinho. Convidou o amigo e companheiro de treinos, o compatriota Alex Roberts. Confiança e elogios ao território brasileiro não faltam para os oceânicos.

    Neozelandês Kieran McPherson é um dos favoritos para o XTERRA BrazilO neozelandês Kieran McPherson é um dos principais triatletas estrangeiros no XTERRA Brazil. Foto: Thiago Lemos

    “Participei do XTERRA Brazil ano passado e desta vez estarei de volta porque gostei muito da atmosfera brasileira, é um país muito verde e bonito, acho sensacional que seja uma das etapas do circuito Pan-Americano. Essa prova é uma das minhas duas principais metas para o primeiro semestre e dessa vez espero vencer porque estou melhor preparado”, diz McPherson, de 26 anos. Já Alex, que tem 27 anos, é mais direto em sua resposta: “Kieran me contou coisas boas sobre o XTERRA brasileiro e eu decidi que precisava conhecer e competir também”, afirma.

    Assim como os neozelandeses, o evento terá a participação de atletas da elite de outros países, como Estados Unidos, Canadá, Argentina e Chile por exemplo. A competição de Triathlon masculina terá, pelo menos, oito atletas com reais condições de vitória, o que tornará uma das provas mais acirradas de todos os tempos. Entre as mulheres, Sabrina Gobbo, atual tetra campeã brasileira, permanece com amplo favoritismo.
    A modalidade Aquathlon, que teve lotação máxima na 1° etapa do ano, em Costa Verde, e foi um presente pela edição centenária do XTERRA em solo brasileiro, será realizada novamente no arquipélago paulista. Para os amantes exclusivos de duas rodas e pedal, será a abertura do calendário de MTB no XTERRA 2018, já que no último mês de março, a modalidade não esteve no cronograma. Ciclistas vitoriosos e experientes começarão mais uma longa caminhada rumo ao título anual, como é o caso dos atuais campeões Sidnei Fernandes (bicampeão 2016 e 2017) e Sofia Subtil, além de seus principais oponentes: Daniel Grossi, Edivando de Souza, Roberta Stopa e Sabrina Gobbo. As competições de MTB serão realizadas no domingo, 13 de maio, a partir das 8h.

    Sidnei Fernandes é o atual campeão do MTB ProSidnei Fernandes vai tentar o tricampeonato no MTB Cup Pro. Foto: Thiago Lemos

    O XTERRA Brazil 2018 é apresentado pelo SESI e patrocinado pela Prefeitura de Ilhabela.
    XTERRA Brazil – Ilhabela, SP
    Data: 12 e 13 de maio – Temporada 2018
    Local: Praia do Perequê – Ilhabela, SP
    Inscrições:  https://bit.ly/2qDb2Pf
    Cronograma: http://xterrabrasil.com.br/tour-2018/wp-content/uploads/2018/03/18_XTERRA_BRAZIL_CRONOGRAMA..pdf

    Atleta XTERRA, Patrick Stover dá dicas para iniciantes na Trail Run

    Patrick Stover tem presença constante nas edições do XTERRA norte-americano. Foto: Divulgação XTERRA

    Muitos atletas XTERRA fazem a prova de Trail Run parecer bem fácil. E os movimentos perfeitos e alinhados dos melhores corredores podem realmente dar essa impressão, mesmo nos trechos mais difíceis. Mas o veterano em XTERRA Patrick Stover fala a real, e garante que não é tão fácil quanto parece. “Eu adoro as descidas” admite Stover. “Esse é o momento de abrir distância e ganhar tempo. Nas subidas eu ainda estou descobrindo a melhor técnica”, completa.
    Assim como muitos atletas XTERRA, Patrick tem que equilibrar o trabalho, a vida social e o treino. Ele trabalha 10 horas por dia e ainda tem pique para 140 km de treinos semanais. Por isso mesmo ele acorda às 7:30 da manhã para correr. “Eu tomo café e vou direto treinar”. Se liga nas dicas do atleta para se dar bem no off- road.
    Durante a prova de Trail Run, ande se precisar
    Patrick Stover participou do XTERRA Trail Run World Championship 2017, ficou em 7° no geral e fez 21km em 1:32:40. Com esse tempo, é até difícil de acreditar que ele andou durante um pedaço da prova. “Nos primeiros 10 km eu estava bem e sabia que estava correndo muito rápido, mas não queria desacelerar. Então eu decidi manter o ritmo até não aguentar mais”, confessa.
    Quando ele chegou na subida, tomou uma decisão. “Fiquei cansado quando comecei a subir e pensei: não vou nem tentar correr nessa subida, só vou andar rápido”, disse Patrick.
    Segundo Stover, correr na subida pode ser contra produtivo por causa da posição do corpo, que fica curvado e tenso. Por isso, é melhor relaxar, abrir o peito e andar com os braços mais soltos. O resultado é imediato: a respiração fica mais fácil e mais oxigênio chega aos músculos, isso aumenta a recuperação e conservação de energia. “É normal querer correr durante toda a corrida, mas às vezes você sobe mais rápido se está relaxado e andando forte”, garante o atleta.
    Nas subidas, coloque as mãos nas coxas
    “Outra dica boa é colocar as mãos nas coxas para conservar energia e conseguir fazer a subida com mais força“, orienta Patrick. Ele recebeu essa dica de atletas de endurance. Essa é uma técnica emprestada dos corredores de montanhas e alpinistas, que usam estacas para melhorar a eficiência da escalada. Como a Trail Run não tem estacas, colocar as mãos sobre as coxas empurra os músculos e aumenta a força com que o atleta empurra o chão com a perna.
    Energia no XTERRA!
    Outra dica importante Patrick aprendeu com seu amigo, colega de treino, e atleta XTERRA Bree Wee. “Às vezes você só tem que ir com tudo! Eu gosto de ir devagar e constante, mas também tem a hora de acelerar. Não dá para correr e ficar confortável ao mesmo tempo”, explica.
    Claro, é muito importante guardar energia em corridas longas, como um XTERRA Trail Run 21 km. Mas também é muito importante arriscar e sair da zona de conforto quando possível. Para isso, pise no antepé, mantenha os ombros baixos e relaxados, olhe para frente e imagine que tem alguém te empurrando por trás. Essa combinação vai te ajudar a ganhar velocidade, mas sem perder a eficiência.
    Durante o XTERRA, divirta-se
    A forma física e eficiência são partes importantes da corrida, mas Patrick também garante que a melhor forma de correr rápido é correr feliz. “A melhor coisa em qualquer corrida é a nova aventura. É claro que os resultados são importantes, mas meu foco é sempre aproveitar o máximo possível. A vistas nas trilhas são sempre bonitas e encantadoras”.

    Triatletas internacionais participarão do XTERRA Brazil 2018

    Norte-americanos, dupla de neozelandeses e canadense já estão garantidos na principal etapa brasileira

    Kieran McPherson ficou em 2° no XTERRA Brazil 2017 e já está inscrito para a edição de 2018. Foto: Asia Trilive

    A etapa mais popular do circuito XTERRA Brazil Tour 2018 é em Ilhabela, a chamada XTERRA Brazil, que costuma atrair mais de 3.000 atletas em cada ano, sejam brasileiros ou estrangeiros. Acontecendo nos próximos dias 12 e 13 de maio, os primeiros “gringos” já se inscreveram para a prova de triathlon, que renderá vaga para o Mundial na Ilha de Maui, em outubro, no Havaí.

    O renomado triatleta Kieran McPherson, natural da Nova Zelândia e campeão do XTERRA Argentina, disputado no último dia 25 de março, em San Juan, é um dos confirmados para encarar o desafio brasileiro. Será a segunda participação de McPherson no Brasil (ficou em 2° lugar em 2017) e, dessa vez, o atleta patrocinado por McPherson Contractors, McFalls Fuel, RAD Roller, Norco Bicycles, Brooks Running, Aqualine Swim e Marleen Wholesalers não vem sozinho. Convidou o amigo e companheiro de treinos, o compatriota Alex Roberts. Disposição e elogios ao território brasileiro não faltam para os oceânicos.
    “Participei do XTERRA Brazil ano passado e desta vez estarei de volta porque gostei muito da atmosfera brasileira, convidei até um amigo da Nova Zelândia, o Alex, que aceitou na mesma hora. Essa prova é uma das minhas duas principais metas para o primeiro semestre e dessa vez espero passar um pouco mais de tempo para conhecer Ilhabela e depois ir para São Paulo. O Brasil é um país muito verde e bonito, acho um local fantástico para ser uma das etapas do Pan American Tour”, diz McPherson, de 26 anos. Já Alex, que tem 27 anos, é mais direto em sua resposta: “Kieran me contou coisas boas sobre o XTERRA brasileiro e eu decidi que precisava conhecer e competir também”, afirma.
    Assim como os neozelandeses, dois norte-americanos, naturais dos Estados Unidos, serão fortes competidores na prova de triathlon, além de um canadense. São eles: Branden Rakita, Kara LaPoint (ainda não confirmada) e Karsten Madsen, respectivamente. Rakita e Madsen serão mais dois candidatos a pódio, o que deixará a prova masculina com pelo menos oito atletas com reais condições de vitória. Já Kara LaPoint, campeã mundial em 2013, se quiser o troféu de ouro, terá que superar a atual tetra campeã brasileira na categoria feminina, Sabrina Gobbo, sempre ampla favorita.

    Gringos no XTERRA Brazil 2018Karsten Madsen, Alex Roberts, Kara LaPoint e Branden Rakita disputarão o XTERRA Brazil em 12 de maio

    Aos 31 anos, Kara disputou 10 edições do XTERRA pelo mundo em 2017 e vem de bons resultados, como o 6° lugar no XTERRA Utah, o 1° lugar no XTERRA Loma, em Colorado e o 2° lugar no XTERRA Barahona, na República Dominicana, no último mês de agosto. Sem dúvidas a californiana, caso confirme sua participação, será uma ameaça para Sabrina Gobbo, Laura Mira, Ana Carla Prade e outras brasileiras em Ilhabela.

    Tem tudo para ser uma das melhores e mais disputadas edições do triathlon no Brasil, com muita adrenalina e ultrapassagens durante os trechos da prova, que começa com 1,5 km de natação, prossegue com 24,5 km de bike e encerra com 8,5 km de corrida, no sábado, 12 de maio, a partir das 8h.

    Após grave lesão, Diogo Malagon chega confiante para o XTERRA Brazil Tour 2018

    Triatleta teve a clavícula fraturada em quatro partes em fevereiro, mas garante presença no XTERRA Brazil, em Ilhabela, em maio

    Diogo Malagon é um dos mais experientes triatletas no XTERRA

    O paulista Diogo Malagon é um dos atletas mais antigos do XTERRA brasileiro. Sua estreia, ainda como amador, aconteceu na segunda edição do evento no país, em 2006. Desde então já são mais de 30 participações como profissional, histórias, vitórias, um título do circuito (2015) e muita experiência adquirida. Vice-campeão em 2017, o triatleta esperava começar a nova temporada já em Costa Verde, porém um grave acidente precisou adiar seu início.
    No último dia 3 de fevereiro, Malagon foi pedalar em sua cidade natal, Cosmópolis, em São Paulo, ao lado de um amigo e um iniciante no esporte, mas o inesperado aconteceu. “Meu amigo e eu estávamos entrando em uma estrada com cautela porque não sabíamos se vinha carro, então é preciso ir com cuidado, mais devagar mesmo. O outro atleta é novato e estava distante de nós, mas quando chegou na estrada ele veio sem noção, entrou a milhão e quando me viu já estava muito em cima e não conseguiu desviar. Conclusão, ele me atropelou e eu caí com força no chão, bati com o ombro e já levantei com dor, colocando a mão e sentindo tudo mole, ali eu já sabia que tinha fraturado”, explica.
    WhatsApp Image 2018-04-04 at 14.16.29 (1)

    Malagon mostra como ficou seu capacete após a queda e lembra a importância do acessório: “Salva muitas vidas”.

    Diogo Malagon fraturou a clavícula em quatro partes e precisou fazer uma cirurgia que lhe rendeu uma placa de metal e nove parafusos no ombro esquerdo. A previsão dos médicos era de pelo menos três meses afastado dos esportes e logo veio a preocupação com sua forma física, sua rotina de treinamentos e as competições que perderia, como o XTERRA Costa Verde em março e o XTERRA Brazil em 12 e 13 de maio, em Ilhabela. Pensando isso, o paulista de 33 anos de idade focou em sua recuperação para conseguir, pelo menos, participar da segunda etapa, que é a mais importante do ano e qualificatória para o mundial no Havaí.

    WhatsApp Image 2018-04-04 at 14.16.29“No sexto dia eu comecei a pedalar só no rolo, no sétimo eu já havia sido liberado para fazer mais alguns movimentos e em duas semanas comecei a correr para manter a condição física mesmo. Fui tendo uma melhora impressionante e os médicos me liberaram para nadar levemente depois de 22 dias do acidente. Então nadei pensando em ganhar amplitude, ter o movimento completo de volta e não deixar atrofiar. Mas peguei forte no tratamento justamente para estar apto a competir no XTERRA Brazil, que é uma das minhas principais metas de 2018”, assume.

    WhatsApp Image 2018-04-04 at 14.16.30Malagon pedalou apenas no rolo da bike por alguns dias

    Apesar da ausência na 1° edição do ano, Malagon, que é atleta Specialized Racing Br, diz que ainda é possível brigar pelo título anual: “Tem o campeonato inteiro pela frente e a pontuação não é mais tão desproporcional em relação às etapas regionais. Isso deixa tudo mais disputado e acredito que dê para brigar pelo ranking sim”. Ele aproveita também para afastar a hipótese de medo de uma nova queda. “Nos primeiros treinos de MTB eu fiquei com medo de cair sim, mas hoje em dia, dois meses depois do acidente, já não tenho medo, apenas um cuidado maior, até porque o osso ainda não cicatrizou completamente. Estou treinando normalmente já, sem sentir dores, mas não vou chegar na prova do jeito que eu gostaria, até porque estarei fora do ritmo de competição ideal. A recuperação está sendo muito mais rápida do que se esperava, então em breve estarei no nível que estava antes da fratura”, afirma com confiança.

    Confira a classificação do ranking de assessorias esportivas 2018

    Chivunk dispara, Sidney Pereira Team e Angra Runners quase empatadas em segundo e campeã de 2017 ainda discreta

    O ranking de assessorias esportivas do XTERRA em 2018 começou com tudo! A primeira etapa do circuito, na Costa Verde, no Rio de Janeiro, reuniu milhares de atletas amadores e profissionais, dentre os quais, 804 faziam parte de algum grupo ou assessoria de esportes.

    Com uma premiação ainda maior para as melhores ranqueadas do ano, o número de inscrições feitas por assessorias já representou 43% do total de inscritos na primeira edição da nova temporada do festival de esportes off-road. Atual campeã, a Master Fit de Paraty, de Tales Camargo, embaixador XTERRA, ainda teve um desempenho discreto e ocupa a 12° colocação momentânea. A liderança provisória é da carioca Chivunk, que levou 155 atletas distribuídos nas modalidades de triathlon, aquathlon e trail run, rendendo assim incríveis 221 pontos. O pódio ainda é composto pela Sidney Pereira Team e pela Angra Runners.
    Confira abaixo as 15 primeiras colocadas:
    1° – Chivunk – 221 pontos
    2° – Sidney Pereira Team – 70 pontos
    3° – Angra Runners – 61 pontos
    4° – Freak Swimmers – 47 pontos
    4° – Runners da Vila Militar – 47 pontos
    6° – Vem Nadar – 42 pontos
    7° – WS Consultoria – 35 pontos
    8° – Resende Águas Abertas – 30 pontos
    9° – Levanta e Vem Treinar – 29 pontos
    10° – Desbravadores Mar e Terra – 27 pontos
    11° – Jujuba Radical – 26 pontos
    12° – Master Fit – 25 pontos
    13° – Love Running – 24 pontos
    14° – Gladiadores – 22 pontos
    15° – Triathlon Para Todos – 19 pontos
    As três assessorias que somarem a maior pontuação pelo mix de modalidades ganharão troféus. Além do título, a campeã será premiada com 20 camisas XTERRA, 30 cupons de 20% de desconto e 5 inscrições cortesia (na modalidade com mais inscritos). A vice-campeã receberá 10 camisas XTERRA e 20 cupons de 20% de desconto, enquanto que a terceira colocada levará 10 cupons de 20% de desconto.
    Relembrando o modelo de pontuação:

    • Triathlon / Duathlon / Aquathlon – 3 pontos por atleta (de cada assessoriaa) que largar efetivamente;
    • MTB Cup – 3 pontos por atleta (de cada assessoria) que largar efetivamente;
    • Endurance – 2 pontos por atleta (de cada assessoria) que largar efetivamente;
    • Trail Runs (10 km ou 21 km) – 1 ponto por atleta (de cada assessoria) que largar efetivamente;
    • Swim Challenge – 1 ponto por atleta (de cada assessoria) que largar efetivamente;
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