Confirmada para primeira etapa do XTERRA Brazil Tour 2017, Juliana Netto espera fazer bonito em Ibitipoca (MG)

ACC16XJF21928A cidade de Conceição do Ibitipoca (MG) recebe neste final de semana a primeira edição da temporada 2017 do XTERRA Brazil Tour. Com um total de seis modalidade, a etapa intitulada Camp Ibitipoca vai receber centenas de atletas de diversos locais do Brasil, mas com o interesse comum de testar seus corpos e vencer suas limitações. Amadores, profissionais e iniciantes são bem-vindos na prova, que tem como objetivo incentivar a prática esportiva e o respeito à natureza.
Pessoas dos mais variados perfis irão participar da competição, marcada para os dias 18 e 19 de março. Muitos vêm se preparando forte para fazer bonito no primeiro desafio do ano. É o caso de Juliana Netto, que fez uma preparação toda especial para obter um bom resultado em sua segunda participação no festival.
“Eu vou participar pela segunda vez do XTERRA Brazil, na modalidade Short Trail Run 8k. Participei da mesma modalidade ano passado aqui em Juiz de Fora, gostei demais e resolvi me inscrever para a prova de Ibitipoca. Minha preparação consistiu em treinos três vezes por semana em um studio de treinamento funcional e pilates,, além de corridas outdoor. Como eu sou uma corredora amadora, e não tenho tanto essa preocupação com tempos, a preparação foi voltada mais para o meu bem-estar na corrida. Como o percurso será bem puxado, acabei fazendo uma preparação maior para joelho, uma parte que ainda precisa ser fortalecida no meu corpo, e tornozelo, de forma a evitar qualquer tipo de lesão durante o percurso. Há 15 dias, em um treino de corrida na rua, sofri uma leve contratura na panturilha e precisei dar uma adaptada nessa preparação final para a prova. Tive um acompanhamento fisioterápico, recuperei rapidamente e, felizmente, vou “zerada” para Ibitipoca”, destacou.
Em busca de uma boa performance esportiva, Juliana lembra o quão complicado é o processo pré-prova. Com muito compromissos profissionais, ela precisa planejar muito bem o seu tempo para treinar sem esquecer das atribuições no trabalho e na vida pessoal.
“Talvez o meu principal desafio seja realmente esse: conciliar vida profissional e treinamentos. Como tenho pouco tempo livre, não faço uma preparação tão intensiva, como muitos colegas corredores fazem. Se dependesse de mim, eu correria mais, treinaria mais. Mas não encaro isso como um empecilho. Como corro mais por prazer, sem essa obsessão por bater tempos, me preparo para fazer uma prova tranquila, dentro do meus limites, sem colocar meu corpo em risco. Sigo a filosofia da minha treinadora que é correr bem comigo mesma, longe de lesões ou algo do gênero. Na verdade, a corrida acaba sendo uma válvula de escape para a minha vida atribulada”, comentou ela, que ainda emendou: “Vivi uma sensação maravilhosa no XTERRA Camp Juiz de Fora ano passado, com um misto de paz, liberdade e harmonia com a natureza. Choveu a noite toda antes da corrida, o dia acordou com o tempo muito fechado e o percurso ficou muito mais pesado. Algumas pessoas não gostaram muito daquela chuva, mas eu, que sempre adorei dias mais cinzentos, adorei. As condições climáticas, associadas à beleza do local do evento, fizeram com que a minha estreia em competições de XTERRA fosse a melhor possível. Foi, sem dúvidas, a prova mais prazerosa que fiz na vida”.
Há pouco tempo no mundo off-road, Juliana Netto fez no XTERRA Camp Juiz de Fora 2016 sua primeira participação no circuito. A satisfação pessoal e o bom tempo dão um incentivo especial para que ela siga buscando seus objetivos esportivos.
“Eu conheci o XTERRA Brazil através da minha treinadora. Ela colocou um calendário de corridas em um quadro de informações do studio e disse que gostaria de me ver fazendo a prova, que seria uma das últimas do ano em Juiz de Fora. Topei o desafio e fui me preparando. Eu até já tinha lido matérias a respeito das provas anteriores do XTERRA em Juiz de Fora, mas nunca me imaginava fazendo uma prova deste tipo. Até maio do ano passado, eu tinha corrido apenas quatro corridas na minha vida, sem nenhum tipo de preparação. Foi a partir do treinamento funcional, que eu passei a fazer por recomendação médica, para melhorar dores constantes nas costas, que eu fui recebendo o incentivo para correr de forma mais frequente”, finalizou.